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terça-feira, 14 de junho de 2016

[Looking for Alaska] Qual o mais delicioso?

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Capa mais deliciosa: Capa da direita, a reedição.

Porquê?
Carla: Eu li este livro em inglês, por essa razão, para mim, será sempre o Looking for Alaska. Tal como a Joana irá dizer, eu não gosto de nenhuma das capas, prefiro a original (que não está aqui representada) ainda que, mesmo assim, não seja favorita. Entre as duas que aqui colocamos, prefiro a reedição, uma vez que tem os meus tons favoritos. Adoro azul e gosto do contraste bem marcados da margarida com o background e do titulo amarelo contra o azul escuro.

Joana: Pessoalmente, não sou fã de nenhuma das capas, parece-me que falta qualquer coisa... Mas acho que acabo por gostar mais da azul. Gosto da paleta de cores, prefiro as letras da capa da direita, e acho que a flor fica melhor que a rapariga.


E vocês, qual a vossa favorita?

sábado, 11 de junho de 2016

[Filme] The Conjuring 2 (2016), de James Wan


Título Original: The Conjuring 2
Título em Português: The Conjuring 2: A Evocação
Realização: James Wan
Argumento: Carey Hayes, Chad Hayes, James Wan & David Leslie Johnson
Elenco Principal: Vera Farmiga, Patrick Wilson, Madison Wolfe
Ano: 2016 | Duração: 2h 14mins
Sinopse:
O reputado casal de investigadores de fenómenos paranormais formado por Ed e Lorraine Warren, embarca num dos casos mais aterradores da sua carreira e viaja até Enfield, a norte de Londres, para ajudar uma mãe solteira a criar quatro crianças numa casa assombrada por espíritos maliciosos.

Opinião:
Se seguem o blog há algum tempo, hão-de se lembrar de que eu já escrevi sobre o The Conjuring mais do que uma vez aqui no blog. No Verão passado, numa noite sem nada para fazer, decidi ver este filme e foi dessa forma que entrou imediatamente para o meu top 3 de filmes de terror, como podem ver aqui.

Por essa razão, seria de esperar que eu estivesse super entusiasmada com . Ganhei bilhetes para a antestreia e não podia deixar estar oportunidade passar. Tenho que dizer que James Wan consegue manter a minha vibe assustadora e creepy que tinha o filme anterior, ainda que não ache tão aterrador. Se calhar, uma vez que assistir o primeiro filme em casa sozinha a meio da noite, esse me tenha afectado de forma mais “agressiva”, mas mesmo assim, não achei o The Conjuring 2 tão bom ou melhor que o primeiro – a maldição da sequela, que nunca chega ao mesmo patamar o que primeiro.

Tal como aconteceu com o primeiro filme, este começa com uma, aparentemente, desconexa do enredo principal do filme; rápido nos apercebemos que não é bem assim. Achei que o filme perdeu um pouco porque se arrastou muito a tentar dar enquadramento à estória. James Wan é dos poucos realizadores de terror que sabe utilizar bem aquela linha ténue entre o terror e a comédia sem cair no ridículo. Este filme tem vários momentos de comic relief que servem para deixar o espectador mais calmo e mais à-vontade para depois o atacar com algo assustador.

Apesar de não ter achado este filme tão assustador como o primeiro, isso não significa que tenha sido fraco, pois não o foi. Gostei bastante dele e achei que estava bastante bem realizado. Tenho a dizer que gostei imenso de alguns aspectos de edição do filme (demasiado pormenorizadas para as escrever aqui, mas talvez se o virem irão perceber quais são). É um bom filme de terror e, como sempre digo, os filmes de terror são o meu género favorito, mas são um nicho tão especifico que consigo contar pelos dedos de uma mão aqueles que realmente considero bons. Talvez não fique nessa mão, mas está lá perto.

Toda a minha vida achei que as freiras eram criaturas assustadoras e creepy, este filme só veio a confirmar a minha já comprovada suspeita.




quarta-feira, 8 de junho de 2016

[Livro] A Caminho do Altar, de Julia Quinn

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Título em Português: A Caminho do Altar
Série: Bridgertons #8
Autor(a): Julia Quinn
Editora: Edições Asa
Páginas: 400
Data de Publicação: 10 de Maio de 2016

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Sinopse:
Gregory Bridgerton procura a sua alma gémea. Acredita fervorosamente no amor verdadeiro, por isso não tem dúvidas de que saberá reconhecer a mulher da sua vida com facilidade. E, de facto, ao conhecer Hermione Watson, o jovem fica rendido. Mas, oh... que tragédia!, a estonteante Hermione está apaixonada por outro. É aí que entra Lucy Abernathy, a melhor amiga dela, sempre disposta a ajudar. Mesmo quando percebe que ela própria sucumbiu ao incurável romantismo de Gregory. Infelizmente, existe um outro “mas”... Pois Lucy está noiva, e tenciona colocar a honra acima dos seus sentimentos. Quanto a Gregory, no momento em que finalmente compreende que os desígnios do coração são mais intrincados do que pensava, já a sua amada vai a caminho do altar. Será que é demasiado tarde?

Opinião:
Chegámos ao fim da colecção dos Bridgertons. Esta família vai deixar saudades.

Este livro deixou algo a desejar na maioria do tempo, apesar de ser bom voltar a ver personagens que se tornaram tão queridas para mim ao longo do tempo. Aqui, Gregory, o homem mais novo dos irmãos Bridgertons (Hyacinth é a mais nova de todos os irmãos), anda à procura do amor que todos os seus familiares conseguiram encontrar. E pensa que quando isso acontecer, vai ser como se um raio o atingisse e puff!, ele e a sua apaixonada seriam felizes para sempre. Claro que não é isso que acontece, e foi muito interessante ver a mudança de perspectiva do Gregory, da Hermione e da Lucy, as três personagens que estão mais interligadas no livro.

Adorei rever Kate e ver que ela continua a mesma, com o mesmo humor e carisma que sempre a caracterizaram. É um prazer rever personagens como ela, o Anthony, e todos os Bridgertons, mas especialmente a mãe de todos eles, a nossa querida Violet.

É uma crítica pequenina porque não tenho muito mais a dizer. Estava à espera de algo mais, tendo em conta que era o último livro da série mas não foi, de todo, mau. Foi divertido, com tiradas inteligentes e, para ser sincera, foi diferente. A minha parte favorita foi o final – 9, uau!




domingo, 5 de junho de 2016

[Filme] Eternal Sunshine of the Spotless Mind (2004), de Michel Gondry

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Título em Português: O Despertar da Mente
Realização: Michel Gondry
Argumento: Charlie Kaufman, Michel Gondry, Pierre Bismuth
Elenco Principal: Jim Carrey, Kate Winslet, Tom Wilkinson
Ano: 2004 | Duração: 1h 48mins
Sinopse:
Um casal tenta recuperar a sua relação apagando as más recordações do passado, através de uma técnica inovadora, mas algures a meio do processo as coisas complicam-se.

Opinião:
Lembram-se que quando escrevi a crítica de Anomalisa disse estar curiosa sobre o filme por causa do Charlie Kaufman? Bem, O Despertar da Mente é a verdadeira razão, considerando que o argumento deste filme foi escrito por Kaufman.

Vi este filme várias vezes, e voltei a vê-lo há poucos dias, e o mais incrível é que continua a fascinar-me. Para ser honesta, não me sinto capaz de escrever sobre este filme e como me afecta. Eu adoro-o. Além de estar fantasticamente editado, o que mais adoro é o guião, porque penso verdadeiramente que é maravilho. Charlie Kaufman é brilhante e tem uma maneira genuína de lidar e trabalhar com a emoção humana, sobre a condição humana e todos os tipos de interacção humana que possamos pensar.

Não me lembro em que crítica escrevi isto, mas eu acredito verdadeiramente que que as memórias (boas ou más) moldam-nos e eu não consigo deixar de estar fascinada com a nossa mente e o nosso cérebro. O Joel tenta apagar as memórias da sua namorada, Clementine, por desprezo, dado que ela o tinha feito também. Mas a nossa mente não domina o nosso coração, e eles tentaram esquecer-se um do outro mas, no fim, foram atraídos um ao outro.

Eu sei que esta crítica não diz muito sobre o filme e o seu enredo, mas eu sinto-me incapaz de falar mais sobre ele, sem fazer spoilers e o estragar para vocês, por isso...Por favor, se nunca o viram, vão vê-lo! Se já o viram, voltem a vê-lo, porque de todas as vezes que o fizerem, irão reparar em algo diferente.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Pôr as mãos na massa [Junho 2016]


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Com inicio de mais um mês, aqui estamos com a nossa rubrica mensal. Foi um mês mais complicado para gerir material para colocar aqui no blog (falta de tempo é uma coisa tramada), mas o blog não vai ficar esquecido, ainda que possamos diminuir alguma frequência de publicações. :)

O que se fez em...Maio

[Qual o mais delicioso?] Eve e as trevas

Carla D.

Joana V.

Propostas para... Junho

Carla D.
  • [Filme] Macbeth, de Justin Kurzel
  • [Filme] O Despertar da Mente, de Michel Gondry
  • [Livro] Ash, de Malinda Lo
  • [Livro] Immortal's Spring, de Molly Ringle
  • [Livro] The Complete Persepolis, de Marjane Strapi

Joana V.
  • [Livro] A Caminho do Altar, de Julia Quinn
  • [Livro] Capricho de Veludo, de Loretta Chase
  • [Livro] Uma viscondessa fascinante, de Jennifer Haymore
  • [Livro] As piores intenções, de Elizabeth Hoyt
  • [Livro] O Baile de Máscaras de Joanna Taylor

segunda-feira, 30 de maio de 2016

[Livro] A Court of Mist and Fury, de Sarah J. Maas

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Título em Português: --
Série: A Court of Thorns and Roses #2
Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Bloomsbury USA Childrens
Páginas: 640
Data de Publicação: 3 de Maio de 2016

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Sinopse:
Feyre survived Amarantha's clutches to return to the Spring Court—but at a steep cost. Though she now has the powers of the High Fae, her heart remains human, and it can't forget the terrible deeds she performed to save Tamlin's people. Nor has Feyre forgotten her bargain with Rhysand, High Lord of the feared Night Court. As Feyre navigates its dark web of politics, passion, and dazzling power, a greater evil looms—and she might be key to stopping it. But only if she can harness her harrowing gifts, heal her fractured soul, and decide how she wishes to shape her future—and the future of a world cleaved in two. With more than a million copies sold of her beloved Throne of Glass series, Sarah J. Maas's masterful storytelling brings this second book in her seductive and action-packed series to new heights.

Opinião:
Finalmente, temos o segundo livro do ACOTAR !!! Yay! Não imaginam o quanto eu estava ansiosa por ler este livro...Podemos dizer que sacrifiquei umas horas de sonho para o ler o mais depressa possível. Este livro merece mais que as 4.5*, mas não chega bem às 5*, digamos que é um 4.75*.

Neste segundo livro, encontramos Feyre, a nossa protagonista, numa posição muito diferente daquela em que esta se encontrava no início do primeiro livro. Muito aconteceu desde Under the Mountain... E eu não quero fazer spoilers, por isso esta crítica é muito difícil!

Apenas digo que Feyre vai ter de lidar com o acordo que fez com Rhysand, o High Lord da Corte da Noite. Já mencionei que adoro noites estreladas e, como já devem ter reparado noutras críticas, tenho uma (grande) queda para “Bad Boys with a heart of gold”?

Se lerem a minha crítica do livro anterior, sabem que fiquei muito intrigada com a personagem deste High Lord. E, apesar de gostar muito do Tamlin no primeiro livro, é com pena que digo que fiquei muito desiludida com ele – apesar de tudo fazer sentido no livro, e se assim não fosse, ir-me-ia sentir muito dividida entre duas personagens de que gostaria bastante.

Que mais posso dizer sem estragar este livro incrível? O Rhys é incrível, os seus amigos também, a Corte dos Sonhos é a melhor coisa de sempre (mesmo com a sua divisão), e houve surpresas e coisas que não esperava de nada que acontecessem.

Termino rapidamente, dizendo apenas que não acredito que o próximo livro só sairá em Maio de 2017, supostamente. Mal posso esperar!