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terça-feira, 13 de junho de 2017

[Filme] Wonder Woman, de Patty Jenkins

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Título em Português: Mulher-Maravilha
Realização: Patty Jenkins
Argumento: Allan Heinberg (argumento), Zack Snyder (estória de)
Elenco Principal: Gal Gadot, Chris Pine, Robin Wright
Ano: 2017 | Duração: 2h 21min
Sinopse:
Antes de ser a Mulher-Maravilha, era Diana, a princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa ilha paradisíaca protegida do mundo exterior, é quando um piloto americano que cai nas suas águas e fala sobre o enorme conflito que acontece no mundo, Diana deixa a sua casa, convencida que pode parar essa ameaça. A combater ao lado de homens numa guerra para acabar todas as guerras, Diana irá descobrir a capacidade máxima dos seus poderes… e o seu verdadeiro destino.

Opinião:
Eu nem sei se vou ser capaz de passar para palavras o que senti ao ver Wonder Woman. Eu estava tão ansiosa por ansiosa por este filme, mas ao mesmo tempo tão receosa que o filme não fosse capaz de estar ao nível do que era preciso. Mas foi um receio em vão porque a Wonder Woman está maravilhosa (pun intended!).

É certo que o filme tem as suas falhas, não há filmes perfeitos, mas Wonder Woman atingiu as minhas espectativas, e talvez mais. Não é o primeiro filme de super-heróis realizado por uma mulher, mas é o primeiro realizado por uma mulher em que o filme é centrado numa mulher, e eu não poderia estar mais orgulhosa do produto final. Wonder Woman não é um filme com uma personagem feminina, mas claramente para um público masculino – nem de perto nem de longe.


Diana Prince, a nossa querida Wonder Woman, é um exemplo para todas as meninas por esse mundo fora. Forte, determinada, com o coração no sítio certo, e que não deixa de ser feminina. Fiquei tão satisfeita com a representação feminina neste filme (as Amazonas são qualquer coisa de extraordinárias) que, mesmo o filme em geral tendo os seus defeitos, fiquei tremendamente contente com ele. Assim que terminou eu só conseguia dizer que estava tão, mas tão, orgulhosa de Wonder Woman. E para mim fez com que este se tornasse no meu filme favorito de super-heróis e super-heroínas. Quero revê-lo brevemente!


domingo, 28 de maio de 2017

[Filme] King Arthur: Legend of the Sword, de Guy Ritchie

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Título em Português: Rei Artur: A Lenda da Espada
Realização: Guy Ritchie
Argumento: Joby Harold (screenplay), Guy Ritchie (screenplay)
Elenco Principal: Charlie Hunnam, Astrid Bergès-Frisbey, Jude Law
Ano: 2017 | Duração: 2h 06mins
Sinopse:
Quando o pai de Artur é assassinado, Vortigern, tio de Artur, usurpa a coroa. Privado do seu direito de berço e sem qualquer ideia de quem realmente é, Artur acaba por crescer da maneira mais dura nas ruas e vielas da cidade. Mas no momento em que ele retira com sucesso a mítica espada da pedra, a sua vida sofre uma reviravolta e ele vê-se forçado a honrar o seu legado... quer ele queira, quer não.

Opinião:
Quem me conhece sabe que adoro mitologia, qualquer que seja a sua base. Ainda que eu esteja muito mais familiarizada com a Grega, a mitologia em volta da lenda do Rei Artur sempre me fascinou. Qualquer que seja a obra (e o seu formato) sobre este assunto eu quero absorvê-la, por esse motivo King Arthur estava na minha lista de filmes a ver.

Mas antes de mais nada há que referir o seu realizador, Guy Ritchie... e para quem acompanha o trabalho deste realizador já imagina o que eu possa estar a querer insinuar. Ritchie tem um estilo e uma forma de realizar filmes muito própria, uma marca sua que está mais do que evidente em todos os seus filmes. Ao assistir a este filme é impossível não notar nas semelhanças com Sherlock, por exemplo. Tem exactamente o mesmo estilo de narrativa, o mesmo estilo de imagem e de ritmo. Para mim, pode-se perfeitamente pegar tanto num filme como no outro tirar a temática específica e temos exactamente o mesmo filme.

Com isto não quero dizer que o filme seja mau, que não o é. Por um lado é bom, porque já se sabe com o que se pode contar, mas por outro, não há espaço para a surpresa e novidade. Eu gostei do filme e diverti-me, ainda que algumas cenas de CGI me tenham incomodado por serem demasiado exageradas e pouco credíveis.

É um filme cheio de acção e momentos cómicos. Não esperem grande coisa dele, mas se forem de mente aberta (e isto é dica para quem conhece a lenda, pois... soltem-se dela se querem aproveitar o filme) e sem grandes expectativas são capazes de gostar.


terça-feira, 23 de maio de 2017

[Filme] Guardians of the Galaxy vol. 2, de James Gunn

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Título em Português: Guardiões da Galáxia vol. 2
Realização: James Gunn
Argumento: James Gunn, Dan Abnett (based on the Marvel comics by)
Elenco Principal: Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista
Ano: 2017 | Duração: 2h 16mins
Sinopse:
Guardiões da Galáxia Vol. 2, da Marvel, continua a acompanhar as aventuras da equipa enquanto atravessa os limites do cosmos. Os Guardiões devem lutar para manter a sua família recém-descoberta unida, enquanto tentam desvendar o mistério do verdadeiro parentesco de Peter Quill. Antigos inimigos tornam-se novos aliados e as personagens favoritas das bandas desenhadas clássicas irão ajudar os nossos heróis, continuando a expansão do Universo Cinematográfico Marvel.

Opinião:
Que eu sou fã de Marvel acho que já nem é preciso dizer, pois é evidente… por essa razão é óbvio que iria querer ver Guardians of the Galaxy vol. 2. O primeiro é um dos meus filmes favoritos da Marvel, pela aposta na comédia e no comic relif e isso voltou a acontecer neste segundo filme.

Podemos facilmente resumir este filme a: daddy issues, o que parece simplório, mas não tem que o ser. Não vou escrever muito sobre este filme porque apesar de ter sido um filme muito divertido (e cheio de easter eggs), acho que saí da sala de cinema mais satisfeita com o primeiro filme do que com este. No entanto, tenham em mente de que gostei bastante e diverti-me imenso! Eu recomendo, sem sombra de dúvida, este filme.


terça-feira, 18 de abril de 2017

[Filme] Going in Style, de Zach Braff

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Título em Português: Ladrões com Muito Estilo
Realização: Zach Braff
Argumento: Theodore Melfi (argumento), Edward Cannon (baseado na estória de 1979 de)
Elenco Principal: Morgan Freeman, Michael Caine e Alan Arkin
Ano: 2017 | Duração: 1h 36min
Sinopse:
Desesperados para pagar as contas, três amigos ao longo da vida decidem arriscar tudo, embarcando numa tentativa audaciosa para derrubar o próprio banco que fugiu com o seu dinheiro.

Opinião:
Sabem aquele momento em que querem ver um filme, mas não sabem qual, só sabem que querem algo leve e divertido? Ladrões com Muito Estilo é uma óptima opção.

Em Ladrões com Muito Estilo seguimos três reformados, Joe (Michael Cain), Willie (Morgan Freeman) e Albert (Alan Arkin), peripécias depois de descobrirem que vão perder as suas pensões. A solução que encontram para isto? Assaltar um banco. Na verdade, o enredo é isso mesmo: eles vão assaltar um banco, mas também não é preciso mais do que isso. O filme não pretende ser mais do que realmente é: uma comédia ligeira, com uma pequena hint de crítica social.

Não tenho muito mais a dizer sobre o filme, sem ser que me diverti imenso e é um filme excelente para domingo à tarde, para descontrair e rir um bocado. Tem interpretações excelentes, não estivéssemos nós a falar de actores extraordinários como estes três (isto sem desfazer o restante cast).


quinta-feira, 6 de abril de 2017

[Filme] Bela e o Monstro, de Bill Condon

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Título em Português: Bela e o Monstro
Realização: Bill Condon
Argumento: Stephen Chbosky, Evan Spiliotopoulos
Elenco Principal: Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans
Ano: 2017 | Duração: 2h 09min
Sinopse:
O filme A Bela e o Monstro é uma adaptação em imagem real do clássico de animação. Esta versão moderniza as personagens clássicas para um público contemporâneo, mantendo-se fiel à música original e atualizando a banda sonora com novas canções. A Bela e o Monstro é sobre a fantástica história de Bela, uma jovem brilhante, bonita e independente, que é aprisionada por um Monstro no seu castelo. Apesar dos seus receios, torna-se amiga dos empregados encantados do castelo e consegue ver para além do terrível exterior do Monstro quando começa a conhecer a alma e o coração do verdadeiro Príncipe que vive no seu interior.

Opinião:
Como seria de esperar de uma fã do filme original de animação da Bela e do Monstro, as expectativas eram altas. Já tinha ouvido muito bem e muito mau sobre o filme, por isso tentei preparar-me para o pior. E acabou por não ser tão mau quanto isso.

Gostei imenso do Luke Evans como Gaston – perfeito! Deu mais profundidade à personagem, e foi um vilão incrível. Melhor personagem e actor do filme! Josh Gad também está muito bem, trazendo a Le Fou um interesse maior que só o companheiro de aventuras de Gaston. Torna-se uma personagem de mérito próprio e tão divertido! A minha cena favorita foi a dança na taberna – Gaston!


Dan Stevens para mim só está bem como Beast – e mesmo assim. Eu gosto imenso dele, desde que o vi em Downtown Abbey (porquê, porque é que mataram o Matthew?), mas achei que aqui, como príncipe, não estava bem enquadrado (nos primeiros minutos sim, mas no fim não). Como Beast..talvez. A personagem estava mais polida e fazia mais sentido, mas achei que perdeu grandes cenas que havia na animação e que traziam um maior interesse na sua mudança/evolução.

Quanto a Emma Watson... Adoro a actriz, a pessoa incrível que ela é (e quem é que não gosta da nossa bookworm Hermione?) e fiquei feliz quando ela foi escolhida para ser a Belle. Mas... não a achei fantástica, como já a vi noutros papéis. Houve várias cenas que parecia quase que ela se estava a conter, e havia alguma falta de emoção. Gostei da maioria das reviravoltas que deram à personagem, criando um pano de fundo que mostra que ela não é apenas uma bookworm mas algo mais – uma inventora, uma mulher que “tem cérebro” (e beleza). Mais uma vez, a personagem enquadra-se com a actriz, que também ajudou a formar a nova Belle.

Fiquei tão triste com a Mrs. Potts. Adoro, adoro a Emma Thompson, uma das minha actrizes favoritas e aqui.... Aquele sotaque (francês?), aqueles tiques... Não funcionou para mim – o mesmo aconteceu com o Lumière. Uma personagem incrível na animação que aqui perdeu todo o seu carisma, mesmo com Ewan McGregor. Que pena.

Cogsworth. Mais um actor favorito. Ian McKellen traz sempre tanta vida às suas personagens. Dos três, foi o menos mau. Gostei bastante dos pormenores que o relógio tinha, com o canhão e a espada:


Audra McDonald tem uma voz fantástica e mostra-a com um solo logo no início do filme. É pena que a personagem não tenha mais destaque, mas esteve muito bem de qualquer maneira. Stanley Tucci faz do apaixonado de Madame Garderobe (Audra McDonald) mas está pouco presente no filme, o que é uma pena. Não percebi a necessidade de criarem mais esta personagem, não achei que fizesse falta.

Kevin Kline como Maurice, o pai de Belle, está bastante interessante. Com um passado mais conturbado que nos leva a conhecer a história da mãe de Belle, Maurice traz uma força enorme à filha e à sua vivência. Tudo por uma simples rosa – afinal foi uma rosa que também amaldiçoou um príncipe, não foi?

Resumindo, tem efeitos especiais bons mas acho que por vezes parece que querem tanto usar e mostrar a tecnologia actual, que esbanjam e criam quase sem pensar, chegando por vezes a roçar demasiado o exagero. Não foi tão mau como pensei que poderia chegar a ser, mas não foi de todo tão bom quanto poderia ter sido.


terça-feira, 4 de abril de 2017

[Filme] La La Land, de Damien Chazelle

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Título em Português: La La Land - Melodia de Amor
Realização: Damien Chazelle
Argumento: Damien Chazelle
Elenco Principal: Ryan Gosling, Emma Stone, Rosemarie DeWitt
Ano: 2016 | Duração: 2h 08min
Sinopse:
Ao chegar a Los Angeles, Sebastian, pianista de jazz, conhece a atriz principiante Mia. Apaixonam-se perdidamente um pelo outro. E enquanto procuram oportunidades de carreira na competitiva cidade vivem com a esperança de que o seu relacionamento funcione na perfeição.

Opinião:
Eu tenho claramente que começar a escrever as críticas assim que vejo os filmes ou, excepto se forem excelentes, começo a não ter nada o que escrever.

Eu fui ver La La Land ao cinema quase há um mês atrás e… gostei do filme, mas não o achei nada de extraordinário. É certo de que se trata de um bom filme e com representações extraordinárias por parte dos actores principais (e uma óbvia parte técnica de excelência), mas em geral não é nada de mais e para mim não é filme de Óscar. É um filme de homenagem a muitos filmes Óscarizados (ou pelo menos nomeados) e isso é um ponto positivo em relação a este filme. O pormenor e o detalhe é aquilo que mais me deixou agradada em relação a La La Land; as músicas são boas, mas não são inesquecíveis.

Para mim, é um filme de domingo à tarde. Bom, mas não é extraordinário.


terça-feira, 14 de março de 2017

[Filme] Moana, de Ron Clements & John Musker

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Título em Português: Vaiana
Realização: Ron Clements & John Musker
Argumento: Jared Bush
Elenco Principal: Auli'i Cravalho, Dwayne Johnson, Rachel House
Ano: 2016 | Duração: 1h 47mins
Sinopse:
Há 2000 anos atrás, no Pacífico Sul e Oceania, vivia Vaiana Waialik, uma jovem navegadora, filha única de um chefe de uma longa linhagem de navegadores chamados Tui. Certo dia, quando a sua família precisa de ajuda, Vaiana decide aventurar-se pelos mares, à procura de uma ilha lendária. Juntamente com o lendário semideus Maui, Vaiana vai explorar oceanos, encontrando pelo caminho enormes criaturas do mar profundo e submundos de cortar a respiração.

Opinião:
Eu queria ver Moana desde que se começou a falar deste filme pela internet. Uma coisa é inegável: a Disney tem nas suas equipas animadores extraordinários e com um talento incrível. Fiquei maravilhada a nível visual, com o cabelo flutuante da Moana, e as cores vibrantes e toda a fluidez de movimentos.

Moana, filha do chefe de uma tribo da ilha de Motunui na Polinésia, é escolhida pelo Oceano para recuperar o coração de uma mística Deusa. Ela tem que encontrar Maui, um semideus, e devolver o coração de Te FiTi a onde pertence. Este é o lado que mais adoro deste filme: girl power! Moana tem a ajuda de Maui, um semideus muito convencido, mas ele é um elemento mais cómico do que propriamente alguém fundamental para a aventura de Moana. Ele ensina-a a viajar em alto mar, como se guiar pelas estrelas, orientar a canoa, mas não mais do que isso. A Moana é a verdadeira heroína deste filme, e uma rapariga cheia de coragem, com um coração enorme e muito inteligente.

Mas… quando o filme terminou soube-me a pouco. É um filme muito bom e importante, pois a Disney está cheia de princesas loiras e pele clara. Eu sei… Pocahontas, Tiana… Mas é preciso muito mais do que isso, e caminhamos para lá! Não achei as músicas nada de especial, são facilmente esquecíveis. Gostei imenso do The Rock como Maui e o mini-Maui é genial.

Para concluir, é um bom filme, mas nada de extraordinário. Esperava mais dele.


sábado, 4 de fevereiro de 2017

[Filme] Elementos Secretos, de Theodore Melfi

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Título em Português: Elementos Secretos
Realização: Theodore Melfi
Argumento: Allison Schroeder, Theodore Melfi, e Margot Lee Shetterly (livro)
Elenco Principal: Taraji P. Henson, Octavia Spencer, Janelle Monáe
Ano: 2016 | Duração: 2h07min
Sinopse:
A incrível história de Katherine Johnson, Dorothy Vaughn e Mary Jackson – mulheres afro-americanas brilhantes que trabalham na NASA e são os cérebros por trás de uma das maiores operações da história: o lançamento do astronauta John Glenn para a órbita, um incrível feito que restaura a confiança da nação, agita a Corrida Espacial e reanima o mundo. O trio visionário atravessa género e raças para inspirar as gerações a sonharem alto.

Opinião:
Esta crítica vai ser bastante curta, no bom sentido.

Em primeiro lugar, incríveis actrizes que deram vida às personagens de forma maravilhosa.

O enredo envolve-nos de tal maneira é impossível não sentir um mínimo de conexão com o que acontece com as personagens – revoltarmo-nos com as injustiças, rirmos de felicidade com conquistas e quase batermos palmas pelo que elas alcançam.

A inteligência destas mulheres e a maneira como lutam para se manterem à tona e continuarem a ser importantes num mundo onde a mulher pouco valia como trabalhadora (fora de casa) e mais ainda no caso de mulheres afro-americanas (que é aqui o caso), é incrível!

Gostaria também de referir a amizade e apoio constante que se vê entre essas mesmas mulheres durante o filme. Nunca a rebaixar, sempre a apoiar. E nunca deixar que as apanhem despercebidas e em risco de perder tudo o que têm:


Uma história importante que traz (novamente) à tona a importância da valorização de todos os seres humanos, sejam eles de que sexo, etnia, religião, etc, forem.





quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

[Filme] O Amigo Gigante, de Steven Spielberg

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Título em Português: O Amigo Gigante
Realização: Steven Spielberg
Argumento: Melissa Mathison, Roald Dahl (livro)
Elenco Principal: Mark Rylance, Ruby Barnhill, Penelope Wilton
Ano: 2016 | Duração: 1h57min
Sinopse:
Desde a trágica morte dos pais que Sophie (Ruby Barnhill) vive num orfanato administrado por uma governanta malvada. O seu coração é triste e solitário e ela sonha encontrar alguém a quem possa chamar família. Numa noite igual a tantas outras, encontra um gigante (Mark Rylance) de sete metros de altura que, apesar da sua aparência aterradora, possui um coração gentil, razão pela qual sempre foi ostracizado pelos da sua espécie. Ao compreender a solidão de Sophie, ele decide levá-la consigo para o seu país. Porém, naquele lugar perigoso, a menina tem de se manter longe dos olhares dos outros gigantes que, como todos sabemos, gostam de comer crianças. Os dois tornam-se amigos inseparáveis e, quando percebem que os outros planeiam assaltar as cidades para comer todas as crianças que as habitam, decidem que têm de fazer algo para o evitar…

Opinião:
O Amigo Gigante é um filme que parece mesmo saído do imaginário infantil. Não porque seja só para crianças, mas porque muitas vezes só elas conseguem criar mundos tão fantásticos.

E, para mim, isso foi a melhor parte d’O Amigo Gigante - o mundo mágico para onde nos transporta, não só um mundo de gigantes mas, mais importante que isso, um mundo de sonhos. Porque sabem o que o Amigo Gigante faz?


Quando Sophie é levada para a terra dos gigantes, percebe que o Amigo Gigante é praticamente um anão entre os outros gigantes. E ele leva-a ao sítio onde apanha sonhos.


Não é lindo?


Mas apanhar sonhos não é assim tão fácil, não acham?


Com os sonhos, o Amigo Gigante faz coisas maravilhosas, e eu adorei ver tudo o que se passava na terra dos gigantes e tudo o que ele mostrou à Sophie. Porquê? Porque parecia que estava tudo a ser feito para nós, que tudo o que ele mostrava era para nós – nós erámos a Sophie, com curiosidade e interesse naquele mundo mágico.


Apesar destes pontos positivos, achei que o fim do filme foi um bocado exagerado de mais, quase estapafúrdio. Não vou contar mais pois acho que estragaria o filme para quem o quiser ver.

Foi um filme agradável, que vale pelos efeitos especiais, e que tem uma história amorosa, mas pouco mais.