Capa mais deliciosa: A capa orginal (a da esquerda)
Porquê? Carla: Apesar de não ser fã de nenhuma das capas, acho a original (a da esquerda) bem mais apelativa e agradável que a capa nacional.
Joana: Gosto bastande das duas capas. A original tem tons verdes e fluídos de que gosto e a portuguesa vai por tons mais cor-de-rosa e tem uma leitora na capa, o que é um ponto a favor! Mantendo-se no mesmo género das outras capas, a portuguesa pode não dar logo a entender que é um romance histórico (excepto pelo título), enquanto que a original é facilmente reconhecível como romance de época. No fim, acabo divida entre as duas capas...
E vocês, qual a vossa favorita?
The most delicious cover: The original cover (the one on the left)
Why? Carla: I'm not fan of either cover, but I think the original cover (the one on the left) is more appealing and pleasing to the eye than the Portuguese cover.
Joana: I really like both covers… The original has fluid green tones that I like and the Portuguese cover has more a pink shade and, of course, a reader on the cover which is a point for them! The Portuguese cover maintains the same type of cover has the other ones in this series, and you might not be able to tell right away that it’s an historical romance (except for the title), whereas the original cover is easily recognizable as a historical romance. In the end, I’m torn between both covers....
Porquê? Carla: Não gosto de nenhuma das capas. A capa nacional ficaria à frente se não tivessem decidido colocar o título dentro de um bloco de cor sólida.
Joana: Gosto das duas capas. A original, mantém-se dentro do género das capas inglesas e americanas de romances históricos, mas não é tão exagerada como algumas em que temos os modelos quase despidos. Já a portuguesa mantém uma elegância e uma sedução que prefiro à original. Chama-me mais à atenção e acabo por a achar mais bonita.
E vocês, qual a vossa favorita?
The most delicious cover: The Portuguese cover (the one on the right)
Why? Carla: I don't like any of the covers. I would prefer the Portuguese cover, if they haven't decided to put the title in a solid coloured box.
Joana: I like both covers. The original one follows the typical American and English historical romance covers, but is not as exaggerated as some covers that show the models almost naked. The Portuguese cover, on the other hand, has an elegance and a touch of seduction that I prefer. It catches my eye more easily and I end up finding it more beautiful.
Capa mais deliciosa: A capa nacional (a da direita)
Porquê? Carla: Para ser sincera, não gosto de nenhuma das capas. Mas tendo que escolher diria a capa nacional, sendo que tens cores mais agradáveis e neutras.
Joana: Adoro a capa portuguesa. Os tons em creme, a beleza intemporal. Os pormenores do fundo que me fazem lembrar os palácios e casas históricas. A beleza de como todo o enquadramento está feita. É uma capa que prima por não ter muito – tem exactamente o suficiente e chama a atenção. A capa original, por outro lado, acaba por ser mais uma entre muitas deste género literário, e perde por isso mesmo. Gosto do vestido azul, mas já a letra utilizada tanto para o nome da autora como para o título não são das que mais gosto. Resumindo, prefiro a portuguesa.
E vocês, qual a vossa favorita?
The most delicious cover: The Portuguese cover (the one of the right)
Why? Carla: To be entirely honest, I don’t like any of the covers. But if I had to choose one I’d say the Portuguese cover, since it has more neutral and pleasing colours.
Joana: I love the Portuguese cover. The crème shape, the timeless beauty. The details on the back remind me of palaces and historical houses. The beauty of the how the framework is done. It’s a cover than doesn’t have too much on it – it has just enough to catch our eye. The original cover, on the other hand, ends up being just one more between many of this literary genre – and it falls short exactly because of it. I like the blue dress, but not the font used both on the title and the author’s name. In short, I prefer the Portuguese cover.
Título em Português:Triunfo da Amante Série: Fairbourne Quartet #3 Autor(a): Madeline Hunter Editora: Edições ASA Páginas: 336 Data de Publicação: 15 de Novembro de 2016
Sinopse:
Na alta-roda londrina, ninguém pode acusar Marielle Lyon de falta de elegância. Muito pelo contrário. A jovem refugiada francesa está na penúria mas mantém uma invejável pose de distinção e graça. Ela diz ser sobrinha de um aristocrata mas a sua chegada a Londres está envolta em mistério. E ainda para mais, parece divertir-se imenso com os boatos que a acusam de ser espia. Afinal, quanto mais a vigiarem, mais protegida estará para levar a cabo a sua missão secreta.
E entre os muitos olhos que a observam, estão os de Gavin Norwood, visconde Kendale, que esteve na guerra e desconfia dos Franceses… e também das femmes fatales. Está convicto – e com razão – de que Marielle é muito mais do que aparenta ser. Mas a astuta emigrée revela-se uma adversária à sua altura. Para a desmascarar, Gavin vai ter de recorrer a todas as armas do seu arsenal… incluindo a sedução…
Opinião:
Este livro foi lido durante Janeiro e terminado no início de Fevereiro, por isso admito que os pormenores da história já não estão frescos na minha memória. Críticas com mais urgência passaram à frente mas ele não foi esquecido.
Triunfo da Amante é o terceiro livro do Quarteto Fairbourne. Já antes de ter conhecido a autora, Madeline Hunter, que os seus livros eram de compra automática para mim – ainda mais depois de ter o privilégio de jantar com ela.
Gosto particularmente que Madeline, como outras autoras de romances históricos por vezes fazem, faça pequenos cameos de personagens dos livros anteriores no livro corrente. Neste caso, a personagem principal é Marielle Lyon, amiga de Emma e Cassandra (personagens principais do primeiro e segundo livro, respectivamente) – e estas fazem pequenas aparições no livro, o que me dá imenso prazer ler.
Marielle é uma personagem interessante. Manipuladora, ela consegue que as coisas corram como ela quer – até que elementos estranhos entram em acção e tudo muda. Já Gavin Norwood, visconde Kendale, sempre desconfiou dela. Mas aprende que atrás da fachada que ela mostra ao mundo (ou tem de mostrar, na realidade), há uma verdade bem diferente.
Ambos têm um sentido de honra e amor filial bastante forte e esse é um dos grandes motores da história – além de, claro, o romance que se desenvolve entre o casal.
Não querendo estragar o fim a ninguém, digo apenas que este livro inclui aventuras e algum mistério, com amor e dúvidas à mistura. Sem dúvida uma continuação digna do Quarteto Fairbourne.
A refugee from the war in France, Marielle Lyon has established herself at the fringes of London society. Claiming to be the niece of an executed aristocrat, Marielle welcomes the gossip that she is a spy. The more eyes she has watching her, the better protected she is—and the better chance she has of saving her father’s life.
A warrior at heart, Alban Norwood, Viscount Kendale, would still be in uniform if not for his older brother’s untimely death. After all he’s seen, Kendale doesn’t trust the French—or their femmes fatales. He has set up a surveillance network to ferret out undercover agents, and he believes he’s found one in the delicate, mysterious Marielle.
Ready to pounce on his tempting prey, Kendale arranges a meeting with Marielle, who is more beautiful and more cunning than he anticipated. But the Viscount is ready to do whatever it takes to unmask her—even if it means playing a game of seduction…
Review:
This book was read during January and finished in the beginning of February, so I’ll admit that most details aren’t exactly still fresh in my memory. Some reviews with more urgency came ahead, but this book wasn’t forgotten.
The Counterfeit Mistress is the third book of the Fairbourne Quartet. Even before meeting Madeline Hunter, her books were auto-buy books – now even more, after having the privilege of dining with her.
I really like that Madeline, like some others historical romance authors do, writes little cameos for characters of previous books. In this case, the main character is Marielle Lyon, friend of Emma and Cassandra (the main characters of book one and two of the Fairbourne Quartet, respectively) – and they make small appearances in the book, which gave me immense pleasure.
Marielle is an interesting character. Manipulative, she can make things go her way, until the day strangers appear and everything changes. Garvin Norwood, Viscount Kendale, always suspected Marielle. But he’ll learn that there is more to her than the front she shows the world (or that she has to show, to be honest).
Both of them have a big sense of honour and filial love, and that’s one of the things that drives this book – apart from the romance between the main couple, of course.
I don’t want to spoil it for anyone, so I’ll just add that this book has adventure and mystery, with love and doubts mixed in. Definitely a worthy continuation of the Fairbourne Quartet.
Título em Português: O Desejo de Lady Cassandra Série: Fairbourne Quartet #2 Autor(a): Madeline Hunter Editora: Edições Asa Páginas: 336 Data de Publicação: 19 de Abril de 2016
Sinopse:
O nome de Lady Cassandra Vernham é sinónimo de escândalo entre a alta-sociedade. Espantosamente, a jovem teve o descaramento de recusar o pedido de casamento do barão Lakewood, o homem que comprometeu a sua reputação. Abandonada pela família, Cassandra vê-se obrigada a vender em leilão os únicos bens que lhe restam. Mas a sorte não está do seu lado, pois as suas jóias mais valiosas são arrematadas mas não são pagas. O visconde Ambury não tem a mínima intenção de pagar a Cassandra. Para além de desconfiar que as joias são roubadas, nutre pela jovem um ódio tremendo, uma vez que a julga responsável pela morte do seu amigo Lakewood. Mas nem mesmo esse rancor trava a sua embaraçosa imaginação. Para mal dos seus pecados, Ambury não consegue impedir-se de a desejar, de sonhar com ela na sua cama, a realizar as suas fantasias mais ousadas. O convívio constante dos dois, porém, revela-se fatal. As chamas provocadas pelos seus confrontos vão iluminar segredos obscuros que alterarão as suas vidas para sempre.
Opinião:
Fiquei com alguns sentimentos contraditórios relativamente a este livro. No general, foi um bom livro, e a história, como a maioria dos livros da Madeline Hunter, apelativa.
No primeiro livro desta série, Cassandra foi uma personagem divertida (senti falta disso neste livro) e forte, sempre disposta a ajudar a sua amiga Emma, agora Condessa de Southwaite. Quando não era condessa, não parecia haver qualquer problema com o facto de Emma se dar com Cassandra, mesmo que esta não tivesse a melhor das reputações, mas agora é esperado da jovem condessa que esta se dê apenas com as melhores companhias. O que leva a que o conde de Southwaite tente ajudar Cassandra a reabilitar a sua reputação, de modo a que as duas mulheres possam continuar amigas sem que nenhuma sofra repercussões sociais.
Southwaite e os seus amigos, Kendale e o visconde Ambury, entre outros, não têm a melhor das impressões sobre Cassandra pois acreditam ter sido por causa desta que o seu melhor amigo, Lakewood, teria morrido num duelo, supostamente a defendê-la, mesmo após esta ter recusado casar com ele.
O início do romance não me pareceu muito credível, a maneira como Cassandra e Ambury ultrapassam os seus problemas... Mas a parte mais sensual e vê-los agir mais como um casal até foi giro.
Houve um enredo de jóias e roubos, com dramas familiares à mistura, com supostos mistérios (fáceis de descobrir), mas que nos deram mais conhecimentos sobre as personagens que compõe a família e amigos de Cassandra, e o porquê de alguns agirem como agem.
Resumindo, gostei mais do primeiro livro do que deste, mas planeio continuar a ler a série.
Title: The Conquest of Lady Cassandra Serie: Fairbourne Quartet #2 Author: Madeline Hunter Publisher: Edições Asa Pages: 366 Publication date: April 19th 2016
Synopsis:
HER PRIDE. HIS PREJUDICE. THEIR PASSION.
As headstrong as she is beautiful, Lady Cassandra Vernham defied convention when she refused to marry the man who had compromised her. Now, estranged from her family, Cassandra struggles to make ends meet. A recent auction of her jewels has brought her a modicum of relief, but one of the most valuable lots was never paid for by the highest bidder: handsome, rakish Viscount Ambury. Cassandra needs that money badly, and not to buy a new hat. Ambury has only to look at Cassandra to begin imagining her in his bed… He has not settled that outstanding debt for a reason. He suspects that the expensive baubles were stolen, perhaps even by Cassandra herself. Erotic fantasies about her notwithstanding, the vixen is not to be trusted, for she has already destroyed his good friend—the man she refused to marry who later lost his life in a duel, which Ambury suspects was fought over Cassandra. But nothing is as it seems… As the seductive lord and the scandalous beauty are drawn together, the passion that flares between them will illuminate shocking secrets that will change both their lives forever…
Review:
I had some mixed feelings about this book. In general, it was a good book, and the story, as most Madeline Hunter’s books, was appealing.
In the first book of this series, Cassandra was a fun character (I missed that in this book) and strong, always willing to help her best friend, Emma, the now countess of Southwaite. When she wasn’t a countess, there wasn’t really a problem that these two ladies were friends, but now it is expected that the countess ends this friendship, so that her social circle don’t complain about her friend’s reputation and, because of it, hers. This leads to Southwaite trying to help rehabilitate Cassandra’s reputation, so that his wife can keep her friendship and not suffer any social repercussions.
Southwaite and his friends, Kendale and the Viscount Ambury, among others, never had the best impressions about Cassandra because they believed that it was because of her that their friend Lakewood was killed in a duel, supposedly defending her honour, even though she had refused to marry Lakewood.
The beginning of the romance didn’t sound very believable, the way Cassandra and Ambury overcome their problems… But the sexiness, the way they started to act after being a couple, that was cute.
There was a plot concerning jewellery, robbery, family drama and mysteries (which were rather easy to find out), that gave us information about the other characters in Cassandra and Ambury’s family and friend circle, and why some acted the way they did.
In short, I liked the first book better than this one, but I still want to read the other books in this series.
Título Original: The Surrender of Miss Fairbourne Título em Português: O Plano de Miss Fairbourne Série: O Quarteto Fairbourne #1 Autor(a): Madeline Hunter Editora: Edições Asa Páginas: 416 Data de Publicação: 6 de Setembro de 2015
Sinopse:
Um negócio gerido por uma mulher? Em 1798? Parece impossível! Mas é esse mesmo o plano de Emma Fairbourne após a morte do pai. Apesar de saber que se trata de uma jogada arriscada, ela está disposta até a contratar um belo e encantador homem para servir de disfarce, tudo para manter vivo o legado da leiloeira Fairbourne’s...
Só que o patriarca Maurice Fairbourne tinha um sócio desconhecido, Darius, o Conde de Southwaite. Darius é um homem habituado a ter o que quer e sem o menor interesse em gerir uma leiloeira, muito menos uma (desconfia ele) envolta em escândalos que poderiam arruinar a sua reputação. Não contava era com a vontade férrea de Emma, cuja frontalidade é simultaneamente exasperante e sensual. Darius decide tentar então uma nova abordagem, que não só fará com que ela se renda a ele, mas proporcionará imenso prazer a ambos...
Opinião:
Mais um livro da Madeline Hunter para a colecção. Gosto muito da escrita desta autora, e este livro manteve a qualidade a que me habituei, com uma capa de cores suaves e sedutora.
A história traz-nos uma premissa invulgar, uma mulher a tentar gerir uma leiloeira numa época em que não se viam mulheres a gerirem algo que não fosse a sua própria casa.
Uma das partes que mais gostei foi quando a Emma Fairbourne, após despedir um empregado de quem não era particularmente fã, decide, com a ajuda da sua melhor amiga Cassandra (que tem um passado e família algo duvidosos, ligado à prostituição/sedução) escrever um anúncio para um empregado que mais parece…bem, mais parece alguém que ela queria que lhe aquecesse a cama à noite e não alguém que fosse ser apresentado aos nobres da sociedade londrina que estivessem interessados em artigos que a leiloeira vendesse.
Este anúncio acaba por gerar alguma tensão extra entre Emma e o nosso protagonista masculino, Darius. Como sócio silencioso (alguém que não dá a cara numa parceria), Darius tenta não se meter demasiado nos negócios da leiloeira, mas quando percebe que Emma vai tomar o controlo e começa a contratar empregados de uma maneira pouco convencional, ele percebe que algumas coisas terão de mudar.
O problema aparece quando se percebe que a leiloeira não era tão legal quanto devia ser – algo que suspeitamos desde o início mas Emma não sabia e Darius apenas suspeitava que poderia existir ali algo que não devia lá estar.
Com uma intriga interessante, personagens cativantes e que nos deixam a querer mais e mais, O Plano de Miss Fairbourne leva-nos de volta ao glamour e enredo a que Madeline Hunter já nos habituou, com todos os toques necessários para uma leitura agradável e momentos bem passados, com sorrisos e exclamações de contentamento.