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terça-feira, 12 de abril de 2016

[Filme] The Book of Life (2014), de Jorge R. Gutiérrez

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Título em Português: O Livro da Vida
Realização: Jorge R. Gutiérrez
Argumento: Jorge R. Gutiérrez e Douglas Langdale
Elenco Principal: Diego Luna, Zoe Saldana, Channing Tatum
Ano: 2014 | Duração: 1h 35mins
Sinopse:
Nesta celebração da vida, do amor, da música e da família, Manolo, um jovem sonhador, vai até aos confins da terra para provar a sua devoção e conquistar o coração da sua amada Maria


Opinião:
Este foi mais um daqueles filmes em que vi por acaso. Lembro-me dos cartazes quando o filme esteve em exibição, até me chamaram a atenção, mas nunca o suficiente para me fazer ir vê-lo ao cinema.

No entanto, The Book of Life mostrou-se num filme bastante interessante. Um filme que aborda o tema da morte de uma forma bastante interessante, segundo os rituais mexicanos do Dia de los Muertos - uma tradição que já existia na Grécia Antiga. As pessoas faziam comida e iam passar o dia festivamente, partilhando comidas com os entes queridos que já tinham partido deste mundo.

Confesso que o Dia de los Muertos é uma festividade que me fascina. A morte de um ente querido é um momento doloroso, mas não tem que ser uma sombra negra que paira sobre nós o tempo todo. Pode ser um momento de alegria, festejando os momentos e as recordações boas que temos daqueles que já faleceram. E esse é parte da premissa deste filme.

Um grupo de crianças problemáticas que vão a um museu e a guia leva-os por uma porta especial, mostrando e falando sobre esta tradição mexicana. A história de Maria, Joaquin e Manolo é a estória que a guia conta às crianças, através de bonecos. Um aspecto que achei muito bem pensado é que quando entramos nesta parte do filme – da estória contada pela guia – as personagens tem o corpo dos bonecos: são de madeira, junções de parafusos e anilhas, pinturas, etc.

Não vou abordar muito a estória em si, porque, sinceramente, não é nada de extraordinário e tem piada assistindo. Mas é um filme divertido, com uma perspectiva diferente, que mostra uma tradição que apesar de ser já alargada é, possivelmente, pouco conhecida num aspecto geral. É um filme cheio de cor, de movimento e alegria - e alguma tristeza também. Em resumo, um bom filme.



sábado, 9 de abril de 2016

[Livro] A Loucura de Lorde Ian Mackenzie, de Jennifer Ashley

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Título em Português: A Loucura de Lorde Ian Mackenzie
Série: Mackenzies & McBrides #1
Autor(a): Jennifer Ashley
Editora: Topseller
Páginas: 352
Data de Publicação: 14 de Março de 2016

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Sinopse:
A maioria das mulheres prestaria atenção aos avisos. Beth decidiu ignorá-los…
Por toda a sociedade londrina correm rumores de que Lorde Ian Mackenzie é louco, que terá passado a sua juventude num asilo, e que não é de confiança, especialmente com senhoras. Beth é uma jovem viúva, herdeira de uma fortuna, que está outra vez noiva e que deseja voltar a ser tão feliz quanto foi com o primeiro marido. Quando é apresentada a Lorde Ian Mackenzie, este apaixona-se imediatamente e não tem dúvidas de que a quer para si. Procura, então, convencê-la a deixar o noivo e a casar-se consigo. Beth acaba por se deixar seduzir e decide fazer tudo para ajudar Lorde Ian a superar o sofrimento que carrega, devido a um passado tormentoso. A partir de então, só uma coisa faz sentido na vida de Beth… a loucura de Lorde Ian Mackenzie.

Opinião:
Fazendo jus ao nome, o livro tem alguma loucura à mistura, com um enredo que nos faz pensar.

É um romance, sim, mas com mistério e um toque de policial à mistura – e diga-se, houve coisas que só descobri mesmo quando a autora o especificou, o que é bom.

Ian, a nossa personagem masculina principal passou por muitas provações ao longo da sua vida, e por essas mesmas razões sentimo-nos atraídos por ele e queremos protegê-lo, mesmo que seja um homem gigante com vários irmãos a cuidar dele.

Beth é uma personagem um pouco diferente, forte mas maleável ao mesmo tempo. Não se senti muito próxima da personagem, mas achei-a querida e amorosa, de qualquer maneira. Era ideal para o Ian.

A minha personagem favorita foi, sem sombra de dúvida, a Isabella, mal posso esperar para ler o livro dela e do Mac, onde espero que este casal possa resolver as suas diferenças.

Os irmãos de Ian são muitos protectores e nem todos gostam da Beth e têm medo que ela estrague o precoce equilíbrio em que ele se encontra. As histórias dos irmãos parecem ser mais interessantes que as do Ian, para ser sincera.

Gostava que tivesse sido um pouco mais divertido, menos pesado, que não mostrasse um amor instantâneo puramente com base no físico (que não se desenvolveu de desejo para amor, mas literalmente foi “amor à primeira vista”), ficou um pouco aquém das expectativas.

Se não leio um livro deste género em 1, 2 ou 3 dias, no máximo, é porque não me agradou muito – demorei uma semana a lê-lo. A melhor coisa do livro foi que me deixou a querer ler as histórias dos outros irmãos.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

[Filme] Anomalisa (2015), de Duke Johnson & Charlie Kaufman

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Título em Português: Anomalisa
Realização: Duke Johnson & Charlie Kaufman
Argumento: Charlie Kaufman
Elenco Principal: David Thewlis, Jennifer Jason Leigh, Tom Noonan
Ano: 2016 | Duração: 1h 30mins
Sinopse:
Michael Stone, marido, pai, e respeitado autor de «Como Posso Ajudá-lo a Ajudá-los?», é um homem magoado com a mundanidade da sua vida. Numa viagem de negócios a Cincinnati, onde irá falar numa convenção de profissionais de apoio ao cliente, fica fascinado com a possibilidade de escapar ao desespero através de uma modesta vendedora, Lisa, que pode ou não ser o amor da sua vida.

Opinião:
Alguma vez vos disse um o meu tipo de animação favorito é o que usa a técnica de stop-motion? Bem, estou a dizer agora, não estou? Anomalisa estava na minha watchlist não só porque era em stop-motion, mas também porque era realizado por Charlie Kaufman. Para ser sincera, eu não vi muitos filmes de Kaufman, mas ele escreveu um dos meus filmes favoritos - Eternal Sunshine of Spotless Minds. E por essas razões, eu queria muito ver este filme; a nomeação ao Óscar foi apenas uma razão extra.

Kaufman é um génio no que toca à condição humana. Anomalisa tem a mesma vibe que Eternal Sunshine; envolve-nos de tal forma no filme e faz-nos criar ligações com as personagens a um ponto bastante profundo. Nós seguimos a estória de Michael Stone, um homem britânico de meia ideia que vai a Cincinnati a uma conferência onde conhece Lisa.

Deixem-me que vos diga, mas no início, o facto de TODAS as personagens – excepto Lisa e Michael – terem a mesma voz era enervante. Não interessava se era uma personagem feminina ou masculina, se jovem ou velho; todas elas foram dobradas pelo mesmo homem. Eu não gostei inicialmente, mas, então, começou a fazer sentido e fazia parte da estória. E de fato foi bastante inteligente.

Anomalisa é especial; é uma anomalia. Mas eu tenho que dizer que fiquei um pouco desapontada; não foi o que eu estava à espera, ou se calhar tinha expectativas demasiado altas. Ainda assim, eu recomendo este filme, porque é feito de forma belíssima e é incrível. Eu li algures que a cena de sexo demorou dois anos a fazer. Tens mesmo que amar algo profundamente para se forcar desta forma no trabalho, e Anomalisa é uma obra de arte e amor.




terça-feira, 5 de abril de 2016

[Livro] Mer-Charmer, de Amy Bearce

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Título em Português: --
Série: World of Aluvia #2
Autor(a): Amy Bearce
Editora: Curiosity Quills Press
Páginas: 219
Data de Publicação: 9 de Maio de 2016


Sinopse:
Fourteen-year-old Phoebe Quinn is surrounded by magic, but she can’t muster any of her own. Her sister is a fairy keeper. Her best friends are merfolk. And all she does is dishes and housework. When Phoebe finds out a terrible sea creature is awakening that preys upon the peace-loving merfolk, she becomes determined to help them, even though it means going with Tristan and Mina to their home deep in the sea. Beneath the waves, Phoebe learns she’s more like her sister than she realized. The merfolk are drawn to her, and she can sense the magic of the sea all around her. Magic is finally at her fingertips, but that’s precisely why the stirring dark power under the waters decides it wants her most of all. Now she must not only help the peaceful merfolk escape this ancient enemy, she must master her out-of-control powers. If she fails, she will die and darkness will rise and enslave the merfolk once more. But embracing her full power could cost her the very people she loves the most.

~ Recebemos este eARC directamente da editora Curiosity Quills. Thank you! ~
Opinião:
O primeiro livro desta série não foi nada de extraordinário, mas deixou-me curiosa o suficiente para querer ler o segundo – e ainda bem que o fiz, pois este foi melhor que o primeiro.

Enquanto que no primeiro livro tínhamos a história de Sierra, aqui temos a história da sua irmã mais nova, Phoebe. Esta jovem foi muito maltratada no primeiro livro, e mexia especialmente com o leitor pois ela era uma (na altura) criança, muito querida e amorosa, que não fazia mal a uma mosca. Agora, e com a ajuda da sua irmã e dos jovens Tristan e de Mina, a irmã deste, Phoebe aprendeu a lidar melhor com o mundo e tornou-se muito próxima de Tristan e Mina, duas sereias (um tritão e uma sereia talvez mais politicamente correcto?).

Tristan tinha-a salvo no livro anterior e um romance começa a desenvolver-se (tardiamente) entre estas duas personagens. Enquanto que Sierra tinha magia (a sua ligação com as fadas – que é explorada no primeiro livro), Phoebe sempre se sentiu um pouco à parte da família e dos amigos, pois não tinha qualquer forma de magia – ou assim se pensava.

Se leram o primeiro livro, sabem que o namorado de Sierra, o fauno Micah, consegue sentir fragâncias que distinguem pessoas com capacidades mágicas. Neste livro aprendemos que, quando conheceu Phoebe, Micah sentiu um breve cheiro a mar, mas tinha-o relacionado apenas com a magia temporária que os amigos da jovem partilhavam com ela durante os breves instantes que lhe permitiam respirar debaixo de água. Depois de circunstâncias extraordinárias que não irei desenvolver (se não conto a história toda), percebemos que Phoebe sempre tem alguma magia ligada aos oceanos.

Todo o livro revolve à volta do problema que o povo do mar tem – os seus poderes diminuem e há a possibilidade de um antigo monstro estar a voltar à vida depois da libertação de poder e energia que Sierra e as fadas causaram no primeiro livro. Ora, isto parece confuso, não é? Se houve uma libertação de energia e o monstro dos mares a consegue captar, porque não o povo do mar? Pois estes foram perdendo a sua capacidade de absorver e aproveitar a magia que lhes pertencia depois de serem escravos dos humanos durante dezenas de anos.

Phoebe, com a sua magia agora descoberta e outras peripécias, decide ajudar Tristan e o seu povo, pois quer corrigir o mal que o ser humano lhes fez e quer, acima de tudo, agradecer a Tristan e a Mina a sua ajuda pelo seu salvamento das mãos de um homem asqueroso. Mas o povo do mar, com razões justificadas, tem medo que Phoebe os queira enganar e escravizar, e ela quase perde a vida ao tentar prová-los errados. É aqui que toda a aventura acontece, nas profundezas do oceano, com templos destruídos e abismos escuros.

Não vou desenvolver mais o enredo do livro, mas digo apenas que a sua história e a resolução dos problemas está muito bem pensada e acaba por trazer aos leitores, se não o fim que se queria, um fim com que nos contentamos alegremente.

Enquanto que no primeiro livro fiquei um pouco de pé atrás com a escrita que me parecia demasiado juvenil, neste já não me incomodou e deixou-me a querer saber o que ia sempre acontecer no capítulo seguinte. Foi uma história cheia de aventura e um romance muito suave e querido. Ainda bem que continuei a série.




SOBRE A AUTORA/ABOUT THE AUTHOR:

Amy writes stories for tweens and teens. She is a former reading teacher with a Masters in Library Science. As an Army kid, she moved eight times before she was eighteen, so she feels especially fortunate to be married to her high school sweetheart. Together they’re raising two daughters and are currently living in Germany, though they still call Texas home. A perfect day for Amy involves rain pattering on the windows, popcorn, and every member of her family curled up in one cozy room reading a good book.

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domingo, 3 de abril de 2016

[Livro] Artificial, de Jadah McCoy

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Título em Português: --
Série: The Kepler Chronicles #1
Autor(a): Jadah McCoy
Editora: Curiosity Quills
Páginas: 226
Data de Lançamento: 04 de Abril de 2016

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Sinopse:
She struggles to feel human.

In 2256, the only remnants of civilization on Earth’s first colonized planet, Kepler, are the plant-covered buildings and the nocturnal, genetically spliced bug-people nesting within them: the Cull. During the day, Syl leaves her home in the sewers beneath Elite City to scavenge for food, but at night the Cull come looking for a meal of their own. Syl thought gene splicing died with the Android War a century ago. She thought the bugs could be exterminated, Elite city rebuilt, and the population replenished. She’s wrong.

Whoever engineered the Cull isn’t done playing God. Syl is abducted and tortured in horrific experiments which result in her own DNA being spliced, slowly turning her into one of the bugs. Now she must find a cure and stop the person responsible before every remaining man, woman, and child on Kepler is transformed into the abomination they fear.

He struggles not to.

For Bastion, being an android in the sex industry isn’t so bad. Clubbing beneath the streets of New Elite by day and seducing the rich by night isn’t an altogether undesirable occupation. But every day a new android cadaver appears in the slum gutters, and each caved in metal skull and heap of mangled wires whittles away at him.

Glitches—androids with empathy—are being murdered, their models discontinued and strung up as a warning. Show emotion, you die. Good thing Bastion can keep a secret, or he would be the next body lining the street.

He can almost live with hiding his emotions. That is, until a girl shows up in the slums—a human girl, who claims she was an experiment. And in New Elite, being a human is even worse than being a Glitch. Now Bastion must help the girl escape before he becomes victim to his too-human emotions, one way or another.
~ Recebemos este eARC directamente da editora Curiosity Quills. Thank you! ~

Opinião:
Este é um livro bastante bom. Eu não estava à espera de gostar tanto. Bom trabalho, Jadah McCoy!

Artificial é o primeiro livro de uma estória distópica; a Terra como nós a conhecemos não existe. Humanos criaram os androids, que por sua vez evoluíram e nos ultrapassaram, criando algo para destruir-nos como uma praga. Sylvia, ou Syl, é humana e vive nos esgotos com os outros humanos – a que chamam a “cidade” de Elite. Eles caçam durante o dia, e escondem-se nos esgotos à noite, fugindo dos Cull – algo semelhante a insecto, meio-humano-meio-qualquer coisa estranha, criada pelos androids para matarem os humanos. É uma morte horrível.

O que a Syl não sabe é que existe uma outra cidade – chamada de New Elite – onde os androids vivem “pacatamente”. Se um android tem sentimentos é chamado de Glitche, e supostamente devem ser destruídos, tal como qualquer simpatizante dos humanos. Syl é capturada e levada para New Elite, onde lhe fazem várias experiencias. Ela não sabe o que lhe fizeram e precisa de ajuda. A única coisa que sabe é que não pode voltar para Elite e viver com os outros humanos, porque ela pode se tornar num desses Cull e matar toda a gente. Em New Elite, ela conhece B4st10n – ou Bastion – um Glitche.

Eu não vou avançar mais em relação ao plot. Terão que o ler e se sentirem envoltos nesta estória fantástica. É bastante cativante, e faz-nos querer continuar a ler e descobrir o que mais irá acontecer a Syl, e se ela será capaz de resolver as coisas. Eu quero muiiiiito continuar a seguir esta estória!




SOBRE A AUTORA/ABOUT THE AUTHOR:

Jadah currently lives in Nashville, TN and works as a legal coordinator. When not babysitting attorneys, she can be found juicing her brain for creative ideas or fantasizing about her next trip out of the country (or about Tom Hiddleston as Loki - it’s always a toss up when she fantasizes.)
She grew up in rural Arkansas, yet can still write good and sometimes even wears shoes! She did date her first cousin for a while but they decided against marriage for the sake of the gene pool. 
Her true loves are elephants, cursing, and sangria - in that order. If you find an elephant that curses like a sailor whilst drinking sangria, you’re dangerously close to becoming her next romantic victim - er, partner. 
She cut her writing teeth on badly written, hormone-driven fanfiction (be glad that’s out of her system), and her one true dream is to have wildly erotic fanfiction with dubious grammar written about her own novels. Please make her dreams come true.

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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Pôr as mãos na massa [Abril 2016]


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Com mais livros que filmes, Março foi um mês ocupado e agora vemos o nosso tempo livre para leituras e filmes a diminuir consideravelmente, mas não será por isso que nos verão menos por aqui. Para Abril já temos algumas coisas planeadas, mas outras serão, certamente, acrescentadas. Não se esqueçam de participar no nosso desafio literário no Goodreads, que podem ver aqui :)

O que se fez em... Março

Carla D.

Joana V.

Propostas para... Abril

Carla D.
  • [Livro] Artificial, de Jadah McCoy
  • [Livro] Escape from Witchwood Hollow, de Jordan Elizabeth Mierk
  • [Filme] Anomalisa, de Duke Johnson & Charlie Kaufman
  • [Filme] Macbeth, de Justin Kurzel

Joana V.
  • [Livro] Mer-Charmer, de Amy Bearce
  • [Livro] A Loucura de Lorde Ian Mackenzie de Jennifer Ashley
  • [Livro] Uma Viscondessa Fascinante de Jennifer Haymore
  • [Livro] O desejo de Lady Cassandra de Madeline Hunter