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domingo, 6 de dezembro de 2015

[Livro] Um Conde Apaixonante, de Sarah MacLean


Título Original: One Good Earl Deserves a Lover
Título em Português: Um Conde Apaixonante
Série: The Rules of Scoundrels #2
Autor(a): Sarah MacLean
Editora: Topseller
Páginas: 352
Data de Publicação: 9 de Novembro de 2015

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Sinopse:
Lady Philippa Marbury, ou Pippa, é… estranha. É jovem, bela e filha de um marquês respeitado da sociedade, mas interessa-se por livros em vez de rapazes, por ciência em vez de passeios, e por laboratórios em vez de amor. O seu plano é casar-se em breve com o seu noivo, um homem simples, e viver o resto dos dias em sossego com os seus cães e as suas experiências científicas. Mas antes do casamento, Pippa tem duas semanas para experimentar tudo o resto. Quinze dias para fazer pesquisa sobre as partes excitantes da vida. Não é muito tempo e, para o fazer, precisa de um guia que esteja familiarizado com os recantos mais obscuros de Londres. Ela precisa de Cross: o sócio da casa de jogo mais exclusiva da cidade, e que tem fama de ser o maior conhecedor do mundo do vício e dos prazeres. Mas a fama muitas vezes esconde segredos negros, e quando a nada convencional Pippa lhe pede que lhe arruíne a reputação, isso vai ameaçar tudo o que ele sempre se esforçou por proteger.

Opinião:
É tão bom ler um livro onde a personagem principal é parecida connosco. Pippa é adorável, com os seus óculos, a sua beleza fora do comum, a sua inteligência e astúcia.

Este livro está cheio de passagens secretas, segredos escondidos, e como no anterior, Chase, o membro mais secreto e raramente visível do clube do Anjo, volta a fazer uma pequena aparição com um mimo para Pippa que, a meu ver, torna Chase ainda mais interessante (e querido) do que já era. Agora que penso nisto…e não querendo fazer demasiadas comparações, Chase é como a Parker, dos livros Quarteto de Noivas da Nora Roberts. Ele é aquele amigo que os junta a todos e que todos têm um imenso respeito por ele.

Voltando ao livro em causa, Cross, o nosso protagonista masculino, é um dos sócios do Anjo, o clube de jogo mais exclusivo da cidade de Londres no início do século XIX. Enquanto que no primeiro livro desta série a perdição do protagonista tinha sido as cartas, aqui são os dados. E vai ser dados que Cross vai jogar com Pippa (depois de muitas vezes recusar fazê-lo, ela lá o convence.).

Para Pippa, tudo tem de ser explicado. Ela gosta de saber como as coisas funcionam, gosta de ler e aprender e quando se vê confrontada com algo que apenas uma dama casada saberia, Pippa decide que, antes de casar, quer saber o que deve fazer na sua noite de núpcias, pois não quer errar – ela acha que sendo “estranha” e já sendo tão diferente da maior parte das jovens da sua idade, tem de fazer pelo isto bem. Nada melhor que ir falar com um dos solteiros mais conhecidos como sendo um sedutor irresistível.

Gostei imenso da atitude do Cross ao longo do livro (talvez um pouco possessivo de mais, mas isso ultrapassa-se), desde os seus olhares para Pippa e da sua explicação do porquê de ele gostar dela – ele não a vê só como sendo “linda”, mas vê verdadeiramente como ela é: uma mulher que, apesar de não se enquadrar no mundo da sociedade londrina da época, enquadra-se no mundo dele. Para ele, tudo o que ela considera “estranho” (e ela considera-se assim por comparação com as outras pessoas – nunca aprendemos que não nos devemos comparar, não é?) é atraente de algum modo, seja porque ele é um bom contabilista mas ela ainda é melhor, seja pela sua visão diferente do mundo, seja pela sua audácia, entre outras qualidades.

Sinceramente, gostei muito mais deste livro que do primeiro da série, principalmente por causa de Pippa, como já referi. Foi um livro que me prendeu do início ao fim e que me deixou ainda mais ansiosa por ler os próximos, principalmente o de Chase.


• Um marquês irresistível (The Rules of Scoundrels #1) (Joana)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

[Filme] Star Wars - Episode III - Revenge of the Sith, de George Lucas


Título Original: Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith
Título em Português: Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith
Realização: George Lucas
Argumento: George Lucas
Elenco Principal: Hayden Christensen, Natalie Portman, Ewan McGregorn
Ano: 2005 | Duração: 140 mins

Sinopse:
No meio da guerra inciada no episódio dois desta saga, Anakin Skywalker perde a fidelidade aos Jedi. Seduzido pelas promessas de poder e tentações do Lado Negro da Força, transforma-se em Darth Vader. Juntos os Lordes Sith organizam um plano de vingança que começa com a exterminação dos Jedi. No confronto com os Sith, Yoda e Obi-Wan, os dois mestres Jedi, darão uma réplica feroz, com os seus sabres de luz. Nesta batalha final, que colocará Anakin contra Obi-Wan, se decidirá o destino da Galáxia.

Opinião:
E com Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith terminamos a maratona Star Wars, já me posso considerar pronta a ver o novo filme, que tem data estreia marcada para este mês!

Começo por dizer que achei, em geral, a prequela - portanto episódios I, II e III - muito fraca. Gostei imenso da trilogia original, e apesar de ter ficado bastante intrigada e curiosa para saber a história que levou aos acontecimentos dos episódios IV, V e VI, esta trilogia não me satisfez. Não tiro o mérito em termos de realização, montagem, efeitos, representação, mas para mim não resultou. O que, para dizer a verdade, não me surpreende.


Ainda assim, Revenge of the Sith é, sem dúvida, na minha opinião, o melhor filme desta trilogia. Talvez, em parte, porque é a que está mais directamente ligada aos acontecimentos da trilogia original. Achei a Padme demasiado apagada - pouco aparece, honestamente - mas Anakin supera qualquer coisa. A transformação desta personagem é abismal e o que nos deixa ainda mais afectados pela perfomance de Hayden Christensen é o facto de que Anakin Skywalker acha, de facto, que está a fazer o mais correcto e, verdade seja dita, vira-se para o Dark Side of the Force na tentativa de salvar quem mais ama. O problema é que é precisamente essa atitude que leva com que aqueles que lhe querem bem (e quem ele ama) sofra.

Numa saga que começou extraordinária e epicamente bem com a trilogia original foi por caminhos que, apesar do apogeu da tecnologia, não se conseguiu equiparar em termos de originalidade e a atitude arrojada. A prequela não satisfez, mas conseguiu com Revenge of the Sith amenizar essasinsatisfação.


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

[Livro] His Wicked Reputation, de Madeline Hunter


Título Original: His Wicked Reputation
Título em Português: --
Série: Wicked Trilogy #1
Autor(a): Madeline Hunter
Editora: Jove
Páginas: 432
Data de Publicação: 3 de Março de 2015

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Sinopse:
She was a sensible woman. He was a man who could drive a woman senseless with desire. Gareth Fitzallen is celebrated for four things: his handsome face, his notable charm, his aristocratic connections, and an ability to give the kind of pleasure that has women begging for more. Normally he bestows his talents on experienced, worldly women. But when he heads to Langdon’s End to restore a property he inherited—and to investigate a massive art theft—he lays plans to seduce a most unlikely lady. Eva Russell lives a spinster’s life of precarious finances and limited dreams while clinging to her family’s old gentry status. She supports herself by copying paintings while she plots to marry her lovely sister to a well-established man. Everyone warns her of Gareth’s reputation, and advises her to lock her sister away. Only it is not her sister Gareth desires. One look, and she knows he is trouble. One kiss, however, proves she is no match for this master of seduction.

Opinião:
Arte, romance, protagonistas fortes – a receita para um bom livro.

Eva é uma artista bastante boa, que só é reconhecia pelas suas cópias de grandes obras (mesmo assim não recebe quase dinheiro nenhum por elas). Gareth é um homem da nobreza que lida com arte e colecções privadas. Era praticamente impossível não se cruzarem quando Gareth se muda para a mesma pequena vila que Eva.

Eva não tem amigos, além da sua irmã, e isso faz com que se sinta bastante sozinha. E vai ser em Gareth que ela vai encontrar alguém (fora da sua família) que pode mesmo chamar de amigo. E acho que isso é o que vale mais, em grande parte, neste livro. O amor que se desenrola entre estas duas personagens floresce de uma amizade, de uma confiança e carinho que nos agrada ver crescer.

Gostei particularmente que Gareth não duvidasse de Eva, que acreditasse nela, no matter what - já ando um bocado farta de livros em que o problema que impede o happy ending são as eternas desconfianças e traições- mesmo quando tudo poderia indicar o contrário. E porquê? Novamente porque eles são mais que amantes, ou apaixonados, são amigos que desenvolveram uma confiança mútua devido às suas acções.

Temos mais duas personagens interessantes, que são as irmãs Neville. Estas duas senhoras mostram (e dizem) à irmã de Eva coisas que poderiam ser menos respeitáveis, não fosse elas serem acima de tudo estudiosas – ao contrário da irmã de Eva. Quando tentam travar conhecimento com Eva, esta acaba por se aperceber que elas não são tão escandalosas quanto ela pensava e sugerem que, como artista, Eva deveria estudar a forma humana com um verdadeiro modelo. Eva não gosta da ideia, mas acaba por escolher ela própria desenhar Gareth, enquanto ele dorme. Incluo aqui este pormenor porque adorei a descrição dos desenhos: eram vívidos, imagens que eram tão facilmente criadas na minha imaginação que não resisti a mencionar.

Para terminar, porque custa-nos escrever mais sobre os livros que gostamos do que sobre os que não gostamos, foi um livro rápido, querido e amoroso, com amizade, amor, quadros roubados, mistério (que nós acabamos por resolver rapidamente, mas mesmo assim), todos os ingredientes que fazem deste livro uma história a reler. Ah, e já referi que vamos ter as histórias dos irmãos de Gareth? Só para vos aguçar a curiosidade, já comecei também o segundo livro, em breve deverei ter mais novidades :)

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Pôr as mãos na massa [Dezembro]


Como foi o vosso Novembro? Nós começámos uma nova rubrica e andámos a aumentar o nosso número de críticas, já repararam? Segue-se o resumo do nosso mês :)

O que se fez em... Novembro

[Cinder] Qual o mais delicioso?

Carla D.

Joana V.

Propostas para... Dezembro


Mais uma mudança de visual, desta vez muito natalícia, o que acham? Como fizemos em Outubro, este mês de Dezembro será diferente, com muitas coisinhas especiais. Não existe lista de propostas para o mês por isso não se esqueçam de vir sempre cá ver as nossas novidades, maioritariamente dedicadas ao Natal :) 

domingo, 29 de novembro de 2015

[Série] Jessica Jones | Temporada 1


Título Original: Jessica Jones
Criado por: Melissa Rosenberg
Baseado em: Jessica Jones de Brian Michael Bendis e Michael Gaydos
Elenco: Krysten Ritter, Mike Colter, Rachael Taylor,Wil Traval, Erin Moriarty, Eka Darville, Carrie-Anne Moss, David Tennant
Banda Sonora: Sean Callery
Género: Acção, Drama, Neo-noir, Superhero, Thriller psicológico
Canal: Netflix | Ano: 2015 -
Temporada: 1 | Episódios: 13

Sinopse:
Following a tragic end to her brief superhero career, Jessica Jones tries to rebuild her life as a private investigator, dealing with cases involving people with remarkable abilities in New York City

Opinião:
Jessica Jones é a mais recente série da Netflix em parceria com a Marvel. Mais uma a juntar-se a Daredevil no caminho para Defender. Jessica Jones não é uma série de super-heróis, mas sim uma série de uma mulher que tenta refazer a sua vida depois de tentar ser uma heroína.

Jessica Jones tem uma produção semelhante a Daredevil, mas em nada se parece com esta série. O tom de Jessica Jones é bastante diferente e a própria narrativa também o é. Tem vários hints não só a Daredevil, mas também a todo o Marvel Cinematic Universe, fazendo com que aparente separação da série com o resto é afinal apenas ilusória.

Em Jessica Jones temos uma série muito ao estilo de um filme de detectives e, por esse motivo, tem reminiscências dos film noirs, tanto na sua montagem como na própria banda sonora. Jessica Jones é, acima de tudo, uma mulher que quer refazer a sua vida. Tentou ser uma heroína, mas não resultou, porém não consegue virar costas e não usar o seu poder para ajudar os outros.

A série começou com um ritmo bastante lento. Confesso que pensei em não terminar a série, porque não estava a cativar-me o suficiente, mas a meio começou a melhorar, terminando, no entanto, com um final pouco satisfatório.

Na minha opinião, pelo menos esta temporada, serve apenas para assegurar o fio condutor para as próximas séries da Netflix, tal como Luke Cage, ainda a possibilidade do Iron Fist e culminando em Defenders.


Falando das personagens… Achei Jessica Jones bastante interessante. Gostei do sarcasmo, gostei do lado negro dela, mas ao mesmo tempo do lado que se importava e, mesmo que não o dissesse, o amor por aqueles que lhe eram importantes. Luke Cage foi uma boa personagem e estou bastante curiosa para o ver na sua própria série, um pouco dividida entre o facto de saber que nos comics Jessica e Luke são casados, mas que Claire Temple (lembram-se da enfermeira de Daredevil? Essa mesmo.) é também um interesse romântico desta personagem masculina; nem sei qual gostaria mais de o ver com ele. Gostei tanto da Trish Walker! Ela é possivelmente a personagem que mais quero ver numa próxima temporada (ou aparecendo numa outra série), pois achei que tem bastante potencial para ser ainda mais interessante e badass.



Agora… Kilgrave. Oh meu deus! O que direi sobre esta personagem? Primeiro que tudo é interpretada por David Tennant e quem me conhece sabe que gosto imenso deste actor, não apenas por Doctor Who, mas ele é, definitivamente, o meu Doctor favorito. Ele esteve fenomenal neste papel. Kilgrave foi, para mim, como um evil twin do Doctor, mas um evil twin super creepy com uma pitadinha de sexyness. A forma como Tennant deu vida a esta personagem é incrível. Aparentemente Kilgrave é bastante sedutor e cativante (mesmo sem o seu poder), mas ele é o epíteto de um ex-namorado obsessivo e abusador (do seu próprio poder e não só) e de um violador (quer seja física ou mentalmente). A intensidade natural e incrivelmente assustadora com que Tennant o faz é abismal. No entanto, achei o seu final tão decepcionante.

No fundo, foi isso que aconteceu com esta série. Não é má, mas também não chega aos pés de Daredevil. Interessante o suficiente para se ver até ao final, mas sem grande alarido e entusiasmo. Desiludiu-me um pouco. Esperava mais. Ainda assim, irei continuar a seguir as séries da Marvel-Netflix e, caso seja confirmada uma segunda temporada, irei também assistir.


AINDA NÃO HÁ CONFIRMAÇÃO DA 2ª TEMPORADA DE JESSICA JONES.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

[Livro] A noiva do marquês, de Tessa Dare


Título Original: Say Yes to the Marquess
Título em Português: A noiva do marquês
Série: Castles Ever After #2
Autor(a): Tessa Dare
Editora: Topseller
Páginas: 304
Data de Publicação: 12 de Outubro de 2015

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Sinopse:
Ela tinha tudo o que uma donzela da sua posição podia querer: era linda e estava noiva do solteiro mais cobiçado da cidade. Um longo e desesperante noivado, porém, levou-a a querer romper o compromisso e a tomar as rédeas da sua vida. Clio Whitmore está noiva do Marquês de Granville há oito anos, mas ele está sempre ausente no estrangeiro, levando-a ao desespero por não se sentir desejada. Quando Clio herda um castelo que lhe proporciona independência financeira, decide romper o noivado e iniciar uma nova vida. Para tal, ela terá de convencer Rafe, irmão e procurador do Marquês, a aceitar o fim do noivado. Mas Rafe tem planos para a fazer mudar de ideias, organizando-lhe um casamento de sonho... Ele começa com flores. Um casamento nunca tem flores suficientes... Ele diz-lhe que ela dará uma belíssima noiva… e tenta não imaginá-la como sua. Como conseguirá Rafe convencer Clio a casar-se sem se deixar vencer pelos sentimentos que crescem dentro dele, e que são a cada dia mais fortes? Ele não irá apaixonar-se pela única mulher que nunca poderá beijar nem dizer ser sua. Ou irá?

Opinião:
Gostei deste livro. É um bom início de crítica, não acham?

Começo por dizer que neste livro temos um protagonista que é pugilista – algo que pessoalmente não gosto (mas que aqui até atraiu, em parte).

Clio, a nossa protagonista está farta de esperar…farta de esperar por alguém que não quer e, tão importante como isso, está farta de esperar por alguém que também não a quer. E para isso tem de falar com Rafe, o irmão do Marquês de Granville, e o nosso pugilista.

Rafe é bruto no sentido de não ser algo polido, é alguém que passou por muito e que virou-se para o boxe para sobreviver – apesar de ser nobreza. E ele sempre se manteve afastado de Clio… porque não é suposto gostarmos das noivas dos nossos irmãos, certo?

Quando Clio fala com ele para anular os papéis de compromisso entre ela e o Marquês, Rafe recusa-se, porque não quer esse peso nos seus ombros – quem quereria decidir pelo irmão que está no estrangeiro num assunto destes?

Clio, apesar de tudo vai dar o seu melhor para cancelar o compromisso, enquanto que Rafe compromete-se em fazê-la apaixonar-se pela ideia de casar com o seu irmão. Mas apercebemo-nos que Clio não quer a cerimónia que a maior parte das mulheres da Inglaterra do século XIX queria, ela quer ter poder de escolha e decisão – e quando herda o castelo, todas as portas que permitiam isso acontecer abrem-se à sua disposição.

Durante todo o livro vemos Rafe a tentar lutar contra os seus sentimentos e as suas visões de Clio como noiva, como sua noiva, num casamento consigo e não com o irmão. Mas uma jovem como ela, segundo ele, não ficaria bem com um homem que estava tão afastado (e quase desprezado) da sociedade londrina.

Depois de ler um livro que era cheio de clichés e personagens-tipo, reforço a minha crença nestes livros – um romance histórico (maioritariamente) dá-nos um final que já esperamos (e que ficamos chateados/desapontados se não acontecer), mas isso não quer dizer que não se possa escrever um bom livro.

Aqui, as personagens têm história, profundidade, criam interesse no leitor, nós queremos saber o que vai acontecer, torcemos para que no fim as coisas se resolvam! E assim é um bom livro. Já tinha gostado do anterior, ainda gostei mais deste. Quando o próximo sair, não demorarei a lê-lo.

• Romance com o Duque (Castles Ever After #1) (Joana)



quinta-feira, 26 de novembro de 2015

[Cinder] Qual o mais delicioso?

Hoje iniciamos uma nova rubrica aqui no blog. Chama-se Qual o mais delicioso? e vamos debater qual a capa/poster de livros, filmes e outras comparações afins de que mais gostámos e o porquê.   


Capa mais deliciosa:
A capa favorita da Joana é a original (direita), enquanto que a Carla tem sentimentos contraditórios em relação a ambas.

Porquê?
Carla: Concordo com o que a Joana vai referir no que toca a quase tudo. No entanto, continuo sem conseguir escolher uma capa favorita, porque qualquer uma delas tem coisas positivas. Na nossa capa gosto das cores, da "meninice" (que se perde no segundo livro), porém acho que a capa original consegue retratar melhor a estória do livro. Mostra o lado mecânico, o lado de conto de fadas (apesar que os sapatos vermelhos lembram-me a Dorothy do Feiticeiro de Oz), mas também o lado mais negro (que nos leva à Queen Beryl da Sailor Moon). E o tipo de letra favorito é, sem dúvida, o da capa original. O nosso C parece-me um E gigante.

Joana: Gosto muito mais do facto da capa original mostrar que a Cinder é cyborg (algo que sabemos logo pela sinopse do livro), enquanto que a nossa capa mostra cores mais inocentes e conta pouco sobre a nossa personagem principal. Gosto imenso do contraste das cores entre o vermelho, o branco e o azul escuro quase preto, que me faz lembrar o céu nocturno com a lua a brilhar. O tipo de letra é muito mais bonito tanto no título como no nome da autora. Resumindo, a nossa capa é bonita, mas não tanto como a original.

E vocês, qual a vossa favorita?