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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

[Read-Along] Cress, de Marissa Meyer

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Título em Português: Cress
Série: The Lunar Chronicles #3
Autor(a): Marissa Meyer
Editora: Planeta
Páginas: 504
Data de Publicação: 4 de Março de 2015

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Sinopse:
Este não é o conto de fadas de que se lembra. Mas é o que não se vai esquecer.
Neste terceiro livro de Marissa Meyer, Cinder e o capitão Thorne estão escondidos com Scarlet e Wolf. Juntos, conspiram para derrubar a rainha Levana e impedir o seu exército de invadir a Terra. A sua melhor esperança é Cress, uma jovem presa num satélite desde a infância e que apenas tem os netscreens como companhia. Todo este tempo passado a olhar para os ecrãs fez dela uma excelente hacker. Mas infelizmente, é obrigada a trabalhar para a rainha Levana, e recebeu ordens para localizar Cinder e o seu bonito cúmplice. Quando o ousado resgate de Cress corre mal, o grupo desmembra-se. Cress obtém por fim a liberdade, mas com um preço mais elevado do que jamais pensou. Entretanto, a rainha Levana não vai deixar nada impedir o seu casamento com o imperador Kai. Cress, Scarlet, e Cinder podem não ter sido designadas para salvar o mundo, mas são a única esperança do mundo.

Opinião:
Um ano depois de lermos o Scarlet, eis que lemos o Cress. A primeira coisa que temos a apontar é que gostámos muito mais deste livro que dos anteriores, pelas razões que vamos enumerar em seguida.

Cress foi a personagem favorita de toda a série, até agora, principalmente para a Carla pois ela adora a Rapunzel. E o que mais gostámos nela foi que, apesar de muito ingénua e algo sonhadora e infantil, Cress tem uma força extraordinária dentro dela, que a ajudou a sobreviver durante todos os anos que ela viveu presa num satélite. Facilmente poderia ter sucumbido a tudo o que lhe acontecia de mau, mas não, ela continua a ver o mundo à sua maneira, usando esses mesmos problemas como combustível para continuar e se tornar melhor. Apesar de ver a Terra e o que nela acontece como uma espectadora, acaba por se embrenhar na vida daqueles que observa com um entusiasmo que contamina o leitor.

Quanto às outras personagens que já conhecíamos, achamos que melhoraram e a Carla, especialmente com a parte final, passou a gostar mais da Cinder e do Kai do que gostava inicialmente. Temos de falar obrigatoriamente do Capitão Carswell Thorne, que aqui corria o risco de se tornar num cliché (o bad boy que afinal fazias as coisas por coração), mas a autora soube manter coerência com a personagem e apesar de ter um cheirinho deste tipo de personagem, manteve-se fiel ao que já nos tinha sido apresentado em Scarlet. É uma personagem complexa, pois as razões que apresenta para agir como age, não são aquelas que o leitor mais fácil de manipular pode imaginar, muito como a Cress acha que o Thorne faz tudo por um bem maior, e depois se vê que não é bem assim. Apesar disso, ele não é a “má pessoa” que ele pensa ser, ou seja, a Cress não está completamente enganada naquilo que vê de bom nele. Esta é uma das melhores ligações entre estas personagens e Rapunzel e Flynn Rider, que no fundo são a base mais moderna (e versão Disney) do “conto de fadas” de Cress e Thorne.

Como já estávamos habituadas pelos livros anteriores, a autora conseguiu fazer a ligação entre o conto original da Rapunzel com facilidade, dando pequenas pistas mas mantendo-se separada o suficiente de modo a que o livro seja uma estória independente.

Apesar de este ser o livro da Cress, não nos podemos esquecer de Cinder e da sua estória que aqui não é exactamente secundária, mas é o que liga todos os livros entre si. E neste livro aprendemos bastante de tudo o que se está a passar na Terra e em Luna, e os planos malvados da Rainha Levana. A Scarlet passa um mau bocado, o que leva a que o Wolf reaja mal e por vezes ponha a dinâmica da equipa em risco. Mais um percalço que a Cinder tem que lidar para conseguir evitar não só que Kai se case com Levana (o que só por si já é difícil e terrível para todo o planeta Terra) como destronar Levana do trono de Luna e libertar os Lunares da sua tirania.

A escrita continua no mesmo nível que os anteriores, o que é um ponto positivo. Era um livro maior, mas que se leu com muito mais rapidez que os anteriores, porque éramos “sugados” (no bom sentido) para dentro da estória e queríamos sempre ler mais e saber o que vinha a seguir. Manteve-nos interessadas o tempo todo, com bastante mais acção e aventura que os livros anteriores.

O final do livro deixa-nos a querer mais e estamos ansiosas pela publicação de Winter, pois queremos saber o que vai acontecer a seguir com todas as personagens que agora se tornaram tão queridas para nós. A não esquecer que, apesar do Fairest ser considerado #3.5 na colecção, foi publicado como livro lá fora, por isso esperamos que não nos deixem “penduradas” sem a publicação deste livro. Estamos impacientes por ler o resto desta colecção, por isso pedimos à editora Planeta que os publique o mais depressa possível!





Glitches (The Lunar Chronicles #0.5) (Carla)
Cinder (The Lunar Chronicles #1) (Carla e Joana)
The Queen’s Army (The Lunar Chronicles #1.5) (Carla)
Scarlet (The Lunar Chronicles #2) (Carla e Joana)

segunda-feira, 18 de julho de 2016

[Livro] A torre de espinhos, de Juliet Marillier

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Título em Português: A torre de espinhos
Série: Blackthorn & Grim #2
Autor(a): Juliet Marillier
Editora: Editora Planeta
Páginas:408
Data de Publicação: 15 de Junho de 2016

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Sinopse:
Para Blackthorn e Grim, o regresso à vida tranquila na pequena quinta à beira da Floresta dos Sonhos nunca poderia durar muito. Escassas semanas passaram desde que o mistério do Lago dos Sonhos foi resolvido e já um novo desafio paira no horizonte. O príncipe de Dalriada recebeu um pedido de ajuda da parte de Geiléis, a Senhora de Bann, cujas terras medram sob a força de uma estranha maldição. Uma criatura sem nome instalou-se na velha torre que se ergue numa ilha do rio Bann e, do nascer ao pôr do Sol, os seus gritos incessantes impedem o gado de crescer, secam os campos e a vontade dos homens e instalam a semente da loucura nos espíritos mais sãos. Cercada de espinhos venenosos, a misteriosa torre encerra um segredo secular. Caberá a Blackthorn e Grim mergulharem nas trevas de um amor impossível e libertarem o povo de Bann do coração tempestuoso de uma rainha do Povo Encantado. Pelo meio, a curandeira e o seu companheiro terão de enfrentar o silêncio de quem sabe e atravessar uma teia de mentiras urdida ao longo de vários séculos. Quem será o estranho habitante da Torre de Espinhos. Um homem, um monstro? Uma força destruidora ou apenas uma vítima? No fim, o amor será a única redenção.

Opinião:
Torre de espinhos é o segundo livro da saga Blackthorn e Grim. Como já tinha referido na crítica ao primeiro livro, eles não personagens comuns, ou clichés.

Há uma pequena evolução na relação entre estes dois companheiros, e o fim do livro trás ao leitor a certeza que já se vinha acumulando desde o início - e deu a Blackthorn algo concreto em que pensar. Enquanto que no primeiro livro tivemos a história de Flidais e Oran, estas duas personagens continuam a querer a ajuda de Blackthorn e é isso que vai levá-la a ela e a Grim à nova aventura deste livro.

Gosto bastante da escrita de Juliet Marillier, é muito vívida e acaba por nos levar mesmo para o interior do livro, quase a fazermos parte da história. E neste livro a história leva-nos a um mundo em que o tempo parou, em parte, e onde o amor é a base daquela vida. Acho que talvez tenha achado mais interessante a história do primeiro livro, mas esta foi também bastante interessante, com o povo encantado muito presente, e neste livro bastante adorável.

Com muito mistério e magia à mistura, a autora leva-nos a conhecer as provações de Grim, que tinha sido menos explorado no primeiro livro. Foi das minhas partes favoritas, conhecer o passado e a história de Grim, que me parecia tão interessante - e não foi nada o que eu esperava! Foi mesmo...diferente, no melhor dos sentidos.

Também soubemos mais sobre o passado de Blackthorn (ou Lady, como Grim lhe chama, ou Saola, como aparentemente seria o seu nome original). É-nos mostrado como o tempo muda as pessoas (e as lealdades). Mas também como as relações fortes duram, e são valorizadas.

É um livro sobre amizade, amor duradouro, forte e difícil, companheirismo e mostra como a natureza humana se adapta à realidade em que se encontra. Sem dúvida, uma leitura interessante e que nos prende da primeira à última página.



O Lago dos Sonhos (Blackthorn & Grim #1) (Joana)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

[Livro] Um encontro muito ousado, de Emma Wildes


Título Original: Isn't He Wicked
Título em Português: Um encontro muito ousado
Série: Wickedly Yours #2
Autor(a): Emma Wildes
Editora: Planeta
Páginas: 264
Data de Publicação: Janeiro de 2016

Sinopse:
Lorde Joshua Dane é um homem com um passado perverso. Um romance apaixonado com a mulher errada conduziu-o a um duelo escandaloso, marcou-o como um patife e levou-o a abandonar Inglaterra. Agora que a guerra acabou e regressou, contando que a desaprovação implacável da sociedade se tenha aplacado, o destino prega-lhe de novo uma partida.

Opinião:
Para começar, gosto bastante da Emma Wildes, mas tenho vindo a achar que os últimos livros dela têm perdido qualidade. Porém, este trouxe-a de volta à sua antiga glória.

Começo por dizer que este livro tinha muitas cenas sexuais, já não lia um assim há algum tempo, e apesar de achar que sexo a mais (ou a menos) pode estragar o seguimento de uma história, nesta apenas apimentou o enredo.

Joshua, o nosso protagonista, e os seus amigos Liam e Michael, são três jovens nobres que têm segredos e passados feridos devido a problemas amorosos. John foi alvo de um escândalo amoroso e, ao tentar proteger a sua irmã Emily mesma sorte, acaba por se ver ligado a Charity, a melhor amiga desta e alguém que desde o início da sua adolescência tinha uma paixoneta por ele.

Joshua, Liam e Michael fizeram entre si a promessa de não se casarem e de muito menos de se apaixonarem por qualquer mulher. Quando o primeiro se vê forçado a quebrar essa promessa, os amigos começam a pensar se o mesmo lhes poderá acontecer mais tarde. Gostei particularmente do companheirismo entre eles, principalmente de Michael, o marquês de Longhaven que trabalha (ou trabalhou) para a Coroa Britânica lidando com criminosos, etc.

Charity foi uma personagem mais fraquita. Gostei dela e achei que está bem construída para alguém desta época, contudo faltou-lhe alguma independência e gumption a que me habituei com personagens mais senhoras de si. Há que elogiar que Charity é uma amiga que não abandona ninguém, a custo da sua própria reputação.

Só tenho uma coisa a apontar a este livro: a resolução dos problemas que foram aparecendo foi demasiado rápida. Não vou dizer o que se interpôs na felicidade dos protagonistas mas digo que poderia ter existido uma história, até uma aventura muito mais intrigante do que o resultado final apresentado, que me pareceu que foi resolvido num estalar de dedos e, sinceramente de forma algo exagerada.

Mas isso acaba por passar ao lado, com um livro tão sensual e fácil de ler como este foi. Sem dúvida, Emma Wildes recuperou a sua qualidade a meu ver, com este romance que me prendeu da primeira à última página.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Especial Halloween | [Livro] O Lago dos Sonhos, de Juliet Marillier



Título Original: Dreamer's Pool
Título em Português: O Lago dos sonhos
Série: Blackthorn and Grim #1
Autor(a): Juliet Marillier
Editora: Planeta
Páginas: 448
Data de Publicação: 1 de Julho de 2015

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Sinopse:
Em troca de ajuda para escapar a um longo e injusto encarceramento, a amarga curandeira mágica Blackthorn jurou pôr de lado o seu desejo de vingança contra o homem que destruiu tudo o que lhe era querido. Seguida por um companheiro de clausura, um homem grande e silencioso chamado Grim, ela viaja para o norte, rumo a Dalriada. Aqui, viverá na orla de uma misteriosa floresta e terá de cumprir, durante sete anos, a promessa que fez ao seu libertador: aceder a todos os pedidos de socorro que lhe forem dirigidos.
Oran, príncipe herdeiro do trono de Dalriada, esperou com ansiedade a chegada da sua noiva, Lady Flidais. Conhece-a apenas por via de um retrato e da poética correspondência que trocaram entre si e que um dia o convenceu de que Flidais era o seu verdadeiro amor. Oran descobre, porém, que as cartas também mentem, pois, embora igual em aparência à imagem no retrato, a sua noiva vem a revelar-se uma mulher muito diferente da criatura sensível e sonhadora que escreveu aquelas cartas.
Nas vésperas do seu casamento, o príncipe não vê saída para a o seu dilema. Mas corre o rumor de que Blackthorn possui um dom extraordinário para a resolução de problemas espinhosos, e ele pede a sua ajuda. Para salvar Oran das suas insidiosas núpcias, Blackthorn e Grim vão precisar de todos os seus recursos: coragem, engenho, astúcia e talvez até um pouco de magia.

Opinião:
Começo por dizer que gosto muito da Juliet Marillier e adoro as capas dos livros dela! Esta autora consegue criar mundos incríveis de forma tão natural que nós não estranhamos nada nas suas criações paranormais. Este livro, no início fez-me alguma impressão, no bom sentido – se um livro nos faz sentir algo, se mexe connosco é porque está bem escrito. E porque é que me fez impressão? Porque este livro começa numa prisão e a descrição deste local é tão vívida que conseguimos ver o local e quem lá vive na perfeição.

Nesta prisão está a Lady, como Grim lhe chama, está então este homem chamado Grim (apenas assim tratado por Lady – normalmente chamada de “Megera” pelo seu encarcerador “Carrasco”, e pelos outros companheiros de prisão), está o “Lombriga”, o “Estrangulador”, o “Ova de Rã”, o “Baba” e mais uns quantos prisioneiros. Estas pessoas estão aqui presas porque se atreveram a desafiar (ou desagradar) Mathuin, o chefe daquela comunidade, que é um brutamontes, violador, entre muitas outras coisas.

Em paralelo com o que se passa nesta prisão, temos a história do Príncipe Oran, que está a ser forçado pelos pais a casar-se para continuar a linhagem real. Ele começa a corresponder-se com a Princesa Flidais e acaba por se apaixonar pelas suas cartas e pela cadelinha Bramble, que ela descreve como a sua amiga e companheira.

Voltando à história principal, Lady fica contente quando o dia da sua audiência e confrontação se aproxima, pois tem esperanças que o povo a oiça e acredite nela – o que nós suspeitamos desde o início que nunca iria acontecer. É neste ponto que aparecem os “Seres Encantados”.

Os seres encantados são, maioritariamente uma lenda – até que os vemos e apercebemo-nos que são reais. Conmael, um destes seres, aparece a Lady e diz-lhe que a ajuda a escapar daquela prisão se ela 1) viajar para norte, em direcção a Dalriada, 2) durante o caminho, ela tem de ajudar todos os que lhe peçam ajuda – o que ele diz que não será difícil pois Lady, agora com o novo nome de Blackthorn, era uma curandeira e agora voltará a sê-lo.

Quando escapa da prisão, Grim segue Blackthorn e acaba por se juntar a ela na sua missão, ainda que ele não goste (ou confie) nos seres encantados. É durante esta travessia que Blackthorn e Grim encontram a comitiva da princesa Flidais, que tinha sido convidada a visitar a corte de Oran, visita essa que decidiria se o casamento iria ocorrer ou não.

Depois disto tudo, torna-se difícil contar muito mais sem fazer spoilers muito grandes. Digamos que estes dois…amigos, se é que se podem caracterizar assim, fazem a sua viagem cumprindo as suas obrigações e acabam por descobrir uma cabana a precisar de muitas obras, que Grim vai reconstruir e que Blackthorn vai usar como casa onde vive e atende pessoas das aldeias próximas que precisem de ajuda.

Flidais e Oran, quando se conhecem, não se adoram, como esperado. E Bramble passou a odiar a sua dona e adora Oran. O porquê disto ter acontecido é O grande spoiler e está ligado ao título do livro.

Blackthorn salva várias pessoas, com a ajuda de Grim e o livro acaba com estes dois a fazerem uma equipa que mostra o quão importante eles são um para o outro. Mal posso esperar para saber qual será a próxima aventura de Blackthorn e Grim.

terça-feira, 31 de março de 2015

[Livro] Segredos de uma condessa respeitável, de Lecia Cornwall


Título Original: Secrets of a Proper Countess
Título em Português: Segredos de uma condessa respeitável
Série: Secrets #1
Autor(a): Lecia Cornwall
Editora: Planeta
Páginas: 364
Data de Publicação: 18 de Março de 2015

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Sinopse:
Lady Isobel Maitland não se pode dar ao luxo de ser apanhada fazendo qualquer coisa, mesmo remotamente, escandalosa, ou corre o risco de perder tudo o que tem de mais querido. Mas uma noite, num jardim escuro num baile de máscaras, Isobel cede à tentação e permite que um namorisco inocente com o marquês de Blackwood se transforme em paixão...

Opinião:
Foi a primeira vez que li um livro de Lecia Cornwall. Com um plot interessante, esta história teve pontos fortes e pontos fracos: uma mulher que tudo tenta fazer para proteger o filho, lidando com familiares que são autênticos vilões e que acabam por ser algo previsíveis.

Isobel Maitland é Condessa e mãe do pequeno Robin, o Conde, e é controlada, literalmente controlada, pelo seu cunhado Charles e pela sogra Honoria. A risco de perder o seu filho, Isobel envolve-se com o marquês de Blackwood, Phineas.

Não gostei que ela estivesse sempre preocupada com o filho e com o lhe podia acontecer mas cometesse o mesmo erro com Blackwood várias vezes, não pensando sequer na possibilidade de engravidar.

Phineas é suposto ser um espião para a Coroa inglesa mas não consegue descobrir a identidade de uma mulher que vê, após o seu encontro, quase todos os dias. Também eu, se fosse ela, me sentiria humilhada e irritada por não ser reconhecida.

Isobel acaba por irritar um bocadinho, assim como a Marianne, uma das irmãs de Phineas. Acaba por ser uma mulher que apesar de saber disparar uma pistola e saber proteger-se, não é nada prática.

Apesar de todos estes pontos menos bons, a história teve um bom ritmo, com momentos eróticos curtos mas intensos, apesar de haver pouca história de amor – foi tudo um pouco rápido de mais para o meu gosto.

Em geral, um bom livro que ficou aquém das expectativas.