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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

[Livro] Highland Abbey, de Fiona McKellar

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Título em Português:--
Série: --
Autor(a): Fiona McKellar
Editora: CreateSpace Independent Publishing Platform
Páginas: 112
Data de Publicação: 17 de Fevereiro de 2017


Sinopse:
Sarah is struggling to direct a theater production of Jane Austen’s Northanger Abbey. It doesn’t help that Glenn Sinclair, a prominent young landowner in Nairn is demanding the lead male role. But the play isn’t the only thing Glenn has his eyes on. He’s after Sarah’s heart too. With no other marriage prospects, she can hardly do anything but submit to his advances, but is it Sarah he's after or is he just playing?
~ Recebemos este livro directamente da autora Fiona McKellar. Obrigada! ~


Opinião:
Mais um livro da Fionna McKellar de seguida!

É com pena que digo que este sofre dos mesmos problemas que The Laird's Son... Apesar de ter sido um pouco melhor, continua a precisar de ser mais desenvolvido. É como se ao chegar a um certo ponto, a autora quisesse despachar a história e temos logo o final. E é uma pena, porque acho que podia ser tão melhor...

Neste livro temos Sarah, a personagem principal, que não gosta de Glenn, até este lhe começar a prestar atenção – ainda que saiba que a melhor amiga o acha atraente e tenha uma paixoneta por ele. Por comparação, Benjamin, que é um querido e sempre gostou da Sarah (até os pais dela sabem), não é olhado duas vezes, a não ser para ela pensar, mais uma vez, que ele é muito tímido.

Não gostei muito da tentativa de triângulo amoroso e, apesar de Glenn dar um bom vilão, gostava de ter visto mais da maneira como ele era. E a relação com o Benjamin...foi tão repentino.

Sarah não foi a minha personagem favorita. Apreciei a sua paixão pelo teatro mas a maneira como ela e Tess, melhores amigas, se trataram uma à outra, não gostei nada. Menos ainda do facto de Tess não a apoiar, especialmente quando Benjamin o faz. Seria uma maneira de ver as verdadeiras amizades? Se assim fosse, triste será casar com Benjamin, e ter como cunhada a Tess.

A história acabou por me prender algo mais que o livro anterior da autora, mas quando cheguei ao fim foi desapontante, porque podia ter tido tanto mais – dizer só que haverá tempo para Sarah e Benjamin se conhecerem e apaixonarem (mais) para mim não chega, eu queria ter visto esse amor desabrochar, queria que Benjamin mostrasse verdadeiramente como era, queria que Sarah aprendesse a respeitá-lo como mais que um jovem tímido que gostava dela e...“vamos namorar, talvez casar, logo se vê como corre”. Ficou a faltar um verdadeiro final.

Digo exactamente o que disse na crítica do seu primeiro livro: “Acontece e resolve-se tudo rápido de mais para o meu gosto. Não é, no entanto, um livro mau. Precisa apenas de ser desenvolvido e mais explorado. Confio que a autora veja esta opinião como encorajamento para continuar a sua escrita e melhorar a cada livro. Espero, no futuro, voltar a ler algo de Fiona McKellar e poder elogiar mais as suas obras.”

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

[Livro] The Laird’s Son, de Fiona McKellar

 Ler em Português      Read in English


Título em Português:--
Série: --
Autor(a): Fiona McKellar
Editora: CreateSpace Independent Publishing Platform
Páginas: 78
Data de Publicação: 17 de Janeiro de 2017


Sinopse:
As if the rumors weren’t bad enough, now she’s been publicly accused of witchcraft. And it doesn’t help either that the accusations came from none other than the Laird’s own brother. Catriona Baxter is a commonplace Highland lass who’s just trying to mind her own business, but that doesn’t stop the Laird’s brother, Aodh, from making plenty of advances upon her. After rejecting him though, Catriona finds her life threatened when Aodh publicly accuses her of being a witch. To resolve the matter, the Laird orders Catriona to come live on his estate while a proper investigation is carried out. The Laird’s brother might want her dead, but his son, Bhaltair, has other plans. Seizing every opportunity Bhaltair pursues her endlessly. Sparks fly, but will his son’s love for her be enough to convince the Laird she should be saved from being burned at the stake?
~ Recebemos este livro directamente da autora Fiona McKellar. Obrigada! ~


Opinião:
Sempre que um(a) autor(a) está a começar a sua carreira como escritor(a) e me pede directamente se aceito fazer uma resenha da sua obra em troca de um livro – neste caso ebook -, sinto-me sempre feliz e ao mesmo tempo apreensiva. As críticas e opiniões têm sempre bastante valor para os autores e não seria a primeira vez que um(a) autor(a) dizia que a crítica A ou B tinha ficado muito marcada na sua memória – fosse ela boa, ou má.

Por isso, quando Fiona McKellar veio falar comigo, aceitei ler o seu livro em troca de uma opinião honesta mas, mais uma vez, tentei sempre ter em mente que isto era um primeiro livro, uma obra que poderia, possivelmente, precisar de ser melhorada de uma única maneira possível – experiência. E foi o que aconteceu.

The Laird’s Son é uma obra leve, curta (demasiado curta para o meu gosto) e querida/doce – no sentido que os ingleses dão ao descrever um romance “sweet” é um romance sem cenas mais eróticas ou de sexo explícito – e este livro enquadra-se nessa categoria. Para mim, os livros não têm de ter sexo para serem bons, longe disso. Apenas faço este apontamento pois é algo que costuma ter alguma importância nos romances (históricos).

O livro tinha uma boa premissa: uma rapariga que era injustamente acusada e um rapaz que acreditava nela e lutava por ela. Mas pouco mais aconteceu.

As personagens principais são adolescentes, por isso percebe-se perfeitamente que não houvesse mais algum tipo de contacto físico. Mas deveria ter acontecido algo mais. Mais aventuras, uma exploração maior das acusações feitas pelo tio de Bhaltair,... Uma história destas poderia ter tido um vilão muito mais desenvolvido e um enredo que acabasse por me prender mais mas, tristemente, ficou aquém das possibilidades.

Catriona poderia ter tido mais expressão, mais emoção. Uma rapariga que sempre viveu com o pai e estava muito ligada a ele, vai viver quase um mês para a casa do Laird e não sente sequer a falta dele? Ou comenta o quão diferente é o estilo de vida? A única coisa de que fala, poucas vezes e brevemente, é o medo de poder encontrar o tio de Bhaltair, Aodh, e este tentar fazer-lhe algo. Mas, convenientemente, ele está longe durante a maioria do livro e o problema da sua existência e acusação é resolvido num piscar de olhos.

Acontece e resolve-se tudo rápido de mais para o meu gosto. Não é, no entanto, um livro mau. Precisa apenas de ser desenvolvido e mais explorado. Confio que a autora veja esta opinião como encorajamento para continuar a sua escrita e melhorar a cada livro. Espero, no futuro, voltar a ler algo de Fiona McKellar e poder elogiar mais as suas obras.

domingo, 24 de janeiro de 2016

[Livro] Marked, de Kim Richardson


Título Original: Marked
Título em Português: --
Série: Soul Guardians #1
Autor(a): Kim Richardson
Editora: CreateSpace Independent Publishing Platform
Páginas: 288
Data de Publicação: 15 de Março de 2011

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Sinopse:
Sixteen-year-old Kara Nightingale’s ordinary life is suddenly turned upside down when she dies and wakes up in a strange new world with a new career—as a rookie for the Guardian Angel Legion. Kara is pulled into the supernatural, where monkeys drive the elevators, oracles scurry above giant crystal balls, and where demons feed on the souls of mortals. With the help of her Petty Officer and friend, David, Kara hurtles towards an adventure that will change her life forever…

Opinião:
Um livro com anjos da guarda pareceu-me que daria uma leitura interessante.

Começo por dizer que gosto das cores da capa e este livro fazia parte daqueles livritos grátis da amazon, e foi lido numa daquelas alturas que não nos apetece ler nada de mais.

Kara Nightingale é a nossa protagonista e está viva durante muito pouco tempo. É escolhida para ser Anjo da Guarda pelo “Chefe” e é aqui que a história verdadeiramente começa. Kara é atribuída como caloira em treino a David, que lhe vai ensinar tudo o que ela precisa de saber para lutar contra demónios e trevas que tentam roubar as almas das pessoas.

Este livro é tipicamente YA e talvez tenha sido um pouco infantil demais para o meu gosto. Gostei da premissa inicial, de proteger as almas, mas achei que faltou um pouco de substância ao livro. Até gostaria de ler os seguintes, mas havendo tantos livros que me agradaram mais, acho que este não terá seguimento da minha parte.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

[Livro] To Be Continued, de Prex J.D.V. Ybasco


Título Original: To Be Continued
Título em Português: --
Série: --
Autor(a): Prex J.D.V. Ybasco
Editora: CreateSpace Independent Publishing Platform
Páginas: 298
Data de Publicação : 25 de Junho de 2015

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Sinopse:
Not all stories end happily nor tragically. Most of them just need to be continued.Azalea Anthony is a writer, or what she claims to be.Vim Harvey is her friend, or at least what she wants to believe. Jasmine Morrish is Azalea's archenemy, or so what Jash believes Azalea makes people believe...er--There are other characters, too: like Warren, the basketball player, Beatrix, the model, Tom, the perfect excuse of a brother, Eclaire, the eccentric bff, etc.They all hangout in one place where they can enjoy a steaming cup of debates, an aroma of gossips, a side dish of basketball, a topping of drama, and a menu of articles : The Big Coffee Shop.
~ Recebemsos este eARC do autor através do Grupo “We *heart* YA Books” do Goodreads ~

Opinião:
A autora veio falar comigo, perguntando se estaria interessada em me inscrever para ler e escrever uma crítica ao livro To Be Continued através do grupo do Goodreads “We *heart* YA Books”. Eu disse que sim, sabendo pouco ou nada sobre o livro, mas a premissa de “not all stories end happily nor tragically. Most of them just need to be continued” pareceu-me bastante interessante e promissora.

Bem, este livro não funcionou para mim. É sobre Azalea e os seus amigos. Supostamente eles estão na Universidade, mas comportam-se como um bando de crianças irritantes. É uma leitura rápida, mas nada remotamente interessante acontece em todo o livro; é uma mistura de todos os clichés que possam imaginar, “problemas” de adolescentes e por aí fora (mas eu não estou inteiramente certa se este não era o propósito da autora). Todas as personagens era irritantes (umas mais que outras), desinteressantes e pior que isso: pouco desenvolvidos. Eu não consegui criar qualquer tipo de ligação com nenhuma das personagens; elas eram-me todas indiferentes. Bem, para ser honesta, penso que não gostei de nenhuma das personagens; todas elas me pareceram falsas, pretenciosas e, bem, irritantes. Eu acho que a única altura que o livro se torna minimamente profundo e com algum conteúdo é no essay final que é escrito por Azalea.

Eu nunca entendi a referência a Apolo. Porquê usar Apolo como referência ao sol? Eu sei que ele é o deus grego que conduz a carroça do sol – eu sou uma enorme nerd de mitologia grega (cultura clássica, e especialmente a cultura grega, foram uma dos focos da minha carreira académica), mas usar esta referência o tempo todo como metáfora do sol? Talvez se Azalea tivesse mostrado algum interesse pela Cultura Grega fizesse algum sentido, mas como está escrito parece que caiu do céu (no pun intended), sem qualquer nexo.

Sinto que a escrita é um pouco inexperiente, precisando de muita edição, e usa quase sempre a mesma estrutura frásica e o mesmo vocabulário. Há muitas repetições, mas deixem-me explicar: sempre que as repetições aparecem, elas fazem sentido, o problema é a utilização constante da mesma expressão vezes sem conta. Eu acho que a autora devia ter pensado noutras expressões para usar, e assim criar diversidade. Havia blocos da narrativa que não tinham um fio que os unisse uns aos outros; eram apenas “pedaços” da vida que estavam colados uns aos outros aleatoriamente. A estória não tinha uma fluidez natural; estas “quebras” na narrativa, a meu ver, pareciam estranhas e eu acho que foram um aspecto negativo do livro.

Aparentemente, eu sou uma ovelha negra (segundo as reviews do Goodreads), porque sou incapaz de dar uma classificação boa a este livro.