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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

[Livro] The Girl With The Make Believe Husband, de Julia Quinn

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Título em Português:--
Série: Rokesbys #2
Autor(a): Julia Quinn
Editora: Piatkus
Páginas: 352
Data de Publicação: 30 de Maio de 2017

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Sinopse:
While you were sleeping...
With her brother Thomas injured on the battlefront in the Colonies, orphaned Cecilia Harcourt has two unbearable choices: move in with a maiden aunt or marry a scheming cousin. Instead, she chooses option three and travels across the Atlantic, determined to nurse her brother back to health. But after a week of searching, she finds not her brother but his best friend, the handsome officer Edward Rokesby. He's unconscious and in desperate need of her care, and Cecilia vows that she will save this soldier's life, even if staying by his side means telling one little lie...

I told everyone I was your wife
When Edward comes to, he's more than a little confused. The blow to his head knocked out six months of his memory, but surely he would recall getting married. He knows who Cecilia Harcourt is—even if he does not recall her face—and with everyone calling her his wife, he decides it must be true, even though he'd always assumed he'd marry his neighbor back in England.

If only it were true...
Cecilia risks her entire future by giving herself—completely—to the man she loves. But when the truth comes out, Edward may have a few surprises of his own for the new Mrs. Rokesby.


Opinião:
Depois de ler o primeiro livro da prequela, não aguentei e fui logo comprar o segundo. Porém, este ficou claramente atrás do primeiro livro da série.

Sou sincera, não gosto de um romance baseado em mentiras. É verdade que foi em parte por uma boa razão, mas não caiu desde logo muito bem.

Celia é uma personagem que ainda não sei muito bem se gosto dela ou não – estou mais inclinada para a negativa. Edward sim, agora Celia… Teve tantas oportunidades para dizer a verdade e no fim foge?!?!? Não, acho que posso dizer claramente que não gostei dela.

Não me ri com este livro, tirando um sorriso vago com uma ou outra piada que Edward tentava dizer.

Foi uma pena que o tenha lido logo a seguir a um livro que achei tão bom. Este nem lhe chega aos calcanhares. Não é mau, mas quase nem parece escrito pela mesma autora. Acabou por ser uma desilusão.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

[Livro] Highland Abbey, de Fiona McKellar

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Título em Português:--
Série: --
Autor(a): Fiona McKellar
Editora: CreateSpace Independent Publishing Platform
Páginas: 112
Data de Publicação: 17 de Fevereiro de 2017


Sinopse:
Sarah is struggling to direct a theater production of Jane Austen’s Northanger Abbey. It doesn’t help that Glenn Sinclair, a prominent young landowner in Nairn is demanding the lead male role. But the play isn’t the only thing Glenn has his eyes on. He’s after Sarah’s heart too. With no other marriage prospects, she can hardly do anything but submit to his advances, but is it Sarah he's after or is he just playing?
~ Recebemos este livro directamente da autora Fiona McKellar. Obrigada! ~


Opinião:
Mais um livro da Fionna McKellar de seguida!

É com pena que digo que este sofre dos mesmos problemas que The Laird's Son... Apesar de ter sido um pouco melhor, continua a precisar de ser mais desenvolvido. É como se ao chegar a um certo ponto, a autora quisesse despachar a história e temos logo o final. E é uma pena, porque acho que podia ser tão melhor...

Neste livro temos Sarah, a personagem principal, que não gosta de Glenn, até este lhe começar a prestar atenção – ainda que saiba que a melhor amiga o acha atraente e tenha uma paixoneta por ele. Por comparação, Benjamin, que é um querido e sempre gostou da Sarah (até os pais dela sabem), não é olhado duas vezes, a não ser para ela pensar, mais uma vez, que ele é muito tímido.

Não gostei muito da tentativa de triângulo amoroso e, apesar de Glenn dar um bom vilão, gostava de ter visto mais da maneira como ele era. E a relação com o Benjamin...foi tão repentino.

Sarah não foi a minha personagem favorita. Apreciei a sua paixão pelo teatro mas a maneira como ela e Tess, melhores amigas, se trataram uma à outra, não gostei nada. Menos ainda do facto de Tess não a apoiar, especialmente quando Benjamin o faz. Seria uma maneira de ver as verdadeiras amizades? Se assim fosse, triste será casar com Benjamin, e ter como cunhada a Tess.

A história acabou por me prender algo mais que o livro anterior da autora, mas quando cheguei ao fim foi desapontante, porque podia ter tido tanto mais – dizer só que haverá tempo para Sarah e Benjamin se conhecerem e apaixonarem (mais) para mim não chega, eu queria ter visto esse amor desabrochar, queria que Benjamin mostrasse verdadeiramente como era, queria que Sarah aprendesse a respeitá-lo como mais que um jovem tímido que gostava dela e...“vamos namorar, talvez casar, logo se vê como corre”. Ficou a faltar um verdadeiro final.

Digo exactamente o que disse na crítica do seu primeiro livro: “Acontece e resolve-se tudo rápido de mais para o meu gosto. Não é, no entanto, um livro mau. Precisa apenas de ser desenvolvido e mais explorado. Confio que a autora veja esta opinião como encorajamento para continuar a sua escrita e melhorar a cada livro. Espero, no futuro, voltar a ler algo de Fiona McKellar e poder elogiar mais as suas obras.”

sábado, 18 de fevereiro de 2017

[Livro] Of Fire and Stars, by Audrey Coulthurst

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Título em Português: --
Série: --
Autor(a): Audrey Coulthurst
Editora: Balzer + Bray
Páginas: 389
Data de Publicação: 22 Novembro 2016

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Sinopse:
Betrothed since childhood to the prince of Mynaria, Princess Dennaleia has always known what her future holds. Her marriage will seal the alliance between Mynaria and her homeland, protecting her people from other hostile lands. But Denna has a secret. She possesses an Affinity for fire—a dangerous gift for the future queen of a kingdom where magic is forbidden.

Now, Denna must learn the ways of her new home while trying to hide her growing magic. To make matters worse, she must learn to ride Mynaria’s formidable warhorses—and her teacher is the person who intimidates her most, the prickly and unconventional Princess Amaranthine—called Mare—the sister of her betrothed.

When a shocking assassination leaves the kingdom reeling, Mare and Denna reluctantly join forces to search for the culprit. As the two become closer, Mare is surprised by Denna’s intelligence and bravery, while Denna is drawn to Mare’s independent streak. And soon their friendship is threatening to blossom into something more.

But with dangerous conflict brewing that makes the alliance more important than ever, acting on their feelings could be deadly. Forced to choose between their duty and their hearts, Mare and Denna must find a way to save their kingdoms—and each other.

Opinião:
Confesso que se não fosse a Owlcrate e a comunidade bookstagram não teria conhecimento deste livro. A minha relação com Of Fire and Stars é um bocadinho complicada.

A premissa deste livro era bastante interessante e, por esse motivo, as minhas expectativas relativamente a este livro foram-se elevando, mas ainda antes de começar a leitura reparei que tanto na comunidade bookstagram (habituem-se porque vou passar a falar bastante sobre isto, já que actualmente faz parte da minha vida de forma bastante presente) como no Goodreads algumas críticas que variavam bastante entre o bom e o mau. Comecei a ficar com pé atrás, criando em mim alguns receios, mas tentei entrar no livro de mente aberta. Of Fire and Stars prometia um romance LGBT com fantasia e magia à mistura, e… bem, de facto, está lá isto tudo, mas podia ter sido tão melhor.

Relativamente à magia/fantasia, o que há não me satisfez. Dennaleia é uma jovem princesa que desde cedo estava prometida ao príncipe de Mynaria, de forma a estabelecer uma aliança entre o reino do seu pai e o de Mynaria. Por essa razão, toda a sua vida girou em torno desse acontecimento. O único problema é que Denna nasceu com a afinidade para o fogo, coisa que era considerada não só heresia como completamente proibida no reino em que seria futura Rainha. Pouco ou nada lemos sobre este assunto da magia e das afinidades. Só muito para lá do meio de livro é que começamos a ter alguns vislumbres, mas nada de satisfatório. O que para mim se tornou num aspecto negativo, porque queria MESMO saber mais sobre estas afinidades – saber como cada uma delas se desenvolvia e vê-las em acção. Eu queria a magia que me era prometida e que não a obtive!

Apesar de prometida ao Príncipe, assim que chega a Mynaria é Amaranthine – Mare para os amigos -, irmã do Príncipe, uma princesa irreverente e amante de cavalos, que arrebata o coração de Denna. É um amor que surge de uma amizade conturbada e eu gostei disso, pois não foi um daqueles instalove irritantes. Mas o que eu mais gostei não só no romance de Denna e Mare, mas no livro em geral, é que este não é a única relação LGBT presente na estória e é abordada com tamanha naturalidade que o leitor recebe este amor sem sequer pensar duas vezes no assunto – E É ASSIM QUE DEVERIA SER NA VIDA REAL. Uma relação heterossexual ou homossexual deveria ser aceite da mesma forma e naturalidade. Este é o aspecto positivo que mais saliento neste livro: naturalidade na abordagem de temas complicados como da comunidade LGBTQ+, sem pudores e tabus. Outro aspecto a salientar é a presença de várias personagens femininas em posições de poder. Só para dar um exemplo, em Mynaria é uma mulher que é a Capitã do exército do reino e que está à frente da defesa do mesmo – posição nunca atribuída a uma mulher. Apesar de se tratar de um reinado, há uma assembleia que se reúne com o Rei para melhor governar o reino, da qual fazem parte mulheres com peso nas decisões.

Apesar deste lado positivo que tanto gostei no livro, este livro não me satisfez por várias razões. Achei que a construção do mundo deste livro deixou algo a desejar, poderia ter sido melhor desenvolvido não só em termos de território, mas de magia e relações entre personagens. A autora focou-se imenso nas duas personagens femininas, e deixou as outras com pouco desenvolvimento – ainda que tanto Denna e Mare precisassem de ser mais complexas e desenvolvidas.

Ao terminar o livro senti-me verdadeiramente desfalcada. Na altura pensei que daria 3 estrelas, mas neste momento, sinto que não chega a isso. Foi relativamente desapontante. Pouco desenvolvido, prometeu e não cumpriu. Para ser sincera, pouco ou nada acontece neste livro e poderia ser resumido aos últimos capítulos quando algo remotamente interessante surge, desenvolve-se e é resolvido. É uma pena porque achava mesmo que este poderia ter sido algo bem mais interessante e satisfatório se a autora se tivesse focado mais na magia e fantasia associada do que a politiquices.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

[Livro] The Laird’s Son, de Fiona McKellar

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Título em Português:--
Série: --
Autor(a): Fiona McKellar
Editora: CreateSpace Independent Publishing Platform
Páginas: 78
Data de Publicação: 17 de Janeiro de 2017


Sinopse:
As if the rumors weren’t bad enough, now she’s been publicly accused of witchcraft. And it doesn’t help either that the accusations came from none other than the Laird’s own brother. Catriona Baxter is a commonplace Highland lass who’s just trying to mind her own business, but that doesn’t stop the Laird’s brother, Aodh, from making plenty of advances upon her. After rejecting him though, Catriona finds her life threatened when Aodh publicly accuses her of being a witch. To resolve the matter, the Laird orders Catriona to come live on his estate while a proper investigation is carried out. The Laird’s brother might want her dead, but his son, Bhaltair, has other plans. Seizing every opportunity Bhaltair pursues her endlessly. Sparks fly, but will his son’s love for her be enough to convince the Laird she should be saved from being burned at the stake?
~ Recebemos este livro directamente da autora Fiona McKellar. Obrigada! ~


Opinião:
Sempre que um(a) autor(a) está a começar a sua carreira como escritor(a) e me pede directamente se aceito fazer uma resenha da sua obra em troca de um livro – neste caso ebook -, sinto-me sempre feliz e ao mesmo tempo apreensiva. As críticas e opiniões têm sempre bastante valor para os autores e não seria a primeira vez que um(a) autor(a) dizia que a crítica A ou B tinha ficado muito marcada na sua memória – fosse ela boa, ou má.

Por isso, quando Fiona McKellar veio falar comigo, aceitei ler o seu livro em troca de uma opinião honesta mas, mais uma vez, tentei sempre ter em mente que isto era um primeiro livro, uma obra que poderia, possivelmente, precisar de ser melhorada de uma única maneira possível – experiência. E foi o que aconteceu.

The Laird’s Son é uma obra leve, curta (demasiado curta para o meu gosto) e querida/doce – no sentido que os ingleses dão ao descrever um romance “sweet” é um romance sem cenas mais eróticas ou de sexo explícito – e este livro enquadra-se nessa categoria. Para mim, os livros não têm de ter sexo para serem bons, longe disso. Apenas faço este apontamento pois é algo que costuma ter alguma importância nos romances (históricos).

O livro tinha uma boa premissa: uma rapariga que era injustamente acusada e um rapaz que acreditava nela e lutava por ela. Mas pouco mais aconteceu.

As personagens principais são adolescentes, por isso percebe-se perfeitamente que não houvesse mais algum tipo de contacto físico. Mas deveria ter acontecido algo mais. Mais aventuras, uma exploração maior das acusações feitas pelo tio de Bhaltair,... Uma história destas poderia ter tido um vilão muito mais desenvolvido e um enredo que acabasse por me prender mais mas, tristemente, ficou aquém das possibilidades.

Catriona poderia ter tido mais expressão, mais emoção. Uma rapariga que sempre viveu com o pai e estava muito ligada a ele, vai viver quase um mês para a casa do Laird e não sente sequer a falta dele? Ou comenta o quão diferente é o estilo de vida? A única coisa de que fala, poucas vezes e brevemente, é o medo de poder encontrar o tio de Bhaltair, Aodh, e este tentar fazer-lhe algo. Mas, convenientemente, ele está longe durante a maioria do livro e o problema da sua existência e acusação é resolvido num piscar de olhos.

Acontece e resolve-se tudo rápido de mais para o meu gosto. Não é, no entanto, um livro mau. Precisa apenas de ser desenvolvido e mais explorado. Confio que a autora veja esta opinião como encorajamento para continuar a sua escrita e melhorar a cada livro. Espero, no futuro, voltar a ler algo de Fiona McKellar e poder elogiar mais as suas obras.

sábado, 26 de novembro de 2016

[Livro] Hopebreaker, de Dean F. Wilson

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Título em Português: --
Série: The Great Iron War #1
Autor(a): Dean F. Wilson
Editora: Dioscuri Press
Páginas: 220
Data de Publicação: 15 de Dezembro de 2014

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Sinopse:
In the world of Altadas, there are no more human births. The Regime is replacing the unborn with demons, while the Resistance is trying to destroy a drug called Hope that the demons need to survive.

Between these two warring factions lies Jacob, a man who profits from smuggling contraceptive amulets into the city of Blackout. He cares little about the Great Iron War, but a chance capture, and an even more accidental rescue, embroils him in a plot to starve the Regime from power.

When Hope is an enemy, Jacob finds it harder than he thought to remain indifferent. When the Resistance opts to field its experimental landship, the Hopebreaker, the world may find that one victory does not win a war.
~ Recebemos este eARC directamente do autor. Thank you! ~

Opinião:
Deitei-me à leitura de Hopebreaker sem saber absolutamente nada sobre estória. Dean F. Wilson entrou em contacto comigo, através do nosso e-mail (que está disponível para quem quiser entrar em contacto connosco, seja qual for o assunto), oferecendo o seu livro em troca de uma crítica honesta. Aceitei e atirei-me ao desconhecido.

Estou numa fase que tem sido um pouco complicada e isso tem se reflectido não só no tempo que demoro a ler os livros (independentemente de estar a gostar ou não) e também da minha abertura para eles. Alguns acabam por sofrer com isso, outros nem por isso.

Acho que Hopebreaker faz parte da segunda categoria, apesar de ter demorado quase um mês a ler o livro. Não posso, no entanto, dizer que adorei o livro. Gostei, até certo ponto, mas não consegui criar grande ligação com o livro. O enredo tem nuances interessantes, e o tema geral até é apelativo, mas não funcionou para mim.

Levei a leitura até ao fim, porque, primeiro, não gosto de deixar livros a meio (se bem que tenho direito como leitora) e, segundo, como se tratava de um livro cedido pelo autor eu tento sempre levar as leituras até ao final. Acabei por ler um livro sem qualquer tipo de conexão com as personagens; nenhuma delas puxou pelo meu interesse ou empatia. Ainda assim, a estória deixou-me curiosa. Quem são estes demónios? Como chegaram à Terra? Qual é o objectivo deles? Tenho várias perguntas, mas verdade seja dita, não sei até que ponto a minha curiosidade me fará querer continuar a seguir esta saga.

Pode parecer que não gostei de todo do livro, mas não é verdade. Ele está bem escrito e, em certas alturas, eu estava mesmo embrenhada no enredo, mas não foi um sentimento geral ao livro todo, e esses momentos eram raros. Tenho pena de não ter gostado mais deste livro, porque achei que tinha potencial para isso e foi o primeiro livro de steampunk que li.

É uma saga que ficará em standby, por uns tempos, e talvez venha a dar uma oportunidade ao segundo livro no futuro, para já não dá.