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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

[A Senhora da Magia] Qual a mais deliciosa?

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Capa mais deliciosa:A capa nacional - a da direita.

Porquê?
Carla: Não preciso de pensar duas vezes para escolher a capa nacional como a favorita. Graficamente parece-me não só mais apelativa (e vamos por de parte, para já, o enredo do livro), mas também mais sóbria e equilibrada em termos mais técnicos, se assim podemos dizer. E tal como a Joana vai refrir, acho que a composição da capa nacional parece-me mais de encontro do enredo deste livro em particular, fazendo não só a associação à Morgaine, perspectiva de quem temos durante este livro, como à Vivianne, tia de Morgaine e actual Senhora do Lago - as duas mulheres que, neste livro, estão ligadas à Magia.

Joana:A capa portuguesa, à direita, tem muito mais impacto que a capa original, para mim. O meu olhar é imediatamente atraído para essa capa. A capa portuguesa puxa mais pelo título Senhora da Magia, com uma mulher na capa, que pode ser identificada com a Dama do Lago, Morgaine(a meia-irmã do famoso Rei Artur de Camelot) ou ainda outra das fortes e mágicas personagens femininas que o livro nos dá. Já a capa original mostra uma cavaleira com uma espada, fazendo-nos logo pensar na Excalibur e toda a história associada a esta espada e à sua irmã. Como as Brumas de Avalon são uma perspectiva mais feminina e a capa portuguesa acaba por me chamar mais à atenção, acabo por a escolher, à capa da direita.


E vocês, qual a vossa favorita?



A Senhora da Magia ( The Mists of Avalon #1) (Carla)

quarta-feira, 27 de abril de 2016

[Livro] A Senhora da Magia, de Marion Zimmer Bradley

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Título em Português: A Senhora da Magia
Série: As Brumas de Avalon #1
Autor(a): Marion Zimmer Bradley
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 304
Data de Publicação: 03 de Fevereiro de 2012

Sinopse:
O clássico As Brumas de Avalon regressa ao mercado português para dar a conhecer a uma nova geração esta história mágica e intemporal centrada nas mulheres que, por detrás do trono de Camelot, foram as verdadeiras detentoras do poder.

Morgaine é ainda uma criança quando testemunha a ascensão de Uther Pendragon ao trono de Camelot. Uther deseja Igraine, a mãe de Morgaine, presa a um casamento infeliz com Gorlois. Mas há forças maiores que estão em curso e que se preparam para mudar as suas vidas para sempre. Através da sua sacerdotisa Viviane, Avalon conspira para unir Uther a Igraine e dessa aliança nascerá Arthur, a criança que salvará as Ilhas. Morgaine, dotada com a Visão, é levada por Viviane para Avalon onde irá receber treino como sacerdotisa da Deusa Mãe. É então que assiste ao despertar das tensões entre o velho mundo pagão e a nova religião cristã. O que Morgaine desconhece é que o destino irá armar-lhe uma cilada e pô-la, de novo, no caminho do meio-irmão Arthur da forma que menos espera…

Opinião:
Quem me conhece sabe que eu gosto de tudo o que esteja relacionado com mitologia, lendas e culturas – história e estórias da Humanidade. Eu tenho uma relação especial com a cultura Grega e os seus mitos, mas eu também me interesso por outras culturas. Logo, Avalon, Arthur e tudo isso fez parte do meu imaginário desde criança. Os livros da Marion Zimmer Bradley eram um must read desde sempre. Há uns tempos a WOOK teve estes livros com 50% desconto e eu pensei “é um sinal divino de que tenho que os ler”. Comprei-os e não me arrependo.

Os livros de Avalon sempre estiverem na minha mente que nem sei bem o que estava à espera deles. A Senhora da Magia é o primeiro livro da saga As Brumas de Avalon e, aqui, temos dois tempos diferentes: o antes e o depois do nascimento de Arthur, mas ele nem é a nossa personagem principal, é Morgaine. Nós vemos toda a estória pelos olhos dela. Foi interessante, mas, não sei, acho que falta qualquer coisa. Muita coisa acontece, mas no final senti que nada verdadeiramente importante tinha acontecido, o que é idiota, uma vez que Uther tornou-se o Rei Supremo, Arthur nasceu, Morgaine tornou-se numa Sacerdotisa de Avalon (ainda que não seja a Senhora do Lago, pois esse titulo ainda pertence a Viviane) Eu apenas senti que todos os grandes eventos deste livro foram escritos de tal formal leviana que tornou-os quase insignificantes e sem valor. Não senti o livro como deveria.

Eu continuo a gostar do livro e irei ler os seguintes; não só porque já os tenho, mas porque acho, sinceramente, que irão melhorar bastante no futuro. Este foi apenas o primeiro livro e era necessário fazer uma contextualização, mas o livro não me tocou como eu esperava. Uma chatice.