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quinta-feira, 5 de maio de 2016

[Filme] Um dia de Mãe, de Garry Marshall

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Título em Português: Um Dia de Mãe
Realização: Garry Marshall
Argumento: Tom Hines, Lily Hollander, Anya Kochoff and Matthew Walker
Elenco Principal: Jennifer Aniston, Kate Hudson, Julia Roberts
Ano: 2016 | Duração: 1h58min
Sinopse:
Com o aproximar da celebração de mais um dia da mãe, várias mulheres vão ter de reflectir sobre o peso da maternidade. Sandy é a mãe solteira de dois rapazes que luta por se manter de pé e que ainda não superou o facto de ter sido trocada por uma mulher mais jovem; Miranda é uma escritora famosa que hoje se arrepende de ter dado a sua filha Kristin para adopção; Kristin – hoje uma mulher prestes a constituir a sua própria família –, decide que é chegado o momento de reencontrar a progenitora e fazer as pazes com o passado; Jesse, a melhor amiga de Kristin, ao perceber as suas angústias, dá-se conta do quão distante se sente da sua própria mãe e o quanto deseja fortalecer os laços. Estas mulheres, de personalidades distintas, vão ver os seus destinos cruzarem-se de um modo totalmente inesperado…

Opinião:
Este é um filme ideal para irmos ver com as nossas mães (ou figuras maternais). É uma comédia romântica, com alguns clichés a que já estamos habituados, mas isso não torna o filme maçador.

Gosto muito de filmes que interligam as histórias das várias personagens, como neste filme: Sandy (Jennifer Aniston), é amiga de Jesse (Kate Hudson), que é amiga de Kristin (Britt Robertson), que é filha da Miranda (Julia Roberts), enfim, estão a perceber o que quero dizer. Foi um filme divertido, que entrelaçou várias gerações e vários tipos de mãe, desde a mais presente à mais distante, da mais picuinhas à mais protectora.

O filme faz exactamente aquilo a que se propunha fazer, na sinopse e no trailer (apesar deste mostrar as cenas mais giras do filme, contando quase tudo, o que é um contra), mostrando a relação entre filhxs e mães, as dificuldades pelas quais esta pode passar, mas o poder e valor que a relação tem se as pessoas envolvidas quiserem lutar por ela.

Resumindo, gostei bastante, foi divertido e romântico, com a dose ideal de clichés. Não é um filme extraordinário, daqueles que ficam para a história, mas é um filme giro e daqueles que depois de vermos dizemos, honestamente, que gostámos e que foi um tempo bem passado, especialmente se for visto com a nossa mãe :)


terça-feira, 3 de maio de 2016

[Filme] The Jungle Book (2016), de Jon Favreau

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Título em Português: O Livro da Selva
Realização: Jon Favreau
Argumento: Justin Marks (screenplay), Rudyard Kipling
Elenco Principal: Neel Sethi, Bill Murray, Ben Kingsley
Ano: 2016 | Duração: 1h 45mins
Sinopse:
Adaptação do célebre «O Livro da Selva» de Rudyard Kipling, centrada na história de Mogli, o menino órfão que cresce na selva e é "adotado" por um grupo de animais selvagens (um par de lobos, um urso e uma pantera). Nesta versão (são várias as adaptações desta história para cinema), a personagem principal é a única a ser interpretada por um ator de carne e osso, sendo todas as restantes geradas em computador.

Opinião:
O Livro da Selva era um dos meus filmes favoritos da minha infância. A fita do meu VHS ficou estragada de eu tanto ver, rebobinar e todas essas coisas que tínhamos que fazer como queríamos ver um filme, enquanto crianças. Bons tempos.


Essa foi a razão pela qual eu tinha que ver este filme. Ainda que, por momentos, eu me tenha esquecido de que ia haver um versão live action deste filme até ver que o filme já estava em exibição. Eu estava incrivelmente entusiasmada, mas preocupada ao mesmo tempo, mas não era necessário, porque o filme está muito bom. Eu podia ver o mesmo tipo de plano tal como eu vi no filme de animação quando era criança. Tem a mesma essência; e para não valar do cast vocal perfeito para este filme: Ben Kingsley como Baguera, Bill Murray dá voz a Balu (e quem mais poderia ser?) e Scarlett Johansson é a hipnótica Kaa com a sua voz suave.


Mas o que eu não estou a referir até ao momento é a qualidade da edição e dos efeitos especiais. A forma como Mogli interage com os animais é extraordinária, qualquer um poderia achar que, de facto, que ele estava a representar com animais verdadeiros. O Livro da Selva tem uma fotografia impressionais e nós, como espectadores, conseguimos sentir como se estivéssemos na selva com Mogli, Baguera e Balu. Nada foi deixado ao acaso, e esse é um dos pontos mais positivos deste filme. Eu vi uma versão live action fiel a um dos meus filmes favoritos da minha infância.


Apesar de tudo, O Livro da Selva não é perfeito e um dos aspectos menos bons é, de facto, Mogli. Eu acho que Neel Sethi, quem dá vida a Mogli, ainda não estava preparado para fazer parte de um filme tão grande como este. Era necessário um actor jovem, é verdade, mas às vezes senti que Mogli era um pouco falso, e isso deve-se à performance de Sethi. Ele é fofo e, surpreendentemente, parecido como que eu imaginava que seria o Mogli em carne e osso, mas não chega lá. Ainda assim, eu gostei imenso do filme e eu poderia rever este filme outra e outra vez, tal como eu fazia quando era criança.




domingo, 1 de maio de 2016

Pôr as mãos na massa [Maio 2016]


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Finalmente um mês que nos traz melhor tempo! Bem vindo Maio! :D

Como podem ver pela nossa lista, até conseguimos cumprir a maior parte dos nossos objectivos, só o nosso Desafio de Abril é que ficou um pouco aquém. Para Maio já está o desafio aberto, são todxs bem vindxs para se juntarem a nós :)

Em Maio, vamos tentar ver alguns dos filmes que saíram mais recentemente (quem está ansioso por ver o Capitão América: Guerra Civil?), e ler alguns livros que têm estado na nossa lista há algum tempo, mas também alguns que têm saído nestes últimos meses. Digam-nos quais as vossas leituras, filmes, séries, idas ao teatro ou saídas interessantes que tenham planeado, gostamos sempre de falar com vocês e ainda mais se nos derem sugestões de coisas que vos agradam e que pensem que talvez possamos gostar! :)

O que se fez em... Abril

[Qual o mais delicioso?] The Fault in Our Stars

Carla D.

Joana V.

Propostas para... Maio

Carla D.
  • [Filme] Macbeth, de Justin Kurzel
  • [Filme] Capitão América: Guerra Civil, de Anthony e Joe Russo
  • [Livro] Escape from Witchwood Hollow, de Jordan Elizabeth Mierk
  • [Livro] Ash, de Malinda Lo
  • [Livro] Immortal's Spring, de Molly Ringle

Joana V.
  • [Livro] A Caminho do Altar, de Julia Quinn
  • [Livro] A Rainha de Tearling, de Erika Johansen
  • [Livro] As Lições do Amor, de Lorraine Heath
  • [Filme] Capitão América: Guerra Civil, de Anthony e Joe Russo
  • [Filme] Um dia da mãe, de Garry Marshall

sábado, 30 de abril de 2016

[Livro] Deliverance, de Adrienne Monson

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Título em Português: --
Série: The Blood Inheritance Trilogy #3
Autor(a): Adrienne Monson
Editora: Jolly Fish Press
Páginas: 320
Data de Publicação: 31 de Maio de 2016

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Sinopse:
For three years, Leisha has worked hard to raise and keep Liam safe from the immortals' clutches. But when Leisha is taken, 20-year-old Samantha is faced with an enormous burden. The immortals and vampires are closer than ever, and she can't keep Liam safe while helping Leisha stay alive through their bond. Reluctantly, she turns to ex-boyfriend Nik for help, determined to keep her heart closed this time. In this epic finale to the Blood Inheritance Trilogy, the ultimate battle between vampires and immortals erupts as they discover Liam's purpose as the prophecy child. But does his destiny truly bring both races together, or is there something much darker at work?

~ Recebemos este eArc directamente da autora. Obrigada! ~

Opinião:
Este é o terceiro e último livro da série Blood Inheritance . O segundo livro (que para mim foi o primeiro dado que não tive a oportunidade de ler o primeiro livro da série) foi lido numa manhã aborrecida num aeroporto e tinha-me aguçado o apetite para este último.

É um livro mais violento, e muito final. Teve cenas que podem não ser aconselhadas a pessoas mais sensíveis, sem sombra de dúvida. Posso dizer que houve bocados que só passei os olhos por alto, pois faziam demasiada impressão, mental e fisicamente. Se quiserem saber do que falo, leiam por vossa conta e risco.

Neste último livro encontramos personagens que se tornaram conhecidas e, tendo em conta que a história foi lida há quase um ano e ainda me lembro relativamente bem delas e do enredo, acho que podem ser consideradas marcantes. Leisha (a vampira), Tafari (o imortal), Rinwa (a filha imortal destes), Samantha (a serva humana de Leisha e amiga de toda a família), Nik (o vampiro e apaixonado de Samantha) e, por fim, a mais recente adição à família, o pequeno Liam, filho de Leisha e Tafari. Liam é a criança de uma profecia, é um ser que manifestou no mundo dos homens. Resumindo, é complicado. Muito mais inteligente, complexo, e mais velho que aparenta, Liam sabe tudo o que há para saber.

Gostei particularmente de saber a verdadeira história de Leisha e de Liam, dos vampiros e dos imortais. Mais uma vez, Samantha mostra uma coragem imensa e um amor profundo por todos aqueles que se tornaram na sua família. Liam e Sam foram as minhas personagens favoritas, mas o sarcasmo e ironia de Rinwa foi talvez o que aligeirou mais o livro.

O maior contra, para mim, foi a violência acrescida, que achei que era demasiada. A história perdeu por não avançar tanto mas antes ser composta de lutas e fugas e mais lutas e mais fugas.

Mas, apesar disso, como livro final, pareceu-me adequado, ainda que o fim da Samantha não me pareça ser o melhor, mas isso é apenas a minha opinião. Quanto ao resto das personagens, foi o fim indicado, talvez não o esperado ou o que o leitor queria, mas não deixou de ser um fim acertado.

Quando o acabei de ler, fiquei um pouco perdida quanto ao que pensava do livro, e quanto é que para mim ele era na nossa escala...e para ser sincera ainda continuo com algumas dúvidas. Acho que, apesar de tudo, fico aquém do anterior, mas não muito.


quarta-feira, 27 de abril de 2016

[Livro] A Senhora da Magia, de Marion Zimmer Bradley

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Título em Português: A Senhora da Magia
Série: As Brumas de Avalon #1
Autor(a): Marion Zimmer Bradley
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 304
Data de Publicação: 03 de Fevereiro de 2012

Sinopse:
O clássico As Brumas de Avalon regressa ao mercado português para dar a conhecer a uma nova geração esta história mágica e intemporal centrada nas mulheres que, por detrás do trono de Camelot, foram as verdadeiras detentoras do poder.

Morgaine é ainda uma criança quando testemunha a ascensão de Uther Pendragon ao trono de Camelot. Uther deseja Igraine, a mãe de Morgaine, presa a um casamento infeliz com Gorlois. Mas há forças maiores que estão em curso e que se preparam para mudar as suas vidas para sempre. Através da sua sacerdotisa Viviane, Avalon conspira para unir Uther a Igraine e dessa aliança nascerá Arthur, a criança que salvará as Ilhas. Morgaine, dotada com a Visão, é levada por Viviane para Avalon onde irá receber treino como sacerdotisa da Deusa Mãe. É então que assiste ao despertar das tensões entre o velho mundo pagão e a nova religião cristã. O que Morgaine desconhece é que o destino irá armar-lhe uma cilada e pô-la, de novo, no caminho do meio-irmão Arthur da forma que menos espera…

Opinião:
Quem me conhece sabe que eu gosto de tudo o que esteja relacionado com mitologia, lendas e culturas – história e estórias da Humanidade. Eu tenho uma relação especial com a cultura Grega e os seus mitos, mas eu também me interesso por outras culturas. Logo, Avalon, Arthur e tudo isso fez parte do meu imaginário desde criança. Os livros da Marion Zimmer Bradley eram um must read desde sempre. Há uns tempos a WOOK teve estes livros com 50% desconto e eu pensei “é um sinal divino de que tenho que os ler”. Comprei-os e não me arrependo.

Os livros de Avalon sempre estiverem na minha mente que nem sei bem o que estava à espera deles. A Senhora da Magia é o primeiro livro da saga As Brumas de Avalon e, aqui, temos dois tempos diferentes: o antes e o depois do nascimento de Arthur, mas ele nem é a nossa personagem principal, é Morgaine. Nós vemos toda a estória pelos olhos dela. Foi interessante, mas, não sei, acho que falta qualquer coisa. Muita coisa acontece, mas no final senti que nada verdadeiramente importante tinha acontecido, o que é idiota, uma vez que Uther tornou-se o Rei Supremo, Arthur nasceu, Morgaine tornou-se numa Sacerdotisa de Avalon (ainda que não seja a Senhora do Lago, pois esse titulo ainda pertence a Viviane) Eu apenas senti que todos os grandes eventos deste livro foram escritos de tal formal leviana que tornou-os quase insignificantes e sem valor. Não senti o livro como deveria.

Eu continuo a gostar do livro e irei ler os seguintes; não só porque já os tenho, mas porque acho, sinceramente, que irão melhorar bastante no futuro. Este foi apenas o primeiro livro e era necessário fazer uma contextualização, mas o livro não me tocou como eu esperava. Uma chatice.


segunda-feira, 25 de abril de 2016

[Livro] A Má Reputação, de Nicola Cornick

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Título em Português: A Má Reputação
Série: The Scandalous Women of the Ton #4
Autor(a): Nicola Cornick
Editora: Harlequin Portugal
Páginas: 352
Data de Publicação: Junho de 2014

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Sinopse:
Era especialista em destruir relações…
A perigosamente sedutora e pecaminosamente bela Susanna Burney era a pessoa mais procurada nos círculos da alta sociedade londrina para ajudar a terminar relações. Paga por pais ricos que queriam separar os seus filhos de mulheres que não consideravam adequadas, nunca tinha falhado na sua missão de “distrair” o futuro noivo. Até que a sua última incumbência a obrigou a encontrar-se cara a cara com o homem que no passado lhe tinha dado uma íntima lição sobre corações partidos. James Devlin tinha tudo o que sempre quisera: um título, uma noiva rica e um lugar na alta sociedade, mas a mulher com quem acabava de cruzar o olhar num salão a abarrotar ameaçava destruir tudo o que tinha conseguido até então. E não era porque Susanna tivesse reclamado o seu coração noutro tempo, ou porque os seus sinuosos movimentos o tivessem deixado sem respiração, mas porque os segredos que guardava podiam custar-lhe tudo o que tinha alcançado.
Para deixar o passado definitivamente para trás, Dev teria de enfrentar Susanna com as suas armas…

Opinião:
Sabem aquele livro que têm sempre na mala/mochila porque é mais pequeno e, claro, tem de se ter sempre um livro à mão? OA Má Reputação era isso para mim. Mas demorou muito, muito, muito tempo a ser lido, e talvez isso não tenha ajudado.

Tenho pouca coisa boa para dizer sobre este livro. Susanna e Devlin são personagens irritantes, mesmo no fim não se redimem. Apenas Rosy e Rory, que verdadeiramente não entram no livro, prestam. Eu percebo que em casos de extrema necessidade, tudo possa acontecer, mas isso não justifica a atitude de nenhuma das personagens.

Não houve uma única personagem com a qual me pudesse identificar minimamente. A própria história não me prendeu e, apesar de não me esquecer do enredo (desde Novembro que ando com o livro na mala – 6 meses!), não tinha qualquer vontade de o ler.

Apesar de normalmente gostar dos livros da Nicola Cornick, este foi uma desilusão.