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quarta-feira, 17 de maio de 2017

[Entrevista] Madeline Hunter


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Olá olá! Este mês temos uma entrevista à incrível autora Madeline Hunter, uma autora que a Joana já teve o prazer de conhecer em pessoa, e que já nos deu goodies que nos permitiram fazer passatempos para vocês! Como o seu mais recente livro vai sair no dia 30 de Maio (lá fora, por Portugal ainda não temos data) achámos que seria interessante fazer agora esta entrevista.

Todas as críticas e rubricas ligadas aos livros de Madeline Hunter podem ser encontradas aqui, assim como a opinião do mais recente livro The Most Dangerous Duke.


Primeiro que tudo, queremos agradecer à Madeline Hunter por ter respondido às nossas questões, e por ser uma pessoa incrível e uma extraordinária escritora. Os seus livros fazem parte dos livros a não perder para os fãs de romances históricos, como a Joana. E agora, sem mais delongas, vamos à entrevista! :)


1) Para aqueles que estão a ler o seu nome pela primeira vez, qual é a coisa mais importante que gostaria que eles soubessem?
Escrevo romances históricos. A maioria ocorre no século XIX, mas algumas das minhas primeiras obras eram romances medievais. A maioria das minhas personagens vive em Inglaterra, apesar de em alguns livros viajarem pela Europa. Nem todas as minhas personagens são inglesas – ou completamente inglesas. O meu herói em The Most Dangerous Duke é meio frânces. Tenho até uma heroína que é meia portuguesa (Os Pecados de Lord Easterbrook).
Penso que os leitores deveriam saber que o que acontece nos meus livros é sensual e que não “fecho a porta do quarto”. Não quereria que alguém “caísse” nessas cenas sem saber que elas faziam parte do livro. Todos os meus livros têm enredos ricos, com intriga ou mistério a acompanhar os romances.

2) Se um(a) leitor(a) vai começar a ler os seus livros, qual recomendaria primeiro?
Difícil. Depende verdadeiramente daquilo que gostam de ler. Aventuras? Então O Triunfo da Amante. Casamentos arranjados? Qualquer coisa desde o meu primeiro livro Casamento de Conveniência ao The Wicked Duke (ainda não publicado em português). Talvez o melhor seria começar pelo meu primeiro romance da época da Regência. O Sedutor. Daniel St. John continua a ser um favorito entre leitores, e a Diane é uma heroína muito distinta.

3) Escreve romances históricos. É este o seu género favorito para leituras também? Ou prefere ler algo diferente? Quais os seus autores favoritos?
Leio todo o tipo de romances, mas os históricos continuam a ser os meus favoritos. Também leio ficção histórica, livros de história, biografias e mistérios. Nunca nomeio autores favoritos porque de certeza que vou deixar alguém que admiro de fora, e podem sentir-se tristes por não serem escolhidos.

4) O seu dia-a-dia influencia a sua escrita? O que a inspira a escrever?
A minha vida diária não influencia a minha escrita directamente, apesar de achar que todos os escritores retiram algo da sua experiência. Há muito de mim nos livros, sem duplicarem experiências específicas. Por exemplo, se estiver a escrever uma cena e a personagem reage a algo – essa reacção seria provavelmente a minha reacção. Em termos de enredo, penso que o facto de ser historiadora de arte afecta de algum modo as minhas histórias, pela maneira como as descrevo, influenciadas por certos estilos de pintura.

5) Vê-se a si própria em alguma das suas personagens? Alguma vez criou uma personagem com base em alguém que conhece?
É muito raro basear uma personagem em alguém, mas já aconteceu. Duas vezes que identifico com facilidade e provavelmente mais do que isso. Vejo-me em todas as personagens, o que é estranho. Mesmo os homens. Mesmo os vilões. Mas nenhuma das minhas heroínas é “eu”, se é que isso faz sentido.

6) De onde vêem as suas ideias? Escreve pontos de um enredo ou prefere ver onde uma ideia a leva? Usa imagens para se basear em personagens ou cenários?
Trabalho sempre as minhas ideias para ter a certeza que há ali um livro. Se não arrisco-me a escrever 200 páginas e no fim dizer “OOPS, não há nada mais a fazer com esta ideia!”. As minhas ideias vêem de todo o lado. Às vezes é algo que vejo ou testemunho uma situação que me dá uma ideia, outras vezes é só a minha imaginação. Não escolho caras que identifico com as minhas personagens, mas costumo desenhar as salas, os edifícios e terrenos, e coisas parecidas, de modo que mova as minhas personagens através dos espaços de forma coerente.

7) Parabéns pelo seu novo livro The Most Dangerous Duke in London. Diga-nos um pouco sobre ele.
Este é o primeiro livro de uma série, por isso parte é uma introdução dos leitores ao mundo desta série e às suas personagens. O enredo é sobre um homem que herda o seu título depois do seu pai se suicidar. Ele vai para França e o livro começa com o seu retorno a Inglaterra depois de cinco anos, pronto a assumir a sua vida e deveres, mas também para descobrir a verdade dos rumores que levaram à morte do seu pai. Quando conhece a filha mais velha do homem que provavelmente era seu inimigo, as coisas complicam-se. Portanto é uma história de vingança combinada com o que chamado enredo de “de inimigos a amantes”.

8) O que nos fará apaixonar por Adam Penrose? E qual a sua característica favorita de Clara Cheswick?
Adam é, claro, lindo e encantador, mas também está ferido e tem um lado negro. Ele é muito persistente no que respeita a Clara. Clara é inteligente e independente, e não ature tolices de ninguém, especialmente de homens. Ela é muito centrada e sabe bem o que quer.

9) Tem alguma citação favorita do livro The Most Dangerous Duke in London?
Tenho várias, mas esta cena mostra como a relação de Adam e Clara passa de uma mera atracção a amor, e como uma história com humor e personagens a “picarem-se” consegue ter também emoções profundas:
“I have thought since I first met you that you carried a darkness in you,” she said. “ Something that made you brood. Just now, while we were together in pleasure, I was spared even the slightest touch of grief for the first time in six months. It seemed to me that perhaps the darkness lifted in you too, for a while. If so, I am glad.” It had lifted, in ways it never had in France no matter whose bed he shared. That she had noticed impressed him. That she was glad for it touched him.

10) O que se segue? Sabemos que The Most Dangerous Duke in London é parte de uma série. O que nos pode dizer sobre os próximos livros?
O segundo livro chama-se A Devil of a Duke e é o que estou a escrever agora. O Duque de Langford (Gabriel) é o mais irreformável dos duques, dado a vinho, mulheres e canções. Ele fica intrigado com uma mulher que conhece num baile e cuja identidade lhe é desconhecida. Esta mulher pede-lhe ajuda mas não pode arriscar que ele descubra a sua identidade.
Já o livro três, a história do Duque de Brentworth – ainda estou a meditar sobre ela.


Obrigada por se ter juntado a nós!
Obrigada por me terem.


Madeline Hunter
Madeline Hunter publicou o seu primeiro romance em Junho de 2000. Desde então, já publicou vinte e quatro romances históricos e uma novela, e os seus livros foram traduzidos em doze línguas. Mais de seis milhões dos seus livros estão impressos. Foi finalista do prémio RITA (da Romance Writers of America) sete vezes, e ganhou-o duas vezes (com Stealing Heaven em 2003 e Lessons of Desire em 2008). Vinte e três dos seus livros fizeram parte da lista USA Today, e teve também títulos na lista impressa do New York Times, do Publishers Weekly e da lista de ficção da Waldenbooks. Recebeu críticas literárias de duas estrelas pela Publishers Weekly e Romantic Times deu a vinte e dois dos seus livros 4.5 estrelas. Madeline tem um doutoramento em História de Arte e ensina a nível universitário. Actualmente vive na Pensilvânia com o seu marido e dois filhos.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

[Livro] The Most Dangerous Duke in London, de Madeline Hunter

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Título em Português:--
Série: Decadent Dukes Society #1
Autor(a): Madeline Hunter
Editora: Zebra
Páginas: 304
Data de Publicação: 30 de Maio de 2017

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Sinopse:
NOTORIOUS NOBLEMAN SEEKS REVENGE
Name and title: Adam Penrose, Duke of Stratton.
Affiliation: London’s elite Society of Decadent Dukes.
Family history: Scandalous.
Personality traits: Dark and brooding, with a thirst for revenge.
Ideal romantic partner: A woman of means, with beauty and brains, willing to live with reckless abandon.
Desire: Clara Cheswick, gorgeous daughter of his family’s sworn enemy.

FAINT OF HEART NEED NOT APPLY
Clara may be the woman Adam wants, but there’s one problem: she’s far more interested in publishing her women’s journal than getting married—especially to a man said to be dead-set on vengeance. Though, with her nose for a story, Clara wonders if his desire for justice is sincere—along with his incredibly unnerving intention to be her husband. If her weak-kneed response to his kiss is any indication, falling for Adam clearly comes with a cost. But who knew courting danger could be such exhilarating fun?
~ Recebemos este livro directamente da autora Madeline Hunter, em troca desta opinião honesta. Obrigada! ~


Opinião:
Até ao momento acho que li o meu livro favorito da Madeline Hunter. Apesar de gostar dos livros desta autora, por norma acabo por achar que ficam um pouco aquém das expectativas. The Most Dangerous Duke in London não se enquadra nesta categoria. Gostei bastante de ler este livro e não o consegui pousar.

Tem uma base de história de vingança e eu admito que estas não são as minhas favoritas mas neste livro foi tão bem conseguida que o interessa não é tanto a vingança mas o crescer da relação entre Adam e Clare.

Clare é uma mulher forte e independente, que sabe bem o que quer e é bastante inteligente. Adam é um duque que, quando se vê confrontado com uma escolha, vê Clare e, sendo ela filha de um homem que teria tido influência no ato que leva Adam a procurar vingança (ou devo dizer…procurar a verdade e razões para o que aconteceu na vida da sua família), estava no sítio certo à hora certa.

A família de Clare quer que a sua irmã seja quase usado como sacríficio para aplacar a suposta raiva de Adam, mas quando ele vê Clare ao longe na colina, nem pensa duas vezes na irmã mais nova de Clare.

Clare e Adam têm uma atracção importante mas mais do que isso, o que interessa é a relação de amizade e companheirismo que começa entre eles.

Com uma história que inclui mistério e traição, ligações à guerra com França e um romance que nos prende do início ao fim, este tornou-se o meu livro favorito da Madeline Hunter.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

[A Duquesa Acidental] Qual a mais deliciosa?

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Capa mais deliciosa: A capa orginal (a da esquerda)

Porquê?
Carla: Apesar de não ser fã de nenhuma das capas, acho a original (a da esquerda) bem mais apelativa e agradável que a capa nacional.

Joana: Gosto bastande das duas capas. A original tem tons verdes e fluídos de que gosto e a portuguesa vai por tons mais cor-de-rosa e tem uma leitora na capa, o que é um ponto a favor! Mantendo-se no mesmo género das outras capas, a portuguesa pode não dar logo a entender que é um romance histórico (excepto pelo título), enquanto que a original é facilmente reconhecível como romance de época. No fim, acabo divida entre as duas capas...


E vocês, qual a vossa favorita?

quinta-feira, 13 de abril de 2017

[O Desejo de Lady Cassandra] Qual a mais deliciosa?

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Capa mais deliciosa: A portuguesa (a da direita)

Porquê?
Carla: Não gosto de nenhuma das capas. A capa nacional ficaria à frente se não tivessem decidido colocar o título dentro de um bloco de cor sólida.

Joana: Gosto das duas capas. A original, mantém-se dentro do género das capas inglesas e americanas de romances históricos, mas não é tão exagerada como algumas em que temos os modelos quase despidos. Já a portuguesa mantém uma elegância e uma sedução que prefiro à original. Chama-me mais à atenção e acabo por a achar mais bonita.


E vocês, qual a vossa favorita?



O desejo de Lady Cassandra (Fairbourne Quartet #2) (Joana)

quinta-feira, 16 de março de 2017

[O Plano de Miss Fairbourne] Qual a mais deliciosa?

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Capa mais deliciosa: A capa nacional (a da direita)

Porquê?
Carla: Para ser sincera, não gosto de nenhuma das capas. Mas tendo que escolher diria a capa nacional, sendo que tens cores mais agradáveis e neutras.

Joana: Adoro a capa portuguesa. Os tons em creme, a beleza intemporal. Os pormenores do fundo que me fazem lembrar os palácios e casas históricas. A beleza de como todo o enquadramento está feita. É uma capa que prima por não ter muito – tem exactamente o suficiente e chama a atenção. A capa original, por outro lado, acaba por ser mais uma entre muitas deste género literário, e perde por isso mesmo. Gosto do vestido azul, mas já a letra utilizada tanto para o nome da autora como para o título não são das que mais gosto. Resumindo, prefiro a portuguesa.


E vocês, qual a vossa favorita?



O plano de Miss Fairbourne (Fairbourne Quartet #1) (Joana)

sábado, 11 de março de 2017

[Livro] Triunfo da Amante, de Madeline Hunter

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Título em Português:Triunfo da Amante
Série: Fairbourne Quartet #3
Autor(a): Madeline Hunter
Editora: Edições ASA
Páginas: 336
Data de Publicação: 15 de Novembro de 2016

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Sinopse:
Na alta-roda londrina, ninguém pode acusar Marielle Lyon de falta de elegância. Muito pelo contrário. A jovem refugiada francesa está na penúria mas mantém uma invejável pose de distinção e graça. Ela diz ser sobrinha de um aristocrata mas a sua chegada a Londres está envolta em mistério. E ainda para mais, parece divertir-se imenso com os boatos que a acusam de ser espia. Afinal, quanto mais a vigiarem, mais protegida estará para levar a cabo a sua missão secreta.
E entre os muitos olhos que a observam, estão os de Gavin Norwood, visconde Kendale, que esteve na guerra e desconfia dos Franceses… e também das femmes fatales. Está convicto – e com razão – de que Marielle é muito mais do que aparenta ser. Mas a astuta emigrée revela-se uma adversária à sua altura. Para a desmascarar, Gavin vai ter de recorrer a todas as armas do seu arsenal… incluindo a sedução…


Opinião:
Este livro foi lido durante Janeiro e terminado no início de Fevereiro, por isso admito que os pormenores da história já não estão frescos na minha memória. Críticas com mais urgência passaram à frente mas ele não foi esquecido.

Triunfo da Amante é o terceiro livro do Quarteto Fairbourne. Já antes de ter conhecido a autora, Madeline Hunter, que os seus livros eram de compra automática para mim – ainda mais depois de ter o privilégio de jantar com ela.

Gosto particularmente que Madeline, como outras autoras de romances históricos por vezes fazem, faça pequenos cameos de personagens dos livros anteriores no livro corrente. Neste caso, a personagem principal é Marielle Lyon, amiga de Emma e Cassandra (personagens principais do primeiro e segundo livro, respectivamente) – e estas fazem pequenas aparições no livro, o que me dá imenso prazer ler.

Marielle é uma personagem interessante. Manipuladora, ela consegue que as coisas corram como ela quer – até que elementos estranhos entram em acção e tudo muda. Já Gavin Norwood, visconde Kendale, sempre desconfiou dela. Mas aprende que atrás da fachada que ela mostra ao mundo (ou tem de mostrar, na realidade), há uma verdade bem diferente.

Ambos têm um sentido de honra e amor filial bastante forte e esse é um dos grandes motores da história – além de, claro, o romance que se desenvolve entre o casal.

Não querendo estragar o fim a ninguém, digo apenas que este livro inclui aventuras e algum mistério, com amor e dúvidas à mistura. Sem dúvida uma continuação digna do Quarteto Fairbourne.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

[Passatempo] Madeline Hunter - Resultado

Olá olá!

O nosso passatempo de natal já tem os vencedores apurados. Tínhamos a sortear prendas oferecidas pela autora Madeline Hunter (obrigada novamente!), e estas eram marcadores exclusivos, um íman com a capa de um novo livro da autora, um pano de limpeza de óculos e ainda uma placa com a assinatura da Madeline. Muito obrigada a todos os que participaram, mas apenas duas pessoas vão receber estes miminhos em casa. Quem não venceu que não desanime que mais passatempos surgirão. ;)


Os números felizardos foram:


8. Marisa (...) Matos , Amora
10. Maria Manuela (...) Colaço, Vila Verde

Muitos parabéns, esperemos que dêem bom uso aos novos marcadores e gostem de todas as prendinhas. As vencedoras vão receber um email nosso e terão 48 horas para responder. Se ao fim desse tempo não obtivermos resposta, iremos sortear novo vencedor.

Obrigada novamente a todos os que participaram e um muito obrigada à Madeline Hunter que nos permitiu oferecer estes mimos! :)

domingo, 20 de novembro de 2016

[Passatempo] Madeline Hunter


Nesta altura de prendas e mimos decidimos também oferecer algo aos nossos seguidores, com ajuda da autora Madeline Hunter, que esteve em Lisboa e nos deu umas prendinhas para vocês :)

Desta vez vamos oferecer dois conjuntos de prendas por isso vamos ter DOIS vencedores. Estes conjuntos incluem um paninho de limpeza de óculos côr-de-rosa, um íman com a capa exclusiva do mais recente livro da autora (que será publicado em 2017 lá fora), uma placa de papel com a assinatura da autora para guardarem ou porêm no vosso livro favorito dela, e ainda 4 marcadores de dois livros da sua mais recente série, a trilogia Wicked.


Têm apenas que seguir umas regrinhas, nada de mais. Boa sorte a todos!

Regras:
1) O passatempo decorrerá de 20 de Novembro até às 23h59 do dia 3 de Dezembro, para vos podermos enviar as prendas a tempo do Natal :)
2) Qualquer participação que não possua algum dos dados correctamente preenchido é automaticamente anulada.
3) OBRIGATÓRIO ser seguidor público do blogue E/OU seguidor via Facebook.
4) OBRIGATÓRIO fazer partilha pública do passatempo numa rede social (Facebook, Twitter, Google +, etc).
5) O vencedor será escolhido aleatoriamente, através do random.org.
6) O vencedor será publicado no blogue e será contactado por email.
7) É aceite uma participação por pessoa/email e residentes em Portugal (continental e ilhas)
8) Caso os vencedores não respondam em 48 horas após serem contactado por nós, serão escolhidos novos vencedores.
9) Não nos responsabilizamos por extravios nos CTT.

Por último, gostaríamos que estas prendas fossem para alguém que verdadeiramente gostasse de ter algo oferecido pela autora Madeline Hunter, ou fizesse colecção de marcadores e objectos ligados a livros. Pedimos, por isso, que participem apenas se verdadeiramente quiserem estes itens. Obrigada e boa sorte!

sábado, 10 de setembro de 2016

[Livro] Dressed to Kiss, de Madeline Hunter, Caroline Linden, Megan Frampton e Myretta Robens

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Título em Português:--
Série:--
Autor(a): Madeline Hunter, Caroline Linden, Megan Frampton, Myretta Robens
Editora: Amazon Digital Services
Páginas: 370
Data de Publicação: 12 de Setembro de 2016


Sinopse:
True love never goes out of style….
Once renowned for creating the most envied gowns in London, Madame Follette’s dressmaking shop has fallen far out of fashion. The approaching coronation of King George IV offers a chance to reclaim former glory by supplying stunning new wardrobes to the most glittering society in Regency England. In the face of long-held secrets, looming scandals, and the potential ruin of their shop, the dressmakers of Follette’s are undaunted, not even by the most unexpected complication of all: true love..
~ Recebemos este livro directamente da autora Madeline Hunter. Obrigada! ~


Opinião:
Este livro é uma antologia que contém quatro histórias, todas interligadas pela loja Follete’s. Vou comentar cada uma das histórias e depois reuni-las como um todo.

Primeiro que tudo, devo dizer que destas quatro autoras, só conhecia a Madeline Hunter (e esta é daquelas autoras que não tenho qualquer problema em comprar o livro, mesmo sem sequer ler a sinopse), e foi através dela que tive acesso a este livro para dar a minha opinião.

A primeira história é, então da autoria de Madeline Hunter, e centra-se em duas personagens-chave: o Duque de Barrowmore e Selina Fontaine, uma das modistas da Follete’s. Selina já tem alguma história passada ligada ao Duque e quando ele entra na loja onde ela trabalha, a primeira coisa que acontece é ela ter medo de ele a denunciar como uma senhora da pequena nobreza, que tinha praticamente sido abandonada pelo quase noivo. Como podem imaginar, as histórias não são muito longas por isso eu não me vou demorar muito no seu enredo ou corro o risco de contar tudo aqui. É um romance bonito que se vê começar aqui e, como sempre, a escrita de Madeline Hunter envolve-nos numa atmosfera propícia a um tempo bem passado com uma das suas histórias. Foi uma das minhas histórias favoritas da antologia. (3.75*)

A segunda história, da autoria de Myretta Robens, foi talvez a minha favorita por ser diferente daquilo que estou mais habituada – não no facto de ser na mesma um romance da regência que acaba bem, mas antes por mostrar uma maneira diferente de como as duas personagens principais, Delyth Owen e Simon Merrithew se conhecerem, entre outros pormenores. Delyth é a mais recente modista na loja da Follete’s e o seu estilo é, no mínimo, irreverente. Não quer isto dizer que a jovem tenha um mau sentido de estilo ou seja quase cruel com as suas clientes (no sentido de as vestir mal de modo a serem gozadas), como Simon inicialmente pensa. Gostei bastante de ver a mudança de Simon e como ele, e por conseguinte o leitor, compreende o amor de Delyth por moda e cores, e acaba por se apaixonar pela personagem de Delyth e pela paixão que ela tem pela própria vida. Acho que foi isso que mais me agradou na história, teve tanta vida, tanta cor, tanto...tanto! E em tão poucas páginas. (4*)

A terceira história, de Megan Frampton, acabou por ser a mais fraca na minha opinião. Não que não tenha sido amorosa (talvez até possa ser considerada a mais amorosa de todas), mas para mim faltou um pouco de credibilidade às personagens, o que me fez sentir um pouco distante do que se passava entre elas. Apesar disso gostei do Henry Dawlkins, filho da dona, Madame Follete, e irmão da Felicity Dawkins, a actual gerente da loja, a imagem me foi transmitida foi a de um ursinho fofinho, tímido e gigante, que tinha medo de magoar alguém só por ser quem era. Katherine Grant, a personagem feminina principal, soube-me a pouco. Achei que não estava muito coerente com aquilo que a personagem mostrava no início ser e, novamente, acho que lhe faltou credibilidade. (3.25*)

A última história, é de Caroline Linden, e trata o romance de Felicity Dawkins e o Conde de Carmarthen. Felicity, que vamos vendo nas outras histórias também, pareceu-me mais interessante e com mais garra nas versões das outras autoras, o que é pena, pois elevou as minhas expectativas e estas não foram correspondidas inteiramente. Apesar disso, gostaria de mencionar que Felicity toma em mão os problemas que lhe vão aparecendo e consegue lidar com eles com facilidade, por mais difíceis que sejam. Sobre Carmathen há pouco a dizer, pois acho que ele podia ter sido muito mais desenvolvido e explorado, o que é pena. Contudo, foi uma boa história, mas deixou demasiadas “abertas” para o meu gosto, pois era aqui que esperava que várias conclusões fossem feitas, o que não aconteceu. (3.5*)

Ou seja, apesar de ter gostado bastante das histórias em geral, fiquei desapontada pois quero saber o que vai acontecer à Follete’s, depois das suas modistas casarem com Duques e Condes. Pois se Henry podia continuar a trabalhar como contabilista na Follete’s, e Delyth como modista, eu não tenho certezas se Katherine continua como dama de companhia ou passa a ser esposa e pouco mais, se Selina passa a ser Duquesa e se torna patrona da loja e não faz mais modelos, ou se continua a trabalhar lá de alguma maneira, ou se Felicity continua a gerir a loja mas agora a partir dos bastidores por ser Condessa, ou até se a sua mãe, a original dona e gerente da Follete’s volta a estar à frente e dar cara pela loja ou foi afastada de vez. São perguntas como estas que gostaria de ver respondidas mas que, tristemente, me deixaram a querer algo que nunca saberei.

Para finalizar, foi uma leitura que me deu gosto, cheia de romance e beleza, que mostrou os pontos de viragens de estilos e cores, e trouxe amor e carinho ao mundo da moda da época da regência.