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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

[Livro] Um Caso Tipicamente Inglês, de Elizabeth Edmondson

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Título em Português: Um Caso Tipicamente Inglês
Série: A Very English Mystery #1
Autor(a): Elizabeth Edmondson
Editora: Edições Asa
Páginas: 368
Data de Publicação: 26 de Janeiro de 2016

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Sinopse:
Numa encantadora vila rural inglesa, o Castelo de Selchester definha. A II Guerra Mundial terminou há pouco, e nos imponentes salões restam apenas os ecos de glórias passadas. É um destino pouco apetecível para Hugo Hawksworth, oficial dos Serviços Secretos a quem é confiada a missão de organizar os arquivos do castelo. O jovem chega acompanhado pela irmã mais nova, Georgia, por quem é responsável desde a morte dos pais. Ambos antecipam uma estadia entediante e desconfortável. Estão enganados. A vida no campo é uma surpresa. Rodeados de aristocratas altivos e grandiosas mansões, empregados excêntricos e vizinhos indiscretos, os irmãos sentem que mergulharam noutra era. Mas rapidamente se deparam com segredos, intrigas familiares, uma ou outra traição e... o esqueleto do Conde de Selchester, cujo desaparecimento numa noite de tempestade permanecia envolto em mistério. A polícia encerra o caso sem grandes demoras. Hugo, no entanto, não se deixa convencer. Com a ajuda de Freya Wryton, a tentadora sobrinha do conde, lança-se numa investigação cujas sombrias implicações irão agitar todos os que o rodeiam.
Com a elegância de Downton Abbey e a astúcia de Agatha Christie, Um Caso Tipicamente Inglês é o primeiro volume da Série Selchester e marca o regresso à escrita de Elizabeth Edmondson, uma das escritoras mais queridas dos leitores portugueses.

Opinião:
Este livro custou um pouco a ler. A classificação final do livro é capaz de reflectir um pouco que não estava com muita cabeça para mistérios quando o li.

Um Caso Tipicamente Inglês é um mistério tipicamente inglês. Quero com isto dizer que me faz lembrar os mistérios da Agatha Christie e o cenário do livro está tão bem conseguido com as descrições da vila inglesa que por momentos nos perdemos no local onde realmente estamos.

A melhor parte do livro é mesmo o mistério, que está muito bem construído. É fácil ir acompanhando o que se passa e ir tirando conclusões que vão (ou não) sendo confirmadas à medida que Hugo Hawksworth descobre mais sobre cada um dos ocupantes do castelo e da vila de Selchester.

Apesar disso, devo admitir que o livro me aborreceu. Parecia que não avançava, mesmo tendo novas pistas de interesse para a história. Faltou interesse e entusiamo e a escrita não ajudou muito. As personagens também foram um pouco aborrecidas, sendo as melhores Freya e Georgia, a irmã de Hugo. Faltou um pouco de profundidade e, sei que me estou a repetir, mas queria mais entusiasmo, mais vivacidade.

Talvez com o segundo livro da série isso aconteça pois a sinopse parece ser bastante mais interessante. Quem sabe se não o irei ler.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

[A Prometida do Capitão] Qual o mais delicioso?

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Capa mais deliciosa:A da direita, a capa nacional.

Porquê?
Carla: Ao fim de três meses corro o risco de estar sempre a dizer o mesmo, mas as capas deste mês voltam a cair na mesma categoria das anteriores. E a minha escolha volta a ser a mesma: a capa nacional, exactamente pelos mesmos motivos. Tenho que tirar o chapéu os designers portugueses porque, decididamente, as nossas capas são incrivelmente melhores que as originais. Mais apelativas em termos gráficos, cores mais agradáveis e com uma composição bem mais bonita.

Joana: Desta vez fiquei mais dividida... Gosto que a capa original tenha a ligação directa à Escócia, e como a capa tem um ar romântico. Por outro lado, gosto das cores da capa nacional, e que tenham mantido o mesmo esquema durante toda a colecção. Apesar de dar sempre um ar mais moderno e menos histórico, é uma capa bonita que chama à atenção sem ser tão descarada como a capa original. Talvez por isso escolha a da direita, a capa nacional, apesar de também gostar da capa original.


E vocês, qual a vossa favorita?



A prometida do capitão ( Castles ever after #3) (Joana)

terça-feira, 13 de setembro de 2016

[Livro] Nirvana, de J.R. Stewart

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Título em Português: --
Série: Nirvana #1
Autor(a): J.R. Stewart
Editora: Blue Moon
Páginas: 186
Data de Publicação: 10 de Novembro de 2016

Sinopse:
When the real world is emptied of all that you love, how can you keep yourself from dependence on the virtual?

Animal activist and punk rock star Larissa Kenders lives in a dystopian world where the real and the virtual intermingle. After the disappearance of her soulmate, Andrew, Kenders finds solace by escaping to Nirvana, a virtual world controlled by Hexagon. In Nirvana, anyone’s deepest desires may be realized - even visits with Andrew.

Although Kenders knows that this version of Andrew is virtual, when he asks for her assistance revealing Hexagon’s dark secret, she cannot help but comply. Soon after, Kenders and her closest allies find themselves in a battle with Hexagon, the very institution they have been taught to trust. After uncovering much more than she expected, Kenders’ biggest challenge is determining what is real – and what is virtual.

Nirvana is a fast-paced, page-turning young adult novel combining elements of science fiction, mystery, and romance. Part of a trilogy, this book introduces readers to a young woman who refuses to give up on the man she loves, even if it means taking on an entire government to do so.
~ Recebemos este eARC através do NetGalley. Thank You! ~

Opinião:
Eu nem sei ao certo o que estava à espera de Nirvana, apesar do nome apelativo. Primeiro que tudo, eu recebi este livro através do NetGalley, mas não foi um request que tenha feito. Acho que foi uma espécie de “oferta”. Por falta de tempo, a leitura deste livro foi sendo adiada, por que não era nada que me despertasse muito o interesse.

Eu comecei a ler o livro quase sem ter lido, sequer, a sinopse. Eu já a tinha lido há uns meses (quando recebi o eARC), mas acabei por o esquecer e entrei na estória completamente à deriva. E confesso que o início foi terrivelmente confuso porque nunca tinha a certeza quem estava a falar e depois de quem estava a falar. (Confuso? Ya, para mim também foi.) Passando essa fase e conseguindo entrar na estória, comecei a sentir uma leve sensação de devà vu. Em Nirvana temos a criação de uma realidade virtual tão intensa e imersiva que as pessoas começam a usar isso como escape para o mundo real – uma Terra onde tudo desapareceu depois da extinção da abelhas. O que isto me lembra? Elusion, onde a premissa base era a mesma. É certo que rapidamente se distancia deste, mas a sensação ficou lá.

Pelo o que percebi, Nirvana é o primeiro livro de uma série e, de certa forma, ainda bem, porque o final ficou completamente em aberto. No entanto, sinto que o livro andou sempre de volta da mesma coisa (e acaba praticamente como começou) que mais parecia um cão atrás do rabo – ou seja, não vai a lado nenhum. Gostei, mas não me surpreendeu e não consegui ligar com as personagens. Achei pouco realista (independentemente da realidade em questão), personagens sem grande desenvolvimento e estória que não avança. Falta qualquer coisa.


sábado, 10 de setembro de 2016

[Livro] Dressed to Kiss, de Madeline Hunter, Caroline Linden, Megan Frampton e Myretta Robens

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Título em Português:--
Série:--
Autor(a): Madeline Hunter, Caroline Linden, Megan Frampton, Myretta Robens
Editora: Amazon Digital Services
Páginas: 370
Data de Publicação: 12 de Setembro de 2016


Sinopse:
True love never goes out of style….
Once renowned for creating the most envied gowns in London, Madame Follette’s dressmaking shop has fallen far out of fashion. The approaching coronation of King George IV offers a chance to reclaim former glory by supplying stunning new wardrobes to the most glittering society in Regency England. In the face of long-held secrets, looming scandals, and the potential ruin of their shop, the dressmakers of Follette’s are undaunted, not even by the most unexpected complication of all: true love..
~ Recebemos este livro directamente da autora Madeline Hunter. Obrigada! ~


Opinião:
Este livro é uma antologia que contém quatro histórias, todas interligadas pela loja Follete’s. Vou comentar cada uma das histórias e depois reuni-las como um todo.

Primeiro que tudo, devo dizer que destas quatro autoras, só conhecia a Madeline Hunter (e esta é daquelas autoras que não tenho qualquer problema em comprar o livro, mesmo sem sequer ler a sinopse), e foi através dela que tive acesso a este livro para dar a minha opinião.

A primeira história é, então da autoria de Madeline Hunter, e centra-se em duas personagens-chave: o Duque de Barrowmore e Selina Fontaine, uma das modistas da Follete’s. Selina já tem alguma história passada ligada ao Duque e quando ele entra na loja onde ela trabalha, a primeira coisa que acontece é ela ter medo de ele a denunciar como uma senhora da pequena nobreza, que tinha praticamente sido abandonada pelo quase noivo. Como podem imaginar, as histórias não são muito longas por isso eu não me vou demorar muito no seu enredo ou corro o risco de contar tudo aqui. É um romance bonito que se vê começar aqui e, como sempre, a escrita de Madeline Hunter envolve-nos numa atmosfera propícia a um tempo bem passado com uma das suas histórias. Foi uma das minhas histórias favoritas da antologia. (3.75*)

A segunda história, da autoria de Myretta Robens, foi talvez a minha favorita por ser diferente daquilo que estou mais habituada – não no facto de ser na mesma um romance da regência que acaba bem, mas antes por mostrar uma maneira diferente de como as duas personagens principais, Delyth Owen e Simon Merrithew se conhecerem, entre outros pormenores. Delyth é a mais recente modista na loja da Follete’s e o seu estilo é, no mínimo, irreverente. Não quer isto dizer que a jovem tenha um mau sentido de estilo ou seja quase cruel com as suas clientes (no sentido de as vestir mal de modo a serem gozadas), como Simon inicialmente pensa. Gostei bastante de ver a mudança de Simon e como ele, e por conseguinte o leitor, compreende o amor de Delyth por moda e cores, e acaba por se apaixonar pela personagem de Delyth e pela paixão que ela tem pela própria vida. Acho que foi isso que mais me agradou na história, teve tanta vida, tanta cor, tanto...tanto! E em tão poucas páginas. (4*)

A terceira história, de Megan Frampton, acabou por ser a mais fraca na minha opinião. Não que não tenha sido amorosa (talvez até possa ser considerada a mais amorosa de todas), mas para mim faltou um pouco de credibilidade às personagens, o que me fez sentir um pouco distante do que se passava entre elas. Apesar disso gostei do Henry Dawlkins, filho da dona, Madame Follete, e irmão da Felicity Dawkins, a actual gerente da loja, a imagem me foi transmitida foi a de um ursinho fofinho, tímido e gigante, que tinha medo de magoar alguém só por ser quem era. Katherine Grant, a personagem feminina principal, soube-me a pouco. Achei que não estava muito coerente com aquilo que a personagem mostrava no início ser e, novamente, acho que lhe faltou credibilidade. (3.25*)

A última história, é de Caroline Linden, e trata o romance de Felicity Dawkins e o Conde de Carmarthen. Felicity, que vamos vendo nas outras histórias também, pareceu-me mais interessante e com mais garra nas versões das outras autoras, o que é pena, pois elevou as minhas expectativas e estas não foram correspondidas inteiramente. Apesar disso, gostaria de mencionar que Felicity toma em mão os problemas que lhe vão aparecendo e consegue lidar com eles com facilidade, por mais difíceis que sejam. Sobre Carmathen há pouco a dizer, pois acho que ele podia ter sido muito mais desenvolvido e explorado, o que é pena. Contudo, foi uma boa história, mas deixou demasiadas “abertas” para o meu gosto, pois era aqui que esperava que várias conclusões fossem feitas, o que não aconteceu. (3.5*)

Ou seja, apesar de ter gostado bastante das histórias em geral, fiquei desapontada pois quero saber o que vai acontecer à Follete’s, depois das suas modistas casarem com Duques e Condes. Pois se Henry podia continuar a trabalhar como contabilista na Follete’s, e Delyth como modista, eu não tenho certezas se Katherine continua como dama de companhia ou passa a ser esposa e pouco mais, se Selina passa a ser Duquesa e se torna patrona da loja e não faz mais modelos, ou se continua a trabalhar lá de alguma maneira, ou se Felicity continua a gerir a loja mas agora a partir dos bastidores por ser Condessa, ou até se a sua mãe, a original dona e gerente da Follete’s volta a estar à frente e dar cara pela loja ou foi afastada de vez. São perguntas como estas que gostaria de ver respondidas mas que, tristemente, me deixaram a querer algo que nunca saberei.

Para finalizar, foi uma leitura que me deu gosto, cheia de romance e beleza, que mostrou os pontos de viragens de estilos e cores, e trouxe amor e carinho ao mundo da moda da época da regência.


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

[Livro] The Queen's Army, de Marissa Meyer

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Título em Português: --
Série: The Lunar Chronicles #1.5
Autor(a): Marissa Meyer
Editora: Wattpad
Páginas: 18
Data de Publicação: 23 de Movembro de 2012
Sinopse: It is time. The boy must leave his family to serve in the Queen's army. To be chosen is an honor. To decline is impossible. The boy is modified. He is trained for several years, and learns to fight to the death. He proves to the Queen—and to himself—that he is capable of evil. He is just the kind of soldier the Queen wants: the alpha of his pack.

Opinião:
Podem ler este conto de forma gratuita no Wattpad (aqui)

Em The Queen’s Army acompanhamos Z e como ele se transformou em Wolf, numa forma bastante retorcida para explicar o Big Bad Wolf. O conto é tão pequeno que não vou escrever muito sobre ele, mas posso dizer de que dos três contos desta saga que já li até ao momento foi o que mais gostei. E achei que trouxe algo para estória como um todo, algo que sempre senti falta em Glitches e The Little Android.

Ele vem ideintificado como #1.5 porque o que se passa é anterior ao Scarlet, mas eu recomendo que leiam depois deste último, porque a percepção de que temos dos pormenores (tanto no Scarlet como no The Queen’s Army) será diferente.


domingo, 4 de setembro de 2016

[Livro ] A Maldição do Vencedor, de Marie Rutkoski

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Título em Português: A Maldição do Vencedor
Série: The Winner's Trilogy #1
Autor(a): Marie Rutkoski
Editora: Topseller
Páginas: 320
Data de Publicação: 18 de Julho de 2016

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Sinopse:
Kestrel, jovem filha do poderoso general de Valoria, tem apenas duas opções: alistar-se no exército ou casar-se. Ela tem, no entanto, outras aspirações e procura libertar-se do seu destino, rebelando-se contra o pai.Num passeio clandestino pela cidade, Kestrel vai parar a um leilão de escravos, onde se depara com um jovem, Arin, que parece querer desafiar o mundo inteiro sozinho. Num impulso, ela acaba por comprá-lo — por um preço tão alto, que a torna alvo de mexericos na sociedade.
Arin pertence ao povo de Herrani, conquistado dez anos antes pelos Valorianos. Além de ser um ferreiro exímio, revela-se também um cantor extraordinário, despertando a curiosidade de Kestrel. Arin, contudo, tem um segredo, e Kestrel não tardará a descobrir que o preço que pagou por ele poderá custar muito mais do que aquilo que alguma vez imaginara.


Opinião:
Começo por dizer que gosto bastante da capa deste livro, e que a portuguesa, ainda que muito semelhante à original, me parece mais bem mais bonita. Contudo, pelo menos que eu tenha reparado, não tem nada a ver com o livro.

As distopias ganharam fulgor nos últimos anos e, para ser muito sincera, não são o meu género favorito de livro. Mas eu devo ser um pouco masoquista porque continuo a lê-las. E aviso já que pretendo continuar a série.

A Maldição do Vencedor tem este título pois refere-se a esta mesma expressão, significando que, num leilão, se pagou muito mais por uma peça (neste caso uma pessoa) do que o valor que ela supostamente tem, ou seja, consegue-se comprar mais o preço pode ser demasiado alto.

E é o que aqui acontece: Kestrel compra Arin por um preço muito elevado e que levanta mexericos por toda a cidade. Arin é um Herrani, e ela uma Valoriana. Enquanto que os primeiros são um povo culto, os segundos são vistos mais como um povo bruto – chega mesmo a ser feita a comparação (ou será que só eu é que a fiz na minha cabeça?) entre os gregos e os romanos, estes últimos que gostavam especialmente de ter escravos gregos (muitas vezes como despojos de guerra, como acontece no livro) como tutores dos seus filhos, pois estes dedicavam mais tempo à sua história e cultura. Kestrel acaba por comprar Arin pois este é descrito como sendo um cantor, e Kestrel adora música, passando grande parte do seu tempo a tocar piano.

A história começa a desenvolver-se após a compra de Arin e a sua chegada a casa de Kestrel, onde ela o trata mais como amigo que como escravo, algo que ele não esperava. Ele, por seu lado, começa a sentir-se um pouco como o seu protector contra os tempos que se avizinham (que eu não vou desenvolver para não estragar a história). De amizade passa a haver algum romance, mas este não é, de todo, o ponto fulcral da história, mas antes algo que tem importância mas não é essencial.

Gostei bastante de Kestrel (apesar de ela ser um bocado uma menina mimada) e de Arin, apesar de me apetecer por vezes dar uma chapada a este último. Kestrel é forte, apesar daquilo que aparenta e tenho pena que ela não se expresse mais no livro, parece um pouco apagada para a grande personagem que podia ser, e que apenas aparece em grande no final do livro. Arin é uma personagem muito dual e complicada que transmite sentimentos contraditórios ao longo de todo o livro e, apesar de percebemos o porquê, torna-se um pouco irritante. Novamente, no fim é que a personagem me pareceu um pouco melhor- não as suas acções, mas antes a sua construção.

Correndo o risco de não falar muito sobre a história propriamente dita, não vou desenvolver muito mais pois acho que se o fizer, qualquer interesse que possam ter no livro desaparece. Acrescento apenas que lida com temas como a liberdade, a confiança, compaixão e misericórdia, escolhas difíceis e valores familiares.

Apesar de tudo, é um livro a que faltou algo, um ponto mais interessante que puxasse mais o leitor, mas ainda assim manteve-me interessada o suficiente para querer ler o próximo livro, até porque acho que será melhor que este.