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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

[Livro] Aquele Beijo, de Julia Quinn


Título Original: It's in his kiss
Título em Português: Aquele beijo
Série: Bridgerton #7
Autor(a): Julia Quinn
Editora: Edições Asa
Páginas: 352
Data de Publicação: 25 de Agosto de 2015

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Sinopse:
Gareth St.Clair vive momentos difíceis. Após a morte do irmão, passa a ser o único herdeiro da fortuna do pai. Infelizmente, o ódio deste por Gareth é tanto que prefere desbaratar o seu património a vê-lo nas mãos do filho. Resta-lhe como legado um velho diário, escrito pela avó paterna, que poderá conter os segredos do seu passado e a chave para o seu futuro. O único problema é que… o diário foi escrito em italiano, uma língua que o jovem não domina de todo. Por um golpe de sorte, Gareth conhece Hyacinth Bridgerton, a mais jovem menina do conhecido clã, que nunca recusa um desafio, embora o seu italiano deixe muito a desejar. Além disso, Gareth intriga-a, pois parece estar sempre a rir-se dela. Juntos, embrenham-se nas páginas do velho diário, mas aquilo que vão descobrir transcende as palavras escritas em papel, e manifesta-se sob a forma de um simples - mas inesquecível - beijo…

Opinião:
Mais um livrinho dos Bridgertons e vemos o final desta colecção a aproximar-se…mas não temam queridos leitores! Julia Quinn, a nossa querida autora, está a escrever mais sobre os Bridgertons, ou mais especificamente sobre os irmãos e irmãs de Edward Bridgerton, o pai falecido dos nossos queridos Bridgertons (a nova série chamar-se-á Rokesbys & Bridgertons). Podem ler mais sobre o novo livro aqui.

Mas voltando ao livro em causa: Aquele beijo traz-nos a história de Hyacinth Bridgerton e Gareth St.Clair. Hyacinth é tão divertida, tão inteligente e perspicaz, é praticamente impossível não gostar desta nossa heroína. Já Gareth… o nosso herói é um homem que tem sérios problemas com o pai, mas que adora de coração a avó – que para mim foi a melhor personagem do livro, sem sombra de dúvida. Talvez tenha sido por isso que gostei tanto da Hyacinth – ela e a avó de Gareth são muito semelhantes (em mente e coração). Com Violet, a mãe da nossa heroína, a contar um pouco mais da sua história com Edward Bridgerton, e a mostrar o quão semelhante a Hyancinth ela é, voltamos a sentir aquele gostinho dos livros anteriores, que mantêm tudo em família – que é um dos meus pontos favoritos desta série.

O livro tem um pouco de tudo e, num segundo plano (além do romance), temos o mistério de jóias desaparecidas que, em certo ponto, acabamos por esquecer e no fim ele volta em força e acaba por devolver algum do protagonismo aos diamantes que inicialmente nos aguçaram o apetite.

Gosto de livros que mostram uma acutilância e mistério misturados com romance e problemas familiares à mistura, com personagens fortes, atraentes e persistentes e este livro tem tudo isso. Talvez o romance tenha sido a parte que foi menos explorada, mas não deixou de existir e de ser querido.

Em conclusão, um livro divertido, romântico, muito ao estilo de Julia Quinn com todos os elementos a que a autora já nos habitou.

segunda-feira, 16 de março de 2015

[Livro] A bela e o vilão, de Julia Quinn


Título Original: When he was wicked
Título em Português: A Bela e o Vilão
Série: Bridgerton #6
Autor(a): Julia Quinn
Editora: Edições Asa
Páginas: 352
Data de Publicação: 10 de Fevereiro de 2015

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Sinopse:
Libertino. Devasso. Debochado. Três adjetivos que podiam descrever Michael Stirling na perfeição. Bem conhecido nas festas londrinas, quer desempenhasse o papel de sedutor ou o papel de seduzido, uma coisa era certa: nunca entregava o coração. Ele teria até acrescentado a palavra “pecador” ao seu cartão de visita se não achasse que isso mataria a pobre mãe.
Mas ninguém é imune ao amor. Quando a seta de cupido atinge Michael, dá início a uma longa e tortuosa paixão – pois o alvo dos seus afetos, Francesca Bridgerton, tem casamento marcado com o seu primo.
Mas isso foi antes. Agora, Francesca está novamente livre. Infelizmente, ela vê Michael apenas como um ombro amigo – até à fatídica noite em que lhe cai inocentemente nos braços, e a paixão se revela mais poderosa e intensa do que o mais perverso dos segredos…

Opinião:
Ontem à noite comecei e acabei o livro "A Bela e o Vilão", da Julia Quinn. Tenho uma predilecção por livros destes e a Julia Quinn é das melhores autoras do género.

Neste romance histórico, é-nos apresentada a história de mais uma das personagens da família Bridgerton, Francesca. Nos livros anteriores, há por vezes a menção que a jovem é viúva, o que logo suscita alguma confusão e interesse em saber a sua história pois normalmente estas nossas personagens têm os seus finais felizes, mesmo que demore e seja difícil.

Ficamos a saber que Francesca teve o seu final feliz, mas por pouco tempo. Durante 4 anos faz o luto ao seu marido e, quando decide voltar a casar por querer ser mãe - ela acreditava que um amor como o que teve com o marido não voltaria a aparecer- o melhor amigo do marido (e seu melhor amigo), Michael, volta da Índia no mesmo dia em que ela volta para a temporada em Londres.

O resto não vou contar senão estrago a história, mas queria dizer desde já que acho que o título em português não faz qualquer sentido, pois enquanto que Francesca é bela, Michael não é de todo um vilão. O título em inglês é muito mais indicado pois Michael é verdadeiramente wicked, no bom sentido.

Gostaria de acrescentar que gosto muito da capa, apesar da sua cor mais forte que destoa um pouco do resto dos livros da colecção, mas que eu até fiz a ligação da sua cor com a saída do luto de Francesca e com o seu desejo de ter um vestido carmesim (que se comprou, não usou durante o tempo que o livro nos conta).

Sem dúvida um livro que nos agarra do início ao fim, com uma história que nos prende e emociona, com as personagens que aprendemos a adorar (e a sentir falta!). Gostei muito de rever a Violet, a mãe de todos os nossos Bridgertons e de ver respondida uma pergunta que eu própria já tinha feito noutros livros mas que só agora foi respondida. Adorei a referência ao casamento de Colin (de um livro anterior), e de ver como ele acabou por ter um pequeno mas decisivo papel no final feliz que a sua irmã Francesca teve.

Sempre com cuidado com pormenores que o leitor menos atento pode deixar escapar, Julia Quinn informa--se sempre sobre a época em que escreve e, especialmente para este livro, sobre os conhecimentos médicos que existiam no início do século XIX.

É um livro que recomendo pela sua leitura leve e divertida, que nos traz personagens que já nos são queridas uma vez mais.