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quinta-feira, 30 de março de 2017

[Livro] A Court of Thorns and Roses, de Sarah J. Maas

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Título em Português: --
Série: A Court of Thorns and Roses #1
Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Bloomsbury Children's
Páginas: 416
Data de Publicação: 5 de Maio de 2015

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Sinopse:
Feyre is a huntress.

She thinks nothing of slaughtering a wolf to capture its prey. But, like all mortals, she fears what lingers mercilessly beyond the forest. And she will learn that taking the life of a magical creature comes at a high price...

Imprisoned in an enchanted court in her enemy's kingdom, Feyre is free to roam but forbidden to escape. Her captor's body bears the scars of fighting, and his face is always masked - but his piercing stare draws her ever closer. As Feyre's feeling for Tamlin begin to burn through every warning she's been told about his kind, an ancient, wicked shadow grows.

Feyre must find a way to break a spell, or lose her heart forever.

Opinião:
Tenho que confessar que li o A Court of Thorns and Roses por peer pressure. A Joana passava a vida a falar do livro e como tinha gostado dele; e na comunidade bookstagram é um dos livros mais amados (well, para dizer a verdade o livro seguinte, A Court of Mist and Fury é o mais amado, mas para chegar a esse tem se que passar pelo ACOTAR).

Li o livro em leitura conjunta com uma rapariga que conheci na comunidade e foi uma experiência interessante, algo que já tinha feito com os livros d’As Crónicas Lunares com a Joana. É uma forma interessante de ler, porque vamos comentando uma com a outra o que estamos a achar, e eu acho isso giro.

Aparentemente eu e a Fysa (a tal rapariga com quem fiz a leitura conjunta) tivemos opiniões muito similares sobre livro durante a leitura. Enquanto a Joana adorou este livro (e podem ler a opinião dela aqui), eu não fiquei deslumbrada por ele. Gostei, foi uma leitura interessante e prazerosa, mas não fiquei apaixonada pela estória.

Primeiro que tudo, achei o início terrivelmente lento e custou-me a entrar no enredo. Posso garantir que só comecei a gostar verdadeiramente o livro a partir dos 60%, o que é mau porque é mais de metade a achar uma seca tremenda. Outro aspecto é que não gostei de nenhuma das personagens principais, quer estejamos a falar do Tamlin (um tipo secante como tudo) como da Feyre. Fiquei mais interessada e curiosa relativamente ao melhor amigo de Tamlin, o Lucien – gostava de ter lido mais sobre ele e que ele tivesse mais presença na estória.

Uma coisa é certa Sarah J. Maas sabe escrever, e apesar de não estar a gostar assim tanto do livro, achei a escrita muito boa e com um bom ritmo (parece paradoxo, eu sei, mas é verdade). E o bom exemplo disso é que, a partir dos 60%, como já referi, comecei a gostar mais do livro e a gostar um bocadinho do Tamlin, talvez por conseguir canalizar os sentimentos da Feyre por ele. E isso é um ponto muito positivo relativamente à escrita e ao livro em si.

Confesso que, tendo em conta o que se passou, e o que a Feyre teve que fazer no final do livro, fiquei a gostar dela. Mas não foi só por isso, um aspecto a referir nesta personagem feminina é que ela não é a menininha virgem que é raptada. Não. Ela é a mais nova de três irmãs, mas é ela que vai à caça e sustenta a família; e é uma rapariga que fala das suas relações, quer emocionais quer sexuais, sem pudores e isso é algo muito positivo na Feyre, e em particular na linha condutora que a Maas construiu para este livro.

A minha personagem favorita é sem dúvida Amarantha, a vilã deste primeiro livro (visto que se trata de uma trilogia, e o terceiro livro, A Court of War and Ruin sai no dia 2 de Maio). Ela é o tipo de mulher e vilã que eu gosto de ler, sem escrúpulos, cruel e segura de si. Ela foi uma vilã extraordinária e muito mais interessante do que qualquer uma das outras personagens que apareceram no livro. Uma pena que ela tenha sido uma sombra em grande parte do livro e só tenha realmente aparecido no final. Mas verdade seja dita, onde ela aparece, ela rouba as atenções todas para si!

A Court of Thorns and Roses é um livro pesado, que toca em alguns aspectos complicados, mas eles são, todos eles, essenciais para o desenrolar do enredo. Mas resumindo, gostei, mas não foi nada de extraordinário. Estou muito mais curiosa relativamente ao A Court of Mist and Fury, porque além de toda a gente adorar este livro, aparece uma personagem com a qual me apaixonei assim que apareceu a primeira vez, sem sequer saber quem ele era. Aquele sarcasmo e presunção dele… Ui!



terça-feira, 28 de março de 2017

[Livro] Coroa da Meia-Noite, de Sarah J. Maas

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Título em Português: Coroa da Meia-Noite
Série: Throne of Glass #2
Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Marcador
Páginas: 408
Data de Publicação: 23 de Novembro de 2016

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Sinopse:
Num trono de vidro, governa um rei com punho de ferro e alma tão negra como o breu. Celaena Sardothien, a Assassina de Adarian, venceu uma competição violenta e tornou-se no seu campeão. No entanto, Celaena está longe de ser leal à Coroa. Ela faz a sua vigilância em segredo; sabe que o homem a quem serve está vergado ao mal. Manter esta encenação mortífera torna-se cada vez mais difícil quando Celaena se apercebe de que não é a única que está à procura de justiça. Ao tentar desvendar os mistérios enterrados no coração do castelo de vidro, a sua relação com as pessoas que lhe são mais próximas sofre com isso. Aparentemente, todos questionam a sua lealdade — Dorian, o príncipe herdeiro; Chaol, o capitão da Guarda; e até mesmo Nehemia, a sua melhor amiga, princesa de um reino distante e com um coração rebelde. Mas numa terrível noite, os segredos que todos eles têm guardado conduzem-nos a uma tragédia indescritível. O mundo de Celaena é destruído e ela é forçada a abdicar daquilo que considera mais precioso e a decidir de uma vez por todas onde está assente a sua verdadeira lealdade... e por quem está disposta a lutar.

Opinião:
Leiam o livro – vai-vos prender e entusiasmar imenso!

Vou tentar evitar spoilers mas se não leram o primeiro livro (cuja crítica podem ver aqui - podem ver à vontade que não tem spoilers), talvez devessem evitar ler os próximos parágrafos.

Coroa da Meia-Noite começa algo devagar. Temos a Celaena Sardothien, a Assassina de Adarlan, a fazer tarefas para o rei de Adarlan. E assim andamos um pouco até ele dizer que há uma conspiração para o matar e dar a Celaena um nome que ela reconhece e decide usar como fonte de informação durante uns tempos.

Archer é um cortesão que Celaena conhece desde a sua infância, e ele que a ajuda a tentar descobrir a rede de conspiradores – ou assim pensamos.

Sinceramente, não quero desenvolver muito a história porque tenho imenso medo de a estragar para vocês! Temos magia, fantasia, fadas, vemos a verdadeira assassina de Adarlan em acção e não só numa competição, como acontece no primeiro livro, temos romance (ficam a saber que o meu ship é Celaena+Chaol – verdade que ainda não conheci o Rowan, mas acho pouco provável que vá mudar de opinião), temos perda e lágrimas lá pelo meio, traição e uma evolução na história com um fim que nos deixa a chorar por mais! Estou ansiosamente à espera que o próximo livro saia, porque depois de um final destes...quem consegue resistir a querer saber mais?






segunda-feira, 30 de maio de 2016

[Livro] A Court of Mist and Fury, de Sarah J. Maas

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Título em Português: --
Série: A Court of Thorns and Roses #2
Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Bloomsbury USA Childrens
Páginas: 640
Data de Publicação: 3 de Maio de 2016

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Sinopse:
Feyre survived Amarantha's clutches to return to the Spring Court—but at a steep cost. Though she now has the powers of the High Fae, her heart remains human, and it can't forget the terrible deeds she performed to save Tamlin's people. Nor has Feyre forgotten her bargain with Rhysand, High Lord of the feared Night Court. As Feyre navigates its dark web of politics, passion, and dazzling power, a greater evil looms—and she might be key to stopping it. But only if she can harness her harrowing gifts, heal her fractured soul, and decide how she wishes to shape her future—and the future of a world cleaved in two. With more than a million copies sold of her beloved Throne of Glass series, Sarah J. Maas's masterful storytelling brings this second book in her seductive and action-packed series to new heights.

Opinião:
Finalmente, temos o segundo livro do ACOTAR !!! Yay! Não imaginam o quanto eu estava ansiosa por ler este livro...Podemos dizer que sacrifiquei umas horas de sonho para o ler o mais depressa possível. Este livro merece mais que as 4.5*, mas não chega bem às 5*, digamos que é um 4.75*.

Neste segundo livro, encontramos Feyre, a nossa protagonista, numa posição muito diferente daquela em que esta se encontrava no início do primeiro livro. Muito aconteceu desde Under the Mountain... E eu não quero fazer spoilers, por isso esta crítica é muito difícil!

Apenas digo que Feyre vai ter de lidar com o acordo que fez com Rhysand, o High Lord da Corte da Noite. Já mencionei que adoro noites estreladas e, como já devem ter reparado noutras críticas, tenho uma (grande) queda para “Bad Boys with a heart of gold”?

Se lerem a minha crítica do livro anterior, sabem que fiquei muito intrigada com a personagem deste High Lord. E, apesar de gostar muito do Tamlin no primeiro livro, é com pena que digo que fiquei muito desiludida com ele – apesar de tudo fazer sentido no livro, e se assim não fosse, ir-me-ia sentir muito dividida entre duas personagens de que gostaria bastante.

Que mais posso dizer sem estragar este livro incrível? O Rhys é incrível, os seus amigos também, a Corte dos Sonhos é a melhor coisa de sempre (mesmo com a sua divisão), e houve surpresas e coisas que não esperava de nada que acontecessem.

Termino rapidamente, dizendo apenas que não acredito que o próximo livro só sairá em Maio de 2017, supostamente. Mal posso esperar!




segunda-feira, 23 de novembro de 2015

[Livro] Trono de Vidro, de Sarah J. Maas


Título Original: Throne of Glass
Título em Português: Trono de Vidro
Série: Throne of Glass #1
Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Marcador
Páginas: 400
Data de Publicação: 16 de Setembro de 2015

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Sinopse:
Numa terra em que a magia foi banida e em que o rei governa com mão de ferro, uma assassina é chamada ao castelo. Ela vai, não para matar o rei, mas para conquistara sua própria liberdade. Se derrotar os vinte e três oponentes em competição, será libertada da prisão para servir a Coroa com o estatuto de campeão do rei - o assassino do rei. O seu nome é Celaena Sardothien. O príncipe herdeiro vai provocá-la. O capitão da Guarda vai protegê-la. Mas um halo maléfico vagueia no castelo de vidro - e está lá para matar. Quando os seus concorrentes começam a morrer um a um, a luta de Celaena pela liberdade torna-se numa luta pela sobrevivência e numa jornada inesperada para expor um mal antes de que este destrua o seu mundo.

Opinião:
Já tinha ouvido falar muito sobre este livro e, ainda antes de o comprar e decidir que seria um livro que não deixaria passar, li o A Court of Thorns and Roses , da mesma autora.

Trono de Vidro não decepcionou. Talvez não tenha sido a melhor das ideias lê-lo logo a seguir ao A Rainha Vermelha , porque os dois livros são bastante semelhantes: têm personagens principais femininas que são diferentes de todas as outras personagens, com triângulos amorosos e revoluções (ou algo semelhante) a querer acontecer.

Mas gostei mais deste que d’ A Rainha Vermelha. Porquê? Talvez porque não tem tantas semelhanças com o Jogos da Fome ou talvez porque gostei mais da personagem principal, ou das duas personagens masculinas… Será a única comparação a fazer durante esta crítica: enquanto que n’A Rainha Vermelha é fácil perceber que dos dois rapazes que disputam a atenção de Mare, a protagonista, um deles não é coisa boa (apesar de nos poder fazer duvidar), aqui nós gostamos de Dorian e de Chaol, é difícil saber por quem torcer!! (ok, eu tenho um favorito, mas não vou dizer para não influenciar ninguém :p )

Voltando à parte que mais interessa, a crítica. Celaena Sardothien é a assassina de Adarlan – e é bastante jovem. É uma “miúda” forte, arrogante, de nariz empinado, que sabe o que quer e que não deixará nada nem ninguém impedi-la de chegar ao seu destino.

Celaena preza, acima de tudo, a sua liberdade. Foi presa nas minas de sal e o príncipe herdeiro, Dorian, vai buscá-la para ser sua campeã contra outros campeões escolhidos por nobres da corte do seu pai, em troca da sua liberdade. Há um passado entre Celaena e o rei e isso acaba por mexer um pouco com ela.

Depois de algum tempo nas minas de sal, Celaena está desnutrida, e as suas competências físicas estão algo fracas por isso Dorian atribui-lhe o seu chefe da guarda como seu treinador, protector e como um dos homens que deve impedi-la de tentar matar alguém ou de tentar fugir – este homem chama-se Chaol.

Celaena, apesar de ser brutal e mortífera, tem reacções muito femininas e por vezes de muita meninice (que podem parecer algo desenquadradas), mas acaba por se tornar tudo bastante credível devido à escrita da autora.

Tem magia e fantasia à mistura, com amizades fortes e lendas, com lutas e poder a influenciar o destino desta história. Gostei de todas as personagens, são complexas e interessantes, e a escrita de Sarah J. Maas é bastante atraente, puxa-nos para o interior da história.

Só tenho a dizer que mal posso esperar que saia o próximo livro – algo que a Marcador me indicou que acontecerá no segundo semestre de 2016 (falta tanto!).