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terça-feira, 15 de março de 2016

[Livro] Um Duque Glorioso, de Sarah MacLean

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Título em Português: Um Duque Glorioso
Série: The Rules of Scoundrels #3
Autor(a): Sarah MacLean
Editora: Topseller
Páginas: 368
Data de Publicação: 15 de Fevereiro de 2016

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Sinopse:
Há doze anos, William Morrow era Marquês de Chapin e herdeiro do ducado de Lamont. Mas, depois de ser injustamente acusado de matar Mara, passaram a chamar-lhe o Duque Assassino. Libertado por falta de provas, William mudou o nome para Temple, e reina hoje sobre os recantos obscuros de Londres como um dos sócios do Anjo Caído, o clube de jogo mais famoso da cidade. Quando Mara regressa inesperadamente do mundo dos «mortos», devolve-lhe a tão desejada esperança de absolvição. Só que Mara esconde um segredo cruel: ela regressou apenas para poder salvar o próprio irmão da ruína do jogo, e o que oferece a Temple não é mais do que uma chantagem disfarçada de redenção. Temple irá precisar de todas as suas forças para resistir à tentação de se apaixonar por esta mulher que lhe roubou tudo no passado, e que parece disposta a arriscar tudo em nome da família. Mas será que a própria Mara conseguirá fugir ao caminho do amor verdadeiro?

Opinião:
Tenho gostado desta série – do segundo mais que do primeiro e, novamente, do segundo mais que do que este terceiro.

Temple sempre me atraiu pela razão de ser um dos sócios do clube d’O Anjo Caído que, por escolha própria, lutava num ringue. Certamente que alguns dos homens mais ricos de Londres poderiam contractar os seus próprios pugilistas. E porquê o nome Temple (templo)? Era algo misterioso – não tão misterioso como Chase, mas isso é outra história.

Temple foi desgraçado há 12 anos, quando foi acusado da morte de Mara Lowe, a mulher que ia casar com o seu pai. É por causa dela que Temple tem a vida que tem – o bom e o mau. Chamam-lhe o Duque Assassino.

Mara não foi das minhas personagens favoritas – sim, geria um orfanato e adorava as crianças e a Lavender (a porquinha de estimação) mas não gostei particularmente das suas atitudes. O Temple não era um homem mau, nunca deixaria crianças passar fome, como se vê pelas suas atitudes desde o início.

Ela foi…quase cruel com ele, ela que devia pedir desculpas pelo que fez no passado, não teve a coragem de ficar e pedir desculpas, fugia sempre…até ao final.

A história em si está bem pensada e, como já nos habituámos nos livros anteriores, rápida e interessante, mas tem alguns pontos que não fazem muito sentido. Apesar de tudo, foi uma leitura agradável, com uma escrita fácil. Mesmo com personagens que deixavam algo a desejar, gostei do livro. E estou ansiosa por ler a história de Chase – as expectativas são altas, espero não me desiludir.

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