cro

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

[Óscares 2016] Nomeados

Hoje foi dia de se ficar a conhecer os nomeados da 88ª Cerimónia dos Óscares - cerimónia esta que tem data marcada para dia 28 de Fevereiro com a apresentação ao cargo de Chris Rock. Voltamos a não ter grandes surpresas nas nomeações. Vamos nos abster de apontar prognósticos, mas há categorias com nomeados fortíssimos. Será que é este ano que Leonardo DiCarpio ganha o Óscar, ou será que o Eddie Redmayne levará o Óscar de novo para casa? Ou até mesmo Michael Fassbender que dizem estar extraordinário como Steve Jobs. 

Maioria destes filmes não têm críticas aqui no blog, mas iremos tentar, neste tempo até à cerimónia, fazer uma espécie de "caminho para os Óscares..." e focar um ponto nestes filmes em especial.

Que filmes nomeados já viram e qual a vossa opinião?













EX MACHINACrítica da Carla 
















STAR WARS VII: Crítica Conjunta




STAR WARS VII: Crítica Conjunta


STAR WARS VII: Crítica Conjunta




CINDERELLACrítica Conjunta 






STAR WARS VII: Crítica Conjunta


EX MACHINACrítica da Carla 
STAR WARS VII: Crítica Conjunta

[Livro] Prisão de Gelo, de Adeselna Ferreira

Título Original: Prisão de Gelo
Série: --
Autor(a): Adeselna Ferreira
Editora: Smashwords
Páginas: 18
Data de Publicação: 26 de Maio de 2015
Sinopse:
Duas mulheres encarceradas numa prisão de gelo tentam manter viva a memória de quem são e do porquê de estarem presas.

Opinião:
Prisão de Gelo é um conto bastante pequeno – apenas com 18 páginas – mas confesso que tinha algumas expectativas relativamente a ele. É um livro denso e primordialmente um conto para fazer o leitor pensar.

A estória de Prisão de Gelo passa-se num mundo em que ser homossexual é crime e quem quer que ame de forma “diferente” do que é considerado normal é preso numa Prisão de Gelo e passa por um processo de “cura”. Todo o conceito me transcende porque não consigo conceber um mundo assim. E o incrível é que vivemos neste mundo – não um tão radical, mas... quase.

É um conto de conformidade, mas também de resistência e foi isso que gostei deste conto, mas soube a pouco. É tão focado na personagem que em poucas palavras nos sentimos a ser sugados para o lugar da personagem, mas, ao mesmo tempo, parece-me um pouco superficial. Faltou um pouco de essência. A ideia é interessante e bem conseguida, até certo ponto, mas acho que mais algumas páginas para explorar melhor toda a ideia da Prisão de Gelo e todo o processo de “cura” seria mais interessante. Gostei do facto de termos os dois lados da moeda: a conformidade e a resistência, mas achei que poderia ter sido mais desenvolvido, mais explorado.

Ainda assim, é um leitura interessante. Podem descarregar o conto aqui.


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

[Passatempo] Marcadores - Vencedor

Olá docinhos mágicos,

O nosso passatempo de natal tardio já tem o vencedor apurado. Tínhamos a sortear 12 marcadores exclusivos de autoras como Kat Martin, Madeline Hunter, Jennifer Estep, entre outros. Muito obrigada a todos os que participaram, mas apenas uma pessoa irá receber estes miminhos em casa.  Quem não venceu que não desanime que mais passatempos surgirão. ;) 

O número felizardo foi:

12. Carina Isabel Cardoso Pereira, Alhos Vedros

Muitos parabéns, esperemos que dê bom uso aos novos marcadores. A vencedora irá receber um email nosso e terá 48 horas para responder. Se ao fim desse tempo  iremos sortear novo vencedor.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

[Filme] As serviçais, de Tate Taylor


Título Original: The Help
Título em Português: As serviçais
Realização: Tate Taylor
Argumento: Tate Taylor (argumento), Kathryn Stockett (livro)
Elenco Principal: Emma Stone, Viola Davis, Octavia Spencer
Ano: 2011 | Duração: 146min

Sinopse:
Mississípi, EUA, década de 60. Acabada de terminar a faculdade, Skeeter (Emma Stone) decide ir contra as convenções e seguir o seu sonho em se tornar escritora. Quando, de regresso à sua cidade, se apercebe da súbita ausência de Constantine (Cicely Tyson), a governanta negra que a criou, pede ajuda a Aibileen (Viola Davis) e a Minny (Octavia Spencer), ambas governantas e amigas de Constantine. É desta maneira que, quase por acaso, nasce entre as três uma cumplicidade que resultará num projecto absolutamente inédito e que irá abalar, para sempre, aquela sociedade minada de preconceitos: um livro onde são contadas, na primeira pessoa, as histórias de mulheres que, apesar de criarem as crianças das famílias brancas como se fossem suas, são ostracizadas devido à cor da sua pele. Com argumento e realização de Tate Taylor, um drama sobre o preconceito, a amizade e a necessidade de mudança baseado no best-seller de sucesso mundial escrito, em 2009, por Kathryn Stpckett.

Opinião:
Há muito tempo que queria ver este filme, mas sempre quis ler o livro primeiro…o que acabou por não acontecer. Ainda o planeio ler, mas agora que já vi o filme será diferente. Este é o género de filme que mexe facilmente connosco – ou comigo, pelo menos.

Viola Davis foi a minha favorita, está fantástica aqui, assim como a Octavia Spencer e a Emma Stone. A história que liga estas mulheres é incrível. Duas empregadas negras que sofrem os maus tractos nas mãos de mulheres que as tratam praticamente abaixo de cão (se não mesmo) que ganham coragem para falar com uma rapariga de quem poderiam ter sido elas a cuidar, como amas. Tudo porque Skeeter Phelan (Emma Stone) amava – sim, amava - a sua querida ama que, para ela, fazia parte da família e merecia ser respeitada como tal, e acima de tudo como ser humano.

Há que dizer que adorei a relação entre Celia Foote (Jessica Chastain) e Minny Jackson (Octavia Spence), que a primeira visse em Minny apenas uma amiga que estava a trabalhar para ela, nada mais. Alguém em quem podia confiar para uma amizade, e acaba por ser Minny a dizer-lhe que deveria haver alguma separação entre “patroa” e empregada. A relação destas duas personagens e com o extra do marido de Celia, Johnny Foote (Mike Vogel) foi, sem dúvida, uma das minhas coisas favoritas. Ah, e gostaria de acrescentar que nunca mais voltei a olhar para uma tarde de chocolate da mesma maneira – e quem viu o filme saberá porquê.

É-me difícil escrever sobre filmes que mexem tanto comigo e me deixam indignada com o que o ser humano é capaz de fazer, a maldade e crueldade com que somos capazes agir uns com os outros... A esperança é que há seres humanos que lutam para que o mundo seja algo melhor, e este filme acaba por mostrar estes dois lados, com humor e seriedade, com uma qualidade de elenco e performances que nos deixam marcados.

Por fim, uma marca de Aibileen Clark (Viola Davis) deixada, pelo menos, à última criança de quem ela cuidou:
Algo que devemos ao máximo tentar ser e lembrar-mo-nos que o somos.