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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

[Filme] American Ultra, de Nima Nourizadeh


Título Original: American Ultra
Título em Português: American Ultra - Agentes Improváveis
Realização: Nima Nourizadeh
Argumento: Max Landis
Elenco Principal: Jesse Eisenberg, Kristen Stewart, Connie Britton
Ano: 2015 | Duração: 96 minutos

Sinopse:
Mike é um jovem viciado em marijuana que vive com a sua namorada numa cidade do interior até ao dia em que histórias do seu passado voltam para atormentá-lo e se vê com problemas com o governo.

Opinião da Carla:
American Ultra provoca em mim um turbilhão de sentimentos contraditórios.

Mike Howell (Jesse Eisenberg) e a sua namorada Phoebe Larson (Kristen Stewart) são duas pessoas normais, well, tipo normais chapados, sempre noutra dimensão, mas que tem uma vida pacata e sem grandes tribulações - fora umas visitas à esquadra por posse de marijuana e afins. Mas, rapidamente, sabemos que as coisas não são assim tão simples. Afinal, Mike é um agente adormecido da CIA; fez parte de um programa experimental para criar super soldados, mas quando o programa foi terminado Mike foi recolocado numa cidade pequena, as memórias apagas e dada uma nova vida.




Confesso que me diverti bastante a ver o filme. Posso dizer que gostei. O filme é super badass. Um pouco de exagero nas situações, mas é parte do "encanto" do filme. As cenas de acção, principalmente as lutas de Mike, são incríveis: marcantes e ritmadas. Não há como negar que elas estão bem feitas. (A primeira cena de luta passei o tempo todo "I will kill you with a spoooooooon".)

Mas é aqui que entra o conflito. Eu não acho que o filme em si valha mais que 2.5*. Não traz nada novo, não é nada de extraordinário, mas é um filme divertido e engraçado de se ver. E eu gostei! American Ultra tem uma parte técnica, em termos de efeitos, cinematografia (planos bem enquadrados; sequências bem estruturados; cores incríveis - em especial a cena da cave de Rose), banda sonora (que pontua as cenas do filme de forma exacta), que é uma mais valia. Mas é isso, é apenas mais um filme do género. Como dizem é Jason Bourne meets Pinnacle Express .


Eu queria gostar mais, confesso, principalmente por causa de Jesse Eisenberg - gosto do moço, que hei de fazer? E surpreendentemente a Kristen Stewart não está totalmente mal neste filme; ela até consegue ter algum brilhantismo (muiiiito pouco, mas ele está lá), se calhar fazer de meio junkie é o que ela melhor sabe fazer.

American Ultra é um daqueles mindless movies que não me importaria de voltar a ver, num dia em que esteja em casa e não me apeteça fazer nada. Pronto, gostei e por isso decidi dar as 3* e acabou-se.




Opinião da Joana:
Começo por dizer que tenho sentimentos contraditórios sobre este filme. Deu para rir? Sim. Gostei? Acho que se pode dizer que sim. É um bom filme? Nem por isso (percebem agora os meus sentimentos?).

Este filme é sobre um casal de drogados supostamente normal, mas como podem ver pelo trailer (não é nenhum spoiler!), ele não é bem o que parece, tem mad skills!


A Kristen Stewart, que faz de Phoebe Larson… Bem a moça não costuma ser conhecida pelas suas expressões, mas neste filme nem está mal de todo, lá reage sem só olhinhos de carneiro mal morto e é com este casal que nos rimos muito, até porque ela disse algo que normalmente não aparece nos filmes, isto é, sabem quando estão a ver um filme e acontece algo super estúpido e vocês dizem que aquela personagem não devia ter feito aquilo e alguém lhe devia dizer, mas nunca dizem? Aqui ela disse! Foi o momento alto da noite.

O filme está cheio de exageros, mas são esses exageros que nos fazem rir, desde os efeitos especiais às falas do Mike Howell (Jesse Eisenberg), que são tão parvas que se tornam hilariantes.

A história em si, até nem está mal de todo, até porque houve uma ou outra coisa que não estava à espera, o que é um ponto a favor.

A banda sonora está muito bem escolhida, acompanhando cada pancada e cada momento psicótico do filme.

Resumindo e concluindo, foi rir quase do início ao fim e isso dá-lhe as 3 estrelas, um pouco a custo mas temos de dar valor ao riso! E isso não faltou.


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