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quinta-feira, 12 de maio de 2016

[Eve e as Trevas] Qual o mais delicioso?

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Capa mais deliciosa: Nenhuma

Porquê?
Carla: Bom, começo por dizer que o quer que venha a escrever será única e simplesmente em relação às capas, uma vez que não li o livro. Primeiro que tudo posso dizer que até gosto da composição da capa nacional em relação à original, mas sinto que apenas vendo a capa estaria a ler um livro qualquer de bondage e coisas afins. Segundo, nada na imagem nacional remete para o lado oriental - que sei que existe na história - e que está tão bem retratado na capa original. A capa original consegue manter algum tipo de sumo em relação ao enredo. Neste caso em particular vou dizer que não gosto de nenhuma das capas. Para mim nenhuma é deliciosa.

Joana: Ao contrário da Carla, eu li o primeiro livro desta série (cuja crítica podem ler aqui) e até tenho o segundo cá em casa (apesar de não ser fã da personagem principal, gosto das outras personagens e quero saber o que lhes acontece). A primeira vez que vi a capa portuguesa, pensei que não tinha nada a ver com capas de outros livros da mesma autora, e não sendo muito fã da maioria das suas capas portuguesas, isto até poderia parecer um elogio – mas não é. Não acho a capa atractiva e, sinceramente, acho que tem pouco a ver com o livro. Já a capa original, tem alguns traços mais característicos da história, como o facto da nossa protagonista ter ascendência oriental. Porém, também não a acho apelativa e acaba por não chamar propriamente a atenção do público que talvez tenha mais interesse por estes livros, de fantasia com erótico à mistura. Na minha opinião, e concordando com a Carla, nenhuma das capas é deliciosa.


E vocês, qual a vossa favorita?

terça-feira, 10 de maio de 2016

[Livro] As Lições do Amor, de Lorraine Heath

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Título em Português: As Lições do Amor
Série: Scandalous Gentlemen of St. James #1
Autor(a): Lorraine Heath
Editora: TopSeller
Páginas: 240
Data de Publicação: 11 de Abril de 2016

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Sinopse:
Lady Grace Mabry tem tudo o que uma donzela debutante pode desejar: é bonita, inteligente, vem de boas famílias e possui um dote bastante valioso. No entanto, Grace desconfia dos inúmeros pretendentes que a cortejam, pois acredita que muitos estão apenas interessados na sua riqueza. Para a ajudar a perceber se os interesses dos seus apaixonados são genuínos, Grace procura o seu amigo de infância, o Duque de Lovingdon. Sem qualquer fé no amor desde que perdeu a família, Lovingdon vive uma vida de libertinagem e prazer. Conhecedor dos jogos e estratagemas para conseguir a atenção de uma mulher, Lovingdon só tem de ensinar a inocente Grace a diferenciar as emoções falsas das verdadeiras. Mas mal as lições começam, Lovingdon depara-se com um jogo demasiado perigoso, que parece não conseguir controlar… Conseguirá o Duque abrir o seu coração inteiramente ou irá perder aquela que descobriu que ama?

Opinião:
Este romance foi uma lufada de ar fresco.

É um romance histórico, sim, e tem temas a que já estamos habituados (e que até esperamos que aconteçam), mas ao mesmo tempo traz à luz temas ligados à medicina que são muito raros neste tipo de livros.

Lady Grace Mabry é, à falta de melhor palavra, amorosa. Uma mulher forte e sensível, curiosa, teimosa e desejosa de encontrar alguém que a aceite por completo, com todas as imperfeições que ela, como qualquer ser humano, tem.

Já o Duque de Lovingdon é um homem marcado pela mágoa, que fez dele alguém um pouco amargo e definitivamente com uma visão muito injusta da vida, pelo que esta “lhe” fez. Mas apesar disso, Lovingdon adora a sua “Pequena Rosa”, Grace. Ainda que nunca tenha olhado para ela de outra maneira que uma irmã mais nova, Lovindgon começa a perceber que a sua Pequena Rosa floresceu, e tornou-se em algo que ele quer evitar.

O título do livro é, talvez, uma das traduções mais adequadas de títulos de livros deste género, ainda que nada tenha a ver com o título original (“when the duke was wicked”), pois todo o livro fala destas “lições” que Grace quer e deve aprender para saber quem verdadeiramente gosta dela e quem está apenas interessado na sua fortuna. Ao pedir ajuda com estas lições a Lovingddon, seu amigo de longa data, Grace começa uma reacção em cadeia que vai implicar mudanças nestas duas personagens.

Gostei imenso de conhecer os amigos de Lovingdon, que imagino serão os protagonistas dos próximos livros.

Todas as personagens tinham um certo grau de profundidade que fez com que o livro não fosse “só” uma história de amor, mas uma história mudanças de vida e de aceitação de nós mesmos, e do que nos pode acontecer. Acima de tudo, é um livro sobre a procura da felicidade e, mais ainda, é uma luta pela felicidade.


quinta-feira, 5 de maio de 2016

[Filme] Um dia de Mãe, de Garry Marshall

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Título em Português: Um Dia de Mãe
Realização: Garry Marshall
Argumento: Tom Hines, Lily Hollander, Anya Kochoff and Matthew Walker
Elenco Principal: Jennifer Aniston, Kate Hudson, Julia Roberts
Ano: 2016 | Duração: 1h58min
Sinopse:
Com o aproximar da celebração de mais um dia da mãe, várias mulheres vão ter de reflectir sobre o peso da maternidade. Sandy é a mãe solteira de dois rapazes que luta por se manter de pé e que ainda não superou o facto de ter sido trocada por uma mulher mais jovem; Miranda é uma escritora famosa que hoje se arrepende de ter dado a sua filha Kristin para adopção; Kristin – hoje uma mulher prestes a constituir a sua própria família –, decide que é chegado o momento de reencontrar a progenitora e fazer as pazes com o passado; Jesse, a melhor amiga de Kristin, ao perceber as suas angústias, dá-se conta do quão distante se sente da sua própria mãe e o quanto deseja fortalecer os laços. Estas mulheres, de personalidades distintas, vão ver os seus destinos cruzarem-se de um modo totalmente inesperado…

Opinião:
Este é um filme ideal para irmos ver com as nossas mães (ou figuras maternais). É uma comédia romântica, com alguns clichés a que já estamos habituados, mas isso não torna o filme maçador.

Gosto muito de filmes que interligam as histórias das várias personagens, como neste filme: Sandy (Jennifer Aniston), é amiga de Jesse (Kate Hudson), que é amiga de Kristin (Britt Robertson), que é filha da Miranda (Julia Roberts), enfim, estão a perceber o que quero dizer. Foi um filme divertido, que entrelaçou várias gerações e vários tipos de mãe, desde a mais presente à mais distante, da mais picuinhas à mais protectora.

O filme faz exactamente aquilo a que se propunha fazer, na sinopse e no trailer (apesar deste mostrar as cenas mais giras do filme, contando quase tudo, o que é um contra), mostrando a relação entre filhxs e mães, as dificuldades pelas quais esta pode passar, mas o poder e valor que a relação tem se as pessoas envolvidas quiserem lutar por ela.

Resumindo, gostei bastante, foi divertido e romântico, com a dose ideal de clichés. Não é um filme extraordinário, daqueles que ficam para a história, mas é um filme giro e daqueles que depois de vermos dizemos, honestamente, que gostámos e que foi um tempo bem passado, especialmente se for visto com a nossa mãe :)


terça-feira, 3 de maio de 2016

[Filme] The Jungle Book (2016), de Jon Favreau

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Título em Português: O Livro da Selva
Realização: Jon Favreau
Argumento: Justin Marks (screenplay), Rudyard Kipling
Elenco Principal: Neel Sethi, Bill Murray, Ben Kingsley
Ano: 2016 | Duração: 1h 45mins
Sinopse:
Adaptação do célebre «O Livro da Selva» de Rudyard Kipling, centrada na história de Mogli, o menino órfão que cresce na selva e é "adotado" por um grupo de animais selvagens (um par de lobos, um urso e uma pantera). Nesta versão (são várias as adaptações desta história para cinema), a personagem principal é a única a ser interpretada por um ator de carne e osso, sendo todas as restantes geradas em computador.

Opinião:
O Livro da Selva era um dos meus filmes favoritos da minha infância. A fita do meu VHS ficou estragada de eu tanto ver, rebobinar e todas essas coisas que tínhamos que fazer como queríamos ver um filme, enquanto crianças. Bons tempos.


Essa foi a razão pela qual eu tinha que ver este filme. Ainda que, por momentos, eu me tenha esquecido de que ia haver um versão live action deste filme até ver que o filme já estava em exibição. Eu estava incrivelmente entusiasmada, mas preocupada ao mesmo tempo, mas não era necessário, porque o filme está muito bom. Eu podia ver o mesmo tipo de plano tal como eu vi no filme de animação quando era criança. Tem a mesma essência; e para não valar do cast vocal perfeito para este filme: Ben Kingsley como Baguera, Bill Murray dá voz a Balu (e quem mais poderia ser?) e Scarlett Johansson é a hipnótica Kaa com a sua voz suave.


Mas o que eu não estou a referir até ao momento é a qualidade da edição e dos efeitos especiais. A forma como Mogli interage com os animais é extraordinária, qualquer um poderia achar que, de facto, que ele estava a representar com animais verdadeiros. O Livro da Selva tem uma fotografia impressionais e nós, como espectadores, conseguimos sentir como se estivéssemos na selva com Mogli, Baguera e Balu. Nada foi deixado ao acaso, e esse é um dos pontos mais positivos deste filme. Eu vi uma versão live action fiel a um dos meus filmes favoritos da minha infância.


Apesar de tudo, O Livro da Selva não é perfeito e um dos aspectos menos bons é, de facto, Mogli. Eu acho que Neel Sethi, quem dá vida a Mogli, ainda não estava preparado para fazer parte de um filme tão grande como este. Era necessário um actor jovem, é verdade, mas às vezes senti que Mogli era um pouco falso, e isso deve-se à performance de Sethi. Ele é fofo e, surpreendentemente, parecido como que eu imaginava que seria o Mogli em carne e osso, mas não chega lá. Ainda assim, eu gostei imenso do filme e eu poderia rever este filme outra e outra vez, tal como eu fazia quando era criança.




domingo, 1 de maio de 2016

Pôr as mãos na massa [Maio 2016]


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Finalmente um mês que nos traz melhor tempo! Bem vindo Maio! :D

Como podem ver pela nossa lista, até conseguimos cumprir a maior parte dos nossos objectivos, só o nosso Desafio de Abril é que ficou um pouco aquém. Para Maio já está o desafio aberto, são todxs bem vindxs para se juntarem a nós :)

Em Maio, vamos tentar ver alguns dos filmes que saíram mais recentemente (quem está ansioso por ver o Capitão América: Guerra Civil?), e ler alguns livros que têm estado na nossa lista há algum tempo, mas também alguns que têm saído nestes últimos meses. Digam-nos quais as vossas leituras, filmes, séries, idas ao teatro ou saídas interessantes que tenham planeado, gostamos sempre de falar com vocês e ainda mais se nos derem sugestões de coisas que vos agradam e que pensem que talvez possamos gostar! :)

O que se fez em... Abril

[Qual o mais delicioso?] The Fault in Our Stars

Carla D.

Joana V.

Propostas para... Maio

Carla D.
  • [Filme] Macbeth, de Justin Kurzel
  • [Filme] Capitão América: Guerra Civil, de Anthony e Joe Russo
  • [Livro] Escape from Witchwood Hollow, de Jordan Elizabeth Mierk
  • [Livro] Ash, de Malinda Lo
  • [Livro] Immortal's Spring, de Molly Ringle

Joana V.
  • [Livro] A Caminho do Altar, de Julia Quinn
  • [Livro] A Rainha de Tearling, de Erika Johansen
  • [Livro] As Lições do Amor, de Lorraine Heath
  • [Filme] Capitão América: Guerra Civil, de Anthony e Joe Russo
  • [Filme] Um dia da mãe, de Garry Marshall

sábado, 30 de abril de 2016

[Livro] Deliverance, de Adrienne Monson

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Título em Português: --
Série: The Blood Inheritance Trilogy #3
Autor(a): Adrienne Monson
Editora: Jolly Fish Press
Páginas: 320
Data de Publicação: 31 de Maio de 2016

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Sinopse:
For three years, Leisha has worked hard to raise and keep Liam safe from the immortals' clutches. But when Leisha is taken, 20-year-old Samantha is faced with an enormous burden. The immortals and vampires are closer than ever, and she can't keep Liam safe while helping Leisha stay alive through their bond. Reluctantly, she turns to ex-boyfriend Nik for help, determined to keep her heart closed this time. In this epic finale to the Blood Inheritance Trilogy, the ultimate battle between vampires and immortals erupts as they discover Liam's purpose as the prophecy child. But does his destiny truly bring both races together, or is there something much darker at work?

~ Recebemos este eArc directamente da autora. Obrigada! ~

Opinião:
Este é o terceiro e último livro da série Blood Inheritance . O segundo livro (que para mim foi o primeiro dado que não tive a oportunidade de ler o primeiro livro da série) foi lido numa manhã aborrecida num aeroporto e tinha-me aguçado o apetite para este último.

É um livro mais violento, e muito final. Teve cenas que podem não ser aconselhadas a pessoas mais sensíveis, sem sombra de dúvida. Posso dizer que houve bocados que só passei os olhos por alto, pois faziam demasiada impressão, mental e fisicamente. Se quiserem saber do que falo, leiam por vossa conta e risco.

Neste último livro encontramos personagens que se tornaram conhecidas e, tendo em conta que a história foi lida há quase um ano e ainda me lembro relativamente bem delas e do enredo, acho que podem ser consideradas marcantes. Leisha (a vampira), Tafari (o imortal), Rinwa (a filha imortal destes), Samantha (a serva humana de Leisha e amiga de toda a família), Nik (o vampiro e apaixonado de Samantha) e, por fim, a mais recente adição à família, o pequeno Liam, filho de Leisha e Tafari. Liam é a criança de uma profecia, é um ser que manifestou no mundo dos homens. Resumindo, é complicado. Muito mais inteligente, complexo, e mais velho que aparenta, Liam sabe tudo o que há para saber.

Gostei particularmente de saber a verdadeira história de Leisha e de Liam, dos vampiros e dos imortais. Mais uma vez, Samantha mostra uma coragem imensa e um amor profundo por todos aqueles que se tornaram na sua família. Liam e Sam foram as minhas personagens favoritas, mas o sarcasmo e ironia de Rinwa foi talvez o que aligeirou mais o livro.

O maior contra, para mim, foi a violência acrescida, que achei que era demasiada. A história perdeu por não avançar tanto mas antes ser composta de lutas e fugas e mais lutas e mais fugas.

Mas, apesar disso, como livro final, pareceu-me adequado, ainda que o fim da Samantha não me pareça ser o melhor, mas isso é apenas a minha opinião. Quanto ao resto das personagens, foi o fim indicado, talvez não o esperado ou o que o leitor queria, mas não deixou de ser um fim acertado.

Quando o acabei de ler, fiquei um pouco perdida quanto ao que pensava do livro, e quanto é que para mim ele era na nossa escala...e para ser sincera ainda continuo com algumas dúvidas. Acho que, apesar de tudo, fico aquém do anterior, mas não muito.