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domingo, 4 de dezembro de 2016

[Livro] Acheron, de Sherrilyn Kenyon

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Título em Português: Acheron
Série: Predadores da Noite #15
Autor(a): Sherrilyn Kenyon
Editora: Casa das Letras
Páginas: 682
Data de Publicação: 05 Agosto de 2008

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Sinopse:
Um deus nasceu há onze mil anos. Amaldiçoado num corpo humano, Acheron teve uma vida de sofrimento. A sua morte humana originou um horror indescritível que quase destruiu a Terra. Trazido de volta contra a sua vontade, tornou-se o único defensor da humanidade. Só que não foi assim tão simples...

Durante séculos, lutou pela nossa sobrevivência e escondeu um passado que não desejava revelar. Agora, tanto a sua sobrevivência, como a nossa, dependem da única mulher que o ameaça. Os velhos inimigos estão a despertar e a unir-se para matá-los - aos dois.

Opinião:
Tenho o Acheron em casa há anos, uma vez que faz parte de uma das minhas sagas favoritas, mas, por um lado ainda não o tinha lido porque as publicações pela Saída de Emergência ainda não tinha alcançado a altura certa de ler este livro (Acheron foi publicado por uma editor diferente do resto da saga, a Casa das Letras) como acabou por ser adiado devido ao seu tamanho.

Acheron está divido em duas partes, cada uma referente à período diferente da vida desta personagem que conhecemos desde o primeiro livro da saga Predadores da Noite, mas que pouco ou nada sabemos sobre ela. É neste livro que aprendemos não só o passado de Acheron, como aquilo que realmente ele é e a razão por trás de muitas das suas atitudes.

A primeira parte, muitos milhares de anos antes da actualidade, passa-se na Atlântida, quando Acheron era ainda uma criança. Foi a parte que demorei mais a ler, por várias razões. Uma delas, por ser super pesado em termos de conteúdo. Não quero revelar muito do que se passa, mas Acheron sofreu como mais ninguém e, sendo que aquilo que lhe foi acontecendo era, já de si, horrível, saber a pessoa que ele viria a tornar-se fazia com que ler determinadas situações se tornassem quase insuportáveis. Outra razão foi porque achei a escrita ligeiramente diferente do que estamos habituados nos Predadores da Noite, o que a tornou um pouco mais aborrecida. E aqui está o paradoxo porque foi, precisamente, a primeira parte deste livro que gostei mais e que achei mais interessante.

Quanto à segunda parte foi o típico livro de Predadores da Noite, sem a mínima surpresa no seu enredo e desenvolvimento. Foi tudo previsível, típico e sem grande entusiasmo para o leitor. Custa-me a dizer isto, mas sinto que estou a ficar ligeiramente farta desta série. Eu gosto das personagens e adoro a mitologia ligado a estás estórias, mas as cenas de sexo estão a tornar-se tão vulgares e tão frequentes que já enjoa. Tudo gira à volta de sexo e já enjoa um bocado, tornando a leitura cansativa e aborrecida.

Acheron não tem uma classificação mais baixa quase que unicamente devido à primeira parte que gostei imenso e achei super interessante, e sentia que dar um valor mais baixo seria injusto para o livro em si.




• Só em Sonhos (Dark Hunters #14) (Carla)
• Acheron (Dark Hunters #15) (Joana)
• Acheron (Dark Hunters #15) (Carla)
• Guerreiro dos Sonhos (Dark Hunters #16) (Joana)
• Amor em Quarto Crescente (Dark Hunters #17) (Joana)

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

[Livro] Tambores de Outono, de Diana Gabaldon

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Título em Português:Tambores de Outono
Série: Outlander #4
Autor(a): Diana Gabaldon
Editora: Casa das Letras
Páginas: 1032
Data de Publicação: 26 de Julho de 2016

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Sinopse:
Os Tambores de Outono tem início na Escócia, num ancestral círculo de pedras de Craig na Dun. Ali, uma porta abre-se para um grupo restrito, podendo levá-los para o passado – ou para a sepultura. Claire Randall sobreviveu à passagem, não uma mas duas vezes. A sua primeira viagem no tempo levou-a para os braços de Jamie Fraser, um bravo guerreiro escocês do século XVIII que tinha por ela um amor que se tornou lenda – um conto trágico de paixão que teve o seu fim quando Claire voltou ao presente carregando no ventre uma filha dele. A sua segunda viagem, duas décadas depois, voltou a uni-los na América colonial. Mas Claire deixou alguém para trás no século XX… a sua filha Brianna. Agora Brianna faz uma perturbadora descoberta que volta a levá-la para o círculo de pedras e para um aterrador salto para o desconhecido. Na busca da mãe e do pai que nunca conheceu, arrisca o seu próprio futuro ao tentar mudar a história… para salvar as suas vidas. Mas quando Brianna mergulha no desconhecido, um encontro inesperado pode amarrá-la para sempre no passado… ou levá-la para o lugar onde deveria estar, onde pertence o seu coração…


Opinião:
No último livro de Outlander, Claire e Jamie estão novamente juntos, e já não estão na Escócia – chegaram ao Novo Mundo, à América.

Aqui podem verdadeiramente ser eles próprios, sem se preocuparem com quem eram na Escócia. Neste livro, o ritmo acaba por ser um pouco mais lento pois temos vários episódios da vida quotidiana de Jamie e Claire (não pode tudo ser aventuras extravagantes, certo?), mas não retira interesse à história.

Brianna e Roger têm muito mais destaque neste livro mas, sinceramente, não gostei muito do futuro que a autora deu à Brianna, achei que era um pouco desnecessário e que podia ter sido lidado de outra maneira. Gostei do que foi acontecendo com o Roger e com o seu amor tão forte pela Brianna, que o faz atravessar as pedras em Craigh na Dun e ir atrás dela para os Estados Unidos. Eu sei que isto é uma grande revelação, alguns até podem considerar isto um spoiler, mas para mim não tem importância que se saiba, pois o que interessa não é ele ter ido atrás dela, mas o porquê, e isso eu não vou desenvolver.

Acho que a história da Claire e do Jamie ficou um pouco perdida com a chegada da Brianna e, ainda que tenha gostado de ver a interacção entre ela e o pai, achei que faltou algo, mais que só discussões, devia ter havido mais momentos silenciosos entre eles, onde eles se fossem conhecendo.

Gostei imenso de ler as partes do livro relativas às interacções com os índios, foram provavelmente as partes mais interessantes.

Apesar de tudo, continua a ser um bom livro, e já estou a começar o próximo, mas admito que este acabou por ficar um pouco aquém dos anteriores.


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

[Livro] A Viajante, de Diana Gabaldon

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Título em Português:A Viajante
Série: Outlander #3
Autor(a): Diana Gabaldon
Editora: Casa das Letras
Páginas: 824
Data de Publicação: 26 de Agosto de 2014

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Sinopse:
«Estava morto. No entanto, o seu nariz palpitava dolorosamente, coisa que lhe era estranha, dadas as circunstâncias.» Assim começa o terceiro livro da série OUTLANDER, em que ficamos a saber que, afinal, Jamie Fraser não morreu no campo de batalha de Culloden. De volta ao século XX, Claire fica em choque com a notícia de que Jamie está vivo, mas, muito mais que isso, fica radiante. Ouvimos a história de Jamie, como ele mudou, tentando alcançar uma vida a partir dos pedaços da sua alma e do país que deixou para trás, e o breve relato de Claire sobre os 20 anos que passaram desde que o deixou em Culloden, enquanto Roger MacKenzie e Brianna, filha de Claire e Jamie, se aproximam das pistas do passado, numa busca incessante por Jamie Fraser. Será que o podem encontrar? E se o conseguirem, Claire voltará para ele? E se ela o fizer… o que se sucederá? Dos fantasmas de Samhain nas terras altas da Escócia para as ruas e bordéis de Edimburgo, do mar turbulento e das aventuras nas Índias Ocidentais, percorremos páginas de história repletas de revolta, assassínio, vodo, fetiches, sequestros, e um sem-número de inúmeras aventuras. Por detrás de todas elas, porém, jaz a questão de Jamie: «Quereis vós levar-me, Sassenach? E arriscar o homem que sou em prol do homem que era?»


Opinião:
No primeiro livro da série, Jamie e Claire conhecem-se e apaixonam-se. No segundo, separam-se. No terceiro, dá-se o reencontro deste nosso casal.

20 anos passados, e Claire descobre que Jamie está vivo, contra todas as possibilidades. E põe-se a questão: deve a Claire voltar à Escócia de há 200 anos através das pedras, ou deve manter-se no século XX com a filha de ambos, Brianna?

Spoiler alert: Claire volta, claro. Ainda que ela não esperasse que Jamie tivesse casado novamente, a pior coisa foi que ele casou com...a Laoghaire! O horror! Continua tão horrível como no primeiro livro. O Jamie não lida da melhor maneira ao deixar que a Claire descubra que ele é casado com a Laoghaire antes de ele falar com ela. Um episódio do livro bastante interessante, sem dúvida.

Gostei bastante de ler sobre o reacender do romance de Jamie e Claire. Eles voltam a conhecer-se, a falar, a mostrar o que aconteceu e a mostrar especialmente que já não são exactamente as pessoas que eram há 20 anos.

Não vou falar muito da história, apenas que gostei imenso do seu desenrolar, com a Claire e o Jamie a reencontrarem-se, com o Fergus a voltar a aparecer, e alguns negócios menos legais a ocorrerem no fundo. A história da Brianna e do Roger também vai tendo o seu interesse, ainda que seja só mais desenvolvida no próximo livro (levanta apenas uma ponta do véu).

O livro manteve-se ao nível do anterior, com aventuras e romance, e uma história que me continua a prender intensamente. Estas são personagens que despertam aquela necessidade extrema de querermos sempre saber o que vai acontecer a seguir e, por isso, esta série está a ser lida de seguida, sem nunca me deixar cansada das suas peripécias.


quinta-feira, 13 de outubro de 2016

[Livro] A Libélula Presa no Âmbar, de Diana Gabaldon

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Título em Português:A Libélula Presa no Âmbar
Série: Outlander #2
Autor(a): Diana Gabaldon
Editora: Casa das Letras
Páginas: 1001
Data de Publicação: Julho de 2011

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Sinopse:
Durante vinte anos Claire Randall manteve o seu segredo. Mas agora, de férias nas majestosas e misteriosas Highlands, Claire planeia revelar à sua filha uma verdade tão impressionante como os acontecimentos que lhe deram origem: o mistério de um antigo círculo de pedras, um amor que transcende os limites do tempo e a verdadeira identidade de James Fraser, um guerreiro escocês cuja valentia levou uma Claire ainda jovem da segurança do seu século de vida para os perigos de um outro tempo.
Mas um legado de sangue e desejo vai testar Brianna, a sua bela filha. A fascinante viagem de Claire vai continuar em Paris, ao lado de Carlos Stuart, na corte intriguista de Luís XV. Jamie tem de ajudar o príncipe a formar alianças que o apoiem na reconquista do trono da Inglaterra. Claire, no entanto, sabe que a rebelião está fadada ao insucesso. A tentativa de devolver o Reino aos católicos resultará num banho de sangue que ficará conhecido como a Batalha de Culloden, e deixará os clãs escoceses em ruínas. No meio das intrigas da corte parisiense, Claire enfrenta novamente um velho rival, tenta impedir o morticínio cruel e salvar a vida do homem que ama.


Opinião:
Em primeiro lugar, devo referir que, ao contrário do primeiro livro, este difere um pouco da série – no bom sentido, a meu ver. O livro foca-se em duas partes distintas: Jamie e Claire em França, no século XVIII, e Claire e Brianna, na Escócia, no século XX. Gostei imenso de ler as aventuras de Claire e Jamie em França, e este livro conseguiu levar-me às lágrimas em algumas partes e devo dizer que está tão bem escrito que as emoções que as personagens sentem, também nós, os leitores, conseguimos sentir.

Sinceramente, é tão difícil escrever uma crítica destas sem fazer spoilers demasiado grandes que possam estragar a vossa leitura... Para os que viram a série primeiro, como eu, a maior parte do que se passa em França está retratado quase de forma igual, mas garanto-vos que isso não torna a leitura aborrecida, de maneira nenhuma.

Jamie foi obrigado a fugir da Escócia e acaba por ir viver em França com a Claire, como negociante de bebidas alcoólicas, um cargo oferecido pelo seu primo, Jared, em troca de casa em Paris. Aqui, o casal vai tentar, em continuação com os acontecimentos do primeiro livro, impedir que a batalha de Culloden ocorra, salvando assim a vida de milhares de escoceses (e também britânicos, admitamos). Com a fachada de jacobitas, Jamie e Claire vão descobrindo os planos do príncipe Charles Stuart e é nesta altura que o casal conhece Fergus, um jovem carteirista que nasceu num bordel em Paris. Fergus, cujo nome original era Claudel, foi renomeado e posto ao serviço dos Fraser em troca de cama e comida. Este pequeno ajudante torna-se imediatamente parte da família e é com gosto que acompanhamos a sua evolução. Apesar das tentativas de sabotagem, Charles Stuart consegue criar um exército e levar os seus súbitos escoceses para a guerra pelo trono da Escócia.

Ainda em Paris, reencontramos uma personagem marcante do livro anterior: Jonathan Wolverton Randall (Black Jack Randall). Todos os momentos que envolvem esta personagem tornam-se marcantes pelas implicações que acarreta. Tanto Jamie como Claire pensavam que ele estaria morto, até ele aparecer na corte francesa. E a partir desse momento, Jamie fica contente por poder exercer a sua vingança contra ele mas, a pedido de Claire e a muito custo, Jamie promete a Claire que não o matará até ao ano seguinte, pois se o fizer, Frank Randall não poderá existir – e ainda que o amor da vida de Claire seja Jamie, ela não consegue deixar a ideia de Frank, um homem inocente que ela em tempos amou, morrer – ou melhor, nunca existir. Não vamos sequer pensar nos paradoxos temporais que estes livros acarretam pois, se o fizermos, nunca os aproveitaremos verdadeiramente.

Durante a estadia em Paris, Claire está grávida e isso traz grande felicidade ao casal, unindo-os ainda mais. Menciono isto porque acaba por ser algo muito importante mais para a frente, mas não quero estragar a história tão forte que se forma à volta desta criança.

Enquanto Jamie anda com o príncipe e os Jacobitas, Claire decide trabalhar no Hospital dos Anjos e, ao perceberem que ela sabe verdadeiramente o faz, as irmãs e os voluntários que trabalham ao seu lado ganham-lhe respeito. Ela forma laços de amizade com a madre superior, Madre Hildegarde. Esta torna-se uma amiga presente e bastante séria, e posso dizer-vos que é uma amizade que muito duradoura.

Claire também forma amizades com mulheres da corte francesa e torna-se próxima de Louise de La Tour, que acaba por ter um caso com Charles Stuart (e eventualmente fica grávida deste). Apesar de superficial, Louise é uma boa amiga e apoia Claire, e é ela que a apresenta a uma jovem inglesa muito assustadiça, Mary Hawkins. É importante referir que Mary Hawkins, segundo a genealogia realizada por Frank Randall no primeiro livro, é a mulher de Black Jack Randall e, por isso, antepassada de Frank. Claire e Mary ficam amigas, e esta descobre que Mary está apaixonada por Alexander Randall, irmão de Jonathan Randall, o que, podem imaginar, vem complicar um pouco as coisas.

Entre intrigas na corte francesa, Claire e Jamie conhecem o Conde de St.Germain e este dificulta-lhes a vida, principalmente a Claire. Numa visita a um boticário, Claire conhece o Sr. Raymond, um boticário que teria algo de mágico e que é uma personagem incrível, talvez a minha favorita, ao lado da Madre Hildegarde, das personagens francesas. Raymond torna-se um amigo e quase um confidente de Claire e, adoravelmente, chama-lhe Madonna, por uma razão que eu achei muito querida e, sinceramente, bem explicada.

Claire e Jamie passam um mau bocado (e eu não vou dizer o que se passa para que vocês sintam tudo como uma novidade ao lerem o livro), e acabam por voltar para a Escócia ao lado de Charles Stuart, tentando aqui que ele ganhe a batalha de Culloden e, quem sabe, a guerra. E é antes da batalha de Culloden que Claire e Jamie se separam. Claire volta atrás do círculo de pedras em Craigh na Dun e despede-se de vez de Jamie. Uma despedida muito emocional, pois tanto Claire como Jamie pensam que ele vai morrer na guerra e que este adeus é definitivo.

E voltamos ao século XX. Claire decide levar Brianna à Escócia pela primeira vez, com o intuito de contar à sua filha quem o seu verdadeiro pai é – e já agora, descobrir o que aconteceu aos seus amigos e a Jamie. E é aqui que a coisa se torna interessante. Como aluna de História e entusiasta de pesquisas, gostei imenso de ver desenrolar a informação que Claire e Brianna, com a ajuda do jovem historiador Roger Wakefield MacKenzie, filho adoptivo do Reverendo Wakefield, e que já tínhamos conhecido no primeiro livro, vão encontrando, e como as suas pesquisas tanto no campo como em arquivos históricos deram frutos. Brianna e Roger dão-se muito bem e vê-se claramente um romance a começar.

Mas o mais importante é o que descobrem, principalmente sobre Jamie, claro, mas também sobre Geillis Duncan, a mulher que tinha sido acusada de bruxaria no primeiro livro e que tinha salvo a vida a Claire do mesmo destino (morrer na fogueira), e que lhe tinha dito vir também do século XX. Claire descobre Geillis no preciso momento em que esta atravessa as pedras de Craigh na Dun e é a partir desse instante que tanto Roger como Brianna têm a certeza que Claire não inventou toda a história que lhes conta sobre quem era Jamie. Brianna empenha-se em descobrir mais sobre o pai biológico Que cliffhanger, não é?

Devo dizer que achei este livro até um pouco melhor que o primeiro. Apesar de enorme, o livro não me aborreceu e manteve um passo rápido e interessante durante toda a narrativa. As personagens prenderam-me e faziam-me sentir conectada com tudo o que se passava à volta delas. A escrita é fácil de seguir e a história tem de tudo, desde romance e aventura, a mistério e traições, e a escândalos e viagens que nos transportam pelo imaginário de Diana Gabaldon. É uma série a seguir.




• Outlander: Nas asas do tempo (Outlander #1) (Joana)