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sábado, 16 de julho de 2016

[Romance com o Duque] Qual o mais delicioso?

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Capa mais deliciosa: A direita, da edição portuguesa

Porquê?
Carla: Vou estar a avaliar este livro literalmente pela capa, uma vez que nunca o li - livro típico da Joana, mas que não faz o meu género. E não tenho hesitação nesta escolha: prefiro a capa nacional, porque não só porque é muito mais agradável e bonita em termos cromáticos como também tem menos ar de "livro de cordel".

Joana: É uma escolha difícil. Gosto bastante das duas capas, de escolha de cores e paisagens, e estão bastante adequadas ao género de livro. Gosto muito do cor-de-rosa na capa da direita, mas a cara da senhora tão grande não é das coisas de que goste mais. O castelo está no sítio certo e fica tudo bem com as letras do título e da autora – aqui só acho que estas últimas ficam um pouco mais apagadas por ser cor-de-rosa em cima de cor-de-rosa, mesmo que noutro tom. Por outro lado, gosto imenso do vermelho vivo e elegante da capa original, chama bastante à atenção. Continuamos a ter o castelo, as letras do nome da autora são mais visíveis e o dourado faz um bonito contraste com o vestido. Acho que talvez goste mais desta capa, mas o cor-de-rosa fica tão bonito na portuguesa que fico mesmo indecisa. Estão as duas bastante adequadas e acertadas com a história.


E vocês, qual a vossa favorita?



Romance com o Duque ( Castles ever after #1) (Joana)

quarta-feira, 13 de julho de 2016

[Filme] À procura de Dory, de Andrew Stanton e Angus MacLane

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Título em Português: À procura de Dory
Realização: Andrew Stanton, Angus MacLan
Argumento: Andrew Stanton (original story by), Andrew Stanton (screenplay), Victoria Strouse (screenplay), Bob Peterson (additional screenplay material by), Angus MacLane (additional story material by)
Elenco Principal: Ellen DeGeneres, Albert Brooks, Ed O'Neill
Ano: 2016 | Duração: 1h37min
Sinopse:
filme da Disney Pixar “À Procura de Dory” reúne o esquecido peixe-fêmea azul preferido de toda a gente, Dory, com os amigos Nemo e Marlin numa procura de respostas sobre o seu passado. Do que é que se consegue lembrar? Quem são os seus pais? E onde é que aprendeu a falar baleiês?

Opinião da Carla:
Esta crítica, tal como ver Finding Dory no cinema, tem que começar por falar de Piper – a curta metragem de animação que antecede o filme. Tenho a dizer que o nível extraordinário de técnica e perfeição que esta curta tem em termos construção não só narrativa como de animação não me surpreende, uma vez que a Pixar já nos habituou a este tipo de trabalho. Piper é fofo, é extraordinário e acima de tudo uma pequena lição de vida, merece destaque apesar de ter achado, no final, que faltava qualquer coisa.

Quanto ao filme desta crítica, Finding Dory o que posso eu dizer? Primeiro que tudo, Finding Nemo faz parte da minha infância/pré-adolescência e foi dos filmes que mais adorei – sendo que acabei por vê-lo mais do que uma vez no cinema, por essa razão, e porque sempre adorei a Dory, Finding Dory era um dos filmes que mais aguardava de 2016. Desiludiu? Não, mas também não atingiu as expectativas. É um filme bom, bem feito e com bom argumento, mas não teve a mesma “magia” que teve Finding Nemo e os paralelismos eram imensos, chegando mesmo a haver momentos que pareciam fotocópia do primeiro filme.


Não quero com isto dizer que não gostei do filme. Eu gostei e foi bom reencontrar estas personagens que sempre habitaram o meu imaginário e encontrar personagens novas que se adaptaram bem a este novo enredo e que nos fazem sorrir e apaixonar por elas. Mas foi só isso… não houve impacto, não houve aquela exaltação interior. Foi um filme de animação fofo, que trouxe nostalgia, mas não deixou nada novo.









Opinião da Joana:
Começo por falar sobre Piper, a curta que antecedeu o filme. Que coisa mais amorosa! A animação, como sempre com as curtas da Pixar, é fantástica e mexe connosco, por poucos minutos que seja. Mostra que ser diferente (ou ver as coisas de maneira diferente) pode ser muito, se não extremamente, positivo, e todos encontramos uma forma de lidar com os nossos problemas, de uma maneira ou de outra – e uma maneira não tem de ser mais correcta que a outra.

Passando agora ao filme aqui em questão. À procura de Dory procura trazer de novo a emoção que À procura de Nemo nos tinha feito sentir há tantos anos. Foi interessante que, sentadas ao nosso lado, estavam três senhoras: uma senhora já mais idosa, a sua filha adulta, e a neta, que devia ter à volta de dez anos. Todas se riram e gostaram do filme, pelo que consegui perceber com as suas exclamações finais. E acho que este filme é um pouco isso: a ligação à família, e podermo-nos divertir todos juntos, com algo que é um pouco intemporal.

Quanto ao filme propriamente dito, devo dizer que já ia um pouco preparada depois de ler a crítica do Panda. Como ele refere, há vários momentos em que pensamos que as situações são muito parecidas ao À procura de Nemo, mas mesmo assim, para mim, isso agradou-me bastante, dado que gostei muito de rever essas personagens, ainda que por breves instantes. Das personagens novas, Destiny (um tubarão-baleia) foi, sem dúvida, a minha favorita, assim como o seu amigo Bailey (uma beluga, ou baleia-branca).
Ela é uma verdadeira amiga e nunca desiste de ajudar a Dory e os seus companheiros, por mais difícil que seja a situação (com o apoio de Bailey, na maioria das vezes).

Apesar de todos os pontos positivos do filme, acabou por-me saber a pouco... Diverti-me, sim, mas achei que ficou aquém das expectativas. Uma das coisas que notei mais foi a diferença de reacções entre o desaparecimento de Nemo e o desaparecimento de Dory. Não vou explorar muito porque senão estrago o filme a quem ainda o vai ver, mas foi algo que mexeu comigo, como os pais destas duas personagens reagem de maneira díspar a um acontecimento semelhante.

De qualquer maneira, é um bom filme, com uma animação fantástica, tão pormenorizada e realista, como a Pixar já nos habitou.
E amorosa, já disse amorosa?

É uma história de coragem e luta por encontrar uma parte de nós – mas será que essa parte já não estaria ali, mesmo à nossa frente? Deixo-vos com essa pergunta.




quinta-feira, 7 de julho de 2016

[Livro] Outlander: Nas asas do tempo, de Diana Gabaldon

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Título em Português: Outlander: Nas asas do tempo
Série: Outlander #1
Autor(a): Diana Gabaldon
Editora: Casa das Letras
Páginas:773
Data de Publicação: 9 de Junho de 2010

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Sinopse:
Claire leva uma vida dupla. Tem um marido num século e um amante noutro…
Em 1945, Claire Randall, ex-enfermeira do Exército, regressa da guerra e está com o marido numa segunda lua-de-mel quando inocentemente toca num rochedo de um antigo círculo de pedras. De súbito, é transportada para o ano de 1743, para o centro de uma escaramuça entre ingleses e escoceses. Confundida com uma prostituta pelo capitão inglês Black Jack Randall, um antepassado e sósia do seu marido, é a seguir sequestrada pelo poderoso clã MacKenzie. Estes julgam-na espia ou feiticeira, mas com a sua experiência em enfermagem, Claire passa por curandeira e ganha o respeito dos guerreiros. No entanto, como corre perigo de vida a solução é tornar-se membro do clã, casando com o guerreiro Jamie Fraser, que lhe demonstra uma paixão tão avassaladora e um amor tão absoluto que Claire se sente dividida entre a fidelidade e o desejo… e entre dois homens completamente diferentes em duas vidas irreconciliáveis.
Vive-se um período excepcionalmente conturbado nas Terras Altas da Escócia, que culminará com a quase extinção dos clãs na batalha de Culloden, entre ingleses e escoceses. Catapultada para um mundo de intrigas e espiões que pode pôr em risco a sua vida, uma pergunta insistente martela os pensamentos de Claire: o que fazer quando se conhece o futuro?

Opinião:
Começo por dizer que vi a primeira (e a segunda) temporada da série Outlander antes de ler o livro. Eu não gosto de fazer isso, mas aconteceu, estava a passar pelos canais, pareceu giro, pus a gravar e puff, em poucos dias tinha visto a primeira temporada toda, mesmo a tempo de começar a segunda. Só depois me lembrei que os livros andavam lá por casa. Fazendo uma pequena comparação, a primeira temporada da série está muito, mas mesmo muito fiel ao livro, foi incrível ver o quão bem se encaixavam.

Apesar de ser um livro enorme, a leitura não é de todo difícil. Tudo acontece a um passo rápido, mas não apressado. As mudanças de Claire e Jamie, os nossos protagonistas são tão visíveis no livro, que dá prazer ler a evolução das personagens, assim como a compreensão mútua que se vai expressando.

Eu não queria dizer muito sobre a história, mas posso dizer que as provações pelas quais vão passando estão muito marcadas, tanto a nível individual como de casal. Se houve momentos em que não gostei de como o Jamie se comportava, também podia dizer o mesmo de Claire. Mas tudo isso se anulava com a satisfação que me dava ler a sua história.

Sei que esta crítica é curta, principalmente para um livro tão grande, mas não quero mesmo estragar o enredo a ninguém. Digo apenas que este romance tem um pouco de tudo: desde amor, a uma vertente histórica, a viagens no tempo, a lutas de pistolas e espadas, a noites de terror e de êxtase. Recomendo lerem o livro antes de verem a série, de modo a criarem as personagens na vossa imaginação, mas caso não o façam, não se preocupem que, como já disse, as diferenças não são muitas.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Pôr as mãos na massa [Julho 2016]


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Com o verão a chegar, esperamos conseguir ter mais tempo livre, estes últimos meses têm sido mais caóticos e as nossas leituras têm ficado mais atrasadas, assim como os filmes que queríamos ver. A ver se conseguimos por as coisas em dia este mês :)
Ah e não se esqueçam de se juntarem a nós no nosso desafio literário mensal no Goodreads :)

O que se fez em... Junho

[Qual o mais delicioso?] Looking for Alaska

Carla D.

Joana V.

Propostas para... Julho

Carla D.
  • [Livro] Ash, de Malinda Lo
  • [Livro] Immortal's Spring, de Molly Ringle
  • [Livro] Hora do Feitiço, de Nora Roberts
  • [Filme] À procura de Dory, de Andrew Stanton e Angus MacLane

Joana V.
  • [Livro] Outlander: Nas Asas do Tempo, de Diana Gabaldon
  • [Livro] Amor em quarto crescente, de Sherrilyn Kenyon
  • [Livro] A Torre de Espinhos, de Juliet Marilier
  • [Livro] Baile de Máscaras, de Joanna Taylor
  • [Livro] Keeper, de Heather C. Myers
  • [Filme] À procura de Dory, de Andrew Stanton e Angus MacLane
  • [Filme] Amor e Amizade, de Whit Stillman

quarta-feira, 29 de junho de 2016

[Livro] Uma noite para se render, de Tessa Dare

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Título em Português: Uma noite para se render
Série: Spindle Cove #1
Autor(a): Tessa Dare
Editora: Topseller
Páginas:320
Data de Publicação: 6 de Junho de 2016

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Sinopse:
Spindle Cove é uma pacata vila costeira, só para donzelas.
As raparigas bem-nascidas, influenciáveis e que correm riscos de ser seduzidas pelos cavalheiros errados são enviadas pelas famílias para Spindle Cove. Aqui elas deverão «curar-se» com os bons ares marítimos, desenvolver os seus talentos e viver vidas tranquilas. Susanna Finch é a anfitriã da vila e guardiã deste verdadeiro refúgio, livre de homens e de tentações. Mas com a chegada de um homem…
Retirado da frente de guerra contra Napoleão após sofrer um ferimento, o tenente-coronel Victor Bramwell quer agora recuperar o comando do seu regimento. O seu plano leva-o a Spindle Cove onde, ao contrário do que esperava, acaba por receber um título de conde, um castelo e a responsabilidade de criar uma milícia para defender a vila. Vai ser palco de uma verdadeira guerra dos sexos.
Susanna teme que a presença de uma milícia na vila desencaminhe as donzelas. E o tenente-coronel tem de cumprir a sua missão para poder voltar para a guerra. Nasce, assim, uma autêntica guerra dos sexos. Mas com a atração crescente que sentem um pelo outro, serão eles capazes de manter os seus planos? Ou irão declarar-se vencidos pelo amor?

Opinião:
Os livros de Tessa Dare, pelo menos comigo, ganharam a reputação de serem diferentes. Tal como a colecção anterior, Castles Ever After, este livro mantém essa reputação, apesar de não merecer, na minha opinião uma classificação tão alta como a que dei aos livros anteriores da autora.

Gostei imenso da premissa de Spindle Cove, onde as raparigas que não se enquadram na ideia das jovens perfeitas da sociedade inglesa podem ir, pelo menos por um verão, ser elas próprias.

Apesar de me divertir com o livro, achei que houve coisas demasiado exageradas e acabei por gostar mais de algumas personagens secundárias do que da personagem principal masculina, Victor Bramwell. Gostei muito mais da Susanna Finch, a nossa heroína, do que do nosso herói. Achei as cenas de sexo entre eles algo exageradas, a cada momento que olhavam um para o outro era quase imediato, pareceu-me algo em demasia.

Gostava de ter sabido mais sobre as outras personagens, não só vê-las como pessoas que andavam ali à volta. Eu percebi que a maior parte vai ser explorada noutros livros, mas mesmo assim gostaria que fossem um pouco mais desenvolvidas.

Foi uma história divertida, muito bem pensada e bem escrita, com um enredo interessante e que me prendeu do início ao fim. Ri-me com o livro, mas não foi dos meus favoritos desta autora. Acho que fica aquém dos livros anteriores, porém, como gostei das personagens secundárias, vou querer ler os próximos livros desta série.