Como já devem ter percebido pelos nossos posts relativos à série Ley Lines e à sua autora, Kate Carson, nós gostamos muito dela! E temos todas as razões para gostarmos, sabem porquê? Esta autora é tão fantástica que nos mandou, a cada uma, o primeiro livro da série Ley Lines!
Muito obrigada querida Kate, ficámos super contentes! :D
E para verem o quão especial foi recebermos estes livrinhos, deixamo-vos aqui as fotos das dedicatórias que cada uma recebeu :)
You might have guessed from our posts about the Ley Line Series and its author, Kate Carson, that she is someone we really like! And we have very good reasons to, do you know why? This amazing author sent us, each of us, the first book of the Ley Lines series!
Thank you so much dear Kate, we were so happy to receive your books! :D
And for you to see how special it was for us to receive thess books, we leave you the photos from the dedications each one of us received :)
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terça-feira, 4 de agosto de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
[Entrevista] Kate Carson, autora da trilogia "The Ley Lines"
Olá a tod@s!
Hey everyone!
Hoje temos uma coisa nova aqui no blog. A nossa primeira entrevista e estamos as duas incrivelmente contentes e entusiasmadas com isto. Não só porque é a nossa primeira entrevista (e esperemos vir a ter muitas mais no futuro), mas porque a nossa entrevistada é uma pessoa incrível, super acessível e nós adoramos os livros dela! E estamos a falar de.... KATE CARSON, autora da série The Ley Lines.
Today we have something new for you! Our first interview and we are both happy and super excited! Not only because it’s our first interview (and we hope we’ll have more in the future), but also because our first interviewee is an incredible person, super approachable, and we both loved her books! And we are talking about… KATE CARSON, author of The Ley Lines series.
Antes de mais, nós queremos agradecer por ser a nossa primeira entrevistada. Não poderiamos começar de melhor forma. Temos que dizer que a série The Ley Lines foi uma fantástica surpresa para ambas.A Joana é uma aficcionada por Romances Históricos, mas ainda assim conseguiu superar as espectativas. Apesar de a Carla não gostar muito de Romances Históricos, ela foi seduzida pela parte das viagens do tempo e, no final, ela simplesmente adorou.
Mas agora, sem mais delongas, vamos às perguntas. :)
Beforehand, we want to thank you for being our first interviewee. We could not start this in a better way. We must say The Ley Lines books were a fantastic surprise for both of us. Joana is an Historical Romance hardcore lover and yet you have surpass her expectations. Although Carla doesn't dig much about Historical Romances, she was drawn to them by the time travelling part and, in the end, she simply loved it.
But now, without further ado, lets go to the questions. :)
| 1) For those who don't know you, tell us a bit about you. 1) Para aqueles que não a conhecem, fale-nos um pouco sobre si. Sure thing! Well, I’m Kate! I’m a fiction writer living in the US, current author of “The Ley Lines Series” and a few other things forthcoming. I write historical romances primarily, but mixed with a side of science fiction and humor. I have four cats that like to constantly interrupt my writing for food. I love coffee (too much), traveling, nerdy TV shows, and peanut butter. Claro que sim! Bem, eu sou a Kate! Sou uma escritora que vive nos EUA, actualmente autora da série “The Ley Lines” e outras coisas que estão por vir. Eu escrevo romances históricos, principalmente, mas com ficção cientifica e humor à mistura. Tenho quatro gatos que gostam de interromper a minha escrita para pedirem comida. Eu adoro café (demasiado), viajar, ver séries nerds e manteiga de amendoim.
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2) Do you write on a typewriter, computer, dictate or longhand?2) Escreve numa máquina de escrever, num computador, ditado ou à mão? Computer - definitely! Like many, I have the nostalgic fantasy of sitting with a cup of tea and writing on a gorgeous typewriter, but it isn’t the most practical. You’d get very strange looks trying to haul that thing into a coffee shop. Computador – definitivamente! Como muita gente, eu tenho aquela fantasia nostálgica de estar sentada com uma chávena de chá e uma deslumbrante máquina de escrever, mas não é muito prático. Receberíamos olhares muito estranhos ao tentar levar uma máquina dessas para um café.
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3) Why did you decide to start writing?3) Porque decidiu começar a escrever? I suppose that writing is something I’ve always done in some form. I hadn’t actually considered I might make a career of it until long after college where I was working in the corporate world, which can sometimes be very creatively unfulfilling. And that dissatisfaction ignited a spark in me to really work toward what I want to do. There is an amazing renaissance happening in publishing. So many more people are now reading on devices like Kindles, Ipads, mobile phones, etc. that it is a great time to jump into writing! The feedback from readers is what keeps me going though! It can be a bit daunting to pour your soul into a piece of work, but to hear that someone else relates to a character or an event is the best feeling ever! It’s a dream. Eu acho que a escrita é algo que sempre fiz, de certa forma. Eu nunca tinha realmente considerado fazer carreira disto até algum tempo depois de terminar a faculdade, ao estar a trabalhar no mundo corporativo, o qual, às vezes, pode ser muito pouco desafiante criativamente. E essa dessatisfação fez despertar em mim a vontade de trabalhar naquilo que realmente quero fazer. Está a acontecer um renascimento fantástico no mundo da publicação. Cada vez mais pessoas estão a ler em aparelhos como Kindles, iPads, telemóveis, etc., é uma boa altura para começar a escrever! O feedback dos leitores é o que me faz seguir em frente. Pode ser um pouco assustador pôr um pouco da nossa alma num trabalho, mas ouvir que outras pessoas conseguem relacionar-se com uma personagem ou evento é o melhor sentimento de sempre! É um sonho.
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4) Who are some of your favourite authors? And how do they inspire you? 4) Quais os seus autores favoritos? E como é que eles a inspiram? You know, I am a bit of an eclectic reader. My favorite author growing up was Agatha Christie, and I think that “mystery” element transcends through a lot of my books. I like surprising an audience, giving them all of the pieces, but not quite telling how they fit together. It gives the work a great sticking power where you can go back and re-read and think “ohhhh, now I see how everything was leading to the end!” I just love those moments. That’s definitely from Agatha Christie. I absolutely love George RR Martin too, but I’m not quite as cruel to my characters as he is known to do! His courage and world-building is incredible. Surprisingly enough, I am actually really inspired by screenwriters as well. People like Steven Moffat and Joss Whedon are really incredible because they have this natural knack for dialogue and humor and heart. They can make you laugh one moment and cry the next, but definitely be entertained the whole time! Sabem, eu sou uma leitora um pouco ecléctica. A minha autora favorita enquanto cresci foi a Agatha Christie, e penso que é daí que vem o elemento “mistério” que passa através dos meus livros. Gosto de surpreender a minha audiência, dando-lhes um pouco de tudo, mas sem contar como tudo de se enquadra. Dá ao nosso trabalho um grande poder o facto de podermos voltar atrás e reler o livro e pensar “ohhhh, agora vejo como tudo estava a culminar para este fim!”, adoro esses momentos. Isso é definitivamente da Agatha Christie. Adoro George R.R. Martin, mas não sou tão cruel com as minhas personagens como ele é com as dele! A sua coragem e a sua construção de mundos são incríveis. Surpreendentemente, sou também inspirada por argumentistas. Pessoas como Stevem Moffat e Joss Whedon são verdadeiramente incríveis porque têm este dom natural para o diálogo, o humor e o coração. Conseguem fazer-nos rir num momento e chorar no a seguir, mas definitivamente entretêm-nos o tempo todo!
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5) Where do you get your ideas? Do you work with a outline/plot or do you prefer to just see where an idea leads you? 5) Onde vai buscar as suas ideias? Usa um plot previamente pensado ou prefere ver onde a ideia a leva? It is a combination of both. Usually I have a rough idea of where the story is going, but I haven’t always worked out the steps to get there. It is necessary in a series to have sketched out how the books will tie together - that much you need to know to keep the series cohesive and the readers invested in the stakes. Sometimes I have the scene in full planned out, and sometimes it is just a few sentences. But even if it is plotted in advance, things can changes quite drastically. I think many readers (myself included) secretly love the moments that make you want to punch a character in the face, or make you grab your chest in heartbreak. If I’m not doing that myself when I am proofreading, I go back and rewrite it to make it more dramatic. Sometimes that’s entirely different than the original plotted version, but plots don’t always come across on paper the way you might think they might, so I try to not set my heart on any plot. É uma combinação dos dois. Normalmente eu tenho uma ideia geral para onde a estória vai seguir, mas nem sempre trabalho por etapas para lá chegar. É preciso, numa série, ter delineado como os livros se vão ligar entre eles – é preciso saber isso para manter a série coerente e para que os leitores se mantenham interessados nos. Às vezes eu tenho as cenas completamente planeadas, e noutras apenas algumas frases. Mas mesmo que seja pensada com antecedência, as coisas podem mudar drasticamente. Eu penso que muitos leitores (eu própria incluída) gostamos secretamente daqueles momentos em que queremos dar um murro na cara de uma personagem, ou aqueles momentos de partirem o coração que nos fazem querer agarrar no peito. Se eu própria não faço isso quando estar a reler/rever, volto atrás e reescrevo tudo para o tornar mais dramático. Às vezes fica completamente diferente do que foi originalmente pensado, mas os enredos nem sempre funcionam no papel como imaginamos, por isso, eu tento me não focar muito num.
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6) What has inspired you to write "The Ley Lines" trilogy? 6) O que a inspirou para escrever a trilogia "Ley Lines"? I had this idea for quite a while that I wanted to tell a story of a non-traditional, strong heroine - And that’s definitely Millie. When we start the series, she’s tough. She’s a thief with a lot of walls around herself and not the most sympathetic of main characters. But as we get to know her a little more, we realize she’s just lonely and missing purpose in her life. The overall theme that I wanted to explore is family, and not necessarily the blood-related family but the people who you care about and who you would fight to defend. What constitutes a family? What would “family” mean to this young woman who has never really had one? How could she evolve to learn to put their interests before her own? It was an interesting idea to me to explore this character evolving through the lens of time-travel. I’m sure Millie never expected to find any family, much less one in the 14th century! Eu já tinha esta ideia há algum tempo, de contar uma história de uma heroína não tradicional e forte – e essa é definitivamente a Millie. Quando começamos a ler a série, a Millie é resistente. É uma ladra com muitas paredes à sua volta, e não é uma daquelas personagens principais com as quais somos mais simpatéticos. Mas à medida que a vamos conhecendo, percebemos que ela apenas está só e tem falta de um objectivo de vida. O tema principal que eu quis explorar é a família, e não necessariamente a família de sangue, mas pessoas com as quais te preocupas e de quem gostas, e que irias lutar para as defender. O que constitui uma família? O que significaria “família” para esta jovem mulher que nunca teve verdadeiramente uma família? Como poderia evoluir de modo a por os interesses de outras pessoas à frente dos seus? Foi uma ideia interessante para mim, explorar a evolução desta personagem enquanto ela viajava no tempo. Tenho a certeza que a Millie nunca esperou encontrar uma família, muito menos no século XIV!
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7) We think the covers of "They Ley Lines" trilogy are very beautiful. Tell us about them and how they came about. Who designed your book covers? 7) Nós achamos as capas da trilogia “The Ley Lines” muito bonitas. Fale-nos um pouco sobre elas e como surgiram. Quem fez o design dos seus livros? Thank you so much! I will admit that I have a slight advantage. My husband is an amazingly talented Graphic Artist, and he designed my covers, website, and pretty much any other branded material you see. We did do about four covers until I found the right feel for the series. The story is ultimately about Millie so I wanted to feature her emotional state in each of the three books, so I hope that comes across. Muito obrigada! Eu tenho que admitir que tenho uma pequena vantagem. O meu marido é um artista gráfico incrivelmente talentoso, e foi ele que fez o design das minhas capas, do website, e basicamente todo o meu material visual. Nós fizemos quatro capas até eu encontrar aquela que sentia ser a perfeita para série. A estória é, em última instância, sobre a Millie, por isso, eu queria que o seu estado emocional transpassasse em cada um dos três livros, por isso espero que tenha funcionado.
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8) Do you think you have anything in common with Millie or any other character in these books? 8) Acha que tem alguma coisa em comum com a Millie ou qualquer outra das suas personagens? I think the answer is there’s a little bit of me in all of them! That’s one of the best parts of being an author, honestly. You get to explore pieces of your own personality and combine them in different ways. I’m like Millie in that we’re both pretty out-spoken and fearless. I’m like Abraham in that we both enjoy the simple things (and we both like thai food). And like Cian in that we both use humor as a defense mechanism. I take inspiration from friends too, but I’ll never admit to which ones. I don’t think most people feel comfortable knowing your fictional distorted version of them, haha! Acho que a resposta é: há um pouco de mim em cada uma delas! É uma das melhores partes de se ser o autor, honestamente. Podemos explorar pedaços da nossa própria personalidade e combiná-la de diferentes maneiras. Sou como a Millie no sentido em que somos as duas muito francas e destemidas. Sou como o Abraham no sentido em que ambos apreciamos as pequenas coisas (e gostamos os dois de comida tailandesa). E como o Cian, ambos usamos o nosso sentido de humor como mecanismo de defesa. Inspiro-me em alguns amigos também, mas nunca vou admitir em quais. Acho que a maioria das pessoas não se sente confortável ao ver uma versão ficcional distorcida sua, haha!
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9) If you were able to travel in time, say you have a TARDIS or you stumble upon a Ley Line, where and when would you like to go and why? 9) Se pudesse viajar no tempo, digamps que tem uma TARDIS ou que dá de caras com uma Ley Line, onde e quando gostaria de ir? Oooooohhh great question, since you know I am a fellow Whovian! I think I would travel to ancient Rome when it was such a huge center for art and culture. There is so much that has been lost to time yet so much that still remains - it would be amazing to see if first hand! Ooooooohh óptima pergunta, já que vocês sabem que eu também sou uma Whovian! Eu acho que viajaria para a Roma Antiga, quando esta era um centro artístico e cultural enorme. Há tanta coisa que se foi perdendo no tempo e, no entanto, tanto ainda se mantém – seria incrível ver isso em primeira mão.
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10) What was one of the most surprising things you've learned in creating your books? 10) Qual foi uma das coisas mais surpreendentes que aprendeu ao criar estes livros? It can be surprising when your work takes a life of its own. I’ve had dreams about the MacAllisters and MacKays…which is kind of odd! And sometimes the characters say unexpected things that make me laugh or hate them. I realize that sounds odd since I’ve created all of the dialogue, but I could best compare it to improvisational acting. It’s easy to get so lost in the story that you forget you’re the one controlling it. It’s also surprising when a reader picks up on a theme you didn’t realize you embedded into the work! This happened in some of the Nicol scenes. I’ve read analyses of Nicol’s behavior that blew my mind! Readers had him so spot on, in ways I didn’t even realize! Pode ser surpreendente quando o nosso trabalho ganha uma vida própria. Tive sonhos sobre os MacAllisters e os MacKays [as duas famílias principais] … o que é algo estranho! E por vezes algumas personagens diziam coisas inesperadas que me faziam rir ou me faziam odiá-las. Eu percebo que isto soa estranho, porque fui eu que criei todo o diálogo, mas podemos compará-lo com o improviso que os actores fazem. É tão fácil perdermo-nos na história que nos esquecemos que somos nós que a controlamos. É também surpreendente quando um leitor pega num tema que nós próprios não tínhamos percebido que tínhamos enraizado no nosso trabalho! Isto aconteceu em algumas das cenas com o Nicol. Li análises do comportamento dele que me espantaram completamente! Os leitores perceberam-no tão bem, em maneiras que eu própria não tinha percebido!
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11) We want both to go to Scotland one day in our lives. What do you love so much about this country? 11) Nós as duas adoraríamos de um dia ir à Escócia. O que a leva a gostar tanto deste país? Well, it’s absolutely gorgeous, and the people are fantastic and friendly. There’s such a great hospitality to Scotland, and pride and preservation of the country’s heritage. It’s hard not to be inspired by the Highlands, with the gorgeous misty mountains and lochs. It’s really mind-blowing to visit castle ruins and think about the centuries of lives lived on that very spot. I suppose that’s why it lends itself well to time-travel stories in particular, because so much of the physical history still exists. It’s not hard to imagine what life was like for those people. Bem, é incrivelmente belo e as pessoas são fantásticas e amigáveis. A Escócia tem uma grande hospitalidade e um orgulho imenso na herança do seu país e uma vontade inacreditável de a preservar. É difícil não ficar inspirado pelas Highlands, e pelas lindas e enevoadas montanhas e lagos. É arrebatador visitar as ruínas de castelos e pensar nas vidas que por ali passaram nos séculos anteriores. Eu acho que é isso que faz com que estes lugares sejam prefeitos para estórias sobre viagens no tempo, em particular, porque muita da história física ainda existe. Não é difícil imaginar como a vida era para essas pessoas.
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12) We know you're writing "Pretty in Plaid", can you reveal us something about it? What can we except from it? 12) Sabemos que está a escrever "Pretty in Plaid", pode reveler-nos um pouco sobre o livro? O que podemos esperar dele? Yes! It’s actually been a series I’ve written and re-written a few times, prior to the release of the Ley Lines series. It’ll be the next release before the end of the summer. I guess if I had to describe it, I’d say it’s got a Pride and Prejudice vibe with an alternative history/ time travel element, and a lot more danger and action. I wanted to flip this one around a little as well. Instead of a Clansmen, our hero is actually a modern Scotsman…He’s a bartender on the Royal Mile. The tone is definitely different. I think it’s actually funnier than the Ley Lines series. Sim! É uma série que escrevi e reescrevi várias vezes, antes até que o lançamento da série Ley Lines. Será o próximo lançamento antes do fim do verão. Acho que se o tivesse de descrever, diria que tem um pouco do “Orgulho e Preconceito” com uma história alternativa e um elemento de viagens no tempo, e muito mais perigo e acção. Eu quis mudar este um pouco também. Em vez de um homem que faz parte de um clã escocês, o nosso herói é um escocês actual. É bartender no “Royal Mile”. O tom do livro é definitivamente diferente. Acho que é mais divertido que a série "The Ley Lines".
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13) Do you have any advice for those who also love to write, such as ourselves, and who aspire to become writers one day? 13) Tem algum conselho para aqueles que, como nós, gostam de escrever e um dia aspiram a se tornarem escritores? Yes! Write every day. Commit to writing every day, even if it’s only 50 or 100 words. Figure out the time when you have the most mental energy and make sure you write then. For me, it is first thing in the morning. Have you heard of “Eat the Frog?” I have been trying to live by this lately. To paraphrase the Mark Twain quote, if you know you need to eat a live frog every day you can either just eat the frog and spend the day in satisfaction that you did it, or spend the rest of your day dreading eating the frog. In other words, the hardest part of your day should be the thing you do first or you might never do it. Either way, dreading or procrastinating is a curse to creative writing! Also, don’t be afraid to take a risk! I know so many people who say “I wish I could write..but..[insert any excuse here].” And I just want to say to them that they just spent more creative energy coming up with an excuse than it would take to actually write. If you want to do it, just do it! You will always find an audience who will enjoy your work and inspire you to continue. The hardest part is just getting started. Sim! Escrevam todos os dias. Proponham-se escrever todos os dias, mesmo que seja apenas 50 ou 100 palavras. Descubram qual a altura do dia em que têm maior energia mental e escrevam. Para mim, é a primeira coisa que faço, de manhã. Já ouviram falar em “Comer o Sapo?” Eu tenho tentado viver segundo esse lema, ultimamente. Parafraseando Mark Twain, se tu sabes que precisas de comer um sapo vivo todos os dias, tu podes: ou comer o sapo e passar o resto do dia satisfeito por o já teres feito; ou passar o resto do dia temendo porque tens que comer o sapo. Em outras palavras, a parte mais difícil do vosso dia devia ser a primeira coisa que vocês fazem, ou possivelmente nunca o farão. Qualquer das formas, o medo e a procrastinação são as maldições da escrita criativa. Também, não tenham medo de arriscar! Eu sei que muitas pessoas vão dizer “Eu gostaria de conseguir escrever… mas [inserir desculpa aqui].” E eu apenas quero dizer a essas pessoas que eles gastam mais energia criativa a inventar desculpas do que seria necessário para escrever. Se querem fazer, façam! Irão sempre encontrar um público que irá gostar do vosso trabalho e a inspirar-vos para continuarem. A parte mais difícil é começar.
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14) What are your plans for the future? 14) Quais os seus planos para o futuro? Well, hopefully release a few more books this year! I hope to finish at least three books in the Pretty in Plaid Series and then move on to something new. Lass of the Ley Lines is being released on Audiobook and in Spanish this month, which is very exciting! I’ve been tossing around the idea of turning it into a screenplay, but there is always too little time to get everything done. Bem, espero que consiga publicar mais uns livros este ano! Espero acabar três livros da série Pretty in Plaid e depois seguir para algo novo. Lass of the Ley Lines [o primeiro livro da série Ley Lines] vai ser lançado em audiobook e em espanhol ainda este mês, o que é muito entusiasmante! Tenho andado a pensar em torná-lo num argumento cinematográfico, mas há sempre pouco tempo para conseguir fazer tudo.
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15) As booknerds, we have to ask it: what book are you reading now? 15) Como booknerds que somos temos que perguntar: que livro está a ler? So I’m reading Blake Crouch’s Pines, which is a science fiction thriller. They’ve based a TV show on it now, Wayward Pines, so I wanted to read the source material before falling into that rabbit hole. It’s very Twin Peaks inspired, if you like that kind of thing! Eu estou a ler “Pines”, de Black Crouch, um thriller de ficção científica. Basearam a série “Wayward Pines” neste livro, por isso eu queria ler a fonte de inspiração antes de cair neste buraco de coelho. Tem muita inspiração de “Twin Peaks”, se gostam desse tipo de coisas. |
sábado, 20 de junho de 2015
[Livro] Love in the Ley Lines, de Kate Carson
Título Original: Love in the Ley Lines
Título em Português: --
Série: The Ley Lines
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 66
Data de Lançamento: 27 de Junho de 2015

Título em Português: --
Série: The Ley Lines
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 66
Data de Lançamento: 27 de Junho de 2015
Sinopse:
The dissolution of the pending union between Isabel and Nicol has left Millie to deal with the fallout and its devastating consequences. As her time in the past nears its end, she must decide which battles are worth fighting, and how far her feelings for Cian MacKay will test the boundaries of her new family's trust. Can Millie reverse the fate of the MacAllister Clan and change their fortunes? Will Cian comply with his family's plans? Does Millie's heart belong in the past or present?
~ Recebemos este livro directamente da autora. Obrigada! ~
Opinião:
Se têm acompanhado o blog sabem o quanto eu e a Joana temos gostado da trilogia The Ley Lines e como estávamos ansiosas por receber o terceiro e último livro. Chegou até nós na passada quinta-feira e metemos logo mãos à obra!
Uma vez que Love in the Ley Lines é o último livro da trilogia, é onde tudo termina. Todas as questões são respondidas, todos os momentos têm um significado, tudo faz sentido. Há uns tempos perguntei a Kate Carson, a autora, porque é que ela não escrevia um único livro em vez de três pequenas partes, ao que ela me respondeu que era uma grande fã de séries e que queria transportar isso para a sua escrita. Na minha opinião, foi algo novo para mim, mas que resultou bastante bem. Eu sentia a mesma “necessidade” que sinto quando sigo uma série de televisão: a mesma ânsia de saber o que vai acontecer a seguir. Carson conseguiu criar cliffhangers extraordinários e são, possivelmente, uma das melhores coisas desta trilogia.
Love in the Ley Lines é o final perfeito para esta estória. Não vou desenvolver muito esse aspecto, porque eu quero que tenham a mesma experiência que eu tive ao ler esta trilogia. Mas deixem-me evidenciar uma coisa: Millie tornou-se numa das minhas personagens femininas favoritas. Ela é corajosa, forte, determinada, e está disposta a fazer tudo por aqueles que ama.
Eu gostei da maneira como certas personagens cresceram ao longo da estória. Eu gostei como Millie influenciou as pessoas e os acontecimentos do século XIV, mas também como eles a influenciaram a ela. Cian é uma personagem masculina bastante interessante. Para dizer a verdade, gostaria de ler mais sobre ele. Mas Abraham é a minha personagem favorita. A relação dele com Millie é incrível, muito carinhosa e adorável. Ele é realmente o pai de Millie. E é divertido!
Resumindo, este terceiro livro mantém a consistência dos anteriores. Tudo acontece naturalmente. Eu não sabia como Kate Carsons iria trazer Millie para o presente, e fê-lo de uma forma bastante interessante e perfeita. Só tenho que apontar um aspecto negativo: a cena da batalha pareceu-me demasiado confusa. Eu não sei se é porque estava super ensonada e cansada, mas às vezes não conseguia perceber bem como X se transformava em Y. Mas, para ser sincera, batalhas são confusas, por isso, se calhar, até é um ponto positivo.
Adorei e vou continuar a acompanhar a escrita de Kate Carson, sem dúvida!
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Joana)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
Se têm acompanhado o blog sabem o quanto eu e a Joana temos gostado da trilogia The Ley Lines e como estávamos ansiosas por receber o terceiro e último livro. Chegou até nós na passada quinta-feira e metemos logo mãos à obra!
Uma vez que Love in the Ley Lines é o último livro da trilogia, é onde tudo termina. Todas as questões são respondidas, todos os momentos têm um significado, tudo faz sentido. Há uns tempos perguntei a Kate Carson, a autora, porque é que ela não escrevia um único livro em vez de três pequenas partes, ao que ela me respondeu que era uma grande fã de séries e que queria transportar isso para a sua escrita. Na minha opinião, foi algo novo para mim, mas que resultou bastante bem. Eu sentia a mesma “necessidade” que sinto quando sigo uma série de televisão: a mesma ânsia de saber o que vai acontecer a seguir. Carson conseguiu criar cliffhangers extraordinários e são, possivelmente, uma das melhores coisas desta trilogia.
Love in the Ley Lines é o final perfeito para esta estória. Não vou desenvolver muito esse aspecto, porque eu quero que tenham a mesma experiência que eu tive ao ler esta trilogia. Mas deixem-me evidenciar uma coisa: Millie tornou-se numa das minhas personagens femininas favoritas. Ela é corajosa, forte, determinada, e está disposta a fazer tudo por aqueles que ama.
Eu gostei da maneira como certas personagens cresceram ao longo da estória. Eu gostei como Millie influenciou as pessoas e os acontecimentos do século XIV, mas também como eles a influenciaram a ela. Cian é uma personagem masculina bastante interessante. Para dizer a verdade, gostaria de ler mais sobre ele. Mas Abraham é a minha personagem favorita. A relação dele com Millie é incrível, muito carinhosa e adorável. Ele é realmente o pai de Millie. E é divertido!
Resumindo, este terceiro livro mantém a consistência dos anteriores. Tudo acontece naturalmente. Eu não sabia como Kate Carsons iria trazer Millie para o presente, e fê-lo de uma forma bastante interessante e perfeita. Só tenho que apontar um aspecto negativo: a cena da batalha pareceu-me demasiado confusa. Eu não sei se é porque estava super ensonada e cansada, mas às vezes não conseguia perceber bem como X se transformava em Y. Mas, para ser sincera, batalhas são confusas, por isso, se calhar, até é um ponto positivo.
Adorei e vou continuar a acompanhar a escrita de Kate Carson, sem dúvida!
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Joana)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
sexta-feira, 19 de junho de 2015
[Livro] Love in the Ley Lines, de Kate Carson
Título Original: Love in the Ley Lines
Título em Português: --
Série: The Ley Lines
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 66
Data de Lançamento: 27 de Junho de 2015

Título em Português: --
Série: The Ley Lines
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 66
Data de Lançamento: 27 de Junho de 2015
Sinopse:
The dissolution of the pending union between Isabel and Nicol has left Millie to deal with the fallout and its devastating consequences. As her time in the past nears its end, she must decide which battles are worth fighting, and how far her feelings for Cian MacKay will test the boundaries of her new family's trust. Can Millie reverse the fate of the MacAllister Clan and change their fortunes? Will Cian comply with his family's plans? Does Millie's heart belong in the past or present?
~ Recebemos este livro directamente da autora. Obrigada! ~
Opinião:
Finalmente chegou o terceiro e último livro das Ley Lines! Caso ainda não tenham percebido, eu a e Carla estávamos ansiosas por o ler!
A autora começa por fazer um pequeno resumo de tudo o que se passou nos últimos dois livros relembrando (quem poderia esquecer?) tudo aquilo pelo qual os nossos heróis tinham passado.
Como os livros anteriores, cenas românticas não faltam, mas neste livro temos mais que isso. Temos o amor (do qual não tínhamos dúvidas) a ser declarado e consumado. Agora de qual dos amores presentes nesta história estarei a falar isso já é algo que terão de ser vocês a descobrir. Abraham, como foi nos outros livros, continua a ser a minha personagem favorita e, sou sincera, tinha medo que a autora decidisse fazer com ele algo que eu não gostasse (tipo George R.R. Martin, que aparentemente mata as personagens favoritas de todos) mas não tive razões de queixa.
Isabel...ai Isabel e os seus desmaios e quase desmaios... Tirando isso (que eu até percebo porque as mulheres da sua época não iam para a batalha) adorei que ela, finalmente, falasse por si própria!
Como o Cian e a Millie, não gostei que se perdessem tantas vidas mas fazia parte, era necessário ao enredo.
A Millie, como sempre, pôs as mãos ao trabalho e foi ela que decidiu o destino dos clãs, praticamente. You go girl!
E o melhor momento foi, sem dúvida, com o horrível Nicol. Eu não fazia ideia como a Kate Carson ia conseguir trazer a Millie de volta ao século XXI mas ela fê-lo de maneira genial! Não estava nada à espera, e é difícil surpreender-me.
Como imagino que saibam, estas histórias normalmente têm finais felizes esta não é excepção: mas nós não lemos estes livros pelo seu final, até ficamos desapontados se não for o que quase nos é prometido logo de início. Nós lemo-los pelas suas personagens, por aquilo que cada uma delas traz para a mesa. Cian, Millie, Isabel, Abraham, foram sem dúvida personagens completas, interessantes, complexas e simples na sua complexidade, personagens que nos fizeram torcer pela sua felicidade.
Depois de isto tudo, se Millie ficou ou não com Cian (ou se ele morreu na batalha), se Millie voltou sozinha (ou acompanhada) para o século XXI ou decidiu ficar no século XIV, se Isabel casou com Cian ou decidiu-se por outra pessoa, isso serão coisas que, para descobrirem, terão de ler o livro.
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Joana)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
Finalmente chegou o terceiro e último livro das Ley Lines! Caso ainda não tenham percebido, eu a e Carla estávamos ansiosas por o ler!
A autora começa por fazer um pequeno resumo de tudo o que se passou nos últimos dois livros relembrando (quem poderia esquecer?) tudo aquilo pelo qual os nossos heróis tinham passado.
Como os livros anteriores, cenas românticas não faltam, mas neste livro temos mais que isso. Temos o amor (do qual não tínhamos dúvidas) a ser declarado e consumado. Agora de qual dos amores presentes nesta história estarei a falar isso já é algo que terão de ser vocês a descobrir. Abraham, como foi nos outros livros, continua a ser a minha personagem favorita e, sou sincera, tinha medo que a autora decidisse fazer com ele algo que eu não gostasse (tipo George R.R. Martin, que aparentemente mata as personagens favoritas de todos) mas não tive razões de queixa.
Isabel...ai Isabel e os seus desmaios e quase desmaios... Tirando isso (que eu até percebo porque as mulheres da sua época não iam para a batalha) adorei que ela, finalmente, falasse por si própria!
Como o Cian e a Millie, não gostei que se perdessem tantas vidas mas fazia parte, era necessário ao enredo.
A Millie, como sempre, pôs as mãos ao trabalho e foi ela que decidiu o destino dos clãs, praticamente. You go girl!
E o melhor momento foi, sem dúvida, com o horrível Nicol. Eu não fazia ideia como a Kate Carson ia conseguir trazer a Millie de volta ao século XXI mas ela fê-lo de maneira genial! Não estava nada à espera, e é difícil surpreender-me.
Como imagino que saibam, estas histórias normalmente têm finais felizes esta não é excepção: mas nós não lemos estes livros pelo seu final, até ficamos desapontados se não for o que quase nos é prometido logo de início. Nós lemo-los pelas suas personagens, por aquilo que cada uma delas traz para a mesa. Cian, Millie, Isabel, Abraham, foram sem dúvida personagens completas, interessantes, complexas e simples na sua complexidade, personagens que nos fizeram torcer pela sua felicidade.
Depois de isto tudo, se Millie ficou ou não com Cian (ou se ele morreu na batalha), se Millie voltou sozinha (ou acompanhada) para o século XXI ou decidiu ficar no século XIV, se Isabel casou com Cian ou decidiu-se por outra pessoa, isso serão coisas que, para descobrirem, terão de ler o livro.
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Joana)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
quarta-feira, 3 de junho de 2015
[Livro] Lost in the Ley Lines, de Kate Carson
Título Original: Lost in the Ley Lines
Título em Português: --
Série: The Ley Lines Series #2
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 66
Data de Publicação: 25 de Maio de 2015

Título em Português: --
Série: The Ley Lines Series #2
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 66
Data de Publicação: 25 de Maio de 2015
Sinopse:
Left reeling from the Clan's departure into battle, Millie Canvers is running out of time to save the only family she's ever known. The fate of the MacKay and MacAllister clan hangs in the balance, and Millie has never felt more like an outsider to this time. But saving her friend Isabel from marrying the brutal Nicol MacKay is only the beginning of her troubles.. Millie isn't prepared for the consequences of her actions that set an unexpected, unstoppable course into motion for Cian. Will Millie gather the strength to fight for her budding relationship when she feels utterly Lost in the Ley Lines?
~ Recebemos este livro directamente da autora. Obrigada! ~
Opinião:
Eu não sou propriamente fã de romances históricos, mas estou a adorar a trilogia “The Ley Lines”. Assim que Kate me enviou o eARC de “Lost in the Ley Lines”, comecei a lê-lo de imediado. A forma como o primeiro livro terminou é atroz, eu tinha que saber o que se passaria a seguir. E o final deste livro é ainda pior – e digo isto de uma forma positiva. Eu vou morrer até ler o terceiro e último volume desta trilogia.
Neste volume, temos muitos mais momentos de Cian e Millie juntos. Eles são um casal tão fofo e perfeitos um para o outro. Ela é claramente uma rapariga do século XXI, e apesar de Cian ser totalmente um homem do século XIV, ele é um homem à frente do seu tempo. Ele é um pacificador; ele é honrado, fiel, tem valores e respeita as mulheres. Ele é exactamente o oposto do irmão, quem eu odeio profundamente.
Abraham está à parte de tudo o que se passa na história, mas isso não quer dizer que ele seja insignificante – antes pelo contrário. Ele tem pouco poder, o seu filho Brice é o chefe e quem toma as decisões do clã. Todas as vezes que Abraham aparece, ele está com Millia. Ele teve que dizer que ela era uma filha bastarda para que pudesse permanecer no castelo, depois de uns distúrbios causados por Millie. Esses momentos, entre Abraham e Millie, são ternurentos e fofos – e um pouco divertidos também. Eles são perfeitos como pai e filha. Eu gosto imenso dele. Ele é como um avô fixe, divertido e sábio.
O final… Eu nem consigo pensar nisso! Como é que Kate faz algo deste género? Okay, para ser sincera, algures a meio da história suspeitava que algo do género iria acontecer, mas… tinha esperança que...
Este livro é muito melhor que o anteior. Os meus sentimentos pareciam que estavam numa montanha russa. Eu ri, chorei e até gritei com algumas personagens. Quando terminei de ler, estava a pensar dar 4.5*, uma vez que é melhor que o primeiro volume, mas algo que gostei no primeiro livro, não achei tão bom neste. Eu disse na minha crítica a “Lass of the Ley Lines” (aqui) que tinha adorado a forma como conseguia ouvir o sotaque escocês tendo em conta a forma como estava escrito, mas neste segmento acho que a autora foi um pouco longe de mais. Tive que ler mais do que uma vez várias das falas porque não conseguia perceber o que queriam dizer. Basicamente, esta é a razão pela qual dou 4* em vez das 4.5*, ainda que fosse melhor que o livro anterior.
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Joana)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
Eu não sou propriamente fã de romances históricos, mas estou a adorar a trilogia “The Ley Lines”. Assim que Kate me enviou o eARC de “Lost in the Ley Lines”, comecei a lê-lo de imediado. A forma como o primeiro livro terminou é atroz, eu tinha que saber o que se passaria a seguir. E o final deste livro é ainda pior – e digo isto de uma forma positiva. Eu vou morrer até ler o terceiro e último volume desta trilogia.
Neste volume, temos muitos mais momentos de Cian e Millie juntos. Eles são um casal tão fofo e perfeitos um para o outro. Ela é claramente uma rapariga do século XXI, e apesar de Cian ser totalmente um homem do século XIV, ele é um homem à frente do seu tempo. Ele é um pacificador; ele é honrado, fiel, tem valores e respeita as mulheres. Ele é exactamente o oposto do irmão, quem eu odeio profundamente.
Abraham está à parte de tudo o que se passa na história, mas isso não quer dizer que ele seja insignificante – antes pelo contrário. Ele tem pouco poder, o seu filho Brice é o chefe e quem toma as decisões do clã. Todas as vezes que Abraham aparece, ele está com Millia. Ele teve que dizer que ela era uma filha bastarda para que pudesse permanecer no castelo, depois de uns distúrbios causados por Millie. Esses momentos, entre Abraham e Millie, são ternurentos e fofos – e um pouco divertidos também. Eles são perfeitos como pai e filha. Eu gosto imenso dele. Ele é como um avô fixe, divertido e sábio.
O final… Eu nem consigo pensar nisso! Como é que Kate faz algo deste género? Okay, para ser sincera, algures a meio da história suspeitava que algo do género iria acontecer, mas… tinha esperança que...
Este livro é muito melhor que o anteior. Os meus sentimentos pareciam que estavam numa montanha russa. Eu ri, chorei e até gritei com algumas personagens. Quando terminei de ler, estava a pensar dar 4.5*, uma vez que é melhor que o primeiro volume, mas algo que gostei no primeiro livro, não achei tão bom neste. Eu disse na minha crítica a “Lass of the Ley Lines” (aqui) que tinha adorado a forma como conseguia ouvir o sotaque escocês tendo em conta a forma como estava escrito, mas neste segmento acho que a autora foi um pouco longe de mais. Tive que ler mais do que uma vez várias das falas porque não conseguia perceber o que queriam dizer. Basicamente, esta é a razão pela qual dou 4* em vez das 4.5*, ainda que fosse melhor que o livro anterior.
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Joana)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
domingo, 31 de maio de 2015
[Livro] Lass of the Ley Lines, de Kate Carson
Título Original: Lass of The Ley Lines
Título em Português: ---
Série: The Ley Lines Series Book #1
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 56
Data de Publicação: 04 de Abril de 2015



Título em Português: ---
Série: The Ley Lines Series Book #1
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 56
Data de Publicação: 04 de Abril de 2015
Sinopse:
Left orphaned and homeless following a tragic accident, Millie Canvers is desperate to find her place in the world and the family she always wanted. When she is recruited for a rather unusual quest by the patriarch of the MacAllister Clan, Millie readily accepts the offer and travels through time to 1345, Leith, Scotland.
Once she arrives through the ley lines, the meaning behind a string of recurring nightmares comes to light and Millie's real journey beings. Saving the MacAllister clan from ruin is only the beginning of what she must overcome. As Millie's own heart feels the pull of a love that cannot be, Millie must rally the help of allies in order to save the clan from the brewing war.
As her time in the past runs out, will Millie have the strength to end the clan's struggles and reconcile her feelings for a man that only exists in the past?
~ Recebemos este eARC via Nerdy Girl Book Reviews. Thank you! ~
Opinião:
Quando li a sinopse deste livro tive uma visão clara de que TINHA que o ler. Bastava dizer “time travels” e eu estava pronta a pegar nele. Uma vez que Doctor Who é a minha série favorita, acho que isso diz tudo sobre este assunto. Eu sei que Lass of the Ley Lines não tem nada a ver com Doctor Who, para além das viagens no tempo, mas foi o suficiente para me deixar curiosa.
Em Lass of the Ley Lines, o primeiro livro da trilogia The Ley Lines, conhecemos Millie Canvers, uma rapariga de 20 e poucos anos que perdeu a mãe num acidente de carro. Desde então, ela vive – risca isso.. Ela sobrevive sozinha: dormindo em casas vazias, trabalhando como lavadora pratos para idiotas, roubando comida e outras coisas. Ela é uma mulher forte. Ela tinha tudo para estar ressentida com a vida, no entanto, ela enfrenta cada dia como um novo desafio e não se deixa menosprezar por ninguém. Ela é determinada, forte e claramente uma mulher do século XXII. Um dia ela viaja no tempo e vai parar a 1345. É nesta altura que a parte boa do livro começa!
Quando Millie viaja no tempo, ela não o faz só porque sim. Abraham MacAllister, que é do passado, pede-lhe que ela vá atrás no tempo e salve a família dele de uma tragédia. Ela lá vai e é quando conhecemos Isabel e Cian, e mais outras personagens, mas estas são as duas mais importantes.
Isabel é uma rapariga de 16 anos (ela tem uma irmã chamada Helen que tem 14 anos e já está casada e à espera de bebé). Eu gostei dela instantaneamente. Ela é muito querida, preocupada com os outros, e adorável. Eu devo ter experimentado o mesmo tipo de sentimento protector em relação a Isabel como Millie sentiu. Nós conseguimos ver, claramente, a diferença de mentalidade entre Isabel e Millie. Isabel é a representação perfeita da rapariga do século XIV, enquanto Millie é, como eu disse anteriormente, 100% do século XXI. Isabel é submissa como qualquer rapariga ou mulher devia ser em 1345, mas ela tem algo mais dentro dela que eu espero ver nos próximos livros.
Cian é um homem à frente do seu tempo. Ele não quer lutar como o irmão e o pai. Ele acredita na paz e quer ter uma vida pacata, casar e ter filhos. Eu consigo facilmente imaginá-lo a brincar com as crianças. É uma imagem muito fofa, devo dizer. Ele é afável, carinhoso, forte, divertido, tem cabelo preto e olhos azuis – o epítome do homem ideal para mim.
O clã MacAllister vai para a guerra e não vou contar mais sobre isso. Não só porque não sei o que se passa a seguir, uma vez que o livro acaba mesmo depois de os homens irem para a batalha, mas também porque não quero fazer qualquer tipo de spoiler. Eu tenho o meu coração nas mãos porque não sei como lidar com este final!
Eu preciso tanto do próximo livro como preciso de ar para respirar. Eu simplesmente adorei, mesmo que estivesse à espera de algo mais dele, mas o livro é super pequeno - muita coisa ficou por dizer que eu espero encontrar nos próximos livros. É um page turner, super interessante e muito bem escrito. Eu tenho que destacar duas coisas: eu conseguia facilmente “ouvir” o sotaque escocês através da maneira que estava escrito; e conseguia também “sentir” a época da história sem ser necessário qualquer tipo de referência temporal directa (excepto a primeira vez), e para mim isso é muito importante. Estes dois pormenores foram, a meu ver, muito inteligentes e realistas, criando uma experiência de leitura muito interessante. Estou desejosa pelos próximos dois livros.
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Joana)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
Quando li a sinopse deste livro tive uma visão clara de que TINHA que o ler. Bastava dizer “time travels” e eu estava pronta a pegar nele. Uma vez que Doctor Who é a minha série favorita, acho que isso diz tudo sobre este assunto. Eu sei que Lass of the Ley Lines não tem nada a ver com Doctor Who, para além das viagens no tempo, mas foi o suficiente para me deixar curiosa.
Em Lass of the Ley Lines, o primeiro livro da trilogia The Ley Lines, conhecemos Millie Canvers, uma rapariga de 20 e poucos anos que perdeu a mãe num acidente de carro. Desde então, ela vive – risca isso.. Ela sobrevive sozinha: dormindo em casas vazias, trabalhando como lavadora pratos para idiotas, roubando comida e outras coisas. Ela é uma mulher forte. Ela tinha tudo para estar ressentida com a vida, no entanto, ela enfrenta cada dia como um novo desafio e não se deixa menosprezar por ninguém. Ela é determinada, forte e claramente uma mulher do século XXII. Um dia ela viaja no tempo e vai parar a 1345. É nesta altura que a parte boa do livro começa!
Quando Millie viaja no tempo, ela não o faz só porque sim. Abraham MacAllister, que é do passado, pede-lhe que ela vá atrás no tempo e salve a família dele de uma tragédia. Ela lá vai e é quando conhecemos Isabel e Cian, e mais outras personagens, mas estas são as duas mais importantes.
Isabel é uma rapariga de 16 anos (ela tem uma irmã chamada Helen que tem 14 anos e já está casada e à espera de bebé). Eu gostei dela instantaneamente. Ela é muito querida, preocupada com os outros, e adorável. Eu devo ter experimentado o mesmo tipo de sentimento protector em relação a Isabel como Millie sentiu. Nós conseguimos ver, claramente, a diferença de mentalidade entre Isabel e Millie. Isabel é a representação perfeita da rapariga do século XIV, enquanto Millie é, como eu disse anteriormente, 100% do século XXI. Isabel é submissa como qualquer rapariga ou mulher devia ser em 1345, mas ela tem algo mais dentro dela que eu espero ver nos próximos livros.
Cian é um homem à frente do seu tempo. Ele não quer lutar como o irmão e o pai. Ele acredita na paz e quer ter uma vida pacata, casar e ter filhos. Eu consigo facilmente imaginá-lo a brincar com as crianças. É uma imagem muito fofa, devo dizer. Ele é afável, carinhoso, forte, divertido, tem cabelo preto e olhos azuis – o epítome do homem ideal para mim.
O clã MacAllister vai para a guerra e não vou contar mais sobre isso. Não só porque não sei o que se passa a seguir, uma vez que o livro acaba mesmo depois de os homens irem para a batalha, mas também porque não quero fazer qualquer tipo de spoiler. Eu tenho o meu coração nas mãos porque não sei como lidar com este final!
Eu preciso tanto do próximo livro como preciso de ar para respirar. Eu simplesmente adorei, mesmo que estivesse à espera de algo mais dele, mas o livro é super pequeno - muita coisa ficou por dizer que eu espero encontrar nos próximos livros. É um page turner, super interessante e muito bem escrito. Eu tenho que destacar duas coisas: eu conseguia facilmente “ouvir” o sotaque escocês através da maneira que estava escrito; e conseguia também “sentir” a época da história sem ser necessário qualquer tipo de referência temporal directa (excepto a primeira vez), e para mim isso é muito importante. Estes dois pormenores foram, a meu ver, muito inteligentes e realistas, criando uma experiência de leitura muito interessante. Estou desejosa pelos próximos dois livros.
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Joana)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
terça-feira, 26 de maio de 2015
[Livro] Lost in the Ley Lines, de Kate Carson
Título Original: Lost in the Ley Lines
Título em Português: --
Série: The Ley Lines Series #2
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 66
Data de Publicação: 25 de Maio de 2015

Título em Português: --
Série: The Ley Lines Series #2
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 66
Data de Publicação: 25 de Maio de 2015
Sinopse:
Left reeling from the Clan's departure into battle, Millie Canvers is running out of time to save the only family she's ever known. The fate of the MacKay and MacAllister clan hangs in the balance, and Millie has never felt more like an outsider to this time. But saving her friend Isabel from marrying the brutal Nicol MacKay is only the beginning of her troubles.. Millie isn't prepared for the consequences of her actions that set an unexpected, unstoppable course into motion for Cian. Will Millie gather the strength to fight for her budding relationship when she feels utterly Lost in the Ley Lines?
~ Recebemos este livro directamente da autora. Obrigada! ~
Opinião:
Quero começar por dizer…Que final foi aquele??? Se fosse o último livro tenho a dizer que ficaria sem dúvida muito triste!!! Mas, e é um grande MAS, como vai haver mais um livro ( e segundo a autora só serão mais umas semaninhas de espera) eu vou aguentar até lá e esperar pelo Happy Ending – se não houver um, vou ficar super triste.
Voltando à review e agora mais seriamente. Este é o segundo livro das Ley Lines (podem ver a review do primeiro aqui), e assim que o recebi nem pensei duas vezes, foi logo devorado.
Gosto imenso do toque de escrita “escocesa”, isto é, a maneira como está escrito para dar a entender (e nós ouvirmos na nossa cabeça enquanto lemos) que é um escocês a falar e ouvimos o seu sotaque cerrado. Mas por vezes acho que é um pouco exagerado, ou sou eu que não estou habituada, porque há alturas em que me custa a ler certas passagens.
Neste livro voltamos a encontrar Millie, Cian, Isabel e as outras personagens do séc. XIV e retornamos ao ponto exacto onde ficámos no primeiro livro: à espera dos homens que foram para a batalha. Eu sou como a Millie – acho que não conseguia estar quieta enquanto “os homens vão para a batalha”.
No primeiro livro, soubemos que Millie voltou atrás no tempo porque tinha de mudar o destino de dois clãs escoceses. A dúvida com que começámos este livro foi: será que conseguiu? Eu já suspeitava que sim pela simples razão de gente que não tinha ido à batalha da primeira vez, foi, aquando da chegada de Millie (e por ela).
Cian e Millie… São um casal tão fofo! E ele, apesar de se enquadrar perfeitamente na sua época, acaba por ser diferente do típico escocês que se conhece, que quer é lutar pelos seus territórios, etc. Cian, como ele próprio se descreve, é um pacificador, só quer cuidar da sua casa e do seu gado e ser feliz casado com uma mulher.
Este livro acaba por ter mais violência – e toca um tema particularmente importante: a violência doméstica. Gostei que mostrasse os dois lados (quem presta atenção e age e quem olha para o lado e evita ou não quer saber) porque, sejamos realistas: se não mostrasse que se fechava (e ainda fecha!) muitos os olhos aos maus tratados, especialmente na época em que se passa, eu diria que o livro não mostrava completamente a realidade.
Gostei muito que neste livro a Isabel mostrasse mais o seu lado corajoso e reagisse, não ficando impávida como a filha obediente que era esperada.
Abraham é uma grande personagem apesar de aparecer pouco nos livros. Foi este homem que levou Millie para o século XIV e que a vai proteger e ajudar na sua jornada. Vou apenas dizer que temos cenas queridas entre este senhor e Millie neste livro.
Para concluir, um livro rápido e pequenino, que eu gostava que fosse maior, e que me deixou com lágrimas nos olhos em certos momentos. Fico ansiosamente à espera do próximo volume!
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Joana)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
Quero começar por dizer…Que final foi aquele??? Se fosse o último livro tenho a dizer que ficaria sem dúvida muito triste!!! Mas, e é um grande MAS, como vai haver mais um livro ( e segundo a autora só serão mais umas semaninhas de espera) eu vou aguentar até lá e esperar pelo Happy Ending – se não houver um, vou ficar super triste.
Voltando à review e agora mais seriamente. Este é o segundo livro das Ley Lines (podem ver a review do primeiro aqui), e assim que o recebi nem pensei duas vezes, foi logo devorado.
Gosto imenso do toque de escrita “escocesa”, isto é, a maneira como está escrito para dar a entender (e nós ouvirmos na nossa cabeça enquanto lemos) que é um escocês a falar e ouvimos o seu sotaque cerrado. Mas por vezes acho que é um pouco exagerado, ou sou eu que não estou habituada, porque há alturas em que me custa a ler certas passagens.
Neste livro voltamos a encontrar Millie, Cian, Isabel e as outras personagens do séc. XIV e retornamos ao ponto exacto onde ficámos no primeiro livro: à espera dos homens que foram para a batalha. Eu sou como a Millie – acho que não conseguia estar quieta enquanto “os homens vão para a batalha”.
No primeiro livro, soubemos que Millie voltou atrás no tempo porque tinha de mudar o destino de dois clãs escoceses. A dúvida com que começámos este livro foi: será que conseguiu? Eu já suspeitava que sim pela simples razão de gente que não tinha ido à batalha da primeira vez, foi, aquando da chegada de Millie (e por ela).
Cian e Millie… São um casal tão fofo! E ele, apesar de se enquadrar perfeitamente na sua época, acaba por ser diferente do típico escocês que se conhece, que quer é lutar pelos seus territórios, etc. Cian, como ele próprio se descreve, é um pacificador, só quer cuidar da sua casa e do seu gado e ser feliz casado com uma mulher.
Este livro acaba por ter mais violência – e toca um tema particularmente importante: a violência doméstica. Gostei que mostrasse os dois lados (quem presta atenção e age e quem olha para o lado e evita ou não quer saber) porque, sejamos realistas: se não mostrasse que se fechava (e ainda fecha!) muitos os olhos aos maus tratados, especialmente na época em que se passa, eu diria que o livro não mostrava completamente a realidade.
Gostei muito que neste livro a Isabel mostrasse mais o seu lado corajoso e reagisse, não ficando impávida como a filha obediente que era esperada.
Abraham é uma grande personagem apesar de aparecer pouco nos livros. Foi este homem que levou Millie para o século XIV e que a vai proteger e ajudar na sua jornada. Vou apenas dizer que temos cenas queridas entre este senhor e Millie neste livro.
Para concluir, um livro rápido e pequenino, que eu gostava que fosse maior, e que me deixou com lágrimas nos olhos em certos momentos. Fico ansiosamente à espera do próximo volume!
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Joana)
• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
segunda-feira, 11 de maio de 2015
[Livro] Lass of The Ley Lines, de Kate Carson
Título Original: Lass of The Ley Lines
Título em Português: ---
Série: The Ley Lines Series Book #1
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 56
Data de Publicação: 04 de Abril de 2015



Título em Português: ---
Série: The Ley Lines Series Book #1
Autor(a): Kate Carson
Editora: Snow Fox Publishing
Páginas: 56
Data de Publicação: 04 de Abril de 2015
Sinopse:
Left orphaned and homeless following a tragic accident, Millie Canvers is desperate to find her place in the world and the family she always wanted. When she is recruited for a rather unusual quest by the patriarch of the MacAllister Clan, Millie readily accepts the offer and travels through time to 1345, Leith, Scotland.
Once she arrives through the ley lines, the meaning behind a string of recurring nightmares comes to light and Millie's real journey beings. Saving the MacAllister clan from ruin is only the beginning of what she must overcome. As Millie's own heart feels the pull of a love that cannot be, Millie must rally the help of allies in order to save the clan from the brewing war.
As her time in the past runs out, will Millie have the strength to end the clan's struggles and reconcile her feelings for a man that only exists in the past?
~ Recebemos este eARC via Nerdy Girl Book Reviews. Thank you! ~
Opinião:
Foi a primeira vez que recebi um livro através do Nerdy Girl Book Reviews, onde temos contacto directo com os autores e autoras.
Decidi experimentar um livro que me pareceu ter uma premissa interessante – viagens no tempo.
E se as primeiras dez páginas não me impressionaram muito, as outras 46 definitivamente compensaram!
Matilda, Millie para os amigos, vai viajar no tempo (não vos digo como ou porquê porque senão conto o livro todo!) e conhece Cian, Abraham, Isabel, entre outras personagens. O livro ganha um ritmo cavalgante e emocionante, com pedidos de casamentos, batalhas e convenções de época que Millie, uma mulher moderna como nós, põe em causa e admite que se torna difícil viver na Idade Média com uma mentalidade do séc. XXI – o que nos faz pensar que o viajar no tempo talvez não corresse tão bem.
No início, acho que se nota a inexperiência da autora porque parece um pouco forçado o quanto ela quer passar ao leitor das dificuldades da vida de Millie. Mas assim que o leitor avança para a Idade Média, esse problema parece que desparece e a história flui com bastante naturalidade. As descrições dos locais são curtas mas mais que suficientes para nos permitirem dar largas à imaginação.
Resumindo, deixou-me empolgada para os próximos livros e digo já que assim que os tiver vão ser logo devorados!
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Carla)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Joana)
• Lost in the Ley Lines (The Ley Lines #2) (Carla)
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• Love in the Ley Lines (The Ley Lines #3) (Carla)
Foi a primeira vez que recebi um livro através do Nerdy Girl Book Reviews, onde temos contacto directo com os autores e autoras.
Decidi experimentar um livro que me pareceu ter uma premissa interessante – viagens no tempo.
E se as primeiras dez páginas não me impressionaram muito, as outras 46 definitivamente compensaram!
Matilda, Millie para os amigos, vai viajar no tempo (não vos digo como ou porquê porque senão conto o livro todo!) e conhece Cian, Abraham, Isabel, entre outras personagens. O livro ganha um ritmo cavalgante e emocionante, com pedidos de casamentos, batalhas e convenções de época que Millie, uma mulher moderna como nós, põe em causa e admite que se torna difícil viver na Idade Média com uma mentalidade do séc. XXI – o que nos faz pensar que o viajar no tempo talvez não corresse tão bem.
No início, acho que se nota a inexperiência da autora porque parece um pouco forçado o quanto ela quer passar ao leitor das dificuldades da vida de Millie. Mas assim que o leitor avança para a Idade Média, esse problema parece que desparece e a história flui com bastante naturalidade. As descrições dos locais são curtas mas mais que suficientes para nos permitirem dar largas à imaginação.
Resumindo, deixou-me empolgada para os próximos livros e digo já que assim que os tiver vão ser logo devorados!
• Lass of the Ley Lines (The Ley Lines #1) (Joana)
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