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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

[Filme] Star Wars - Episode VII: The Force Awakens, de J.J. Abrams


Título Original: Star Wars - Episode VII: The Force Awakens
Título em Português: Star Wars - Episódio VII: O Despertar da Força
Realização: J.J. Abrams
Argumento: Lawrence Kasdan, J.J. Abrams & Michael Arndt, George Lucas (based on characters created by)
Elenco Principal: Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac
Ano: 2015 | Duração: 135 mins

Sinopse:
Sétimo filme da saga criada por George Lucas, cuja história decorre aproximadamente 30 anos depois de "O Regresso de Jedi" e aborda a luta da Resistência (antiga Aliança Rebelde) contra a Primeira Ordem (antigo Império Galáctico).


Opinião da Carla:
Estou a escrever esta crítica algumas semanas depois de ter visto o filme por várias razões: preguicite, necessidade de digerir o filme, capacidade para escrever o que me vai na alma e na cabeça.

Só mais recentemente (como viram pelas publicações aqui no blog) é que vi toda a saga Star Wars, considero-me fã, mas não uma fã ferranha da saga. Star Wars é uma saga muito particular, que antes de dar importância à estória o que interessa é o universo, as naves e as armas e esse foi, a meu ver, o problema das prequelas. No entanto, acho que The Force Awakens consegue juntar as duas coisas de forma inteligente e bem feita. Andei a ler algumas críticas espalhadas pela Internet e são tão díspares que só isso torna tudo ainda mais interessante e fascinante. Muitas pessoas queixam-se de que TFA é nada mais do que uma espécie de remake do primeiro filme da saga, no entanto, não vejo como isso é um problema, até porque a estória desse mesmo filme não é original no seu todo. Acho que um dos aspectos interessantes do filme é mesmo esse, uma vez que pega em aspectos familiares da saga Star Wars e adapta, reescreve e muda para criar The Force Awakens.
(Third Reich -- I mean, First Order)
Eu fiquei muito satisfeita com o filme (e estou bastante tentada a ir ver novamente o filme) porque, como já disse, J.J. Abrams conseguiu de forma inteligentíssima manter o universo, as naves e as armas como um aspecto central do filme e ao mesmo tempo contar uma estória interessante e cativante.

Aqueles que esperavam que as personagens que já tão bem conhecemos tivessem bastante “tempo de antena” desenganem-se pois, apesar de estarem presentes e terem um papel importante, são as personagens novas que têm o maior peso neste filme. Han Solo, Chewbacca, Leia, Luke não são propriamente personagens secundárias, mas também não são as principais. Há um equilíbrio perfeito entre o antigo e o novo. Vi muitos reclamarem da pouca visibilidade que as mulheres tinham nos filmes de Star Wars, garanto-vos que tal parvoíce não se pode dizer em relação a The Force Awakens. Temos mulheres por todo o lado, em todos os planos existe, pelo menos, uma mulher no background. A personagem feminina principal, Rey (Daisy Ridley), é super badass e gostei dela desde o primeiro segundo. Temos a Princesa General Leia (Carrie Fisher), e não podemos esquecer da Capitã Phasma (Gwendoline Christie).

Os Stormtroppers já não sãos os palermas do costume - até há quem seja incrível!
No que toca a personagens masculinas, confesso que Finn (John Boyega) não me pareceu muito interessante, principalmente porque me pareceu pouco coerente. Ele era um Stormtropper que desertou, uma vez que não aguentava mais o que a First Order andava a fazer. Isso seria plausível se ele não tivesse desertado logo na primeira experiência em campo, um soldado que – literalmente – desde que nasceu que foi treinado e incutido com os ideais da First Order. Sem contar que a Captain Phasma refere que esta foi a primeira transgressão do mesmo. No entanto, adorei a sua relação com Poe Dameron (Oscar Isaac) – personagem que para mim teve muito pouco tempo em cena, mas espero que venha a ter um papel mais proeminente em futuros filmes.
Não, eu não me estou a esquecer de Kylo Ren (Adam Driver), como poderia? Foi a personagem que mais gostei deste filme (yes, I’m from the Dark Side of the Force). Achei interessante que nos seja dado muitos pormenores sobre o seu passado, mas ao mesmo tempo não sabemos quase nada sobre esta personagem. Só a sua figura é imponente e pesada. Ele nem fala nos primeiros minutos do filme e sente-se logo o magnetismo e uma opressão só pelo facto de estar presente.

Rey e Kylo são uma dualidade interessante. Enquanto Kylo Ren é uma figura negra, opressora e imponente; Rey aparece como uma luz, transparece para o espectador leveza, serenidade, apesar da sua imensa coragem e determinação.
Resumindo e concluindo, uma vez que não quero aprofundar mais porque não quero revelar qualquer tipo de spoiler, gostei imenso do filme. Tinha alguns receios, principalmente porque este filme foi feito sob a alçada da Disney, mas foram infundados. É certo que é um filme para agradar tanto a antigos fãs como a novos, mas conseguiu fazê-lo sem destruir o que Star Wars representa. A magia está lá, o toque particular também. Tem reminiscências de episódios anteriores? Sim, tem, mas isso não tem que ser um aspecto negativo, além de que TFA é um filme introdutório de um arco de três partes, muito mais está por vir. Tem a mistura perfeita entre tensão, acção e comédia.




Opinião da Joana:
Já fomos ver o Star Wars, yay! Ora, tentar fazer uma crítica sem spoilers para que todos possam ter o prazer de ver o filme como nós vimos, com cada momento a ser uma surpresa.

Neste filme, e isso já sabemos do trailer, conhecemos personagens novas, como a Rey, o Finn, o Poe, entre outros, mas vamos rever também personagens que já nos são muito queridas, como o contrabandista Han Solo e o seu amigo wookie Chewbacca.

É difícil não notar nas semelhanças de história entre este filme e os primeiros filmes da saga (episódios IV, V e VI). Mas ao contrário do que algumas pessoas parecem achar pelas suas críticas, eu acho que faz todo o sentido pegar em “pormenores” que tiveram tanta importância nas histórias anteriores que fazem todo o sentido estarem neste filme.

Sei que em parte o medo dos fãs era que este filme tivesse um tom muito diferente dos anteriores, talvez por ser da Disney, talvez por ser do J.J Abrams, mas não se enganem, o filme não desilude. Reúne tudo o que espectador (e fã) pode querer: um plot interessante (que será mais desenvolvido nos próximos filmes), personagens variadas, com Rey, corajosa e forte (ainda que não deixe de mostrar a sua sensibilidade), Finn como uma personagem que nos gera certas dúvidas de comportamento, Poe como o melhor piloto da Resistência de quem queremos saber mais, Han Solo, Chewie, e outras personagens que dispensam apresentação, e personagens como Kylo Ren e a Capitã Phasma, que nos deixam a querer saber mais e mais.

Gostei particularmente de uma personagem - não vou falar muito sobre ela ou sobre o seu papel mas quero deixar aqui a nota – Maz Katana, uma antiga pirata com mais de mil anos, cujos olhos têm o poder de ver além do que nós vemos (levem isto no sentido que quiserem). Ah e prestem atenção, ela está no centro do poster do filme o que, como o realizador J.J. Abrams referiu aqui mostra que ela terá alguma importância no desenrolar da história destes filmes.
É impossível não referir o adorável BB -8 que tem um papel fundamental neste filme. Este droide laranja, one of a kind, cujo dono é o piloto Poe, vai determinar, juntamente com outros droides, o resultado final do filme (e mais não digo!).
Foi um filme que me prendeu ao ecrã do início ao fim, com os elementos certos dos filmes anteriores e a quantidade exacta de novidades e ligações entre o passado, o presente e o que acontecerá no futuro.

Por fim, um filme que entrega o que promete: um voltar com gosto a uma série de filmes que tanto gostamos, com os cenários, as batalhas e armas, os veículos, as personagens e histórias que complementam tudo isto com um perfeito entender de que este é mais um filme que nos abre para uma nova trilogia que aqui começa e que, se assim continuar, nos fará ver e rever os filmes sempre com um sorriso (talvez algo nostálgico) na cara.


Jimmy Fallon, The Roots e o elenco de "Star Wars: The Force Awakens" canta "Star Wars" Medley (A Cappella)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

[Filme] Star Wars - Episode III - Revenge of the Sith, de George Lucas


Título Original: Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith
Título em Português: Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith
Realização: George Lucas
Argumento: George Lucas
Elenco Principal: Hayden Christensen, Natalie Portman, Ewan McGregorn
Ano: 2005 | Duração: 140 mins

Sinopse:
No meio da guerra inciada no episódio dois desta saga, Anakin Skywalker perde a fidelidade aos Jedi. Seduzido pelas promessas de poder e tentações do Lado Negro da Força, transforma-se em Darth Vader. Juntos os Lordes Sith organizam um plano de vingança que começa com a exterminação dos Jedi. No confronto com os Sith, Yoda e Obi-Wan, os dois mestres Jedi, darão uma réplica feroz, com os seus sabres de luz. Nesta batalha final, que colocará Anakin contra Obi-Wan, se decidirá o destino da Galáxia.

Opinião:
E com Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith terminamos a maratona Star Wars, já me posso considerar pronta a ver o novo filme, que tem data estreia marcada para este mês!

Começo por dizer que achei, em geral, a prequela - portanto episódios I, II e III - muito fraca. Gostei imenso da trilogia original, e apesar de ter ficado bastante intrigada e curiosa para saber a história que levou aos acontecimentos dos episódios IV, V e VI, esta trilogia não me satisfez. Não tiro o mérito em termos de realização, montagem, efeitos, representação, mas para mim não resultou. O que, para dizer a verdade, não me surpreende.


Ainda assim, Revenge of the Sith é, sem dúvida, na minha opinião, o melhor filme desta trilogia. Talvez, em parte, porque é a que está mais directamente ligada aos acontecimentos da trilogia original. Achei a Padme demasiado apagada - pouco aparece, honestamente - mas Anakin supera qualquer coisa. A transformação desta personagem é abismal e o que nos deixa ainda mais afectados pela perfomance de Hayden Christensen é o facto de que Anakin Skywalker acha, de facto, que está a fazer o mais correcto e, verdade seja dita, vira-se para o Dark Side of the Force na tentativa de salvar quem mais ama. O problema é que é precisamente essa atitude que leva com que aqueles que lhe querem bem (e quem ele ama) sofra.

Numa saga que começou extraordinária e epicamente bem com a trilogia original foi por caminhos que, apesar do apogeu da tecnologia, não se conseguiu equiparar em termos de originalidade e a atitude arrojada. A prequela não satisfez, mas conseguiu com Revenge of the Sith amenizar essasinsatisfação.


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

[Filme] Star Wars: Episode II - The Attack of the Clones, de George Lucas


Título Original: Star Wars: Episode II - The Attack of the Clones
Título em Português: Star Wars: Episódio II - O Ataque dos Clones
Realização: George Lucas
Argumento: George Lucas e Jonathan Hales
Elenco Principal: Hayden Christensen, Natalie Portman, Ewan McGregorn
Ano: 2002 | Duração: 146 mins

Sinopse:
Após a tentativa de homicídio da Senadora do planeta Naboo, Padme Amidala, Obi-Wan Kenobi e Anakin Skywalker irão investigar o que sucedeu. No decorrer das investigações, Obi-Wan descobre que há uma ligação entre o atentado e o movimento separatista contra a República, liderado por um ex-jedi. À beira de uma guerra civil, a solução encontrada para a defesa da República Galáctica é a constituição de um exército de clones... Mais um episódio da saga Star Wars, desta vez com um ambiente mais negro, mas com algum romance à mistura...

Opinião:
Tendo em conta que gostei tanto da trilogia original de Star Wars, confesso que tinha algumas espectativas em relação a esta prequela que não estão a ser atingidas. Achei que tinham todo um Universo (pun inteded) que podiam explorar e ter ainda o beneficio da tecnologia que está muito mais desenvolvida que na década de 70.

Para o Star Was: Episode II – The Attack of Clones tinha alguns pormenores com os quais estava curiosa: ver finalmente o Anakin sem ser um puto; ver a relação com a Queen Amidala; e ver os acontecimentos que levam ao derrube da República e a instauração do Império (trocadilho de palavras interessante).

Em relação ao romance: o Anakin é a coisa mais awkward, arrogante e pretensiosa de sempre e não sei como é possível ter esses atributos todos ao mesmo tempo, mas Hayden consegue conjugar tudo isso em Anakin de forma perfeita. Estive todo o filme com um mixed feeling, porque estava a gostar imenso dele, mas ao mesmo tempo metia-me tantos nervos que me apetecia dar-lhe um par de estalos. (Bem que podias tentar, não ias era chegar a lado nenhum!). A relação com Padmé foi super estranha. Nota-se a tensão entre os dois, mas chega a ser desconcertante algumas vezes. Atroz, atrever-me-ia a dizer. Mas vamos pensar no assunto: Darth Vader nunca seria uma bolinha de algodão doce super querida para a sua amada, e é isso que me deixa surpreendentemente agradada com o trabalho de representação tanto de Natalie Portman como de Hayden Christensen.

Este foi, sem dúvida, até ao momento, o filme mais fraco da saga. Pouco enredo, demasiados pormenores a acontecerem que depois são pouco explorados – demasiadas linhas de acontecimentos. Às vezes é preferível ter menos coisas, mas explorá-las bem, do que atirar um monte de informação que depois se vai perdendo no tempo e no espaço. The Attack of the Clones foi, resumidamente, aborrecido. Recurso a CGI em demasia, tornando o filme visualmente muito falso, no entanto, eu entendo que seja necessário, mas se não têm capacidade de o tornar minimamente natural é preferível que façam coisas mais “modestas”. Na trilogia original foram arrojados, tinham menos tecnologia e conseguiram fazer as coisas bem mais naturais (mesmo que grande parte dos efeitos, às vezes, pareciam a coisa mais ridícula de sempre).

Fiquei desiludida porque achei que poderia ter sido tão melhor do que foi. E agora resta-me ver o filme que termina esta prequela e dar assim por terminada a minha viagem pelo mundo Star Wars, enquanto espero pela estreia do novo filme!


sábado, 21 de novembro de 2015

[Filme] Star Wars: Episode I - The Phantom Menace, de George Lucas


Título Original: Star Wars: Episode I - The Phantom Menace
Título em Português: Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma
Realização: George Lucas
Argumento: George Lucas
Elenco Principal: Ewan McGregor, Liam Neeson, Natalie Portman
Ano: 1999 | Duração: 131 mins

Sinopse:
Dois cavaleiros Jedi, Qui-Gon Jinn e o jovem Obi-Wan Kenobi, juntamente com um desterrado de Naboo chamado Jar-Jar Binks, têm de ajudar a Rainha Padmé a salvar o seu mundo de comerciantes ambiciosos e, pelo caminho, descobrem um jovem chamado Anakin Skywalker, que tem o potencial de ser, também ele, um Jedi poderosíssimo.

Opinião:
A minha relação com este tipo de projectos – que tenta reavivar outros que tiveram bastante sucesso – é sempre muito complicada.

Star Wars: Episode I – The Phantom Menace é o primeiro filme da trilogia que serve de prequela aos filmes originais. Até aqui tudo bem, sempre tive muita curiosidade em relação à estória de Darth Vader, saber como Anakin Skywalker se tornou nesta personagem mítica de Star Wars, e conhecer mais um pouco sobre a Old Republic e o Galatic Empire.

Adorei ver o pequeno Anakin; achei-o adorável e, sabendo em que se vai tornar, deixou-me ainda mais curiosa em relação como aquela criança com um sentido de dever extraordinário, uma inteligência fantástica e um carinho imenso pela mãe se irá tornar em Darth Vader e estar no lado do Galatic Empire. No entanto, achei a estória, num todo, um pouco aborrecida, nada verdadeiramente interessante aconteceu. Tendo um universo (no sentido literal da palavra) imenso para explorar, este filme não o fez. Podíamos ter explorado novos planetas, galáxias e afins, mas voltamos a Tatooine e a lugar já bem conhecidos. Okay, que aqui estamos no passado e temos que ir às origens, mas não tiraram partido do conteúdo extraordinário que a trilogia original dava de mão beijada a esta nova trilogia.

Em termos técnicos, perdemos aquele ar rústico e ultrapassado da trilogia original, e temos uma qualidade de imagem muito superior – mas há que ter em conta os 20 anos de diferença entre os filmes – mas, ao mesmo tempo, acho que isso tornou-se num ponto negativo. Demasiadas cenas eram CGI, mas um CGI que se notava demasiado. Há cenas que não tem nada de natural e os antigos efeitos visuais da trilogia original, apesar de serem rústicos, enquadravam-se bem e pareciam minimamente naturais (mesmo os mais ridículos e estúpidos). Ainda assim, um pormenor que gostei bastante tem a ver com os raccords (para quem não conhece o termo: são os "efeitos" de mudança de plano, tipo fade in/fade out) que mantiveram iguais à trilogia original, muito à La Windows Movie Maker.

Acho que parte do encanto da trilogia original é também os efeitos meio artesanais que usavam. Ou então é o meu lado Whovian, que se habituou à extraordinária capacidade desta série de fazer muito com pouco e saber tornar as coisas ridículas em algo fantástico. Porque foi a mesma sensação que tive com Star Wars: querer fazer coisas extraordinários com coisas comuns; tentar ultrapassar os limites da sua própria época; ser criativo e inovador.

Em 1999 já devia haver um maior cuidado no que toca a direcção de fotografia, mas a quantidade de falhas é imensa (começando por aquela cena que toda a gente conhece de Anakin pegar no olho de C3PO com uma mão e no plano seguinte estar a colocar com a outra). Não há desculpa para isso numa produção deste calibre.

No entanto, até gostei do filme. Dá-nos um pequeno vislumbre do passado histórico de Star Wars, mas não chega a ser suficiente, apesar de entreter.


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

[Filme] Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, de Richard Marquand


Título Original: Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi
Título em Português: Guerra das Estrelas: Episódio VI - O Regresso de Jedi
Realização: Richard Marquand
Argumento: Lawrence Kasdan & George Lucas (screenplay); George Lucas (story)
Elenco Principal: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher
Ano: 1983 | Duração: 134 mins
Sinopse:
o espectacular capítulo final da saga Star Wars, Luke Skywalker e a Princesa Leia têm de ir a Tatooine para libertarem Han Solo, infiltrando-se na fortaleza imunda de Jabba the Hutt, o mais temido vilão da galáxia. Novamente unidos, os Rebeldes juntam forças com as tribos de Ewoks para enfrentarem as forças imperiais na lua floresta de Endor. Entretanto o Imperador e Darth Vader conspiram de forma a trazer Luke para o lado negro, mas o jovem Skywalker está determinado em honrar o espírito Jedi, que viveu no seu pai. A Guerra Civil Galáctica, culmina numa última grande batalha, enquanto as forças Rebeldes se reúnem para atacar a indefesa e incompleta segunda Estrela da Morte, numa batalha que vai determinar o destino da galáxia.

Opinião:
Acho que não tenho muito a acrescentar ao que já disse em relação aos filmes da trilogia original de Star Wars da qual Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi é o filme que culmina esta primeira trilogia e que fá-lo de forma extraordinária. A este ponto posso dizer que foi o que mais gostei, porque houve mais inclusão dos vários lados da guerra, mas acho-os todos ao mesmo nível e funcionam bem como um todo que são.



A magia de Star Wars e o facto de se ter tornado num clássico do cinema está na novidade, na inteligência, na criatividade e mais do que isso na consistência. Em Star Wars temos a introdução de uma galáxia cheia de planetas diferentes, criaturas, espécies e personalidades diferentes. Para a altura em que foi criada esta trilogia tudo era novidade e tecnologia de ponta, mas ainda hoje, quando muitos dos efeitos são rudimentares e talvez até um pouco obsoletos e ridículos, eles continuam a deixar-nos deslumbrados. As faltas de lógica em algumas sequências são perdoadas pelo projecto no seu todo que é extraordinário.

Já tinha visto os dois filmes anteriores mais do que uma vez, mas este nunca, e gostei. Posso dizer, agora oficialmente, que sou fã de Star Wars.

Que venha a prequela.

(nice touch... mudarem o antigo Anakin Skywalker (Sebastian Shaw) pelo novo (Hayden Christensen)
assim fazendo a ligação entre as duas trilogias)


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

[Filme] Star Wars: Episode V: The Empire Strikes Back, de Irvin Kershner


Título Original: Star Wars: Episode IV: New Hope
Título em Português: Guerra das Estrelas: Episódio IV: Uma Nova Esperança
Realização: Irvin Kershner
Argumento: Leigh Brackett & Lawrence Kasdan, George Lucas (story)
Elenco Principal: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher
Ano: 1980 | Duração: 124 mins
Sinopse:
São tempos negros para a Rebelião. Após um devastador ataque à sua base no planeta gelado de Hoth, os Rebeldes separam-se devido às perseguições Imperiais. Luke Skywalker vai em busca do misterioso Mestre Jedi Yoda, nos pântanos de Dagobah, enquanto Han Solo e a Princesa Leia despistam a frota Imperial em direcção à linda Cidade das Nuvens de Bespin. Numa tentativa de converter Luke ao lado negro, o maléfico Darth Vader, atrai o jovem Skywalker para uma armadilha. No meio de um terrível duelo de sabres de luz com o Lord Sith, Luke enfrenta uma terrível verdade sobre o legado Skywalker.

Opinião:
É tão bom rever estes filmes e que excelente maneira de continuar um grande filme como foi o primeiro Star Wars. No Episode V -The Empire Strikes Back consegue manter a qualidade e a emoção do filme anterior e é exactamente o que se deve esperar para uma continuação.

A Death Star foi destruída pelos rebeldes, no entanto a guerra está longe de terminar. Os rebeldes têm a base no planeta Hoth e tentam organizar-se para um novo ataque, enquanto Darth Vader procura o jovem Luke Skywalker para o levar para o Dark Side. Luke, enquanto isso, vai para Dagobah a conselho de Obi-Wan Kenobi para treinar com Yoda para se tornar num Jedi.


Crítica pequenina, mas não tenho muito mais a acrescentar ao que disse em relação ao primeiro filme. Algumas falhas de lógica, mas é algo que temos que deixar passar porque o plano geral é tão mais incrível que uma pessoa "desculpa". Gostei imenso e estou morta para ver o último episódio desta trilogia! :)


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

[Filme] Star Wars, de George Lucas


Título Original: Star Wars - Episode IV: New Hope
Título em Português: Guerra das Estrelas – Episódio IV: Uma Nova Esperança
Realização: George Lucas
Argumento: George Lucas
Elenco Principal: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher
Ano: 1977 | Duração: 121 mins
Sinopse:
A princesa Leia é feita refém pelas forças terríveis do império, na sua tentativa de suscitar a rebelião contra o mesmo. Luke Skywalker e o capitão Han Solo fazem equipa com o duo de andróides R2-D2 e C-3PO, para salvar a bonita princesa e trazer a justiça de volta à Galáxia.

Opinião:
Já nem sei quantas vezes já viste este filme e nunca deixa de ter aquela sensação incrível de ver Star Wars, mas batam-me porque nunca vi a trilogia nova e nem vi o último episódio da trilogia antiga. Sou uma miséria! Mas este Verão irei acabar com essa tremenda falha da minha pessoa.

Como já devem ter reparado, eu estou a ver pela forma como foram realizados os filmes e não pela ordem cronológica (alguém que veja assim?), para mim não faz sentido de outra maneira.

Star Wars tem um estatuto tão imponente no mundo do cinema, como um clássico, mas ainda mais no mundo nerd que nem sei muito bem como falar sobre este filme. É um filme de 1977 e temos que ter isso em conta. Para os dias de hoje, o filme parece demasiado rústico (à falta de melhor palavra), alguns efeitos parecem ridículos, mas é também parte do seu charme. Para a época em que foi feito, os efeitos eram quase que os de ponta. Não vou desenvolver em termos de enredo porque toda a gente deve saber (e quem não sabe que veja os filmes – são daqueles que se tem que ver antes de morrer). Achei um filme bastante interessante para introduzir todo um mundo que virá depois (e antes haha).


Acho incrível os vários mundos que existem; as imponentes (e algumas mais insignificantes) naves espaciais; as várias espécies de seres e a forma como interagem umas com as outros; os androides. O que há para não gostar?!

É um filme extraordinário que é para ser visto e revisto, sem sombra de dúvida. Mesmo quem não gosta de ficção cientifica tem que ver Star Wars, é um marco na história do cinema. Ainda assim, há que fechar os olhos para algumas incongruências de enredo e/ou planos.