Título Original: The Conjuring 2
Título em Português: The Conjuring 2: A Evocação
Realização: James Wan
Argumento: Carey Hayes, Chad Hayes, James Wan & David Leslie Johnson
Elenco Principal: Vera Farmiga, Patrick Wilson, Madison Wolfe
Ano: 2016 | Duração: 2h 14mins
Título em Português: The Conjuring 2: A Evocação
Realização: James Wan
Argumento: Carey Hayes, Chad Hayes, James Wan & David Leslie Johnson
Elenco Principal: Vera Farmiga, Patrick Wilson, Madison Wolfe
Ano: 2016 | Duração: 2h 14mins
Sinopse:
O reputado casal de investigadores de fenómenos paranormais formado por Ed e Lorraine Warren, embarca num dos casos mais aterradores da sua carreira e viaja até Enfield, a norte de Londres, para ajudar uma mãe solteira a criar quatro crianças numa casa assombrada por espíritos maliciosos.
Opinião:
Se seguem o blog há algum tempo, hão-de se lembrar de que eu já escrevi sobre o The Conjuring mais do que uma vez aqui no blog. No Verão passado, numa noite sem nada para fazer, decidi ver este filme e foi dessa forma que entrou imediatamente para o meu top 3 de filmes de terror, como podem ver aqui.
Por essa razão, seria de esperar que eu estivesse super entusiasmada com. Ganhei bilhetes para a antestreia e não podia deixar estar oportunidade passar. Tenho que dizer que James Wan consegue manter a minha vibe assustadora e creepy que tinha o filme anterior, ainda que não ache tão aterrador. Se calhar, uma vez que assistir o primeiro filme em casa sozinha a meio da noite, esse me tenha afectado de forma mais “agressiva”, mas mesmo assim, não achei o The Conjuring 2 tão bom ou melhor que o primeiro – a maldição da sequela, que nunca chega ao mesmo patamar o que primeiro.
Tal como aconteceu com o primeiro filme, este começa com uma, aparentemente, desconexa do enredo principal do filme; rápido nos apercebemos que não é bem assim. Achei que o filme perdeu um pouco porque se arrastou muito a tentar dar enquadramento à estória. James Wan é dos poucos realizadores de terror que sabe utilizar bem aquela linha ténue entre o terror e a comédia sem cair no ridículo. Este filme tem vários momentos de comic relief que servem para deixar o espectador mais calmo e mais à-vontade para depois o atacar com algo assustador.
Apesar de não ter achado este filme tão assustador como o primeiro, isso não significa que tenha sido fraco, pois não o foi. Gostei bastante dele e achei que estava bastante bem realizado. Tenho a dizer que gostei imenso de alguns aspectos de edição do filme (demasiado pormenorizadas para as escrever aqui, mas talvez se o virem irão perceber quais são). É um bom filme de terror e, como sempre digo, os filmes de terror são o meu género favorito, mas são um nicho tão especifico que consigo contar pelos dedos de uma mão aqueles que realmente considero bons. Talvez não fique nessa mão, mas está lá perto.
Toda a minha vida achei que as freiras eram criaturas assustadoras e creepy, este filme só veio a confirmar a minha já comprovada suspeita.
Se seguem o blog há algum tempo, hão-de se lembrar de que eu já escrevi sobre o The Conjuring mais do que uma vez aqui no blog. No Verão passado, numa noite sem nada para fazer, decidi ver este filme e foi dessa forma que entrou imediatamente para o meu top 3 de filmes de terror, como podem ver aqui.
Por essa razão, seria de esperar que eu estivesse super entusiasmada com
Tal como aconteceu com o primeiro filme, este começa com uma, aparentemente, desconexa do enredo principal do filme; rápido nos apercebemos que não é bem assim. Achei que o filme perdeu um pouco porque se arrastou muito a tentar dar enquadramento à estória. James Wan é dos poucos realizadores de terror que sabe utilizar bem aquela linha ténue entre o terror e a comédia sem cair no ridículo. Este filme tem vários momentos de comic relief que servem para deixar o espectador mais calmo e mais à-vontade para depois o atacar com algo assustador.
Apesar de não ter achado este filme tão assustador como o primeiro, isso não significa que tenha sido fraco, pois não o foi. Gostei bastante dele e achei que estava bastante bem realizado. Tenho a dizer que gostei imenso de alguns aspectos de edição do filme (demasiado pormenorizadas para as escrever aqui, mas talvez se o virem irão perceber quais são). É um bom filme de terror e, como sempre digo, os filmes de terror são o meu género favorito, mas são um nicho tão especifico que consigo contar pelos dedos de uma mão aqueles que realmente considero bons. Talvez não fique nessa mão, mas está lá perto.
Toda a minha vida achei que as freiras eram criaturas assustadoras e creepy, este filme só veio a confirmar a minha já comprovada suspeita.










