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terça-feira, 28 de março de 2017

[Livro] Coroa da Meia-Noite, de Sarah J. Maas

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Título em Português: Coroa da Meia-Noite
Série: Throne of Glass #2
Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Marcador
Páginas: 408
Data de Publicação: 23 de Novembro de 2016

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Sinopse:
Num trono de vidro, governa um rei com punho de ferro e alma tão negra como o breu. Celaena Sardothien, a Assassina de Adarian, venceu uma competição violenta e tornou-se no seu campeão. No entanto, Celaena está longe de ser leal à Coroa. Ela faz a sua vigilância em segredo; sabe que o homem a quem serve está vergado ao mal. Manter esta encenação mortífera torna-se cada vez mais difícil quando Celaena se apercebe de que não é a única que está à procura de justiça. Ao tentar desvendar os mistérios enterrados no coração do castelo de vidro, a sua relação com as pessoas que lhe são mais próximas sofre com isso. Aparentemente, todos questionam a sua lealdade — Dorian, o príncipe herdeiro; Chaol, o capitão da Guarda; e até mesmo Nehemia, a sua melhor amiga, princesa de um reino distante e com um coração rebelde. Mas numa terrível noite, os segredos que todos eles têm guardado conduzem-nos a uma tragédia indescritível. O mundo de Celaena é destruído e ela é forçada a abdicar daquilo que considera mais precioso e a decidir de uma vez por todas onde está assente a sua verdadeira lealdade... e por quem está disposta a lutar.

Opinião:
Leiam o livro – vai-vos prender e entusiasmar imenso!

Vou tentar evitar spoilers mas se não leram o primeiro livro (cuja crítica podem ver aqui - podem ver à vontade que não tem spoilers), talvez devessem evitar ler os próximos parágrafos.

Coroa da Meia-Noite começa algo devagar. Temos a Celaena Sardothien, a Assassina de Adarlan, a fazer tarefas para o rei de Adarlan. E assim andamos um pouco até ele dizer que há uma conspiração para o matar e dar a Celaena um nome que ela reconhece e decide usar como fonte de informação durante uns tempos.

Archer é um cortesão que Celaena conhece desde a sua infância, e ele que a ajuda a tentar descobrir a rede de conspiradores – ou assim pensamos.

Sinceramente, não quero desenvolver muito a história porque tenho imenso medo de a estragar para vocês! Temos magia, fantasia, fadas, vemos a verdadeira assassina de Adarlan em acção e não só numa competição, como acontece no primeiro livro, temos romance (ficam a saber que o meu ship é Celaena+Chaol – verdade que ainda não conheci o Rowan, mas acho pouco provável que vá mudar de opinião), temos perda e lágrimas lá pelo meio, traição e uma evolução na história com um fim que nos deixa a chorar por mais! Estou ansiosamente à espera que o próximo livro saia, porque depois de um final destes...quem consegue resistir a querer saber mais?






segunda-feira, 23 de novembro de 2015

[Livro] Trono de Vidro, de Sarah J. Maas


Título Original: Throne of Glass
Título em Português: Trono de Vidro
Série: Throne of Glass #1
Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Marcador
Páginas: 400
Data de Publicação: 16 de Setembro de 2015

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Sinopse:
Numa terra em que a magia foi banida e em que o rei governa com mão de ferro, uma assassina é chamada ao castelo. Ela vai, não para matar o rei, mas para conquistara sua própria liberdade. Se derrotar os vinte e três oponentes em competição, será libertada da prisão para servir a Coroa com o estatuto de campeão do rei - o assassino do rei. O seu nome é Celaena Sardothien. O príncipe herdeiro vai provocá-la. O capitão da Guarda vai protegê-la. Mas um halo maléfico vagueia no castelo de vidro - e está lá para matar. Quando os seus concorrentes começam a morrer um a um, a luta de Celaena pela liberdade torna-se numa luta pela sobrevivência e numa jornada inesperada para expor um mal antes de que este destrua o seu mundo.

Opinião:
Já tinha ouvido falar muito sobre este livro e, ainda antes de o comprar e decidir que seria um livro que não deixaria passar, li o A Court of Thorns and Roses , da mesma autora.

Trono de Vidro não decepcionou. Talvez não tenha sido a melhor das ideias lê-lo logo a seguir ao A Rainha Vermelha , porque os dois livros são bastante semelhantes: têm personagens principais femininas que são diferentes de todas as outras personagens, com triângulos amorosos e revoluções (ou algo semelhante) a querer acontecer.

Mas gostei mais deste que d’ A Rainha Vermelha. Porquê? Talvez porque não tem tantas semelhanças com o Jogos da Fome ou talvez porque gostei mais da personagem principal, ou das duas personagens masculinas… Será a única comparação a fazer durante esta crítica: enquanto que n’A Rainha Vermelha é fácil perceber que dos dois rapazes que disputam a atenção de Mare, a protagonista, um deles não é coisa boa (apesar de nos poder fazer duvidar), aqui nós gostamos de Dorian e de Chaol, é difícil saber por quem torcer!! (ok, eu tenho um favorito, mas não vou dizer para não influenciar ninguém :p )

Voltando à parte que mais interessa, a crítica. Celaena Sardothien é a assassina de Adarlan – e é bastante jovem. É uma “miúda” forte, arrogante, de nariz empinado, que sabe o que quer e que não deixará nada nem ninguém impedi-la de chegar ao seu destino.

Celaena preza, acima de tudo, a sua liberdade. Foi presa nas minas de sal e o príncipe herdeiro, Dorian, vai buscá-la para ser sua campeã contra outros campeões escolhidos por nobres da corte do seu pai, em troca da sua liberdade. Há um passado entre Celaena e o rei e isso acaba por mexer um pouco com ela.

Depois de algum tempo nas minas de sal, Celaena está desnutrida, e as suas competências físicas estão algo fracas por isso Dorian atribui-lhe o seu chefe da guarda como seu treinador, protector e como um dos homens que deve impedi-la de tentar matar alguém ou de tentar fugir – este homem chama-se Chaol.

Celaena, apesar de ser brutal e mortífera, tem reacções muito femininas e por vezes de muita meninice (que podem parecer algo desenquadradas), mas acaba por se tornar tudo bastante credível devido à escrita da autora.

Tem magia e fantasia à mistura, com amizades fortes e lendas, com lutas e poder a influenciar o destino desta história. Gostei de todas as personagens, são complexas e interessantes, e a escrita de Sarah J. Maas é bastante atraente, puxa-nos para o interior da história.

Só tenho a dizer que mal posso esperar que saia o próximo livro – algo que a Marcador me indicou que acontecerá no segundo semestre de 2016 (falta tanto!).