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quinta-feira, 13 de abril de 2017

[O Desejo de Lady Cassandra] Qual a mais deliciosa?

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Capa mais deliciosa: A portuguesa (a da direita)

Porquê?
Carla: Não gosto de nenhuma das capas. A capa nacional ficaria à frente se não tivessem decidido colocar o título dentro de um bloco de cor sólida.

Joana: Gosto das duas capas. A original, mantém-se dentro do género das capas inglesas e americanas de romances históricos, mas não é tão exagerada como algumas em que temos os modelos quase despidos. Já a portuguesa mantém uma elegância e uma sedução que prefiro à original. Chama-me mais à atenção e acabo por a achar mais bonita.


E vocês, qual a vossa favorita?



O desejo de Lady Cassandra (Fairbourne Quartet #2) (Joana)

terça-feira, 11 de abril de 2017

[Livro] Lord of Chance, de Erica Ridley

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Título em Português: --
Série:Rogues to Riches #1
Autor(a): Erica Ridley
Editora: WebMotion
Páginas: 300
Data de Publicação: 11 de Abril de 2017

Sinopse:
Disguised as a country miss, Charlotte Devon flees London, desperate to leave her tattered reputation behind. In Scotland, her estranged father’s noble blood will finally make her a respectable debutante. Except she finds herself accidentally wed to a devil-may-care rogue with a sinful smile. He’s the last thing she needs…and everything her traitorous heart desires. Charming rake Anthony Fairfax is on holiday to seek his fortune…and escape his creditors. When an irresistible Lady Luck wins him in a game of chance—and a slight mishap has them leg-shackled by dawn—the tables have finally turned in his favor. But when past demons catch up to them, holding on to new love will mean destroying their dreams forever.


Opinião:
Se puser de parte um aspecto deste livro, terei de dizer que gostei de o ler.

Em geral, manteve-me interessada e teve uma boa história: um casamento indesejado que junta as nossas personagens principais e fá-las trabalhar juntas em prol do seu objectivo: separarem-se. Isto, contudo, muda e torna-se mais que um casamento de fachada.

O meu maior problema foi com o personagem masculino, Anthony Fairfax. Ele é um jogado inveterado e joga (praticamente) sem pensar ou sequer considerar que o está a fazer. Foi muito difícil para mim pensar que ele conseguiria parar com tanta facilidade por causa de Charlotte - e isto verifica-se numa cena particular. Tudo isto me fez questionar a veracidade do enredo. Como disse, foi algo que não me agradou.

Tirando isso, Anthony é o típico herói charmoso e Charlotte é uma mulher forte que vai à procura do pai para que este a ajude, mas acaba por ser mais uma viagem de auto-descoberta. Passam por várias aventuras juntos, e ele considera-a a sua Dama Fortuna/Sorte.

O livro está bem escrito e passa-se bem o tempo a lê-lo, mas comigo a não gostar de jogadores, não foi tão agradável como poderia ter sido.


domingo, 9 de abril de 2017

[Etsy] Happy Piranha

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A loja etsy que hoje venho aqui apresentar está-me no coração. Conheci esta loja através da Fairyloot, sendo que fizeram parte da caixa de Fevereiro com uma vela INCRÍVEL relativamente ao livro EMPRESS OF A THOUSAND SKIES, de Rhoda Belleza.
Depois de me apaixonar pela vela Kalusian Sunset da Happy Piranha que veio com a Fairyloot de Fevereiro, eu não consegui resistir a esta loja! Esta continua a ser a minha vela favorita (e como estranha que sou, cheiro-a todos os dias, de tão boa que é), mas aproveitei a promoção do conjunto de três que está disponível na loja Etsy.

O envio foi super rápido (acho que nem chegou a uma semana) e o cuidado do condicionamento de cada vela dentro da caixa foi extraordinário. E ainda ofereceram uma chocolatinho em forma de coração! Sou terrível a descrever cheiros, mas aqui estão as três velas que escolhi:
Unicorn Tears: Não consigo descobrir a que cheira, mas lembra-me um perfume que a minha mãe costumava usar quando eu era pequena. A cera tem uma cor roxa mesmo perfeita.
Futterwacken & Upelkuchen: uma vela inspirada na Alice in Wonderland que cheira a caramelo, café e bolos. É tao bom que apetece mesmo comer. A cor da cera é amarelo pálido e lembra mesmo a nata dos pastéis de nata.
Lunar Lights: vela inspirada n’As Crónicas Lunares. Tem um tom de vermelho mesmo forte extraordinário que está relacionado com o cheiro forte de morangos com chocolate.


Fiquei muito satisfeita com as minhas velas. Enquanto que a Kalusian Sunset é a minha favorita das quatro velas, essa nunca serei capaz de a acender porque é exclusiva e, uma vez que acabe não há mais; as três que comprei, quando as terminar, posso sempre comprar novas. É uma loja que recomendo bastante, porque o serviço ao cliente é fantástico, tem preços acessíveis, tendo em conta que se trata de velas grandes e, visto que se situa no Reino Unido, os portes de envio são bem mais em conta que qualquer companhia dos Estados Unidos.


quinta-feira, 6 de abril de 2017

[Filme] Bela e o Monstro, de Bill Condon

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Título em Português: Bela e o Monstro
Realização: Bill Condon
Argumento: Stephen Chbosky, Evan Spiliotopoulos
Elenco Principal: Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans
Ano: 2017 | Duração: 2h 09min
Sinopse:
O filme A Bela e o Monstro é uma adaptação em imagem real do clássico de animação. Esta versão moderniza as personagens clássicas para um público contemporâneo, mantendo-se fiel à música original e atualizando a banda sonora com novas canções. A Bela e o Monstro é sobre a fantástica história de Bela, uma jovem brilhante, bonita e independente, que é aprisionada por um Monstro no seu castelo. Apesar dos seus receios, torna-se amiga dos empregados encantados do castelo e consegue ver para além do terrível exterior do Monstro quando começa a conhecer a alma e o coração do verdadeiro Príncipe que vive no seu interior.

Opinião:
Como seria de esperar de uma fã do filme original de animação da Bela e do Monstro, as expectativas eram altas. Já tinha ouvido muito bem e muito mau sobre o filme, por isso tentei preparar-me para o pior. E acabou por não ser tão mau quanto isso.

Gostei imenso do Luke Evans como Gaston – perfeito! Deu mais profundidade à personagem, e foi um vilão incrível. Melhor personagem e actor do filme! Josh Gad também está muito bem, trazendo a Le Fou um interesse maior que só o companheiro de aventuras de Gaston. Torna-se uma personagem de mérito próprio e tão divertido! A minha cena favorita foi a dança na taberna – Gaston!


Dan Stevens para mim só está bem como Beast – e mesmo assim. Eu gosto imenso dele, desde que o vi em Downtown Abbey (porquê, porque é que mataram o Matthew?), mas achei que aqui, como príncipe, não estava bem enquadrado (nos primeiros minutos sim, mas no fim não). Como Beast..talvez. A personagem estava mais polida e fazia mais sentido, mas achei que perdeu grandes cenas que havia na animação e que traziam um maior interesse na sua mudança/evolução.

Quanto a Emma Watson... Adoro a actriz, a pessoa incrível que ela é (e quem é que não gosta da nossa bookworm Hermione?) e fiquei feliz quando ela foi escolhida para ser a Belle. Mas... não a achei fantástica, como já a vi noutros papéis. Houve várias cenas que parecia quase que ela se estava a conter, e havia alguma falta de emoção. Gostei da maioria das reviravoltas que deram à personagem, criando um pano de fundo que mostra que ela não é apenas uma bookworm mas algo mais – uma inventora, uma mulher que “tem cérebro” (e beleza). Mais uma vez, a personagem enquadra-se com a actriz, que também ajudou a formar a nova Belle.

Fiquei tão triste com a Mrs. Potts. Adoro, adoro a Emma Thompson, uma das minha actrizes favoritas e aqui.... Aquele sotaque (francês?), aqueles tiques... Não funcionou para mim – o mesmo aconteceu com o Lumière. Uma personagem incrível na animação que aqui perdeu todo o seu carisma, mesmo com Ewan McGregor. Que pena.

Cogsworth. Mais um actor favorito. Ian McKellen traz sempre tanta vida às suas personagens. Dos três, foi o menos mau. Gostei bastante dos pormenores que o relógio tinha, com o canhão e a espada:


Audra McDonald tem uma voz fantástica e mostra-a com um solo logo no início do filme. É pena que a personagem não tenha mais destaque, mas esteve muito bem de qualquer maneira. Stanley Tucci faz do apaixonado de Madame Garderobe (Audra McDonald) mas está pouco presente no filme, o que é uma pena. Não percebi a necessidade de criarem mais esta personagem, não achei que fizesse falta.

Kevin Kline como Maurice, o pai de Belle, está bastante interessante. Com um passado mais conturbado que nos leva a conhecer a história da mãe de Belle, Maurice traz uma força enorme à filha e à sua vivência. Tudo por uma simples rosa – afinal foi uma rosa que também amaldiçoou um príncipe, não foi?

Resumindo, tem efeitos especiais bons mas acho que por vezes parece que querem tanto usar e mostrar a tecnologia actual, que esbanjam e criam quase sem pensar, chegando por vezes a roçar demasiado o exagero. Não foi tão mau como pensei que poderia chegar a ser, mas não foi de todo tão bom quanto poderia ter sido.


terça-feira, 4 de abril de 2017

[Filme] La La Land, de Damien Chazelle

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Título em Português: La La Land - Melodia de Amor
Realização: Damien Chazelle
Argumento: Damien Chazelle
Elenco Principal: Ryan Gosling, Emma Stone, Rosemarie DeWitt
Ano: 2016 | Duração: 2h 08min
Sinopse:
Ao chegar a Los Angeles, Sebastian, pianista de jazz, conhece a atriz principiante Mia. Apaixonam-se perdidamente um pelo outro. E enquanto procuram oportunidades de carreira na competitiva cidade vivem com a esperança de que o seu relacionamento funcione na perfeição.

Opinião:
Eu tenho claramente que começar a escrever as críticas assim que vejo os filmes ou, excepto se forem excelentes, começo a não ter nada o que escrever.

Eu fui ver La La Land ao cinema quase há um mês atrás e… gostei do filme, mas não o achei nada de extraordinário. É certo de que se trata de um bom filme e com representações extraordinárias por parte dos actores principais (e uma óbvia parte técnica de excelência), mas em geral não é nada de mais e para mim não é filme de Óscar. É um filme de homenagem a muitos filmes Óscarizados (ou pelo menos nomeados) e isso é um ponto positivo em relação a este filme. O pormenor e o detalhe é aquilo que mais me deixou agradada em relação a La La Land; as músicas são boas, mas não são inesquecíveis.

Para mim, é um filme de domingo à tarde. Bom, mas não é extraordinário.


sábado, 1 de abril de 2017

Pôr as Mãos na Massa [Abril]


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O mês de Março foi um mês difícil para nós, mas mesmo assim conseguimos ir mantendo as coisas aqui no blog, com ligeiras mudanças. Os próximos meses serão melhores, até porque temos algumas novidades à vista :)

♥ O livro escolhido para o mês de Abril foi “As Primeiras Quinze Vidas de Harry August”, da Claire North. Podem juntar-se a nós nesta leitura aqui.
♥ Não se esqueçam que também já está online o Desafio Mensal de Abril.

E aqui fica o que fizemos em Março e o que planeamos fazer em Abril :)


O que se fez em... Março

[Qual a mais deliciosa?] O Plano de Miss Fairbourne

Carla D.

Joana V.

Propostas para... Abril

Carla D.
  • [Filme] La La Land, de Damien Chazelle
  • [Livro] A Court of Mist and Fury, de Sarah J. Maas
  • [Etsy] Happy Piranha
  • [BookBox] FairyLoot Março - Myths & Monsters

Joana V.
  • [Filme] Beauty and the Beast, de Bill Condon
  • [Filme] Moana, de Ron Clements & John Musker
  • [Livro] Lord of Chance, de Erica Ridley
  • [Livro] Retrato do Meu Coração, de Patricia Cabot

quinta-feira, 30 de março de 2017

[Livro] A Court of Thorns and Roses, de Sarah J. Maas

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Título em Português: --
Série: A Court of Thorns and Roses #1
Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Bloomsbury Children's
Páginas: 416
Data de Publicação: 5 de Maio de 2015

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Sinopse:
Feyre is a huntress.

She thinks nothing of slaughtering a wolf to capture its prey. But, like all mortals, she fears what lingers mercilessly beyond the forest. And she will learn that taking the life of a magical creature comes at a high price...

Imprisoned in an enchanted court in her enemy's kingdom, Feyre is free to roam but forbidden to escape. Her captor's body bears the scars of fighting, and his face is always masked - but his piercing stare draws her ever closer. As Feyre's feeling for Tamlin begin to burn through every warning she's been told about his kind, an ancient, wicked shadow grows.

Feyre must find a way to break a spell, or lose her heart forever.

Opinião:
Tenho que confessar que li o A Court of Thorns and Roses por peer pressure. A Joana passava a vida a falar do livro e como tinha gostado dele; e na comunidade bookstagram é um dos livros mais amados (well, para dizer a verdade o livro seguinte, A Court of Mist and Fury é o mais amado, mas para chegar a esse tem se que passar pelo ACOTAR).

Li o livro em leitura conjunta com uma rapariga que conheci na comunidade e foi uma experiência interessante, algo que já tinha feito com os livros d’As Crónicas Lunares com a Joana. É uma forma interessante de ler, porque vamos comentando uma com a outra o que estamos a achar, e eu acho isso giro.

Aparentemente eu e a Fysa (a tal rapariga com quem fiz a leitura conjunta) tivemos opiniões muito similares sobre livro durante a leitura. Enquanto a Joana adorou este livro (e podem ler a opinião dela aqui), eu não fiquei deslumbrada por ele. Gostei, foi uma leitura interessante e prazerosa, mas não fiquei apaixonada pela estória.

Primeiro que tudo, achei o início terrivelmente lento e custou-me a entrar no enredo. Posso garantir que só comecei a gostar verdadeiramente o livro a partir dos 60%, o que é mau porque é mais de metade a achar uma seca tremenda. Outro aspecto é que não gostei de nenhuma das personagens principais, quer estejamos a falar do Tamlin (um tipo secante como tudo) como da Feyre. Fiquei mais interessada e curiosa relativamente ao melhor amigo de Tamlin, o Lucien – gostava de ter lido mais sobre ele e que ele tivesse mais presença na estória.

Uma coisa é certa Sarah J. Maas sabe escrever, e apesar de não estar a gostar assim tanto do livro, achei a escrita muito boa e com um bom ritmo (parece paradoxo, eu sei, mas é verdade). E o bom exemplo disso é que, a partir dos 60%, como já referi, comecei a gostar mais do livro e a gostar um bocadinho do Tamlin, talvez por conseguir canalizar os sentimentos da Feyre por ele. E isso é um ponto muito positivo relativamente à escrita e ao livro em si.

Confesso que, tendo em conta o que se passou, e o que a Feyre teve que fazer no final do livro, fiquei a gostar dela. Mas não foi só por isso, um aspecto a referir nesta personagem feminina é que ela não é a menininha virgem que é raptada. Não. Ela é a mais nova de três irmãs, mas é ela que vai à caça e sustenta a família; e é uma rapariga que fala das suas relações, quer emocionais quer sexuais, sem pudores e isso é algo muito positivo na Feyre, e em particular na linha condutora que a Maas construiu para este livro.

A minha personagem favorita é sem dúvida Amarantha, a vilã deste primeiro livro (visto que se trata de uma trilogia, e o terceiro livro, A Court of War and Ruin sai no dia 2 de Maio). Ela é o tipo de mulher e vilã que eu gosto de ler, sem escrúpulos, cruel e segura de si. Ela foi uma vilã extraordinária e muito mais interessante do que qualquer uma das outras personagens que apareceram no livro. Uma pena que ela tenha sido uma sombra em grande parte do livro e só tenha realmente aparecido no final. Mas verdade seja dita, onde ela aparece, ela rouba as atenções todas para si!

A Court of Thorns and Roses é um livro pesado, que toca em alguns aspectos complicados, mas eles são, todos eles, essenciais para o desenrolar do enredo. Mas resumindo, gostei, mas não foi nada de extraordinário. Estou muito mais curiosa relativamente ao A Court of Mist and Fury, porque além de toda a gente adorar este livro, aparece uma personagem com a qual me apaixonei assim que apareceu a primeira vez, sem sequer saber quem ele era. Aquele sarcasmo e presunção dele… Ui!