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sábado, 10 de outubro de 2015

Especial Halloween | [Livro] Darkness Rising, de Peter Koevari



Título Original: Darkness Rising
Título em Português: --
Série: Legends of Marithia
Autor(a): Peter Koevari
Editora: Smashwords Inc.
Páginas: 260
Data de Publicação: 16 de Novembro de 2011

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Sinopse:
In the aftermath of the Battle of the Elven Woods, the two legends of Marithian prophecy are both dangerously close to the dark grip of death as Marithia suffers under the powers of the Blood Red Moon. Vartan, prophesised to save Marithia, lays spellbound under the protection of the mythical dragons. The vampire sorceress Kassina, prophesised to bring about their Armageddon has been moved to the underworld by the demon lord himself, Shindar. A seed of the gods has grown and their greatest gift to Marithians, Anakari, makes her fated journey to discover her purpose. A former shining jewel of Marithian peace, castle Greenhaven, remains in ruins after its defeat under Kassina’s forces and the elves rebuild their war torn city of Veldrenn. Talonsphere must be found before Marithia merges with the Underworld and Shindar brings about the world’s end.
~ Recebemos este eBook directamete do autor. Thank you! ~

Opinião:
Eu tenho que começar esta crítica referindo que adoro a escrita do Peter. Eu não sei bem como explicar, mas a escrita tem uma vibe melódica e poética incrível; tudo se conjuga perfeitamente e faz sentido. A trilogia Legends of Marithia passa-se num mundo medieval fantástico e cada palavra escrita por Peter pertence a um mundo medieval fantástico.

Tendo dito isso, vamos avançar para Darkness Rising, o segundo livro desta trilogia. Neste livro, nos continuamos a seguir a estória de Vartan, e isso inclui Kassina, Helenia, Humanos, Dragões, Elfos, Vampiros e almas.

Na minha opinião, Darkness Rising é tão bom como Prophecies Awakening, conseguindo manter a mesma qualidade do livro anterior, mas deparei-me com algumas situações que não chegaram às minhas expectativas, uma vez que adorei o primeiro livo. Primeiro que tudo, não consegui recriar os laços que tinha com as personagens da mesma forma como aconteceu com Prophecies Awakening. Eu nunca gostei propriamente da Helenia – apesar do facto de que ela me surpreendeu no final de Prophecies Awakening, mas aqui ela voltou a ser apenas meh. E Vartan e Kassina (quem eu gostei bastante no livro anterior) não foram tão apelativos como foram anteriormente. E eu nem vou falar da cena do casamento – demasiado abrupto e aquela noite de núpcias… vazia.

Darkness Rising tem menos acção que Prophecies Awakening, excepto a última parte, mas tudo acontece como tinha que acontecer. Nós aprendemos imenso sobre Marithia; sobre o passado de algumas personagens, e a introdução de novas personagens importantes; sobre as profecias e tantas outras coisas.

Darkness Rising é um livro bastante bom. É o livro do meio da trilogia Legends of Marithia e, por essa razão, tem menos acção, mas tem imensan informação que é precisa para responder a questões levantadas no livro anterior, mas ao mesmo tempo deixa-nos intrigados e curiosos pelo próximo e último livro, Talonsphere. Eu estou super entusiasmada para ver como tudo vai terminar!


Prophecies Awakening (Legends of Marithia #1) (Carla)
• Darkness Rising (Legends of Marithia #2) (Carla)


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Especial Halloween | TOP 3 - Filmes de Terror


Hoje temos uma publicação especial dentro da temática do mês de Outubro. Desta vez temos um TOP 3 dedicado a filmes de terror! UUUH!! Fiquei eu encarregue deste TOP uma vez que a Joana não gosta de filmes de terror e eu estou constantemente a dizer que é o meu género favorito. O que é irónico porque possivelmente consigo contar com os dedos de uma mão (e ainda me sobram dedos) os bons filmes de terror. E quando digo bons filmes de terror refiro-me àqueles que são intensos, que assustam e/ou afectam de alguma forma. E foi com isso em mente que criei este TOP 3.

Acho que os filmes de terror já caíram na monotonia. Grande parte dos filmes recentes são à volta de fantasmas, espíritos - e até aqui tudo bem, há bons filmes de espíritos (irão ver nas minhas escolhas), mas o problema é que se tornaram tão banais que são sempre a mesma coisa: com os mesmos tropos cinematográficos, o mesmo alinhamento, a mesma história.



Há muitos anos que costumo dizer que minha saga favorita de filmes de terror é Saw, mas recentemente mudei de opinião. Não que The Conjuring (James Wan, 2013) seja uma saga, mas conseguiu ultrapassar qualquer filme Saw na minha classificação. Curiosamente, este filme e o primeiro da saga Saw têm o mesmo realizador. Vi The Conjuring recentemente (e podem encontrar a crítica aqui) e fiquei tão positivamente surpreendida que entrou, sem dificuldade, para um dos meus filmes de terror favoritos. Há muito tempo que não me assustava e era afectada da forma que foi por um filme de terror. E como podem ver é um filme que anda à volta de espíritos. Tem alguns tropos comuns, cenas cliché, mas está bem conjugado, aliando aqueles pontos chave de um filme de terror com algum drama e novidade.  


Depois do que acabei de dizer, o segundo lugar deste TOP era um pouco óbvio. A saga Saw (vários realizadores, 2004-2010). Poderia escolher apenas um filme da saga, mas, para mim, ela funciona como um todo. Tenho que admitir que ainda não vi o último filme, mas não é por isso que deixo de considerar esta saga uma das minha favoritas. Neste caso temos um tipo de filme de terror bastante diferente de The Conjuring. Em vez de um filme que está ligado aos espíritos e/ou ao sobrenatural, temos algo mais "real", se assim podemos chamar. Não há fantasmas, não há nada do outro mundo, "apenas" um homem com uma mente muito retorcida que pensa que tem uma missão maior e que, por isso, tem o direito de torturar e matar pessoas que estão longe, a seu ver, de serem inocentes. Saw é um filme de gore, ou seja, que joga mais no visual violento, no sangue, tripas, morte - coisas "nojentas" explicitas.


Quanto ao terceiro lugar neste TOP, não foi fácil. E não foi por haver várias possibilidades que poderia adicionar, mas sim porque poucas - ou nenhumas - me pareciam suficientemente boas para considerar no TOP 3 de melhores filmes de terror. No entanto, tinha que escolher um e decidi apostar num clássico. Das Cabinet des Dr. Caligari (Robert Wiene, 1920) é, sem sombra de dúvida, um dos meus filmes favoritos da era do cinema mudo e entra nesta categoria de terror. Quem conhece o filme (ou se cuscarem imagens) conseguem ver algumas semelhanças entre o Cesare (a figura humanoide) e Edward de Edward Scissorhands, e a verdade é que foi, de facto, uma inspiração para esta figura (e não é à toa que ambos enquadram na categoria de "favoritos"). Mas voltando ao Caligari... Vi este filme numa cadeira da faculdade, anos depois de andar constantemente a dizer que gostava de ver o filme e deve ter sido das poucas memórias boas que o professor desta cadeira deixou em mim. É um filme do expressionismo alemão (convenhamos que fizeram grandes filmes na época!), que a par com Nesferatu (realizado 2 anos depois), cria o "terror" pelo jogo de luz e sombra e pelas expressões grotescas das personagens.

E vocês, gostam de filmes de terror? Qual é o vosso TOP 3 desta categoria? :)

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Especial Halloween | [Livro] O Lago dos Sonhos, de Juliet Marillier



Título Original: Dreamer's Pool
Título em Português: O Lago dos sonhos
Série: Blackthorn and Grim #1
Autor(a): Juliet Marillier
Editora: Planeta
Páginas: 448
Data de Publicação: 1 de Julho de 2015

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Sinopse:
Em troca de ajuda para escapar a um longo e injusto encarceramento, a amarga curandeira mágica Blackthorn jurou pôr de lado o seu desejo de vingança contra o homem que destruiu tudo o que lhe era querido. Seguida por um companheiro de clausura, um homem grande e silencioso chamado Grim, ela viaja para o norte, rumo a Dalriada. Aqui, viverá na orla de uma misteriosa floresta e terá de cumprir, durante sete anos, a promessa que fez ao seu libertador: aceder a todos os pedidos de socorro que lhe forem dirigidos.
Oran, príncipe herdeiro do trono de Dalriada, esperou com ansiedade a chegada da sua noiva, Lady Flidais. Conhece-a apenas por via de um retrato e da poética correspondência que trocaram entre si e que um dia o convenceu de que Flidais era o seu verdadeiro amor. Oran descobre, porém, que as cartas também mentem, pois, embora igual em aparência à imagem no retrato, a sua noiva vem a revelar-se uma mulher muito diferente da criatura sensível e sonhadora que escreveu aquelas cartas.
Nas vésperas do seu casamento, o príncipe não vê saída para a o seu dilema. Mas corre o rumor de que Blackthorn possui um dom extraordinário para a resolução de problemas espinhosos, e ele pede a sua ajuda. Para salvar Oran das suas insidiosas núpcias, Blackthorn e Grim vão precisar de todos os seus recursos: coragem, engenho, astúcia e talvez até um pouco de magia.

Opinião:
Começo por dizer que gosto muito da Juliet Marillier e adoro as capas dos livros dela! Esta autora consegue criar mundos incríveis de forma tão natural que nós não estranhamos nada nas suas criações paranormais. Este livro, no início fez-me alguma impressão, no bom sentido – se um livro nos faz sentir algo, se mexe connosco é porque está bem escrito. E porque é que me fez impressão? Porque este livro começa numa prisão e a descrição deste local é tão vívida que conseguimos ver o local e quem lá vive na perfeição.

Nesta prisão está a Lady, como Grim lhe chama, está então este homem chamado Grim (apenas assim tratado por Lady – normalmente chamada de “Megera” pelo seu encarcerador “Carrasco”, e pelos outros companheiros de prisão), está o “Lombriga”, o “Estrangulador”, o “Ova de Rã”, o “Baba” e mais uns quantos prisioneiros. Estas pessoas estão aqui presas porque se atreveram a desafiar (ou desagradar) Mathuin, o chefe daquela comunidade, que é um brutamontes, violador, entre muitas outras coisas.

Em paralelo com o que se passa nesta prisão, temos a história do Príncipe Oran, que está a ser forçado pelos pais a casar-se para continuar a linhagem real. Ele começa a corresponder-se com a Princesa Flidais e acaba por se apaixonar pelas suas cartas e pela cadelinha Bramble, que ela descreve como a sua amiga e companheira.

Voltando à história principal, Lady fica contente quando o dia da sua audiência e confrontação se aproxima, pois tem esperanças que o povo a oiça e acredite nela – o que nós suspeitamos desde o início que nunca iria acontecer. É neste ponto que aparecem os “Seres Encantados”.

Os seres encantados são, maioritariamente uma lenda – até que os vemos e apercebemo-nos que são reais. Conmael, um destes seres, aparece a Lady e diz-lhe que a ajuda a escapar daquela prisão se ela 1) viajar para norte, em direcção a Dalriada, 2) durante o caminho, ela tem de ajudar todos os que lhe peçam ajuda – o que ele diz que não será difícil pois Lady, agora com o novo nome de Blackthorn, era uma curandeira e agora voltará a sê-lo.

Quando escapa da prisão, Grim segue Blackthorn e acaba por se juntar a ela na sua missão, ainda que ele não goste (ou confie) nos seres encantados. É durante esta travessia que Blackthorn e Grim encontram a comitiva da princesa Flidais, que tinha sido convidada a visitar a corte de Oran, visita essa que decidiria se o casamento iria ocorrer ou não.

Depois disto tudo, torna-se difícil contar muito mais sem fazer spoilers muito grandes. Digamos que estes dois…amigos, se é que se podem caracterizar assim, fazem a sua viagem cumprindo as suas obrigações e acabam por descobrir uma cabana a precisar de muitas obras, que Grim vai reconstruir e que Blackthorn vai usar como casa onde vive e atende pessoas das aldeias próximas que precisem de ajuda.

Flidais e Oran, quando se conhecem, não se adoram, como esperado. E Bramble passou a odiar a sua dona e adora Oran. O porquê disto ter acontecido é O grande spoiler e está ligado ao título do livro.

Blackthorn salva várias pessoas, com a ajuda de Grim e o livro acaba com estes dois a fazerem uma equipa que mostra o quão importante eles são um para o outro. Mal posso esperar para saber qual será a próxima aventura de Blackthorn e Grim.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Especial Halloween | [Filme] The Conjuring, de James Wan



Título Original: The Conjuring
Título em Português: A Evocação
Realização: James Wan
Argumento: Chad Hayes, Carey Hayes
Elenco Principal: Patrick Wilson, Vera Farmiga, Ron Livingston
Ano: 2013 | Duração: 112min

Sinopse:
Baseado num caso real The Conjuring - A Evocação conta a emocionante história dos investigadores do paranormal Lorraine e Ed Warren (Vera Farmiga e Patrick Wilson), que ajudaram uma família que vivia aterrorizada por um espírito maligno na sua misteriosa e isolada quinta.

Opinião:
Quem me conhece sabe que um dos meus géneros cinematográficos favoritos é, precisamente, terror, mas consigo contar pelos dedos de uma mão os filmes que me fizeram ficar com medo – e ainda me sobram dedos. The Conjuring entra, definitivamente, para essa lista.

Eu gosto de filmes que mexam comigo – de todas as formas e feitios – e os filmes de terror, exploram os nossos medos, as nossas reacções, envolve uma descarga de adrenalina incrível – mas isto apenas se o filme for realmente bom. O que na maioria das vezes não acontece; pelo menos, não comigo.

The Conjuring começa por dizer que é baseado em factos reais – só por si, já cria uma aura diferente em relação as circunstancias do filme, mas convenhamos que ultimamente muitos dos filmes de terror dizem ser baseados em situações reais, no entanto, não existe aquele sentimento de terror; às vezes, são apenas ridículos e absurdos. Mas The Conjuring tem o poder de nos submergir de tal forma no filme e criar uma ligação com as personagens que o terror por que passam, nós também o sentimos.

Neste tipo de filme, talvez mais do que outros géneros de filmes, joga muito com o som. Não necessariamente com a banda sonora no sentido de músicas e coisas assim, mas sim no sentido de som de ambiente: o roçagar, o uivar do vento, o ranger dos tubos e do chão, o chiar das portas a abrir e a fechar, etc. Sem dúvida, que neste filme, foi fulcral para criar a ligação entre filme e espectador.


The Conjuring começa, nos anos 60, com os relatos de umas jovens sobre a boneca Annabelle e os seus estranhos comportamentos sobrenaturais – se estavam à espera de mais tempo de antena da boneca, têm que ver o filme Annabelle que saiu um ano depois, a contar a história exclusiva desta (e que eu também quero ver e haverá, na altura, crítica aqui no blog) – ao casal investigador de eventos sobrenaturais: Ed e Lorraine Warren.

Avançamos meia dúzia de anos e estamos, finalmente, na altura em que se passa o enredo principal deste filme: anos 70. A família Perron muda-se para uma casa velha que conseguiu comprar num leilão do banco e coisas estranhas começam a acontecer – não vou avançar mais nesse aspecto porque acho que é importante seguir a estória vendo o filme. Mas deparando-se com acontecimentos assustadores, que não conseguem explicar, Carolyne e Roger Perron decidem assistir a uma conferência dada pelo casal perito em coisas sobrenaturais e pedir para os ajudar. Se até aqui já tinham acontecido situações arrepiantes, é neste momento que o filme ganha uma intensidade violenta – tanto num aspecto mais psicológico como físico.


Fui surpreendida com este filme, não estava à espera que me afectasse da forma como afectou o que, para mim, é sinal de que atingiu o seu objectivo. Conseguiu deixar-me ansiosa, assustada e com os níveis de adrenalina provocados pelo medo muito acima do normal. Sem dúvida, um dos poucos filmes de terror que recomendo.


domingo, 4 de outubro de 2015

Especial Halloween | [Livro] Fairy Keeper, de Amy Bearce



Título Original: Fairy Keeper
Título em Português: --
Série: World of Aluvia #1
Autor(a): Amy Bearce
Editora:Curiosity Quills Press
Páginas: 238
Data de Publicação: 5 de Março de 2015

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Sinopse:
Forget cute fairies in pretty dresses. In the world of Aluvia, most fairies are more like irritable, moody insects. Almost everyone in the world of Aluvia views the fairy keeper mark as a gift, but not fourteen-year-old Sierra. She hates being a fairy keeper, but the birthmark is right there on the back of her neck. It shows everyone she was born with the natural ability to communicate, attract, and even control the tiny fairies whose nectar is amazingly powerful. Fairy nectar can heal people, but it is also a key ingredient in synthesizing Flight, an illegal elixir that produces dreaminess, apathy and hallucinations. She’s forced to care for a whole hive of the bee-like beasties by her Flight-dealing, dark alchemist father.Then one day, Sierra discovers the fairies of her hatch are mysteriously dead. The fairy queen is missing. Her father’s Flight operation is halted, and he plans to make up for the lost income by trading her little sister to be an elixir runner for another dark alchemist, a dangerous thug. Desperate to protect her sister, Sierra convinces her father she can retrieve the lost queen and get his operation up and running.The problem? Sierra’s queen wasn’t the only queen to disappear. They’re all gone, every single one, and getting them back will be deadly dangerous. Sierra journeys with her best friend and her worst enemy -- assigned by her father to dog her every step -- to find the missing queens. Along the way, they learn that more than just her sister’s life is at stake if they fail. There are secrets in the Skyclad Mountains where the last wild fairies were seen. The magic Sierra finds there has the power to transform their world, but only if she can first embrace her calling as a fairy keeper.

Opinião:
Mais um livrinho para o desafio Faerie - vão saber o que é no fim do mês.

Tenho-me apercebido que há muito por onde pegar no que toca a fadas. Neste livro, o tema é tratado de maneira um pouco diferente daquela a que talvez estejamos habituados.

Aqui temos Sierra, uma fairy keeper, que vive com o pai, Jack, e a irmã, Phoebe.

O pai destas duas raparigas é um alquimista negro e além disso trata as filhas abaixo de cão, sendo que elas estão vivas por uma simples razão: apenas Sierra pode recolher o néctar que as suas fadas fazem, para que o pai possa fazer uma droga que vende a altos preços. E como Sierra protege acima de tudo a irmã, que é uma menina querida, muito inocente e que tenta ver o bem em todos, as duas vão sobrevivendo.

O melhor amigo de Sierra é o jovem Corbin, também um fairy keeper. Mas estes dois fairy keepers são bastante diferentes: Sierra passa a maior parte do livro chateada com a sua situação como fairy keeper enquanto que Corbin adora tratar das suas fadas. Para Sierra, o problema é que nunca teve escolha: um fairy keeper é marcado à nascença, com uma marca que aparenta ser asas. A partir desse momento, uma rainha das fadas pode ir ter com um fairy keeper e escolhê-lo como o seu fairy keeper – este deve construir-lhe uma casa, para que ela e as suas fadas possam viver e produzir o seu néctar – muito como o apicultor que cuida da sua colmeia.

Sierra, como disse, nunca se sentiu perto da sua rainha, apesar de saber que elas (a rainha e as suas fadas) não gostavam que ela lhes tirasse o seu néctar, não só por saberem que este néctar era usado para o mal, mas também porque as próprias fadas precisam do néctar para sobreviver – e não só, mas isso seria spoiler.

O problema é quando Sierra descobre que as suas fadas morreram e que a sua rainha desapareceu, tudo muda. Jack vende Phoebe a um comerciante que lhe comprava os elixires (a droga), pois já não tem o néctar para assegurar a produção prometida. Sierra consegue convencer o pai a manter a irmã em casa durante um mês, no qual ela se compromete a ir à procura da sua rainha que ela, muito originalmente, chama Queen.

Nesta viagem, Sierra vai acompanhada de Corbin, cujas fadas também morreram e cuja rainha também desapareceu, e de Nell, uma rapariga que trabalha para o pai de Sierra.

A relação entre cada uma destas personagens vai sendo explorada ao longo do livro, assim como a relação do grupo como um todo. A imagem que temos das fadas e do mundo mágico também vai mudando e além das aventuras por que este grupo vai passar, há também algum romance à mistura.

O final foi das melhores partes, não o fim exactamente, mas a parte final do livro, em que percebemos o porquê das mortes, o que anda a acontecer com a magia, etc. Nessa parte, acho que o livro subiu para as 3.5*, mas como um todo não atingiu exactamente esse patamar.

Gostei bastante do paralelo que podemos fazer com facilidade entre o mundo mágico que a autora criou e o nosso mundo actual, os problemas que existem naquele mundo existem no nosso, e não vou dizer mais se não estrago o fim do livro.

Acho que terá continuação, e se assim for, vou querer ler o próximo.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

[Passatempo] Vencedor do Especial 250 Likes


O nosso segundo passatempo chegou ao fim e já temos o nome de quem vai receber em casa este marcador adorável do Ternuras para as Leituras. E queremos desde já agradecer à página Ternuras para as Leituras por ter tornado este passatempo possível. Obrigada também a todos os que participaram neste nosso passatempo, aos já nossos seguidores e aos novos. :) Esperamos que gostem de andar por cá.


Agora vamos ao que interessa, saber quem vai receber este prémio. Mas ainda antes disso, infelizmente tivemos várias participações inválidas. Fomos avisando no Facebook para terem atenção às regras - que eram bem explicitas -, mas mesmo assim houve alguns erros e não cumprimento das regras, tal como estava descrito claramente aquelas que não seguissem as regras não seriam contadas e assim fizemos.

E agora sim...

PARABÉNS Cecília Pereira!! 

Já te enviámos um email no qual pedimos que nos envies os teus dados para que recebas este miminho em tua casa. Tens 48 horas para responder ao email. Se ao fim deste tempo não recebermos nenhuma resposta, iremos sortear novo vencedor.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Pôr as mãos na massa [Outubro]



Setembro terminou e Outubro começa em grande. Como vão poder ver mais abaixo as coisas neste mês que hoje se inicia serão ligeiramente diferentes. No entanto temos aqui o resumo do que andamos a fazer em Setembro e vejam também o que estamos a preparar para este especial mês de Outubro. ;)

O que se fez em... Setembro


Carla D.

Joana V.


Propostas para... Outubro

Como podem ver, o blog está com cara nova. E este mês será diferente do que temos andado a fazer até agora. Outubro é mês de.... Halloween! E por isso, Outubro será um mês dedicado a esse tema e terá várias coisas especiais a acontecer. Não vamos fazer uma lista de propostas como é comum na rubrica Pôr as mãos na massa, porque queremos que Outubro seja especial e uma surpresa para todos. Mas podem contar com novidades e as críticas do costume, maioria delas dedicadas a este Especial Halloween. :)