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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

[TAG] Pokemon Go

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Olá gente gira!

Hoje estamos aqui para mais uma tag, desta vez, como podem ver pela imagem, sobre Pokemon Go. Quem joga? Que equipa são? Contem-nos tudo!

Esta tag foi criada pelo blog Read at Midnight, combinando livros e Pokemons numa tag muito divertida. Não vamos taggar ninguém em particular, mas quem quiser fazer responder que se sinta taggado. Caso respondam, partilhem os vossos links connosco! :)

CARLA: Para dizer a verdade esta é uma pergunta difícil, uma vez que eu não era assim tão ligada a leituras quando era mais pequena - uma heresia, eu sei! Mas acho que Harry Potter deve ser a resposta mais correcta.
JOANA: Acho que os livros que me fizeram começar a gostar tanto de ler foram As Gémeas, da Enid Blyton (colecção da minha mãe), O Colégio das Quatro Torres, da mesma autora e também colecção da minha mãe (apesar de preferir as gémeas). Acho que a seguir foi a colecção Mistério, também da Enid Blyton, ao mesmo tempo que comecei a ler os livros d’ O Diário da Princesa, e da Patrícia, um pouco mais tarde.

CARLA: Bom, acho que ver ter que recorrer a Harry Potter novamente para esta categoria. Cresci com ele e nunca me canso de voltar a ele.
JOANA:As Gémeas. Talvez se tivesse lido Harry Potter nessa altura, ele fosse o escolhido para aqui, mas como não é o caso, é ultrapassado pelas aventuras destas irmãs num colégio interno.

CARLA: Eu não posso propriamente dizer que alguma vez tiver interesse neste livro, e confesso que só li o primeiro porque queria ter uma opinião minha, sem ser de influencia exterior. E estou obviamente a falar de 50 Shades of Grey.
JOANA: Boa pergunta… Talvez os do Crepúsculo, porque comecei a lê-los antes de começar a febre dos livros (e depois dos filmes), mas depois já não tinha interesse neles (apesar de os ter lido todos).

CARLA: Hm... não me vem nada à memória. Posso referir a saga de House of Night que parece uma mistura manhosa de Harry Potter com Twilight, mas eu não gosto... antes pelo contrário.
JOANA:O primeiro livro da série Nantucket Brides Trilogy, “Amor Verdadeiro”, Como podem ver na crítica que fiz ao livro, este é muito semelhante ao Jardim de Alfazema, mas mesmo assim eu gostei muito de o ler. Isto acontece bastante com os livros desta autora, Jude Deveraux, mas continuo a gostar deles.

CARLA: Ando há anos a dizer que quero ler o Guerra e Paz de Tolstoi, mas assim que vejo o tamanho o livro passa para a lista "depois".
JOANA:Normalmente não tenho receio de ler livros gigantes, mas tenho de admitir que a série Outlander é um pouco intimidante, tanto que tenho os livros que já foram publicados em português e só há uns meses li o primeiro, em inglês, no tablet (pesa menos), e tudo por causa da série de televisão. Irei sem dúvida ler os próximos, mas para ler em português terei de ganhar alguma coragem.

CARLA: Para ser honesta, acho que nenhum - em qualquer formas que possa ser interpretada esta categoria: nem por ser de terror (e eu leio alguns, ainda que poucos) ou por estar demasiado embrenhada nele. O meu sono leva sempre a melhor.
JOANA:Só há dois livros a incluir nesta categoria, um deles cujo nome eu não sei. Porém, nenhum deles é porque me meteu medo ou era de supense/terror/thriller. O que me lembro é o Danças na floresta, da Juliet Marillier, que por alguma razão me dava sonhos estranhos todas as noites que o lia, o que dificultava um pouco a leitura –ok, vou ser sincera: nunca cheguei a acabar o livro, mas VOU FAZÊ-LO!

CARLA: Para dizer a verdade, acho que termos literários não tenho OTPs, mas em termos de séries... ui, tantos!
JOANA: Apesar de ter gostado muito da Feyre e do Tamlin (ACOTAR), Feysand (ACOMAF)tornou-se definitivamente um OTP, muito mais que o casal inicial. Também Suze e Jesse, da série A Mediadora são um dos meus OTP favoritos.

CARLA: Sinceramente não sei o que responder a esta, mas talvez The Fault in Our Stars, visto que o li num instante e é a minha releitura anual.
JOANA:A Court of Mist and Fury (ACOMAF)! Não se consegue pousar o livro com tudo o que está sempre a acontecer.

CARLA: Nesta categoria posso referir dois: Harry Potter e todas as sagas/séries interligadas com os Dark Hunters.
JOANA: A série Dark Hunters, da Sherrilyn Kenyon. Apesar de não saber se podemos verdadeiramente incluir os outros universos dela como spin-offs.

CARLA: Eu não consigo pensar nada para esta categoria, por isso, vou deixar em branco.
JOANA: A Culpa é das Estrelas. Eu e os livros para fazer chorar temos uma relação agri-doce, porque até posso gostar deles, mas bolas os finais felizes fazem-me falta. Por isso, quando me foi recomendado ler este livro, pensei que ia gostar mas não adorar....que foi o que aconteceu.

CARLA: Hm... Não há assim nada que eu queira *muito* ler, mas talvez a Rainha Vermelha.
JOANA: A série do Trono de Vidro, da A Rainha Vermelha e A Quimera de Praga. As duas primeiras já li o primeiro livro de cada, e da última tenho o livro mas ainda não o li.

CARLA: Eu sou completamente apaixonada pelas collector's edition de Harry Potter. One day.... One day!
JOANA: Gostava de ter uma colecção toda bonita da série ACOTAR... e talvez de Outlander.

CARLA: The Art of Being Normal de Lisa Williamson, desde que o vi no Goodreads que me apaixonei pela sinopse. QUERO MUITO LER ISTO!
JOANA: The Bone Witch, de Rin Chupeco. Encontrei este livro no NetGalley quando andava à procura de um livro que se enquadrasse nesta categoria e este apareceu de repente e conquistou-me com a sua sinopse e a capa linda!

CARLA: Eu tenho alguns autores que estão na minha lista de autobuy, tais como John Green, Nora Roberts, Sherrilyn Kenyon, Neal Gaiman.
JOANA: Os meus autores automáticos são, entre outros: Sarah J. Maas, Juliet Marillier, Jude Deveraux, Madeline Hunter, Mary Balogh, Sherrilyn Kenyon, Tessa Dare, Sarah MacLean, Loretta Chase, Julia Quinn, Emma Wildes, Eloisa James, e tantos outros...

CARLA: Eu não sou propriamente uma pessoa que fique completamente fixada nos lançamentos de livros. Saem quando saírem. Tenho tantos livros na minha TBR, que tenho sempre com que me entreter. No entanto, tenho alguns queria muito que fossem editados em Português, simplesmente porque quero ter a colecção completa e na mesma língua (uma vez que a maioria acabei por ler em inglês).
JOANA:Vou falar das versões portuguesas, que são as que mais dores de cabeça me dão, porque demoram muito a sair. Os livros da Sherrilyn Kenyon são uns deles, os da Jude Deveraux também demoram a sair por cá... Mas acho que não me posso queixar muito.


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

[Livro] Ash, de Malinda Lo

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Título em Português: --
Série: --
Autor(a): Malinda Lo
Editora: Hodder Children's
Páginas: 291
Data de Publicação: 4 de Março de 2010

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Sinopse:
In the wake of her father’s death, Ash is left at the mercy of her cruel stepmother. Consumed with grief, her only joy comes by the light of the dying hearth fire, rereading the fairy tales her mother once told her. In her dreams, someday the fairies will steal her away, as they are said to do. When she meets the dark and dangerous fairy Sidhean, she believes that her wish may be granted.

The day that Ash meets Kaisa, the King’s Huntress, her heart begins to change. Instead of chasing fairies, Ash learns to hunt with Kaisa. Though their friendship is as delicate as a new bloom, it reawakens Ash’s capacity for love—and her desire to live. But Sidhean has already claimed Ash for his own, and she must make a choice between fairy tale dreams and true love.

Entrancing, empowering, and romantic, Ash is about the connection between life and love, and solitude and death, where transformation can come from even the deepest grief.

Opinião:
Para quem segue o blog já deve ter reparado que o meu contributo com conteúdo, durante o mês anterior – para dizer a verdade, durante os meses anteriores – tem sido muito escaço. Isso deveu-se a uma imensa falta de tempo para dedicar a livros e/ou filmes e o que levou a uma falta de vontade enorme. Ash foi um livro que sofreu com este momento que estou a passar.

Ash é um retelling de Cinderella - quem me conhece sabe que não sou muito fã deste conto de fadas, no entanto, estava relativamente curiosa em relação a Ash porque incluía LGBT no seu enredo.

O livro é bem escrito e sabe o usar o conto como base sem ser uma cópia chapada do mesmo; usa elementos chave (que facilmente reconhecemos) para desenvolver o plot, mas sem ser demasiado evidente. Confesso que a sensação de “eu já li isto algures” não está muito presente, algo que poderia acontecer (e acontece com outros retellings), o que é um ponto a favor deste livro. Mas, tal como comecei por escrever no inicio desta crítica, este livro sofreu com a minha falta de tempo e vontade de dedicar-me a um livro e acabei por não me ligar muito a ele. Não posso dizer que não gostei da personagens, simplesmente passaram-me ao lado. Achei que o enredo se arrastou durante mais de dois terços do livro, para no final Ash ter uma epifania qualquer e tudo avançar com alguma rapidez.

Recomendo para quem gosta de YA, para quem gosta de Retelling e em especial o da Cinderella, mas mais do que isso acho que poucas pessoas terão interesse neste livro, apesar de que, como já referi, o livro está bem escrito e não é mau, apenas não é daqueles que fique connosco.


segunda-feira, 15 de agosto de 2016

[Livro] Prazer Absoluto, de Cheryl Holt

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Título em Português: Prazer Absoluto
Série: --
Autor(a): Cheryl Holt
Editora: Quinta Essência
Páginas:400
Data de Publicação: 19 de Julho de 2016

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Sinopse:
Ela era completamente inocente… até ele lhe mostrar a mais irresistível das paixões… Gabriel insiste em pintar o retrato da inocente Lady Elizabeth Harcourt, embora os seus planos tenham pouco que ver com pintura…
A solitária Lady Elizabeth Harcourt nunca casou e deseja desesperadamente algo que dê sentido à sua vida. Encontra-o quando o acaso a leva ao sumptuoso estúdio do pintor Gabriel Cristofore, que insiste em retratá-la, com pretexto de fazer justiça à sua arrebatadora beleza. Elizabeth não demora a perceber que o que Gabriel planeia tem pouco que ver com a pintura, pois a sua verdadeira paixão é a arte da sedução. Desde que a viu pela primeira vez, Gabriel soube que a pele imaculada e os lábios de rubi de Elizabeth prometiam um prazer absoluto ao homem que conseguisse conquistá-la. Inquieto, debate-se entre o imediato desejo de seduzi-la e adiar esse impulso o tempo necessário para conhecê-la a fundo. Gabriel está prestes a descobrir que no é tão fácil abandonar alguns romances. Sobretudo, quando o coração de um patife foi conquistado.

Opinião:
Romance histórico erótico. Pelas minhas leituras mais usuais, este poderia ser dos meus géneros favoritos, mas a verdade é que prefiro romances históricos sensuais e não propriamente eróticos. Cenas de sexo sim, mas o mais importante é a história.

É talvez o meu problema com estes livros, mas esta autora até consegue ultrapassar um pouco isso. Cheryl Holt consegue trazer-nos romances fogosos que têm uma história válida e interessante por trás. Para mim, é talvez uma história demasiado óbvia, demasiado rápida, mas mesmo assim deliciosa.

Lady Elizabeth é a típica jovem londrina, que ainda não é casada e cuja idade está a fazer com que essa hipótese diminua. É também alguém que anseia por carinho e intimidade, não necessariamente sexo, mas pelo menos a intimidade que levaria a isso. E é isso que o libertino e artista Gabriel Cristofore lhe oferece. Uma oferta difícil de resistir, não parece?

Talvez o que mais gostei do livro foi a transformação de Elizabeth, como deixa de ser uma rapariga apagada e submissa, a alguém que é capaz de se defender e que mostra a sua feminilidade, a sua beleza, e percebe que ela própria tem mais valor do que sempre pensou.

Gabriel é o típico libertino. A minha faceta favorita dele é mesmo a de artista, a de pintor que se embrenha de tal maneira na sua arte que se esquece de tudo o que o rodeia, e a maneira como foi descrito foi tão visual que tornou das minhas observações favoritas, e até tenho pena que não houvesse mais descrições assim no livro.

Como é óbvio, não posso não mencionar a parte erótica do livro. Cheryl Holt é, para mim, talvez das melhores escritoras de cenas de sexo, talvez porque consegue transmitir ao leitor as sensações de quase tudo o que acontece, com descrições de tudo, do ambiente que rodeia os amantes, ao toque, ao cheiro, às palavras que se embrenham na história e naqueles que a estão a ler. É, por isso, que talvez a considere das melhores autoras de romances eróticos – repito, eróticos e não “só” sensuais, porque se procuram uma leitura com poucas mas boas cenas de sexo, este não é o vosso livro. Mas se querem algo com uma boa história, e várias/muitas cenas de sexo, então este livro é uma recomendação.

Concluindo, é uma boa leitura, com personagens boas mas que podiam ter sido mais desenvolvidas (principalmente as femininas), com alguma história e muito romance sensual e sexual, que nos leva por um mar de sensações arrebatadoras.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

[A Noiva do Marquês] Qual o mais delicioso?

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Capa mais deliciosa:Da direita, a nacional.

Porquê?
Carla: Mais um livro da Joana que não li, por isso, tal como no mês anterior, vou fazer a minha comparação única e exclusivamente relativamente às capas, e sem qualquer relação com a sua estória. E volto a dizer o mesmo que disse sobre o Romance com o Duque - prefiro, sem pensar duas vezes, a capa nacional, uma vez que parece-me graficamente melhor construído, uma melhor coordenação entre cores e não tem aquele ar terrível de livro de cordel que a capa internacional tem.

Joana: Não há dúvidas: a capa nacional, para mim, é muito mais bonita. As cores estão muito bem coordenadas, e transmitem uma sensação quase de alegria só pelos seus tons. Além de que acho que a modelo foi muito bem escolhida para uma capa deste género. E, como na capa do livro anterior, temos ali um castelo/casa que tem importância no livro.


E vocês, qual a vossa favorita?



A Noiva do Marquês (Castles ever after #2) (Joana)

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

[Filme] Lights Out - Terror da Escuridão, de David F. Sandberg

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Título em Português:Lights Outs - Terror da Escuridão
Realização: David F. Sandberg
Argumento: Eric Heisserer (screenplay), David F. Sandberg (based on the short film by)
Elenco Principal: Teresa Palmer, Gabriel Bateman, Maria Bello
Ano: 2016 | Duração: 1h 21mins
Sinopse:
Quando Rebecca saiu de casa, ela julgou que tinha deixado os seus medos de infância para trás. Durante toda a sua vida, nunca teve realmente certeza do que era, ou não, verdadeiro assim que as luzes se apagavam… e agora o seu irmão mais novo, Martin, está a viver os mesmos inexplicáveis e aterradores episódios, que outrora testaram a sua sanidade e ameaçaram a sua segurança. Uma entidade assustadora, com uma misteriosa ligação à mãe dos irmãos, Sophie, reaparece. Assim, à medida que Rebecca aprofunda a investigação e chega mais perto de desvendar a verdade, as suas vidas passam a estar em perigo… assim que as luzes se apagam.

Opinião da Carla:
Eu já disse aqui no blog, mais do que uma vez, que filmes de terror são o meu tipo de filme favorito. Sinceramente, não sei porque o digo, uma vez que consigo contar pelos dedos de UMA mão os que realmente são bons.

Por esse motivo, decidi ir ver o Lights Out - parecia me ter uma premissa interessante e lá fui. Achei aborrecido, ao ponto que cheguei a fechar os olhos uns minutinhos, apesar de não ter adormecido totalmente. O filme é bastante previsível, não tem assim tantos momentos assustadores. Alias, não acho que seja assim tão assustador.

Custa-me fazer uma crítica tão pequena, mas não sei o que dizer do filme que passado poucos dias pouco me lembro dele. Vê-se bem, sem grande alarido, mas aborrecido e fraco, para o género.





Opinião da Joana:
Fomos ver este filme nos anos da Carla....e acho que foi uma desilusão. Eu, ao contrário da Carla, não gosto de filmes de terror, mas acho que sei dizer quando um é minimamente bom. O que não foi o caso.

Correndo o risco de copiar a Carla, é um filme que deixa muito pouco, também já não me lembro bem, e foi algo aborrecido. Deixou muito a desejar, não mexe muito com a nossa cabeça (tirando talvez alguns sons que podiam mexer com pessoal que tenha uma imaginação hiperactiva).

Também será uma crítica pequenina porque não há mais a dizer.