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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

[Livro] The Bed Wife, de Suzanna Lynn


Título Original: The Bed WIfe
Título em Português: --
Série: The Bed wife Chronicles #1
Autor(a): Suzanna Lynn
Editora: Amazon Digital Services
Páginas: 130
Data de Publicação: 21 de Janeiro de 2015
Sinopse:
The Bed Wife Chronicles: Love brought them together. Would tradition tear them apart? Once inseparable childhood friends, Luana and Baylin are now grown and in two separate worlds. Luana, the daughter of the town drunk, overlooks her family's goat farm to make ends meet. Baylin, Prince and future King of Grasmere, is off combatting the veils that lurk in the Kingdom. However, fate intercedes with a time-honored tradition that has been custom for the past five hundred years. Luana's life is now forced into the hands of her long-lost childhood friend. Will resentment, hurt, and duty consume them? Or will Luana and Baylin find love and rekindle their friendship?
~ Recebemos este livro via Goodreads. Obrigada! ~

Opinião:
Não tenho muito a dizer sobre este pequeno livro. Não achei nada de extraordinário, não gostei da premissa da história, de lenda pela qual a sociedade do livro se rege: um nobre pode escolher qualquer rapariga plebeia a partir de uma certa idade para ser a sua “bed wife”, além de ter a sua esposa.

Temos o típico príncipe que se apaixona pela plebeia e que não pode ficar com ela e que decide então tê-la como bed wife, para poderem estar juntos em parte. Mas acaba por não fazer amor com ela porque a respeita e quer dar-lhe uma vida melhor no palácio. No fim, lá acabam por ir para a cama, mas toda a história tem uma falta de substância imensa.

A escrita não é má, o livro acaba por ser fluído e até poderia ser uma história amorosa, como suspeito que a autora tente fazer com os próximos livros (serei a única a ter certezas que o príncipe e a plebeia no fim casam-se e serão rei e rainha?).

Não tenho nada contra livros previsíveis, como se pode ver pelos meus gostos literários, mas este simplesmente não me agradou porque não gosto da perspectiva que dá sobre as mulheres.
No entanto, não posso dizer que seja um “mau” livro, daí não dar menos que esta classificação.


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

[Livro] Talonsphere, de Peter Koevari


Título Original: Talonsphere
Título em Português: --
Série: Legends of Marithia
Autor(a): Peter Koevari
Editora: Smashwords Inc.
Páginas: 265
Data de Publicação: 05 de Fevereiro de 2015

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Sinopse:
The glowing stronghold of Marithian resistance, Greenhaven, has been recaptured from the Forces of Darkness in a victory overshadowed by a dark secret's revalation.
Vampire-sorceress Kassina is hell-bent on seeing out the Blood Red Moon prophecy and enact a grim conclusion to the world as they know it. As the realm of the underworld merges with Marithia, the Lord of Darkness, Shindar, is ever closer to marching into Marithia with his army.
Prince Vartan must walk his fated path and seek out Talonsphere, the ultimate weapon that will save them all that resides in the elusive location, Daessar. He is aided by the legendary dragons, a woman from the stars, a demon hunter, and a trusted knight.
Everything they fought for has led to this moment, and the gods watch from the stars above as the prophecies collide.
Who will be left standing?
~ Recebemos este eBook directamente do autor. Thank you! ~

Opinião:
Eu nem sei como começar esta crítica. Estou ainda em estado de choque depois do final deste livro.

Peter Koevari conseguiu surpreender; conseguiu deixar-me de boca aberta e completamente perdida (no bom sentido). Talonsphere é, sem sombra de dúvida, o grande livro desta trilogia. Adorei o Prophecies Awakening; gostei do Darkness Rising, mas não fiquei muito convencida; e agora Talonsphere veio para destabilizar completamente tudo aquilo que andei a acompanhar nesta trilogia.

É uma crítica complicada e ingrata porque não quero revelar o mínimo spoiler, uma vez que quero que quem leia este livro leve a bofetada da cara que levei; e quero que aproveitem esta aventura da melhor forma que apenas pode ser feita deixando-se surpreender. O que não me deixa muita margem de manobrar sobre o que escrever.

O autor conseguiu guardar um segredo incrível durante dois livros e meio. Estava tão certa de determinadas situações e personagens que ao chegar ao Talonsphere foi tudo por água abaixo. Supreendentemente incrível!

Neste livro me apercebo, no entanto, que tinha razão ao gostar tanto de determinadas personagens, principalmente Kassina. Eu não quero revelar o que lhe acontece e o que ela faz, mas eu gostei dela desde o início, como disse na minha crítica ao primeiro livro; ela tinha qualquer coisa de interessante e prometia ser uma personagem desafiadora. Todas as personagens estão muito bem desenvolvidas, bem criadas e dá para perceber o trabalho e a dedicação que o autor teve para com esta trilogia. Pequenos hints que numa primeira leitura nos passam despercebidos, mas que quando chegamos a Talonsphere ficamos a pensar “como é que eu não antevi isto?!”. E isso acontece pela forma extraordinária que esta trilogia está escrita e o trabalho, dedicação e carinho do autor teve para com estes livros.

Resumindo: adorei e recomendo imenso estes livros a quem gosta de fantasia épica, criaturas maravilhosas e ser completamente surpreendido.


• Prophecies Awakening (Legends of Marithia #1) (Carla)
• Darkness Rising (Legends of Marithia #2) (Carla)
• Talonsphere (Legends of Marithia #3) (Carla)

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

[Filme] Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, de Richard Marquand


Título Original: Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi
Título em Português: Guerra das Estrelas: Episódio VI - O Regresso de Jedi
Realização: Richard Marquand
Argumento: Lawrence Kasdan & George Lucas (screenplay); George Lucas (story)
Elenco Principal: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher
Ano: 1983 | Duração: 134 mins
Sinopse:
o espectacular capítulo final da saga Star Wars, Luke Skywalker e a Princesa Leia têm de ir a Tatooine para libertarem Han Solo, infiltrando-se na fortaleza imunda de Jabba the Hutt, o mais temido vilão da galáxia. Novamente unidos, os Rebeldes juntam forças com as tribos de Ewoks para enfrentarem as forças imperiais na lua floresta de Endor. Entretanto o Imperador e Darth Vader conspiram de forma a trazer Luke para o lado negro, mas o jovem Skywalker está determinado em honrar o espírito Jedi, que viveu no seu pai. A Guerra Civil Galáctica, culmina numa última grande batalha, enquanto as forças Rebeldes se reúnem para atacar a indefesa e incompleta segunda Estrela da Morte, numa batalha que vai determinar o destino da galáxia.

Opinião:
Acho que não tenho muito a acrescentar ao que já disse em relação aos filmes da trilogia original de Star Wars da qual Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi é o filme que culmina esta primeira trilogia e que fá-lo de forma extraordinária. A este ponto posso dizer que foi o que mais gostei, porque houve mais inclusão dos vários lados da guerra, mas acho-os todos ao mesmo nível e funcionam bem como um todo que são.



A magia de Star Wars e o facto de se ter tornado num clássico do cinema está na novidade, na inteligência, na criatividade e mais do que isso na consistência. Em Star Wars temos a introdução de uma galáxia cheia de planetas diferentes, criaturas, espécies e personalidades diferentes. Para a altura em que foi criada esta trilogia tudo era novidade e tecnologia de ponta, mas ainda hoje, quando muitos dos efeitos são rudimentares e talvez até um pouco obsoletos e ridículos, eles continuam a deixar-nos deslumbrados. As faltas de lógica em algumas sequências são perdoadas pelo projecto no seu todo que é extraordinário.

Já tinha visto os dois filmes anteriores mais do que uma vez, mas este nunca, e gostei. Posso dizer, agora oficialmente, que sou fã de Star Wars.

Que venha a prequela.

(nice touch... mudarem o antigo Anakin Skywalker (Sebastian Shaw) pelo novo (Hayden Christensen)
assim fazendo a ligação entre as duas trilogias)


domingo, 15 de novembro de 2015

[Livro] A Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard


Título Original: Red Queen
Título em Português: Rainha Vermelha
Série: Red Queen #1
Autor(a): Victoria Aveyard
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 424
Data de Publicação: 25 de Setembro de 2015

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Sinopse:
O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.

Opinião:
Comprei este livro pela Wook porque vinha com oferta :) já viram o caderninho? Bem giro!
Começo por dizer que tinha grandes expectativas sobre este livro. Gosto bastante da capa (sim, eu sei, “não julgues um livro pela sua capa”) e da sinopse, que parecia ter uma premissa interessante.

Apesar disso, quando começo a ler, noto logo várias semelhanças a outros livros, como os Jogos da Fome e, pelo que percebi da minha leitura de críticas de outros bloggers, é também semelhante aos livros “Selecção”.

Tudo começa com a história de Mare Barrow, que vive num mundo onde apenas existem duas “classes sociais”: os vermelhos, nos quais ela se insere, e os prateados. Esta diferença está presente no seu sangue. Os prateados, como o nome indica têm o sangue prateado e por isso uma pele muito branca (é estranho ler um rubor a ser descrito com um cinzento mais escuro), enquanto que os vermelhos são…bem, como nós.

Os prateados são ricos e têm cargos de alto estatuto, e os vermelhos são maioritariamente agricultores, pescadores, etc. Os que têm mais qualidades, como a irmã de Mare, são, por exemplo, costureiros para os prateados, e conseguem entrar, em parte no mundo destes. Basicamente, os vermelhos servem os prateados – e estão fartos disso.

Então porque não revoltarem-se? Porque os prateados têm “poderes” e dividem-se em categorias: os strongarms (têm força sobre-humana), os telkies (portentos – conseguem levitar objectos, por exemplo), swifts (velozes), nymphs (ninfas – manipulam água), greenys (verdinhos – manipulador de plantas e terra), stoneskins (peles de pedra), whispers (sussurrantes), os curadores e os cloners (acho que não me esqueci de ninguém). No início do livro, pensamos que apenas os prateados podem ter estas características…

Mare, como disse, é uma vermelha, assim como toda a sua família e amigos – amigos que ela vê todos os dias a irem lutar uma guerra dos prateados. Quando o seu melhor amigo é chamado para a guerra, ela percebe que fará o que puder para o evitar – e é aí que vai ter com a Farley, uma rapariga que faz parte da Guarda Escarlate, uma guarda que quer, através de revoluções algo violentas, fazer desaparecer a diferença entre prateados e vermelhos.

Mare conhece Cal, que lhe arranja um emprego no palácio do Rei prateado e, no seu primeiro dia, descobre que Cal é na verdade o príncipe herdeiro. Num dia de provas entre os prateados, Mare, que estava a servi-los, acaba por cair na arena onde as lutas estavam a decorrer e, como os prateados têm um ódio de estimação aos vermelhos, tentam atacá-la – mas as coisas não resultam como querem e apercebemo-nos que Mare não é uma simples rapariga vermelha.

Este livro tem traições, problemas familiares, triângulos amorosos e mais, mas eu não quero contar o que acontece a seguir ao que já descrevi porque senão conto a história toda.

Basta saberem que apesar das semelhanças com outras obras, este livro está bem escrito e consegue prender a nossa atenção. Mais uma distopia que, espero eu, tenha continuação por cá.

sábado, 14 de novembro de 2015

Maratona Literária Aconchegante

O grupo do Goodreads Maratonas, Desafios e Leituras Conjuntas está a organizar uma Maratona Literária. E nós decidimos participar. Achamos este tipo de iniciativa bastante motivador e ajuda-nos sempre a avançar com algumas leituras, às vezes até com aquelas mais chatas que temos entre mãos. :)

Regras:
1- Tem a duração de 16 dias, isto é, começa no dia 14 de Novembro e termina dia 30 de Novembro;
2- Ler o máximo de páginas possíveis;
3- A Maratona é individual;
4- Não contam para esta Maratona livros do tipo graphic novels;
5- Podem ler os livros que quiserem dos autores que quiserem e de qualquer tipo de género literário;
6- Podem ler contos, dado que o que conta é o número de páginas;
7- Por cada livro de um escritor português nós atribuímos um bónus de 50 páginas, isto é uma forma de incentivar a ler escritores portugueses;
8- Podem fazer releituras caso vos apeteça recordar algum livro, assim como podem aproveitar para terminar aquele livro que está há tanto tempo ali parado;
9- Não se esqueçam que conta o número de páginas logo se vão terminar um livro devem referir isso dizendo em que página iam e em qual acabaram.

Neste momento não temos nenhum plano para a Maratona. Cada uma vai ler ao sabor do vento, conforme a vontade e o que estiver disponível no momento. 

Alguém está a participar nesta Maratona? Gostam deste tipo de iniciativa? :) 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

[Filme] Star Wars: Episode V: The Empire Strikes Back, de Irvin Kershner


Título Original: Star Wars: Episode IV: New Hope
Título em Português: Guerra das Estrelas: Episódio IV: Uma Nova Esperança
Realização: Irvin Kershner
Argumento: Leigh Brackett & Lawrence Kasdan, George Lucas (story)
Elenco Principal: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher
Ano: 1980 | Duração: 124 mins
Sinopse:
São tempos negros para a Rebelião. Após um devastador ataque à sua base no planeta gelado de Hoth, os Rebeldes separam-se devido às perseguições Imperiais. Luke Skywalker vai em busca do misterioso Mestre Jedi Yoda, nos pântanos de Dagobah, enquanto Han Solo e a Princesa Leia despistam a frota Imperial em direcção à linda Cidade das Nuvens de Bespin. Numa tentativa de converter Luke ao lado negro, o maléfico Darth Vader, atrai o jovem Skywalker para uma armadilha. No meio de um terrível duelo de sabres de luz com o Lord Sith, Luke enfrenta uma terrível verdade sobre o legado Skywalker.

Opinião:
É tão bom rever estes filmes e que excelente maneira de continuar um grande filme como foi o primeiro Star Wars. No Episode V -The Empire Strikes Back consegue manter a qualidade e a emoção do filme anterior e é exactamente o que se deve esperar para uma continuação.

A Death Star foi destruída pelos rebeldes, no entanto a guerra está longe de terminar. Os rebeldes têm a base no planeta Hoth e tentam organizar-se para um novo ataque, enquanto Darth Vader procura o jovem Luke Skywalker para o levar para o Dark Side. Luke, enquanto isso, vai para Dagobah a conselho de Obi-Wan Kenobi para treinar com Yoda para se tornar num Jedi.


Crítica pequenina, mas não tenho muito mais a acrescentar ao que disse em relação ao primeiro filme. Algumas falhas de lógica, mas é algo que temos que deixar passar porque o plano geral é tão mais incrível que uma pessoa "desculpa". Gostei imenso e estou morta para ver o último episódio desta trilogia! :)


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

[Filme] Pitch Perfect 2, Elizabeth Banks


Título Original: Pitch Perfect 2
Título em Português: Um Ritmo Perfeito 2
Realização: Elizabeth Banks
Argumento: Kay Cannon, Mickey Rapkin (characters)
Elenco Principal: Anna Kendrick, Rebel Wilson, Hailee Steinfeld
Ano: 2015 | Duração: 115 minutos
Sinopse:
As Barden Bellas estão de volta, determinadas a entrar numa competição mundial que um grupo americano nunca ganhou e a recuperar o seu estatuto, depois de Fat Amy ter acidentalmente mostrado mais do que devia ao presidente dos EUA. A comédia é produzida por Paul Brooks, Max Handelman e Elizabeth Banks, que é também protagonista e a realizadora da sequela.

Opinião da Carla:
E lá vi o Pitch Perfect 2. E sinceramente não sei o que dizer muito além do que já tinha dito em relação ao primeiro filme.

Neste filme apanhamos as Bellas como finalistas da faculdade. Começa com a apresentação ao Presidente dos Estados Unidos, na qual acontece um wardrobe mulfunction por parte da Fat Amy. E por causa disso, as Bellas são castigadas e banidas. Mas… elas têm a oportunidade de se “salvarem” se ganharem ao World Acapella Championship em Copenhaga.

Enredo quase que irrelevante e nulo: cenas do dia-a-dia, romances forçados, “somos finalistas temos que pensar no futuro”, blablabla. Trama para encher o filme entre as músicas, que sem elas ficamos com… nada. Fat Amy continua a ser a minha personagem favorita apesar de não ter tido tanta piada como no primeiro filme, mas gosto da atitude!

Quanto a músicas: tenho a dizer que gostei imenso das músicas do Das Song Machine. Quando vi o trailer pensei que fossem um grupo excêntrico, mas ao ponto de serem ridículos, mas nada disso. São excêntricos, mas nada de ridículos, com mashups muito bons e arranjos muito bem feitos e para o meu tipo de gosto musical muito mais “agradável”. O que gostei mais neste filme do que no anterior é que achei que saíram da zona de conforto e tentaram fazer coisas diferentes. Que é o que as Bellas fazem até tentarem chegar à harmonia perfeita entre todas na canção final. Elas passam por vários estágios, experimentam várias coisas. Temos sons muito variados e géneros vários.

No anterior, ao contrário do que acontece neste filme, a meu ver, achei que se mantiveram sempre na mesma “onda”. Parte do enredo do primeiro é precisamente a ideia de saírem da música monótona em que tinham caído e a Becca entra no grupo como uma lufada de ar fresco com novas ideias e novos sons, mas senti que se mantiveram sempre no mesmo registo. Aqui, não só por parte das Bellas, mas de todos os grupos que vão aparecendo ao longo do filme, há experimentação, há um maior registo de músicas que no anterior, para mim, não existiu. O ponto alto do filme é a apresentação final que superou a do filme anterior, que tinha sido uma declaração vazia, na minha opinião.

Continua a ser um filme de tarde de domingo. Continua a ser um filme que não me satisfez em termos de enredo nem musical, mas que conseguiu não ser tão fraco como o anterior. Apesar de se manter na mesma categoria de “fraquinho” e com um enredo nulo e forçado.



Opinião da Joana:
Ao contrário da maioria das pessoas que conheço que viram o Pitch Perfect, eu não estava entusiasmada com este segundo filme. Parecia-me algo forçado.

Não gostei tanto dos mashups, as piadas da Fat Amy não me fizeram rir tanto… Gostei de ver grupos de accapella diferentes, mas houve qualquer coisa que não me cativou.

Talvez o que mais gostei foi uma surpresa que não vi nos vários trailers, e que não vou fazer spoiler, apenas digo que foi bom rever algumas personagens.

Neste filmes, as Bella’s licenciam-se e vão competir no campeonato do mundo pelo seu lugar nas competições accapella e pelo seu título. E temos mais novidades no que toca ao género de música que os grupos accapellas cantam – normalmente são só covers mas temos algo diferente, trazido por novas personagens.

O final é em grande, com novas vozes, gostei do fim que juntou as Bella’s, e que mostrou a união e a força de todas as mulheres da Barden University.