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terça-feira, 19 de abril de 2016

[Série] Marvel's Daredevil | Temporada 2

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Título Original: Marvel's Daredevil
Criado por: Drew Goddard
Baseado em: Daredevil, de Stan Lee e Bill Everett
Elenco: Charlie Cox, Deborah Ann Woll, Elden Henson, Jon Bernthal, Elodie Yung
Banda Sonora: John Paesano
Género: Acção, Crime, Drama
Canal: Netflix| Ano: 2016
Temporada: 2 | Episódios: 13

Sinopse:
Matt Murdock que, após um trágico acidente em sua infância, perdeu a visão, mas acabou desenvolvendo seus outros sentidos de forma extraordinária.

Opinião:
Como podem ler na minha crítica da primeira temporada de Daredavil, quando a Netflix divulgou a data de estreia da segunda temporada, esta entrou automaticamente para o meu calendário. Mas o meu tempo livre incrivelmente reduzido e outras razões levaram a que adiasse o meu bingwatching de Daredevil.


Mas eu estou aqui para vos falar da segunda temporada de Daredevil. Para começar tenho que dizer que a Netflix está a fazer um excelente trabalho com estas séries da Marvel, ainda que não tenha gostando assim tanto de Jessica Jones, em termos gerais.



A segunda temporada de Daredevil não conseguiu atingir as expectativas deixadas pela temporada anterior. Era um trabalho complicado! A primeira temporada foi excelente; conseguindo criar um setting perfeito para esta personagem crescer, e mostrando-nos o que levou Murdock a tornar-se em Daredevil. Eu estava interessada em Elektra, eu estava curiosa em relação a ela, mas achei que a parte dela na estória foi um pouco aborrecida – demasiados ninjas e um pouco repetitiva.

E essa é a situação exactamente oposta em relação a The Punisher. Para mim, Frank Castle aka The Punisher foi não só a melhor personagem desta temporada, como também a melhor parte do arco. Eu estou mesmo com a esperança que venhamos a ver muito mais desta personagem em futuras temporadas, mas também em futuras séries.


Apesar de tudo, a segunda temporada é muito boa, mantendo o mesmo tom e a produção extraordinária da temporada anterior. As cenas de luta são incríveis; a cinematografia é perfeita; a realização é extremamente bem pensada; e a representação é extraordinária, em especial Matt e Frank (Charlie Cox e Jon Bernthal, respectivamente). Tal como estamos acostumadxs com os filmes, aqui também temos pequenos pormenores que vão ligando as diferentes séries: nossa querida enfermeira da noite, Claire Temple (Rosario Dawson), que conhecemos na primeira temporada de Daredevil, mas que também apareceu em Jessica Jones; Foggy Nelson (Elden Henson), o melhor amigo de Matt, que vai trabalhar com Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) – que conhecemos em Jessica Jones, e tantos outros pormenores que fazem desta combinação Netflix-Marvel numa estória gigante interligada (e não está fora de questão algumas destas personagens saltarem para o Cinematic Universe da Marvel – o próprio Cox disse que estaria mais do que disponível para representar esta personagem nos filmes, se assim o pedissem). E estamos à espera de Luke Cage e The Defenders, na qual iremos ver todas estas personagens juntas.

Resumindo, esta temporada começou já a perder em relação à temporada anterior, uma vez que esta não tinha nada para ser comparada com. Esta nova temporada é bastante boa e teve a capacidade de manter o ritmo e ser simplesmente fantástica – ainda que não tão fantástica como a primeira.

Ainda não há notícias oficiais da renovação.


domingo, 17 de abril de 2016

[Livro] Abandon, de Meg Cabot

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Título em Português: --
Série: Abandon #1
Autor(a): Meg Cabot
Editora: Macmillan Children's Books
Páginas: 304
Data de Publicação: 1 de Maio de 2011

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Sinopse:
Last year Pierce died, just for a moment. And when she was in the space between life and death, she met John: tall dark and terrifying. There's a fierce attraction between them, but Pierce knows that if she allows herself to fall for John she will be doomed to a life of shadows and loneliness in the underworld.

Opinião:
Este livro é estranho. É a impressão com que fiquei, e não estranho no melhor dos sentidos.

É suposto ser de algum modo semelhante à história de Perséfone e Hades (cuja única semelhança, para mim, foi o final do livro), mas tirando a conversa com o senhor que gere o cemitério e gosta muito de aprender sobre divindades ligadas à morte, ao submundo, etc, pouco ou nada há de sugestivo no livro que nos leve a pensar na história dos dois deuses.

Para dizer a verdade, muito pouco ou nada acontece no livro...para tristeza minha. A Meg Cabot é das minhas autoras favoritas de YA e eu tinha altas expectativas para este livro e ficou muito aquém. Não posso dizer que foi um livro mau mas simplesmente foi um livro onde não aconteceu nada e o pouco que aconteceu foi estranho.

Sei que é uma crítica curta, mas num livro onde pouco ou nada acontece, é difícil dizer muito mais, excepto que dado que já tenho os últimos livros da série, os vou ler porque sempre quero ver se melhora qualquer coisa.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

[The Fault in Our Stars] Qual o mais delicioso?

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Voltamos com a nossa rubrica "Qual o mais delicioso?", onde comparamos capas, posters e outros aspectos visuais de livros e filmes. Vamos tornar esta rubrica mais regular aqui no blog por isso esperem mais coisinhas destas no futuro!


Capa mais deliciosa: Sem dúvida, a da esquerda

Porquê?
Carla: The Fault in Our Stars é, e será sempre, um dos meus favoritos. Tenho por habito lê-lo uma vez por ano (coisa que o ano passado não aconteceu por as mais variadíssimas razões, e que vou tentar que não volte a acontecer este ano). E tenho que confessar que fiquei muito contente com a adaptação, que foi das poucas que sentir ser verdadeiramente fiel ao livro (mesmo com uma ou outra mudança, que são sempre necessárias numa adaptação cinematográfica). Mas, o meu amor pela simplicidade e beleza da capa original é imensamente superior à nova capa. É belíssima, também, mas a capa da esquerda, a original, é tão perfeita que não havia necessidade de mexer.

Joana: Foi a Carla que me sugeriu o The fault in our stars e foi das melhores sugestões de sempre. Seguindo essa tendência, como a Carla, prefiro a capa da esquerda, a original, ainda que a capa da direita, igual ao poster do filme, mantenha em si a simplicidade, a ideia das nuvens e a beleza da primeira. São duas capas lindas, mas a primeira é a que me atrai mais.


E vocês, qual a vossa favorita?

terça-feira, 12 de abril de 2016

[Filme] The Book of Life (2014), de Jorge R. Gutiérrez

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Título em Português: O Livro da Vida
Realização: Jorge R. Gutiérrez
Argumento: Jorge R. Gutiérrez e Douglas Langdale
Elenco Principal: Diego Luna, Zoe Saldana, Channing Tatum
Ano: 2014 | Duração: 1h 35mins
Sinopse:
Nesta celebração da vida, do amor, da música e da família, Manolo, um jovem sonhador, vai até aos confins da terra para provar a sua devoção e conquistar o coração da sua amada Maria


Opinião:
Este foi mais um daqueles filmes em que vi por acaso. Lembro-me dos cartazes quando o filme esteve em exibição, até me chamaram a atenção, mas nunca o suficiente para me fazer ir vê-lo ao cinema.

No entanto, The Book of Life mostrou-se num filme bastante interessante. Um filme que aborda o tema da morte de uma forma bastante interessante, segundo os rituais mexicanos do Dia de los Muertos - uma tradição que já existia na Grécia Antiga. As pessoas faziam comida e iam passar o dia festivamente, partilhando comidas com os entes queridos que já tinham partido deste mundo.

Confesso que o Dia de los Muertos é uma festividade que me fascina. A morte de um ente querido é um momento doloroso, mas não tem que ser uma sombra negra que paira sobre nós o tempo todo. Pode ser um momento de alegria, festejando os momentos e as recordações boas que temos daqueles que já faleceram. E esse é parte da premissa deste filme.

Um grupo de crianças problemáticas que vão a um museu e a guia leva-os por uma porta especial, mostrando e falando sobre esta tradição mexicana. A história de Maria, Joaquin e Manolo é a estória que a guia conta às crianças, através de bonecos. Um aspecto que achei muito bem pensado é que quando entramos nesta parte do filme – da estória contada pela guia – as personagens tem o corpo dos bonecos: são de madeira, junções de parafusos e anilhas, pinturas, etc.

Não vou abordar muito a estória em si, porque, sinceramente, não é nada de extraordinário e tem piada assistindo. Mas é um filme divertido, com uma perspectiva diferente, que mostra uma tradição que apesar de ser já alargada é, possivelmente, pouco conhecida num aspecto geral. É um filme cheio de cor, de movimento e alegria - e alguma tristeza também. Em resumo, um bom filme.



sábado, 9 de abril de 2016

[Livro] A Loucura de Lorde Ian Mackenzie, de Jennifer Ashley

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Título em Português: A Loucura de Lorde Ian Mackenzie
Série: Mackenzies & McBrides #1
Autor(a): Jennifer Ashley
Editora: Topseller
Páginas: 352
Data de Publicação: 14 de Março de 2016

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Sinopse:
A maioria das mulheres prestaria atenção aos avisos. Beth decidiu ignorá-los…
Por toda a sociedade londrina correm rumores de que Lorde Ian Mackenzie é louco, que terá passado a sua juventude num asilo, e que não é de confiança, especialmente com senhoras. Beth é uma jovem viúva, herdeira de uma fortuna, que está outra vez noiva e que deseja voltar a ser tão feliz quanto foi com o primeiro marido. Quando é apresentada a Lorde Ian Mackenzie, este apaixona-se imediatamente e não tem dúvidas de que a quer para si. Procura, então, convencê-la a deixar o noivo e a casar-se consigo. Beth acaba por se deixar seduzir e decide fazer tudo para ajudar Lorde Ian a superar o sofrimento que carrega, devido a um passado tormentoso. A partir de então, só uma coisa faz sentido na vida de Beth… a loucura de Lorde Ian Mackenzie.

Opinião:
Fazendo jus ao nome, o livro tem alguma loucura à mistura, com um enredo que nos faz pensar.

É um romance, sim, mas com mistério e um toque de policial à mistura – e diga-se, houve coisas que só descobri mesmo quando a autora o especificou, o que é bom.

Ian, a nossa personagem masculina principal passou por muitas provações ao longo da sua vida, e por essas mesmas razões sentimo-nos atraídos por ele e queremos protegê-lo, mesmo que seja um homem gigante com vários irmãos a cuidar dele.

Beth é uma personagem um pouco diferente, forte mas maleável ao mesmo tempo. Não se senti muito próxima da personagem, mas achei-a querida e amorosa, de qualquer maneira. Era ideal para o Ian.

A minha personagem favorita foi, sem sombra de dúvida, a Isabella, mal posso esperar para ler o livro dela e do Mac, onde espero que este casal possa resolver as suas diferenças.

Os irmãos de Ian são muitos protectores e nem todos gostam da Beth e têm medo que ela estrague o precoce equilíbrio em que ele se encontra. As histórias dos irmãos parecem ser mais interessantes que as do Ian, para ser sincera.

Gostava que tivesse sido um pouco mais divertido, menos pesado, que não mostrasse um amor instantâneo puramente com base no físico (que não se desenvolveu de desejo para amor, mas literalmente foi “amor à primeira vista”), ficou um pouco aquém das expectativas.

Se não leio um livro deste género em 1, 2 ou 3 dias, no máximo, é porque não me agradou muito – demorei uma semana a lê-lo. A melhor coisa do livro foi que me deixou a querer ler as histórias dos outros irmãos.