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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

[Filme] 10 Coisas que odeio em ti, de Gil Junger


Título Original: 10 things I hate about you
Título em Português: 10 coisas que odeio em ti
Realização: Gil Junger
Argumento: Karen McCullah, Kirsten Smith
Elenco Principal: Heath Ledger, Julia Stiles, Joseph Gordon-Levitt
Ano: 1999 | Duração: 97 min

Sinopse:
No primeiro dia de aulas no seu novo colégio, Cameron (Joseph Gordon-Levitt) perde-se de amores por Bianca (Larisa Oleynik), a fabulosa rapariga dos seus sonhos! O único problema é que Bianca está proibida de sair... se a sua temperamental irmã Kat (Julia Stiles) não a acompanhar! Numa tentativa de resolver o seu problema, Cameron desafia para uma saída o único rapaz que possivelmente poderá "emparelhar" com Kat: um misterioso rufia (Heath Ledger) com péssima reputação!

Opinião:
Eu sei, eu sei, isto não é um filme recente. Nem é um filme vencedor de óscares. Mas é um filme de que gosto muito – e que me faz rir num momento e ficar com lágrima no canto do olho no outro (sim, eu choro com facilidade com filmes).

Heath Ledger, a cantar, um bad boy com um coração de ouro – perfeito!

Este é o género de filme adolescente que agrada à maioria dos públicos infanto-juvenis, e não só. É um filme que nos prende, com a sua protagonista sarcástica e inteligente, disposta a contrariar tudo e todos, com a irmã que só quer ter um namorado e, sejamos sinceros, cuja inteligência se duvida um pouco, com o bad boy que afinal tem pouco disso, com uns rapazes mais nerds e uns que são os populares(aqueles que nós não gostamos).

Acho que foi das primeiras vezes que vi qualquer um destes actores, seja o Heath Ledger (também me lembro muito bem dele no Coração de Cavaleiro), o Joseph Gordon-Levitt ou qualquer outro dos actores e actrizes, que hoje reconhecemos com tanta facilidade.

Talvez uma das coisas mais marcantes para mim seja a famosa cena em que o Cameron (Joseph Gordon-Levitt) diz ao Patrick (Heath Ledger) “Sacrifice yourself on the altar of dignity and even the score.” – e sei que na primeira vez que vi o filme não estava nada à espera da cena seguinte. E, vocês vão-me perdoar se nunca viram o filme (vejam!), porque eu não resisto em deixar aqui essa mesma cena:




Cada vez que oiço a música só consigo imaginar o Heath Ledger a cantar e dançar no estádio e fico sempre com um sorriso na cara.

É um filme para nos fazer sentir bem, connosco mesmxs e com os outros, onde aprendemos que podemos ter as nossas opiniões e defendê-las, mas também aprendemos que somos seres sociais e que por mais badass que tentemos ser, haverá alguém como nós que nos aceitará como somos e verá através da armadura que criamos à nossa volta – amigxs, namoradxs, família – e isso far-nos-á sentir ainda mais felizes.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Especial Natal [Filme] Natal na TV


Neste Natal fiquem com os filmes dos nossos canais nacionais. Como ainda não foram divulgados todos os horários, iremos actualizando este post assim que tivermos mais novidades. Temos algumas estreias e filmes bem divertidos para alegrar as festas :)


24 de Dezembro



22:15: O Principezinho – O Musical de Filipe La Féria
23:15: Música no Coração
02:30: Mocas Felizes, Meu!
04:00: Wyatt Earp






07:00: Gladiadores (V.P.)
08:15: Sininho: O Segredo das Fadas (V.P.)
09:45: O Corcunda de Notre Dama (V.P.)
11:30: A Pequena Sereia (V.P.)
14:00: A Bela Adormecida (V.P.)
17:40: Thor: O Mundo das Trevas
21:10: Frozen (V.P)
23:15: Harry Potter e a Ordem de Fenix
01:15: Missão Impossível
• 03:15: Um Natal Para Recomeçar








00:15: O Impossível








25 de Dezembro




21:15: O Pátion das Cantigas (2015)
00:00: Virados do Avesso
02:00: Um Encontro a Três








7:00: Zambézia (V.P.)
8:15: Como Salvar o Pai Natal? (V.P.)
9:45: Arthur Christmas (V.P)
14:00: Sozinho em Casa 2 Perdido em Nova Iorque
16:15: Os Smurfs 2 (V.P.)
18:15: Gru- O Maldisposto (V.P.)
21:10: Monstros: A Universidade (V.P.)
23:15: Harry Potter e o Príncipe Misterioso
01:15: Missão Impossível 2






09:15: A Lenda de Despereaux
16:15: Mr. Bean em Férias
00:15: Beenthoven Salva o Natal






Vão aproveitar para ver algum destes filmes no Natal? :)

domingo, 20 de dezembro de 2015

[Série] The Musketeers | Temporada 1


Título Original: The Musketeers
Criado por: Andrian Hodges
Baseado em: The Three Musketeers de Alexandre Dumas
Elenco: Tom Burke, Santiago Cabrera, Peter Capaldi, Howard Charles, Alexandra Dowling, Ryan Gage, Tamla Kari, Maimie McCoy, Luke Pasqualino, Hugo Speer Marc Warren
Banda Sonora: Murray Gold e Paul Englishby
Género: Acção, Drama
Canal: BBC | Ano: 2014 -
Temporada: 1 | Episódios: 10

Sinopse:
Set on the streets of 17th century Paris, series gives a contemporary take on the classic story about a group of highly trained soldiers and bodyguards assigned to protect King and country.

Opinião:
The Musketeers teve a sua estreia no inicio de 2014. Quando apareceu no facebook da BBC que ia estrear esta série, fiquei curiosa, mas só agora em 2015 tive a oportunidade de ver a primeira temporada. Bastava ser BBC para eu querer ver (ainda está para vir uma série produzida pela BBC que eu não goste), mas ter o Santiago Cabrera, tal como o Peter Capaldi, um bom guarda-roupa e uma excelente banda-sonora foram apenas extras.

Já vi várias adaptações dos Três Mosqueteiros (mas ainda com o erro terrível de nunca ter lido a obra em que se baseiam – já tenho o livro, mas ler é coisa que ainda não aconteceu) e, umas melhores que outras, nunca me canso de ver novas versões, novas adaptações. Gosto da ideia dos Mosqueteiros, da valentia, da espionagem, da Milady de Winter, Cardeal Richelieu, toda a época envolvente, D’Artagnan, Athos, Porthos e Aramis.


Esta série não desapontou. Como já referi, tem uma óptima produção, desde guarda-roupa, cenários, banda-sonora, argumento, representações, trabalho de câmara, direcção de arte. É sem dúvida uma série a ver. Começo por dizer que adoro o opening da série, tanto a nível visual como musical – acho que enquadra muito bem com a série.


D’Artagnan não é exactamente o D’Artagnan que tinha em mente de outra adaptações, mas fui gostando dele a cada episódio. Porthos é… well, Porthos, mas aqui consegue ter algo mais que apenas ser o careless do grupo. Athos é o líder, o mais sensato e mais prático de todos, ainda que tenha um passado negro que tenta esconder de todos.


Aramis… o que hei-de dizer sobre o Aramis. Confesso que é a minha personagem favorita do grupo dos quatro amigos. Não só porque é interpretado pelo Santiago Cabrera, mas porque… é um romântico – não apenas no sentido de romance e afins, têm que ir mais além que isso com ele. Os momentos mais divertidos, mas também mais fofos e talvez alguns do mais corajosos foram centrados nesta personagem. Não quero com isto tirar o mérito às restantes. Todos eles, quer seja Athos, Porthos ou D’Artagnan tiveram tanto momentos marcantes como mais descontraídos. Athos, por exemplo, apesar de ser, tal como disse, o mais focado e mais lógico deles todos tem o seu humor refinado. Porthos é mais descontraído, mas consegue também ter alguma tensão emocional inerente. E D’Artagnan é o mais jovem e o com menos experiência, mas foi interessante vê-lo crescer e vê-lo tornar-se, por mérito próprio, num Mosqueteiro.


Há também personagem secundárias que gostei bastante e que gostaria de ter visto mais, como é o caso de Constance. Achei que ela merecia mais tempo na série (e espero que na próxima temporada isso venha a acontecer), principalmente quando ela se mostra ser tão, ou mais, badass que qualquer um dos quatro principais. É uma mulher que cedeu àquilo que é esperado de uma mulher, mas ela não é nenhum desmiolada ou totalmente submissa. Ela tem uma inteligência incrível, coragem e astucia, mas não deixa de ser uma mulher num mundo feito apenas para os homens. Nesse tempo, se ela tivesse nascido homem teria sido alguém bastante marcante.


No que toca ao Cardeal, interpretado pelo Peter Capaldi, tenho que admitir, gostei imenso dele. Apesar de toda as artimanhas e intrigas que criou, achei a personagem incrível – bem mais relacionável que em muitas outras adaptações dos Mosqueteiros. A única que não me convenceu na totalidade foi a Milady de Winter, pois há qualquer coisa nela que, para mim, não conjuga de todo com a ideia que tenho desta personagem.

A temporada tem um fio condutor, mas cada episódio pode quase funcionar como que isolado do resto. Contribui para o enredo que os une, mas a trama central de cada episódio tem um início, meio e fim dentro dos 50 minutos. Todos eles conseguiram manter-me entusiasmada e interessada no que se estava a passar. Não senti qualquer tipo de repetição, a intensidade ia crescendo culminando no final da temporada.

Não vou explorar muito mais sobre o enredo da série porque não estou aqui para fazer uma análise detalhada e quero que tenham o prazer da novidade ao ver a temporada, como eu tive. Cinjo-me neste texto simplesmente a dar a conhecer alguns pontos, quer sejam positivos ou negativos, desta série.


THE MUSKETEERS TEM JÁ UMA SEGUNDA TEMPORADA EXIBIDA
E A TERCEIRA COM ESTREIA MARCADA PARA 2016!

sábado, 19 de dezembro de 2015

[Livro] A rapariga do lago, de Carina Rosa


Título Original: A rapariga do lago
Título em Português: --
Série: --
Autor(a): Carina Rosa
Editora: Smashwords
Páginas: 50
Data de Publicação: 12 de Setembro de 2015
Sinopse:
Luísa é uma adolescente introvertida, dividida entre a paixão que sente pela arte e a carreira em medicina que os pais sonham para ela. Atormentada pela ideia de que partirá, em breve, para Praga, passa os seus dias a desenhar, inspirada pela música de um violino. Luísa está curiosa quanto à identidade do violinista que a inspira, mas o seu interesse parece redobrar quando conhece Luís. Ele é inesperado: vive isolado dentro da música que toca, escondendo-se do seu passado trágico e de um mundo preconceituoso. Os seus destinos vão unir-se na solidão e no amor à arte. E é ao som dos acordes do violino e por detrás de folhas de papel em branco que os dois vão viver uma paixão improvável. Uma novela sobre o primeiro amor, o preconceito e o talento, bem como a importância da carreira e das escolhas que fazemos.

Opinião:
Foi a primeira vez que li algo desta autora portuguesa e tinha ouvido falar bastante bem dela e foi com algumas expectativas que comecei este conto.

Passado durante a adolescência das personagens, este é conto um pouco típico, talvez com um pouco de drama a mais numa história tão curta (mas não se enganem, não critico o tamanho – os contos desta autora provam que em poucas páginas se pode escrever algo com cabeça, pés e corpo).

Gostaria que talvez as personagens fossem um pouco mais desenvolvidas, que durante as tardes de Luísa e Luís mostrassem mais de si, que soubéssemos o porquê da Andreia, a amiga da Luísa, se “agarrar” tanto ao ex-namorado e necessitar tanto de se sentir amada – mesmo que mal-amada.

A Luísa teve a coragem que falta a alguns de nós, conseguiu impor-se, por si e pela sua felicidade, tentou ajudar a amiga mas acima de tudo percebeu-se que quem não quer ser ajudado e não quer ver, nunca verá nem nunca aceitará a ajuda de outros.

Ao contrário de outras histórias de outros autores, neste conto consegui ver perfeitamente as personagens portuguesas, enquadradas no seu meio e sociedade actuais, com um toque de credibilidade incrível. Ainda que tenha sido algo interessante e fofo, foi talvez um pouco desapontante por causa das expectativas.

Gostei particularmente da escrita da Carina e planeio ler mais dos seus contos.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Especial Natal | [Filme] A Very Murray Christmas, de Sofia Coppola



Título Original: A Very Murray Christmas
Título em Português: --
Realização: Sofia Coppola
Argumento: Sofia Coppola, Mitch Glazer & Bill Murray
Elenco Principal: Bill Murray, Paul Shaffer
Ano: 2015 | Duração: 56 mins

Sinopse:
Bill Murray worries no one will show up to his T.V. show due to a terrible snow-storm in New York City.


Opinião:
Esta crítica vai ser pequena, não fosse também o filme bastante pequeno – menos de uma hora. Estava eu a vaguear pela Netflix quando vi o trailer para A Very Murray Christmas e eu tenho que dizer que gosto imenso do Bill Murray.

No dia em que a cidade de Nova Iorque está deserta, devido a um nevão, na véspera de Natal, Bill Murray tem um programa em directo para fazer. O problema é que, devido ao nevão, ninguém aparece, e a noite torna-se deprimente. Chris Rock aparece como um convidado obrigado (que se pisga na primeira oportunidade) e mais tarde temos também George Clooney e Miley Cyrus que cantam canções de natal com Bill Murray. Depois de o programa ser cancelado (e com grande alegria de Murray), ele continua no Hotel porque é impossível sair devido à tempestade. Ainda assim, todos aqueles que estão no Hotel – empregados, e outros hóspedes – acabam por ter um natal diferente, mas cheio de música e alegria. Acho que o espirito do filme é esse.

É uma pena que o filme, mesmo que pequeno, tenha vários momentos repetitivos, o que lhe tirou algum encanto. Ainda assim, consegue recriar o espirito natalício e deixar-nos no mood festivo.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

[Especial Natal] TOP 5 - Músicas de Natal


Neste mês especial trazemo-vos mais um TOP, desta vez ligado às nossas músicas de natal favoritas. Como os gostos são parecidos, o TOP foi feito em conjunto, mas não resistimos a fazer um TOP 5 em vez de um TOP 3 :p



Last Christmas, dos Wham!
Esta música não poderia faltar no nosso TOP. É, provavelmente, das mais conhecidas músicas de Natal. De 1985, esta música preenche as nossas memórias, ainda que não seja uma música da nossa época. E quem não gosta de George Michael?


Do They Know It’s Christmas?, dos Band Aid 30
Há várias versões desta música e nós gostamos particularmente desta, de 2014. Aqui podemos ouvir vários cantores que se juntaram para uma fazer uma nova versão desta música dos anos 80 e acabou por ficar uma mistura que fica no ouvido. E teve o bónus de os lucros desta música reverterem para a investigação e cura do ébola.


Happy Xmas (War Is Over), de John Lennon
Esta é uma música icónica no Natal. Mas foi criada por John Lennon como protesto em relação à Guera do Vietname, acabando por se tornar num clássico natalício e já foi interpretada por vários artistas ao longo dos anos.


White Christmas, de Bing Crosby
Segundo o Guinness World Records, esta versão, cantada por Big Crosby, é o single mais vendido de todo o sempre. Irving Berlin quando escreveu esta canção disse "Grab your pen and take down this song. I just wrote the best song I've ever written — heck, I just wrote the best song that anybody's ever written!" E não estava errado!


All I Want for Christmas, de Mariah Carey
Esta música faz parte do nosso imaginário natalício, apesar de por vezes nos fartarmos dela por se ouvir tantas vezes. Apesar de tudo, não podia faltar nesta lista, pois para a Joana é uma música que se tornou muito presente, principalmente depois de ver o filme Love Actually (que apesar de não gostar da maneira como os portugueses são retratados, acaba por ter cenas bem giras). 


Let It Snow, de Frank Sinatra
Pelos 100 anos que se festejaram no dia 12 de Dezembro deste ano, deixamos aqui esta menção honrosa ao grande cantor de jazz que foi Frank Sinatra. E, ainda que cá por Lisboa seja muito raro, Let it snow!

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

[Filme] O Excêntrico Mortdecai, de David Koepp


Título Original: Mortdecai
Título em Português: O Excêntrico Mortdecai
Realização: David Koepp
Argumento: Eric Aronson (screenplay), Kyril Bonfiglioli (livro)
Elenco Principal: Johnny Depp, Gwyneth Paltrow, Ewan McGregor
Ano: 2015 | Duração: 107 minutos

Sinopse:
Charles Mortdecai é um distinto negociante de arte conhecido pelo carisma e pela autoconfiança inabalável. De aparência elegante e aristocrática, possui um talento inato para atrair clientela. Os seus conhecimentos na área, assim como os seus contactos no mundo dos negócios, fazem dele a pessoa certa para ajudar a recuperar uma pintura de Goya desaparecida, não tanto pelo valor artístico da obra em si, mas pela lenda que desperta. Segundo os rumores, o quadro tem inscrito um código para um grande tesouro nazi. Encontrar o culpado do roubo revelar-se-á uma tarefa bastante mais complexa do que Mortdecai poderia imaginar pois, pelo caminho, terá de lidar com um grupo de terroristas russos, o próprio MI5 britânico e, pior do que tudo isso, Johanna, a sua terrível – e belíssima – esposa.

Opinião:
Na altura que saiu este filme, ouvi dizer que não era propriamente um bom filme, e que era um pouco parvo, etc.

Sinceramente, não é um mau filme para nos rirmos um bocado e desligarmos a cabeça e apenas aproveitarmos o que estamos a ver. Mas também não é um bom filme, daqueles profundos e com performaces fantásticas.

A personagem Mortdecai, representada por Johnny Deep é um excêntrico (um pouco totó) que tenta arranjar dinheiro para salvar a sua casa, os seus quadros e o seu casamento. A mulher dele, cujo o papel é representado por Gwyneth Paltrow, é quem “veste as calças” lá em casa, e é o cérebro de tudo o que acontece durante o filme.

Temos o típico triângulo amoroso e um problema com um bigode que se interpõe entre o casal principal e que acaba por ser cómico durante a maior parte do filme, mas para o final torna-se um pouco de mais.

Resumindo, e porque não há muito a dizer sobre o filme a crítica é curta, é um filme divertido, mas do qual não se extrai muito mais do que uma hora e meia de um tempo bem passado do qual pouco vamos recordar passado uns dias.