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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

[Livro] A prometida do Capitão, de Tessa Dare

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Título em Português: A prometida do Capitão
Série: Castles Ever After 3#
Autor(a): Tessa Dare
Editora: Topseller
Páginas: 304
Data de Publicação: 18 de Janeiro de 2016

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Sinopse:
Maddie é bonita e talentosa, pelo que todos esperam que ela se case em breve. Mas Maddie é muito tímida em relação aos homens, além de ter um medo terrível de espaços públicos e multidões.Para se livrar de ter de ir a festas e ser cortejada, ela inventa um noivo imaginário: um capitão escocês de nome MacKenzie, muito apaixonado e dedicado, a quem escreve cartas onde revela os seus mais íntimos desejos e anseios. Aproveitando as prolongadas ausências do capitão, que vive convenientemente longe por causa da guerra, Maddie vai conseguindo escapar à pressão de se apresentar à sociedade.Anos depois, porém, o inimaginável acontece: o capitão, produto da sua imaginação, aparece-lhe em carne e osso. Este capitão Logan MacKenzie é um soldado atraente, mas rude e selvagem. E o pior de tudo é que tem na sua posse as cartas de Maddie, aquelas que ela escreveu ao seu noivo fictício, e que contêm segredos inconfessáveis.Agora, o capitão pretende fazê-la cumprir todas as promessas que ela lhe fez e que nunca esperou ter de concretizar…

Opinião:
Gosto dos livros da Tessa Dare. As suas histórias são sempre diferentes e refrescantes – este livro não fugiu à regra.

Madeline Eloise Gracechurch (Maddie, para os amigos e família) é uma rapariga muito tímida e nós reconhecemos que o problema que ela tem é mais que a timidez que a família entende que ela tem – Maddie é agorofóbia. Sente-se mal rodeada por multidões (mais que duas ou três pessoas e já conheça a sentir-se encurralada) e por isso uma temporada em Londres, com bailes e mais ocasiões sociais seria a pior coisa que lhe poderia acontecer. O que fazer então? Ora vamos inventar um noivo apaixonado, não acham uma boa ideia?

Maddie cria o Capitão Mackenzie, um escocês que teria conhecido numa praia em Brigthon e que teria ido combater por Inglaterra. Um amor forte e repentino e um noivado prometido, Maddie consegue manter-se durante cinco anos afastada de tudo o que era ocasiões sociais mas a sua consciência começa a pesar-lhe por estar a mentir à sua família que, apesar de tudo, só queria o seu bem.

Com isto, Maddie decide que é altura de matar o Capitão. Uma morte de herói valente, que nos últimos momentos pensou apenas na sua amada que ficava sozinha em Inglaterra. Maddie faz até luto pelo seu amor (imaginário) morto e a família deixa-a ser solteira porque acha que ela está verdadeiramente de luto pelo capitão. A mentira foi tão bem orquestrada que um tio de Maddie que vivia na Escócia lhe deixa um castelo com terras, para onde ela vai ver com uma tia sua de quem muito gosta.

O problema reside, para mim, numa só coisa: quem mandou à Maddie contar mesmo tudo nas suas cartas? Sim, porque ela enviava as cartas para algum sítio e contava ao capitão tudo o que ia acontecendo na sua vida (também enviava umas a ela própria que serviam para mostrar como resposta do seu apaixonado). Gostei muito da maneira como ela escrevia as cartas e, mesmo não os tendo nos livros, conseguia perfeitamente imaginar os desenhos que ela fazia nas margens, desenhos esses referidos várias vezes:

Meu caro imaginário Capitão MacKenzie, não és real nem nunca o serás. 
Eu, por outro lado, sou uma verdadeira e eterna tola. 
Deixo-te este desenho de um caracol.

Caracol, sim, porque o grande talento de Maddie era desenhar animais (e uma das partes mais giras do livro inclui lagostas!).

Tudo muda quando, um dia, está Maddie a observar as ditas lagostas e aparece “um homem, um grande homem” à porta e…não é que o Capitão MacKenzie é real? Bem, não é o que Maddie imaginou mas ele existe…e tem recebido as suas cartas – todas as suas cartas, incluindo as que contavam que Maddie tinha recebido um castelo com terras.

E é aqui que as coisas se tornam mais complicadas. Acabado de chegar da guerra com cinco companheiros que o continuam a ver como o seu líder, o Capitão MacKenzie está decido a fazer tudo o que for preciso para poder dar uma casa aos seus homens...incluindo casar com a rapariga inglesa que lhe escreveu todo o tipo de cartas e que, para sua indignação, o decidiu matar!

Maddie não quer, de todo, perder a sua independência e casar-se com alguém que não conhece mas que a conhece a ela. É querido vermos quão bem o Capitão se lembra dos pormenores que ela contava da sua vida, desde problemas com cremes que a sua tia lhe tinha dado a segredos que mais ninguém sabia. É difícil não querermos saber mais sobre alguém que sabe tanto sobre nós.

A relação deles vai evoluindo e eu gostei particularmente da relação de Maddie com os outros soldados, mostrou um outro seu lado a que de outra maneira não teríamos acesso. Também vamos percebendo a maneira de ser do Capitão e porquê de ele ter chegado ao ponto de ir casar com uma desconhecida. As suas intenções, apesar da chantagem, tornam-se compreensivas e quase altruístas.

Não querendo estragar a diversão do livro para ninguém, acrescento apenas que é um livro muito leve, que me fez rir diversas vezes e que, como os outros livros desta série, traz-nos uma história incomum que nos prende do início ao fim com deliciosos pormenores. Por vezes pode ter uma ou outra resolução apressada mas é algo ultrapassável. Digo ainda que tinha pensado dar apenas 4 estrelas ao livro mas, se um livro me faz rir tanto como este fez e me dá tão bons momentos, merece certamente a sua pontuação final. E acrescento que as lagostas lá fizeram o que a Maddie queria desesperadamente que acontecesse, desde quase o início do livro, viva!


Romance com o Duque (Castles Ever After #1) (Joana)
A Noiva do Marquês (Castles Ever After #2) (Joana)

domingo, 21 de fevereiro de 2016

[Livro] Feitiços de Amor, de Barbara Bretton

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Título em Português: Feitiços de Amor
Série: Sugar Maple #1
Autor(a): Barbara Bretton
Editora: Quinta Essência
Páginas: 296
Data de Publicação: Outubro 2009

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Sinopse:
Parece uma vila bucólica igual a tantas outras, mas esconde um segredo antigo de todos os visitantes… Sugar Maple é uma terra encantada habitada por feiticeiras, fadas, vampiros e outras criaturas mágicas. Chloe Hobbs é a única que não tem poderes especiais naquele lugar onde nada é o que parece.

Chloe é a proprietária da Sticks & Strings, uma popular loja de artigos de tricô. Mas é também a última descendente de uma longa dinastia de feiticeiras com o futuro de Sugar Maple nas mãos. Chloe sabe que tem de se apaixonar para receber os poderes mágicos e continuar a proteger a sua terra natal. Mas, aos 30 anos, ainda sonha com o verdadeiro amor e as amigas decidem lançar feitiços para a ajudar a encontrar o homem dos seus sonhos. O que ninguém esperava era que Chloe se apaixonasse perdidamente por Luke MacKenzie, o polícia destacado para investigar o primeiro crime ocorrido em Sugar Maple e cem por cento humano. Se o amor abre finalmente a porta aos seus poderes mágicos, esses mesmos poderes impedem Chloe de sonhar com um futuro ao lado de Luke… Feitiços de Amor é um romance encantador e inesquecível sobre o poder do amor e a magia dos sonhos.

Opinião:
Acho que a minha fase de gostar de romances já passou. Começo a sentir-me um pouco fatigada porque é sempre tudo a mesma coisa. Logo nas duas primeiras páginas já sabes tudo que se vai passar – quer seja um livro pontuado com fantasia ou não. Ainda assim, Feitiços de Amor conseguiu ser uma leitura agradável.

Chloe é filha de uma feiticeira e de um humano, e dela depende a segurança de Sugar Maple, uma pacata vila turística habitada por seres mágicos de mais variada espécie. Todos esperam que ela consiga manter o feitiço de protecção activo, mas Chloe sai ao pai, não tem poderes mágicos. A esperança reside no facto de que ela venha a ter os seus poderes tal como a mãe, quando se apaixonasse.

Feitiços de Amor não traz nada de novo a este género, mas tem o seu quê de fofo e engraçado. Gostei de Luke, a nossa personagem masculina principal, mas, ao mesmo tempo, achei alguma incoerência na sua personalidade. A autora tenta retractá-lo como o típico polícia de cidade (farto da violência, um tipo fechado e desconfiado), mas Luke durante todo o livro salta entre essa personagem-tipo para o homem com aberto a novas ideias, e ao desconhecido e que se expõe com facilidade. Nada contra isto, até é uma lufada de ar fresco porque tudo o que é homem-polícia neste tipo de romance é sempre o carrancudo e mal com a vida, mas… coerência, por favor. É verdade que há toda a magia no ar que pode ter alguma influência em determinadas acções/escolhas das personagens, mas senti que neste aspecto a personagem tinha um certo grau de bipolaridade.

É uma escrita leve, sem grandes floreados e que se lê com muita facilidade. Foi uma leitura agradável, mais do que estava à espera, e interessante o suficiente para me fazer querer continuar com esta saga.

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

[Livro] Sedução de Seda, de Loretta Chase

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Título em Português: Sedução de Seda
Série: The Dressmakers #1
Autor(a): Loretta Chase
Editora: Chá das Cinco
Páginas: 320
Data de Publicação: 7 de Agosto de 2015

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Sinopse:
O apelo do vestido perfeito consiste em duas partes: as senhoras devem desejar vesti-lo, e os senhores devem desejar despi-lo.
A ambiciosa e talentosa modista Marcelline Noirot é uma estrela em ascensão na chique cidade de Londres. E quem melhor beneficiaria do seu talento, se não a dama mais mal vestida de Londres, a noiva do duque de Clevedon? Conseguir o mecenato da futura duquesa significaria mais prestígio e fortuna para Marcelline e para a sua família. Para chegar até ela precisaria, contudo, de atrair as atenções do duque, um cavalheiro cujos padrões de estética são elevados, mas os padrões morais... já não.Parece valer a pena. No entanto, quando Marcelline se encontra com ele, Clevedon projeta uma sedução tão irresistível como os vestidos que ela costura e cria, e o que começa por ser apenas uma faísca de desejo, depressa se torna num delicioso inferno... e um ardente escândalo. Será suficiente os seus destinos estarem apenas suspensos por um fio de seda?

Opinião:
Tinha este livro esquecido na estante não sei muito bem como. Com a saída do segundo livro desta série, fui procurar o primeiro e acabei por ler os dois quase seguidos.

Gosto muito de moda, como se nota em algumas das minhas críticas, por isso quando um livro dos meus géneros favoritos envolve alguém que ligado a este mundo, tem uma atracção extra.

Marcelline, Sophia e Leonie Noirot são três irmãs modistas, que querem ter uma loja à altura das grandes costureiras londrinas, com o toque de requinte e luxo das francesas, mas têm de conquistar a alta sociedade londrina para atingirem esse estatuto. Quando o duque de Clevedon finalmente decide casar, Marcelline percebe que aquela seria a oportunidade delas, se conseguissem tratar de todo o guarda-roupa e enxoval da futura duquesa de Clevendon.

Marcelline vai ter com o Duque a Paris para o tentar influenciar, dizendo desde o início do livro que apenas o está a usar, algo que vai sendo reforçado quase até ao último momento – o que numa certa altura (mais para o fim) me irritou, porque ambos sabiam que ele não estava a ser usado.

O Duque estava noivo de Clara, uma personagem de que gostei bastante. Clara é a irmã do seu melhor amigo, e amiga de infância de Clevedon. Foi por isso que não gostei particularmente da maneira como o duque a tratou. Ela que, durante tantos anos, foi sua confidente por carta, uma amiga presente ainda que longínqua, foi abandonada por Clevedon, e pior: ele deixou-a enganar-se a si própria durante demasiado tempo.

A paixão entre Marcelline e Clevedon é rápida, mas o interessante é o seu desenvolvimento, desde apenas uma atracção física que leva a um conhecer de personalidades e ambições, onde a família (de Marcelline) torna-se um dos pontos fulcrais deste casal, principalmente a pequena…que lhe hei de chamar? A Princesa Errol da Albânia. É ela quem verdadeiramente encanta Clevedon e, na minha opinião, é ela quem acaba por pesar definitivamente os pratos na direcção da família Noirot.

Gostei muito das descrições dos vestidos, apesar de às vezes serem um pouco difíceis de imaginar. A ligação entre as três irmãs Noirot, que se complementavam na medida certa, foi das minhas coisas favoritas do livro e, acima de tudo, gostei de ver personagens femininas fortes, que ao mesmo tempo eram capazes de mostrar sensibilidade e um trabalho árduo nos momentos certos. Contudo, este livro deixou-me na dúvida entre a pontuação de 3,5* ou de 4*.

Apesar das dúvidas, a minha estreia com esta autora correu bastante bem e este foi um livro de leitura muito rápida, que me deixou ansiosa para ler os seguintes, e com isto deixo-vos a dizer que a crítica do segundo livro será publicada em breve – e que o terceiro livro deverá sair no início de Junho.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

[Filme] Spotlight (2015), de Tom McCarthy

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Título em Português: O Caso Spotlight
Realização: Tom McCarthy
Argumento: Josh Singer, Tom McCarthy
Elenco Principal: Mark Ruffalo, Michael Keaton, Rachel McAdams
Ano: 2015 | Duração: 2h 08mins

Sinopse:
Quando a tenaz equipa de repórteres denominada "Spotlight" investiga as alegações de abuso no seio da Igreja Católica, acaba por descobrir décadas de encobrimento aos mais altos níveis das instituições de Boston - religiosas, legais, e mesmo do governo, desencadeando uma onda de revelações por todo mundo.

Opinião:
Mas que filme tão bom. Tenho que confessar que se não fosse as nomeações aos Óscares, este filme passaria um pouco ao lado do meu radar. Até poderia a vir vê-lo no futuro, mas sem grande interesse inicial. E que erro que seria.

Não é um filme visualmente incrível – como, por exemplo, The Revenant - mas tem um argumento muito bom e interessante. Spotlight é um filme baseado em facto reais, sendo este sobre um grupo de jornalistas de investigação que revelaram os escândalos sexuais de pedofilia dentro da Igreja Católica, em Boston. Peça jornalística, esta, que veio a ser galardoada por um prémio Pulitzer em 2003.

Não é um filme cheio de acção e sequências rápidas, porque não é isso que interessa, mas sim mostrar o que é o bom jornalismo. Mostra o afinco de um grupo de jornalistas que dá valor ao seu trabalho. Mostra a importância que a verdade e os factos têm. Mostra a vontade e a sede de mostrar a verdade ao mundo. Mostra que a qualidade e veracidade importam muito mais que um textozeco sensacionalista feito em cima do joelho que vai criar muitas vendas. Mostra o impacto que o bom, e o verdadeiro, jornalismo pode trazer para a sociedade. Spotlight vai mais longe do que mostrar um grupo de jornalistas de investigação, mostra também as ramificações que a Igreja tem nos governos e tantas outras organizações públicas.


Nada do que foi retratado neste filme me surpreendeu, mas não deixa de nos afectar como a Igreja trata estes assuntos. Padres molestavam crianças e a forma como a Igreja resolvia o assunto era abafar todo a situação e recolocar o Padre noutra paróquia. Estes homens não eram responsabilizados pelos seus actos – que só por si já eram contra tudo o aquilo que a Igreja Católica defende. Esta hipocrisia incomoda-me imenso. Deixa-me irritada.

Spotlight prima pelo excelente argumento e pelas boas interpretações, mas mais do que isso naquela sensação irritante que nos fica na mente depois de ver algo que nos incomoda. Faz-nos pensar e faz-nos sentir mal com o pouco (ou nada) fazemos contra injustiças sociais. Spotlight é um filme incomodativo que desperta mentes, mas será capaz de fazer alguém de facto erguer-se e fazer algo?

Podem ver aqui o texto Um Duelo Social que Tiago Ricardo, administrador do blog Panda’s Choice, escreveu para a nossa rubrica #GuestPost.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Maratona Literária - 1º Aniversário (resultados)


Podemos dizer que estamos satisfeitas com esta nossa primeira aventura que é organizar uma Maratona Literária. E é, sem rodeios, que afirmamos que mais virão e outros tipos de actividades que nos juntem a todxs xs nossxs leitorxs. Esta foi uma maratona no feminino, mas queremos que, no futuro, rapazes se juntem a nós. :P

Como forma de comemoração do primeiro aniversário do Pepita Mágica decorreu, entre os dias 6 e 9 de Fevereiro a Maratona Especial Aniversário e tiveram até dia 14 deste mês para divulgarem os vossos resultados. 

Como sabem a maratona realizou-se em equipas - Equipa Carla e Equipa Joana - e cada elemento do grupo contribuiu com o maior número de páginas para um total global, mas decidimos também destacar aquela que leu mais em nome individual!


EQUIPA CARLA
EQUIPA JOANA
Carla D. (887 págs) Joana V. (855 págs)
Mariana Coelho (132 págs) Bárbara Silva (1.371 págs)
Fernanda Pratas (639 págs) Sara Soares (1.030 págs)
Natacha Cunha (908 págs) Catie (896 págs)
Beatriz Alemão (649 págs)  Susana (60 págs)
3.215 PÁGINAS LIDAS
4.212 PÁGINAS LIDAS

A equipa vencedora da primeira maratona literária do Pepita Mágica é*:


A melhor leitora individual da primeira maratona literária do Pepita Mágica é*:


*Para aquelas que saíram vitoriosas fizemos estes pequenos mimos, que podem pegar como prémio! :D

MUITOS PARABÉNS A TODAS! FORAM TODAS FANTÁSTICAS!