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domingo, 15 de novembro de 2015

[Livro] A Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard


Título Original: Red Queen
Título em Português: Rainha Vermelha
Série: Red Queen #1
Autor(a): Victoria Aveyard
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 424
Data de Publicação: 25 de Setembro de 2015

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Sinopse:
O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.

Opinião:
Comprei este livro pela Wook porque vinha com oferta :) já viram o caderninho? Bem giro!
Começo por dizer que tinha grandes expectativas sobre este livro. Gosto bastante da capa (sim, eu sei, “não julgues um livro pela sua capa”) e da sinopse, que parecia ter uma premissa interessante.

Apesar disso, quando começo a ler, noto logo várias semelhanças a outros livros, como os Jogos da Fome e, pelo que percebi da minha leitura de críticas de outros bloggers, é também semelhante aos livros “Selecção”.

Tudo começa com a história de Mare Barrow, que vive num mundo onde apenas existem duas “classes sociais”: os vermelhos, nos quais ela se insere, e os prateados. Esta diferença está presente no seu sangue. Os prateados, como o nome indica têm o sangue prateado e por isso uma pele muito branca (é estranho ler um rubor a ser descrito com um cinzento mais escuro), enquanto que os vermelhos são…bem, como nós.

Os prateados são ricos e têm cargos de alto estatuto, e os vermelhos são maioritariamente agricultores, pescadores, etc. Os que têm mais qualidades, como a irmã de Mare, são, por exemplo, costureiros para os prateados, e conseguem entrar, em parte no mundo destes. Basicamente, os vermelhos servem os prateados – e estão fartos disso.

Então porque não revoltarem-se? Porque os prateados têm “poderes” e dividem-se em categorias: os strongarms (têm força sobre-humana), os telkies (portentos – conseguem levitar objectos, por exemplo), swifts (velozes), nymphs (ninfas – manipulam água), greenys (verdinhos – manipulador de plantas e terra), stoneskins (peles de pedra), whispers (sussurrantes), os curadores e os cloners (acho que não me esqueci de ninguém). No início do livro, pensamos que apenas os prateados podem ter estas características…

Mare, como disse, é uma vermelha, assim como toda a sua família e amigos – amigos que ela vê todos os dias a irem lutar uma guerra dos prateados. Quando o seu melhor amigo é chamado para a guerra, ela percebe que fará o que puder para o evitar – e é aí que vai ter com a Farley, uma rapariga que faz parte da Guarda Escarlate, uma guarda que quer, através de revoluções algo violentas, fazer desaparecer a diferença entre prateados e vermelhos.

Mare conhece Cal, que lhe arranja um emprego no palácio do Rei prateado e, no seu primeiro dia, descobre que Cal é na verdade o príncipe herdeiro. Num dia de provas entre os prateados, Mare, que estava a servi-los, acaba por cair na arena onde as lutas estavam a decorrer e, como os prateados têm um ódio de estimação aos vermelhos, tentam atacá-la – mas as coisas não resultam como querem e apercebemo-nos que Mare não é uma simples rapariga vermelha.

Este livro tem traições, problemas familiares, triângulos amorosos e mais, mas eu não quero contar o que acontece a seguir ao que já descrevi porque senão conto a história toda.

Basta saberem que apesar das semelhanças com outras obras, este livro está bem escrito e consegue prender a nossa atenção. Mais uma distopia que, espero eu, tenha continuação por cá.

sábado, 14 de novembro de 2015

Maratona Literária Aconchegante

O grupo do Goodreads Maratonas, Desafios e Leituras Conjuntas está a organizar uma Maratona Literária. E nós decidimos participar. Achamos este tipo de iniciativa bastante motivador e ajuda-nos sempre a avançar com algumas leituras, às vezes até com aquelas mais chatas que temos entre mãos. :)

Regras:
1- Tem a duração de 16 dias, isto é, começa no dia 14 de Novembro e termina dia 30 de Novembro;
2- Ler o máximo de páginas possíveis;
3- A Maratona é individual;
4- Não contam para esta Maratona livros do tipo graphic novels;
5- Podem ler os livros que quiserem dos autores que quiserem e de qualquer tipo de género literário;
6- Podem ler contos, dado que o que conta é o número de páginas;
7- Por cada livro de um escritor português nós atribuímos um bónus de 50 páginas, isto é uma forma de incentivar a ler escritores portugueses;
8- Podem fazer releituras caso vos apeteça recordar algum livro, assim como podem aproveitar para terminar aquele livro que está há tanto tempo ali parado;
9- Não se esqueçam que conta o número de páginas logo se vão terminar um livro devem referir isso dizendo em que página iam e em qual acabaram.

Neste momento não temos nenhum plano para a Maratona. Cada uma vai ler ao sabor do vento, conforme a vontade e o que estiver disponível no momento. 

Alguém está a participar nesta Maratona? Gostam deste tipo de iniciativa? :) 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

[Filme] Star Wars: Episode V: The Empire Strikes Back, de Irvin Kershner


Título Original: Star Wars: Episode IV: New Hope
Título em Português: Guerra das Estrelas: Episódio IV: Uma Nova Esperança
Realização: Irvin Kershner
Argumento: Leigh Brackett & Lawrence Kasdan, George Lucas (story)
Elenco Principal: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher
Ano: 1980 | Duração: 124 mins
Sinopse:
São tempos negros para a Rebelião. Após um devastador ataque à sua base no planeta gelado de Hoth, os Rebeldes separam-se devido às perseguições Imperiais. Luke Skywalker vai em busca do misterioso Mestre Jedi Yoda, nos pântanos de Dagobah, enquanto Han Solo e a Princesa Leia despistam a frota Imperial em direcção à linda Cidade das Nuvens de Bespin. Numa tentativa de converter Luke ao lado negro, o maléfico Darth Vader, atrai o jovem Skywalker para uma armadilha. No meio de um terrível duelo de sabres de luz com o Lord Sith, Luke enfrenta uma terrível verdade sobre o legado Skywalker.

Opinião:
É tão bom rever estes filmes e que excelente maneira de continuar um grande filme como foi o primeiro Star Wars. No Episode V -The Empire Strikes Back consegue manter a qualidade e a emoção do filme anterior e é exactamente o que se deve esperar para uma continuação.

A Death Star foi destruída pelos rebeldes, no entanto a guerra está longe de terminar. Os rebeldes têm a base no planeta Hoth e tentam organizar-se para um novo ataque, enquanto Darth Vader procura o jovem Luke Skywalker para o levar para o Dark Side. Luke, enquanto isso, vai para Dagobah a conselho de Obi-Wan Kenobi para treinar com Yoda para se tornar num Jedi.


Crítica pequenina, mas não tenho muito mais a acrescentar ao que disse em relação ao primeiro filme. Algumas falhas de lógica, mas é algo que temos que deixar passar porque o plano geral é tão mais incrível que uma pessoa "desculpa". Gostei imenso e estou morta para ver o último episódio desta trilogia! :)


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

[Filme] Pitch Perfect 2, Elizabeth Banks


Título Original: Pitch Perfect 2
Título em Português: Um Ritmo Perfeito 2
Realização: Elizabeth Banks
Argumento: Kay Cannon, Mickey Rapkin (characters)
Elenco Principal: Anna Kendrick, Rebel Wilson, Hailee Steinfeld
Ano: 2015 | Duração: 115 minutos
Sinopse:
As Barden Bellas estão de volta, determinadas a entrar numa competição mundial que um grupo americano nunca ganhou e a recuperar o seu estatuto, depois de Fat Amy ter acidentalmente mostrado mais do que devia ao presidente dos EUA. A comédia é produzida por Paul Brooks, Max Handelman e Elizabeth Banks, que é também protagonista e a realizadora da sequela.

Opinião da Carla:
E lá vi o Pitch Perfect 2. E sinceramente não sei o que dizer muito além do que já tinha dito em relação ao primeiro filme.

Neste filme apanhamos as Bellas como finalistas da faculdade. Começa com a apresentação ao Presidente dos Estados Unidos, na qual acontece um wardrobe mulfunction por parte da Fat Amy. E por causa disso, as Bellas são castigadas e banidas. Mas… elas têm a oportunidade de se “salvarem” se ganharem ao World Acapella Championship em Copenhaga.

Enredo quase que irrelevante e nulo: cenas do dia-a-dia, romances forçados, “somos finalistas temos que pensar no futuro”, blablabla. Trama para encher o filme entre as músicas, que sem elas ficamos com… nada. Fat Amy continua a ser a minha personagem favorita apesar de não ter tido tanta piada como no primeiro filme, mas gosto da atitude!

Quanto a músicas: tenho a dizer que gostei imenso das músicas do Das Song Machine. Quando vi o trailer pensei que fossem um grupo excêntrico, mas ao ponto de serem ridículos, mas nada disso. São excêntricos, mas nada de ridículos, com mashups muito bons e arranjos muito bem feitos e para o meu tipo de gosto musical muito mais “agradável”. O que gostei mais neste filme do que no anterior é que achei que saíram da zona de conforto e tentaram fazer coisas diferentes. Que é o que as Bellas fazem até tentarem chegar à harmonia perfeita entre todas na canção final. Elas passam por vários estágios, experimentam várias coisas. Temos sons muito variados e géneros vários.

No anterior, ao contrário do que acontece neste filme, a meu ver, achei que se mantiveram sempre na mesma “onda”. Parte do enredo do primeiro é precisamente a ideia de saírem da música monótona em que tinham caído e a Becca entra no grupo como uma lufada de ar fresco com novas ideias e novos sons, mas senti que se mantiveram sempre no mesmo registo. Aqui, não só por parte das Bellas, mas de todos os grupos que vão aparecendo ao longo do filme, há experimentação, há um maior registo de músicas que no anterior, para mim, não existiu. O ponto alto do filme é a apresentação final que superou a do filme anterior, que tinha sido uma declaração vazia, na minha opinião.

Continua a ser um filme de tarde de domingo. Continua a ser um filme que não me satisfez em termos de enredo nem musical, mas que conseguiu não ser tão fraco como o anterior. Apesar de se manter na mesma categoria de “fraquinho” e com um enredo nulo e forçado.



Opinião da Joana:
Ao contrário da maioria das pessoas que conheço que viram o Pitch Perfect, eu não estava entusiasmada com este segundo filme. Parecia-me algo forçado.

Não gostei tanto dos mashups, as piadas da Fat Amy não me fizeram rir tanto… Gostei de ver grupos de accapella diferentes, mas houve qualquer coisa que não me cativou.

Talvez o que mais gostei foi uma surpresa que não vi nos vários trailers, e que não vou fazer spoiler, apenas digo que foi bom rever algumas personagens.

Neste filmes, as Bella’s licenciam-se e vão competir no campeonato do mundo pelo seu lugar nas competições accapella e pelo seu título. E temos mais novidades no que toca ao género de música que os grupos accapellas cantam – normalmente são só covers mas temos algo diferente, trazido por novas personagens.

O final é em grande, com novas vozes, gostei do fim que juntou as Bella’s, e que mostrou a união e a força de todas as mulheres da Barden University.



quarta-feira, 11 de novembro de 2015

[Livro] Aquele Beijo, de Julia Quinn


Título Original: It's in his kiss
Título em Português: Aquele beijo
Série: Bridgerton #7
Autor(a): Julia Quinn
Editora: Edições Asa
Páginas: 352
Data de Publicação: 25 de Agosto de 2015

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Sinopse:
Gareth St.Clair vive momentos difíceis. Após a morte do irmão, passa a ser o único herdeiro da fortuna do pai. Infelizmente, o ódio deste por Gareth é tanto que prefere desbaratar o seu património a vê-lo nas mãos do filho. Resta-lhe como legado um velho diário, escrito pela avó paterna, que poderá conter os segredos do seu passado e a chave para o seu futuro. O único problema é que… o diário foi escrito em italiano, uma língua que o jovem não domina de todo. Por um golpe de sorte, Gareth conhece Hyacinth Bridgerton, a mais jovem menina do conhecido clã, que nunca recusa um desafio, embora o seu italiano deixe muito a desejar. Além disso, Gareth intriga-a, pois parece estar sempre a rir-se dela. Juntos, embrenham-se nas páginas do velho diário, mas aquilo que vão descobrir transcende as palavras escritas em papel, e manifesta-se sob a forma de um simples - mas inesquecível - beijo…

Opinião:
Mais um livrinho dos Bridgertons e vemos o final desta colecção a aproximar-se…mas não temam queridos leitores! Julia Quinn, a nossa querida autora, está a escrever mais sobre os Bridgertons, ou mais especificamente sobre os irmãos e irmãs de Edward Bridgerton, o pai falecido dos nossos queridos Bridgertons (a nova série chamar-se-á Rokesbys & Bridgertons). Podem ler mais sobre o novo livro aqui.

Mas voltando ao livro em causa: Aquele beijo traz-nos a história de Hyacinth Bridgerton e Gareth St.Clair. Hyacinth é tão divertida, tão inteligente e perspicaz, é praticamente impossível não gostar desta nossa heroína. Já Gareth… o nosso herói é um homem que tem sérios problemas com o pai, mas que adora de coração a avó – que para mim foi a melhor personagem do livro, sem sombra de dúvida. Talvez tenha sido por isso que gostei tanto da Hyacinth – ela e a avó de Gareth são muito semelhantes (em mente e coração). Com Violet, a mãe da nossa heroína, a contar um pouco mais da sua história com Edward Bridgerton, e a mostrar o quão semelhante a Hyancinth ela é, voltamos a sentir aquele gostinho dos livros anteriores, que mantêm tudo em família – que é um dos meus pontos favoritos desta série.

O livro tem um pouco de tudo e, num segundo plano (além do romance), temos o mistério de jóias desaparecidas que, em certo ponto, acabamos por esquecer e no fim ele volta em força e acaba por devolver algum do protagonismo aos diamantes que inicialmente nos aguçaram o apetite.

Gosto de livros que mostram uma acutilância e mistério misturados com romance e problemas familiares à mistura, com personagens fortes, atraentes e persistentes e este livro tem tudo isso. Talvez o romance tenha sido a parte que foi menos explorada, mas não deixou de existir e de ser querido.

Em conclusão, um livro divertido, romântico, muito ao estilo de Julia Quinn com todos os elementos a que a autora já nos habitou.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

[TAG] Hábitos de Leitura

Há uns dias fomos nomeadas pela menina do blog Sabores e Dissabores Literários para responder à TAG Hábitos de Leitura. Uma tag muito interessante e que ficamos muito contentes, e agradecidas, pela nomeação. E sem mais demoras aqui vamos nós!


1. Tens um lugar específico na casa para ler?
Carla: Não tenho propriamente um lugar fixo para ler. Gosto de ler num café, numa biblioteca, na sala, na paragem do autocarro/estação de metro, mas, sem sombra de dúvida, que o lugar onde leio com maior frequência (e mais confortavelmente) é sentada na minha cama.
Joana: Gosto particularmente de ler no meu quarto, onde as distracções são menores e todos os meus livros rodeiam-me.

2. Marcador ou Pedaço de Papel?
Carla: Marcador, mas, caso aconteça não ter nenhum à mão, usar apenas um papel não me incomoda. Por exemplo, livros da biblioteca uso o talão como marcador.
Joana: Marcador, só em último caso é que vai um bocado de papel. Faço colecção de marcadores, por isso marcadores não faltam cá em casa.

3. Consegues parar simplesmente de ler ou tem de ser sempre no final de um capítulo ou a um certo número de páginas?
Carla: Nunca paro antes de um final de paragrafo, mas isto é num caso de urgência. Normalmente apenas paro de ler ao fim de um capítulo.
Joana: Não me incomoda parar a meio de um capítulo ou não ler um X número de páginas, apesar de se me conseguir aguentar, ou seja, a não ser que já não consiga manter os olhos abertos, prefiro deixar um livro num ponto da história que não me “obrigue” a pegar nele no dia a seguir à primeira hora da manhã – o que por vezes me “obriga” a ler um livro inteiro de uma só vez :p

4. Comes ou bebes enquanto lês?
Carla: Se estiver em casa, não, mas estando num café sim, tanto comer como beber.
Joana: É muito, muito, muito raro. Tento ao máximo não ter quaisquer líquidos perto de livros para evitar que aconteçam desastres, mas por vezes não resisto a um docinho para acompanhar aqueles livros que já por si são tão doces.

5. Música ou TV enquanto lês?
Carla: Depende de muitas coisas. Televisão nunca, mas gosto de ouvir música enquanto leio (até mesmo a estudar, ouvir música ajuda-me a concentrar), mas há momentos que a música não conjuga com o que estou a ler e, nessas situações, prefiro o silêncio.
Joana: Nem um nem outro, entro num mundo tal que nem música nem televisão me fazem falta – até porque por vezes a minha cabeça cria a sua própria banda sonora para o livro em causa (e não vemos nós as cenas do livro a desenvolverem-se na nossa cabeça como se passassem na televisão?).

6. Um livro de cada vez ou vários ao mesmo tempo?
Carla: Normalmente iria dizer um de cada vez, mas há momentos em que determinado livro não me está a captar muita atenção, ou há outro livro que TENHO que ler pois não aguento esperar (ou simplesmente tenho leituras obrigatórias para as aulas), e aí fico com vários livros a serem lidos.
Joana: Inicialmente era incapaz de ler mais do que um livro ao mesmo tempo, mas com o passar dos anos habituei-me e estou sempre a ler, pelo menos, dois livros ao mesmo tempo.

7. Ler em casa ou em qualquer lugar?
Carla: De certa forma já respondi a esta questão na primeira pergunta. Como disse, leio em qualquer lugar, uma vez que ando sempre com um livro (ou o kobo) atrás, ainda que o quarto seja o lugar preferencial.
Joana: Sinceramente, prefiro ler em casa porque me distraio com menos facilidade, mas também gosto de ir ler para a Gulbenkian quando está sol, ou para um café se quero ler e ao mesmo tempo ver caras novas.

8. Ler em voz alta ou silenciosamente?
Carla: Sempre silenciosamente.
Joana: Silenciosamente, ler em voz alta só se é uma citação que gosto particularmente e na qual fico um parada a pensar.

9. Lês para a frente e/ou pulas páginas?
Carla: Nunca pulo páginas. Acho um ultraje saltar páginas ou simplesmente espreitar o final, faz com que o livro perca parte do seu encanto. 
Joana: Hum….eu TENTO ler seguido… mas às vezes, se o livro não me está a puxar tanto (ou a puxar demasiado e não consigo aguentar até chegar a um ponto mais forte/importante) salto umas quantas páginas…o mal é que às vezes leio o livro a partir daí e não do ponto onde estava inicialmente hihi

10. Quebrar a lombada ou mantê-la como nova?
Carla: Não quebro a lombada propositadamente, mas se acontecer não morro por isso. Tento sempre ter cuidado com os livros (cuidado extra quando não são meus), mas há alguns que é praticamente impossível não marcar a lombada com a leitura.
Joana: Mantê-la como nova. Gosto dos livros que tenham uma boa apresentação. Se ficar marcado, tudo bem, mas se a conseguir manter direita melhor ainda.

11. Escreves ou fazes anotações nos livros?
Carla: Nunca, com a excepção se o livro for lido para alguma aula e aí apenas sublinho (as anotações ou não existem ou são muito raras).
Joana: Não, não escrevo em livros a não ser que sejam livros de estudo, e aí costumo usar post-its para não marcar o livro.

12. Quem tagueias?

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

[Filme] Star Wars, de George Lucas


Título Original: Star Wars - Episode IV: New Hope
Título em Português: Guerra das Estrelas – Episódio IV: Uma Nova Esperança
Realização: George Lucas
Argumento: George Lucas
Elenco Principal: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher
Ano: 1977 | Duração: 121 mins
Sinopse:
A princesa Leia é feita refém pelas forças terríveis do império, na sua tentativa de suscitar a rebelião contra o mesmo. Luke Skywalker e o capitão Han Solo fazem equipa com o duo de andróides R2-D2 e C-3PO, para salvar a bonita princesa e trazer a justiça de volta à Galáxia.

Opinião:
Já nem sei quantas vezes já viste este filme e nunca deixa de ter aquela sensação incrível de ver Star Wars, mas batam-me porque nunca vi a trilogia nova e nem vi o último episódio da trilogia antiga. Sou uma miséria! Mas este Verão irei acabar com essa tremenda falha da minha pessoa.

Como já devem ter reparado, eu estou a ver pela forma como foram realizados os filmes e não pela ordem cronológica (alguém que veja assim?), para mim não faz sentido de outra maneira.

Star Wars tem um estatuto tão imponente no mundo do cinema, como um clássico, mas ainda mais no mundo nerd que nem sei muito bem como falar sobre este filme. É um filme de 1977 e temos que ter isso em conta. Para os dias de hoje, o filme parece demasiado rústico (à falta de melhor palavra), alguns efeitos parecem ridículos, mas é também parte do seu charme. Para a época em que foi feito, os efeitos eram quase que os de ponta. Não vou desenvolver em termos de enredo porque toda a gente deve saber (e quem não sabe que veja os filmes – são daqueles que se tem que ver antes de morrer). Achei um filme bastante interessante para introduzir todo um mundo que virá depois (e antes haha).


Acho incrível os vários mundos que existem; as imponentes (e algumas mais insignificantes) naves espaciais; as várias espécies de seres e a forma como interagem umas com as outros; os androides. O que há para não gostar?!

É um filme extraordinário que é para ser visto e revisto, sem sombra de dúvida. Mesmo quem não gosta de ficção cientifica tem que ver Star Wars, é um marco na história do cinema. Ainda assim, há que fechar os olhos para algumas incongruências de enredo e/ou planos.