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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

[Livro] Prazer Absoluto, de Cheryl Holt

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Título em Português: Prazer Absoluto
Série: --
Autor(a): Cheryl Holt
Editora: Quinta Essência
Páginas:400
Data de Publicação: 19 de Julho de 2016

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Sinopse:
Ela era completamente inocente… até ele lhe mostrar a mais irresistível das paixões… Gabriel insiste em pintar o retrato da inocente Lady Elizabeth Harcourt, embora os seus planos tenham pouco que ver com pintura…
A solitária Lady Elizabeth Harcourt nunca casou e deseja desesperadamente algo que dê sentido à sua vida. Encontra-o quando o acaso a leva ao sumptuoso estúdio do pintor Gabriel Cristofore, que insiste em retratá-la, com pretexto de fazer justiça à sua arrebatadora beleza. Elizabeth não demora a perceber que o que Gabriel planeia tem pouco que ver com a pintura, pois a sua verdadeira paixão é a arte da sedução. Desde que a viu pela primeira vez, Gabriel soube que a pele imaculada e os lábios de rubi de Elizabeth prometiam um prazer absoluto ao homem que conseguisse conquistá-la. Inquieto, debate-se entre o imediato desejo de seduzi-la e adiar esse impulso o tempo necessário para conhecê-la a fundo. Gabriel está prestes a descobrir que no é tão fácil abandonar alguns romances. Sobretudo, quando o coração de um patife foi conquistado.

Opinião:
Romance histórico erótico. Pelas minhas leituras mais usuais, este poderia ser dos meus géneros favoritos, mas a verdade é que prefiro romances históricos sensuais e não propriamente eróticos. Cenas de sexo sim, mas o mais importante é a história.

É talvez o meu problema com estes livros, mas esta autora até consegue ultrapassar um pouco isso. Cheryl Holt consegue trazer-nos romances fogosos que têm uma história válida e interessante por trás. Para mim, é talvez uma história demasiado óbvia, demasiado rápida, mas mesmo assim deliciosa.

Lady Elizabeth é a típica jovem londrina, que ainda não é casada e cuja idade está a fazer com que essa hipótese diminua. É também alguém que anseia por carinho e intimidade, não necessariamente sexo, mas pelo menos a intimidade que levaria a isso. E é isso que o libertino e artista Gabriel Cristofore lhe oferece. Uma oferta difícil de resistir, não parece?

Talvez o que mais gostei do livro foi a transformação de Elizabeth, como deixa de ser uma rapariga apagada e submissa, a alguém que é capaz de se defender e que mostra a sua feminilidade, a sua beleza, e percebe que ela própria tem mais valor do que sempre pensou.

Gabriel é o típico libertino. A minha faceta favorita dele é mesmo a de artista, a de pintor que se embrenha de tal maneira na sua arte que se esquece de tudo o que o rodeia, e a maneira como foi descrito foi tão visual que tornou das minhas observações favoritas, e até tenho pena que não houvesse mais descrições assim no livro.

Como é óbvio, não posso não mencionar a parte erótica do livro. Cheryl Holt é, para mim, talvez das melhores escritoras de cenas de sexo, talvez porque consegue transmitir ao leitor as sensações de quase tudo o que acontece, com descrições de tudo, do ambiente que rodeia os amantes, ao toque, ao cheiro, às palavras que se embrenham na história e naqueles que a estão a ler. É, por isso, que talvez a considere das melhores autoras de romances eróticos – repito, eróticos e não “só” sensuais, porque se procuram uma leitura com poucas mas boas cenas de sexo, este não é o vosso livro. Mas se querem algo com uma boa história, e várias/muitas cenas de sexo, então este livro é uma recomendação.

Concluindo, é uma boa leitura, com personagens boas mas que podiam ter sido mais desenvolvidas (principalmente as femininas), com alguma história e muito romance sensual e sexual, que nos leva por um mar de sensações arrebatadoras.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

[A Noiva do Marquês] Qual o mais delicioso?

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Capa mais deliciosa:Da direita, a nacional.

Porquê?
Carla: Mais um livro da Joana que não li, por isso, tal como no mês anterior, vou fazer a minha comparação única e exclusivamente relativamente às capas, e sem qualquer relação com a sua estória. E volto a dizer o mesmo que disse sobre o Romance com o Duque - prefiro, sem pensar duas vezes, a capa nacional, uma vez que parece-me graficamente melhor construído, uma melhor coordenação entre cores e não tem aquele ar terrível de livro de cordel que a capa internacional tem.

Joana: Não há dúvidas: a capa nacional, para mim, é muito mais bonita. As cores estão muito bem coordenadas, e transmitem uma sensação quase de alegria só pelos seus tons. Além de que acho que a modelo foi muito bem escolhida para uma capa deste género. E, como na capa do livro anterior, temos ali um castelo/casa que tem importância no livro.


E vocês, qual a vossa favorita?



A Noiva do Marquês (Castles ever after #2) (Joana)

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

[Filme] Lights Out - Terror da Escuridão, de David F. Sandberg

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Título em Português:Lights Outs - Terror da Escuridão
Realização: David F. Sandberg
Argumento: Eric Heisserer (screenplay), David F. Sandberg (based on the short film by)
Elenco Principal: Teresa Palmer, Gabriel Bateman, Maria Bello
Ano: 2016 | Duração: 1h 21mins
Sinopse:
Quando Rebecca saiu de casa, ela julgou que tinha deixado os seus medos de infância para trás. Durante toda a sua vida, nunca teve realmente certeza do que era, ou não, verdadeiro assim que as luzes se apagavam… e agora o seu irmão mais novo, Martin, está a viver os mesmos inexplicáveis e aterradores episódios, que outrora testaram a sua sanidade e ameaçaram a sua segurança. Uma entidade assustadora, com uma misteriosa ligação à mãe dos irmãos, Sophie, reaparece. Assim, à medida que Rebecca aprofunda a investigação e chega mais perto de desvendar a verdade, as suas vidas passam a estar em perigo… assim que as luzes se apagam.

Opinião da Carla:
Eu já disse aqui no blog, mais do que uma vez, que filmes de terror são o meu tipo de filme favorito. Sinceramente, não sei porque o digo, uma vez que consigo contar pelos dedos de UMA mão os que realmente são bons.

Por esse motivo, decidi ir ver o Lights Out - parecia me ter uma premissa interessante e lá fui. Achei aborrecido, ao ponto que cheguei a fechar os olhos uns minutinhos, apesar de não ter adormecido totalmente. O filme é bastante previsível, não tem assim tantos momentos assustadores. Alias, não acho que seja assim tão assustador.

Custa-me fazer uma crítica tão pequena, mas não sei o que dizer do filme que passado poucos dias pouco me lembro dele. Vê-se bem, sem grande alarido, mas aborrecido e fraco, para o género.





Opinião da Joana:
Fomos ver este filme nos anos da Carla....e acho que foi uma desilusão. Eu, ao contrário da Carla, não gosto de filmes de terror, mas acho que sei dizer quando um é minimamente bom. O que não foi o caso.

Correndo o risco de copiar a Carla, é um filme que deixa muito pouco, também já não me lembro bem, e foi algo aborrecido. Deixou muito a desejar, não mexe muito com a nossa cabeça (tirando talvez alguns sons que podiam mexer com pessoal que tenha uma imaginação hiperactiva).

Também será uma crítica pequenina porque não há mais a dizer.



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

[Livro] Um anjo caído, de Sarah MacLean

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Título em Português: Um anjo caído
Série: The Rules of Scoundrels #4
Autor(a): Sarah MacLean
Editora: Topseller
Páginas:384
Data de Publicação: 4 de Julho de 2016

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Sinopse:
SPOILER! Se não leram os anteriores, não leiam isto, nem a sinopse nem a crítica

Durante o dia, Lady Georgiana é conhecida pela aristocracia como a irmã de um duque, rejeitada pela família por ter caído em desgraça com o pior tipo de escândalo possível: ter-se apaixonado por um homem sem título e dele ter tido uma filha. Mas a verdade é muito mais chocante do que isso! Nos recônditos mais obscuros de Londres, Lady Georgiana é Chase, o misterioso e temido fundador do clube de jogo mais exclusivo da cidade, O Anjo Caído. Circulando disfarçada todas as noites pelo clube, ela conhece os piores segredos das figuras da sociedade e tem-nas na palma da mão. Durante anos a sua dupla identidade nunca foi descoberta…Até agora! Brilhante, inteligente e irresistível, o jornalista Duncan West está intrigado com esta bela mulher, que descobre estar ligada a um mundo de trevas e pecado. Ele sabe que Georgiana é mais do que aparenta ser e promete descobrir todos os segredos deste «anjo caído», expondo o seu passado, ameaçando o seu presente e pondo em risco tudo o que ela tem de mais valioso. Incluindo o seu coração.

Opinião:
Antes de mais, como referi acima, se não tiverem lido os três livros anteriores e não quiserem saber o maior spoiler de sempre, não leiam a crítica. Dito isto, vou começar.

Um Anjo Caído é o quarto livro da série referida acima, e é também o livro final. É neste livro que as dúvidas sobre a identidade de Chase, o misterioso dono do clube mais notório de Londres, são resolvidas. Depois de algumas dicas, dos livros anteriores, finalmente descobrimos que Chase não é um homem, mas uma mulher, que também se faz passar por Anna, no mesmo clube, mas cujo nome é, na verdade, Lady Georgiana. E o que faz uma senhora numa posição de poder num sítio desses, perguntam vocês? Bem, ela gere-o. Como mãe solteira, Georgiana foi afastada da sociedade e descobriu como ganhar poder sobre todos aqueles que a fizeram afastar-se.

Neste livro conhecemos mais a história das quatro personagens principais desta série, como se conheceram e como se salvaram uns aos outros. Gostei particularmente que os rapazes tenham tomado em mãos o romance de Georgiana e Duncan West, de maneira semelhante à que ela tinha tomado com o romance de todos eles com as suas respectivas mulheres, ajudando mas não interferindo demais.

Georgina é uma mulher incrível, adorei que ela fosse mostrada como uma mulher forte, que deu a volta a tudo, que fez amigos fantásticos, que tem uma filha que adora e que a adora a ela, que gere um clube e consegue escondê-lo..., vamos dizer por muito tempo, para não estragar para quem possa ainda estar a ler o livro. E Duncan, bem, este estava completamente à sua altura, com um passado algo torturado, mas que acaba por ser ultrapassado com ajuda de Georgiana.

É um livro que mostrou as escolhas difíceis que às vezes se fazem em troca da felicidade e protecção daqueles que amamos, que teve romance e sensualidade, amizade e carinho, poder e intrigas, tudo embrenhado com uma escrita que nos prende do início ao fim, e que nos deixa a querer mais.

Um bom final, para uma boa série. Irei, sem dúvida, continuar a ler livros desta autora.







Um Marquês Irresistível (The Rules of Scoundrels #1) (Joana)
Um Conde Apaixonante (The Rules of Scoundrels #2) (Joana)
Um Duque Glorioso (The Rules of Scoundrels #3) (Joana)

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Pôr as mãos na massa [Agosto 2016]


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Mais um mês que terminou e outro que se inicia. Claramente Julho foi o maior falhanço à face da Terra para a Carla, no entanto, a Joana conseguiu manter o seu nível. Pode ser que Agosto seja mais favorável.

Ah e não se esqueçam de se juntarem a nós no nosso desafio literário mensal no Goodreads :)

O que se fez em... Julho

[Qual o mais delicioso?] Romance com o Duque

Carla D.

Joana V.

Propostas para... Agosto

Carla D.
  • [Livro] Ash, de Malinda Lo
  • [Livro] Immortal's Spring, de Molly Ringle
  • [Livro] Hora do Feitiço, de Nora Roberts
  • [Filme] Esquadrão Suicida, de David Ayer
  • [Filme] Lights Out - Terror na Escuridão, de David F. Sandberg

Joana V.
  • [Livro] Amor em quarto crescente, de Sherrilyn Kenyon
  • [Livro] Um Anjo Caído, de Sarah MacLean
  • [Livro] Prazer Absoluto, de Cheryl Holt
  • [Livro] A Maldição do Vencedor, de Marie Rutkoski
  • [Livro] Um Caso Tipicamente Inglês, de Elizabeth Edmondson
  • [Filme] Amor e Amizade, de Whit Stillman
  • [Filme] Esquadrão Suicida, de David Ayer
  • [Filme] Lights Out - Terror na Escuridão, de David F. Sandberg

sexta-feira, 29 de julho de 2016

[Livro] O Baile de Máscaras, de Joanna Taylor

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Título em Português: O Baile de Máscaras
Série:--
Autor(a): Joanna Taylor
Editora: Edições Asa
Páginas:352
Data de Publicação: 24 de Março de 2016

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Sinopse:
Em 1786, Londres é uma cidade magnífica, caótica e implacável. Que o diga a jovem Lizzy Ward, cujos sonhos cedo se desvaneceram para dar lugar a uma vida que nunca desejou. Nunca foi sua intenção ser prostituta, mas o destino assim quis. Todavia, a sua sorte parece estar prestes a mudar. Um dia, ao calcorrear as ruelas negras de fuligem de Piccadilly, dá por si a salvar a vida de um homem diferente dos outros. Lord Edward Hays não só é aristocrata como não está minimamente interessado nos seus serviços. Ou melhor, nos seus serviços habituais. Lord Hays quer contratá-la mas não por uma noite. O seu plano é apenas exibi-la na alta sociedade como sua companheira durante toda a semana que vai passar na cidade. Estará Lizzy à altura do papel? À medida que se embrenha nos mais sumptuosos e respeitáveis salões londrinos, os obstáculos parecem suceder-se. Além disso, a jovem apercebe-se de que, naquele mundo, ela não é a única a usar uma máscara. Para piorar as coisas, a sua relação com Edward está a intensificar-se de dia para dia – a charada de ambos ameaça ruir, e Londres está a postos para o grande escândalo...

Opinião:
Comprei este livro e senti-me algo enganada – talvez não devesse, mas a verdade é que fez sentir assim. Na capa diz o seguinte “Um «Pretty Woman» da Regência Inglesa, que as fãs de Julia Quinn vão adorar». Ora isto parece mesmo o meu género de livro, certo? Sim, não fosse ser quase literalmente IGUAL ao Pretty Woman, que até é um filme de que gosto bastane e que vi várias vezes.

Para verem o quanto o livro me começou a irritar logo nas primeiras páginas, cheguei a fazer uma tabela bastante completa com tudo o que era igual no filme no livro, mas nem sequer a vou por aqui pois não quero dedicar mais tempo que o estritamente necessário a este livro. Só para terem alguns exemplos: várias personagens com exactamente os mesmos nome (como o Edward, ou a Kit, aqui tratada mais como Kitty, que outra coisa), os problemas pelos quais as personagens passam são praticamente os mesmos, a maneira como as duas personagens principais se conhecem é igual, com a pequena mudança de um Lexus difícil de conduzir para um garanhão difícil de controlar, entre muitas outras coisas. Não me percebam mal, eu gosto de autores que pegam em contos e outras histórias e dão o seu toque (veja-se a quantidade de livros que são novas versões de contos como a Cinderela – e muitos dos quais eu gostei), mas isto para mim não foi isso, foi praticamente plágio!

Das poucas coisas que posso dizer bem, é que a escrita não é má de todo e acaba por nos prender apenas o suficiente para querermos saber se o resto do livro é todo igual ou filme ou não, o que pelo menos fez com que eu o lesse até ao fim. Acho que o livro poderia ter sido muito mais apelativo se não fosse tão colado ao filme e se a autora se tivesse dado ao trabalho de incluir algum trabalho original. Sei que estou a ser um pouco brusca, mas é para verem o quanto me decepcionou o livro.

Não tendo nada melhor para dizer sobre o livro, acabo aqui esta crítica (e acrescento apenas que a pontuação pensada tem vindo a diminuir cada vez mais).