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segunda-feira, 17 de julho de 2017

[Livro] A Love To Remember, de Bronwen Evans

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Título em Português: --
Série:The Disgraced Lords #7
Autor(a): Bronwen Evans
Editora: Loveswept
Páginas:
Data de Publicação: 29 de Agosto de 2017

Sinopse:
For Rose Deverill, one husband was enough. As the wealthy widow of the Duke of Roxborough, she has cultivated an unsavory reputation meant to discourage wife hunters. Thanks to a string of steamy affairs, Rose is perfectly content to be known by polite society as the “Wicked Widow”—until she’s reunited with the man she fell in love with at age fifteen. Their bedroom encounters are scorching, but it breaks Rose’s heart to wonder whether her reckless behavior ruined her for Philip Flagstaff.
The second son of the Earl of Cumberland, Philip never wanted the title. But after Philip’s older brother, Robert, follows him into the Battle of Waterloo, his worst fears come to pass. Now Robert lies in a soldier’s grave, and Philip is determined never to pass on the inheritance to children of his own. Then Rose appears, soothing the pain with her delightful curves and passionate kisses. The notorious Duchess seems to want nothing from him—and yet Philip has never ached to give a woman more.
~ Recebemos este eARC através do NetGalley, em troca desta opinião honesta. Obrigada! ~


Opinião:
A Love to Remember tinha os ingredientes perfeitos: um herói assombrado pelo passado, uma heróina que o ajudaria e fá-lo ver que ele tem hipóteses de ser feliz. É pena que foi no fim foi tudo rapidamente embrulhado com um laço e pronto.

Rose é sempre descrita como uma mulher independente e que não quer casar mas nós leitores só conhecemos como esta mulher que está pronta a casar novamente e que, na minha opinião tem pouco de independente – o que me fez desgostar dela.

Philip é o típico herói torturado que lá fez mais sentido, e que no fim do livro lá percebe que devia ser feliz pelo irmão e viver uma boa vida em sua honra.

O meu problema é que este livro foi maioritariamente contrário ao que a sinopse indicava. E o mistério que tinha eu percebi logo e achei as personagens fracas e, sinceramente, é melhor parar por aqui ou as coisas só pioram.

Resumindo, fiquei desiludida.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

#GuestPost [Livro] A Maldição do Vencedor, de Marie Rutkoski (por Ana Sofia Brito)


É altura do #GuestPost do mês! Desta vez, a nossa convidada é a Ana Sofia Brito. Como vocês sabem, nós críamos um grupo no Goodreads, o Leituras do Pepita Mágica e temos tido todos os meses um desafio de leitura conjunta de um livro votado entre os membros do grupo. Em Dezembro, foi escolhido o livro A Maldição do Vencedor e depois da sua leitura falámos com a Ana, e ela aceitou fazer a sua crítica do livro para o nosso blog. Obrigada por te juntares a nós, Ana!

E agora, com os devidos créditos, aqui fica a crítica da nossa convidada, Ana Sofia Brito, no Pepita Mágica!



Título em Português: A Maldição do Vencedor
Série: The Winner's Trilogy #1
Autor(a): Marie Rutkoski
Editora: Topseller
Páginas: 320
Data de Publicação: 18 de Julho de 2016

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Sinopse:
Kestrel, jovem filha do poderoso general de Valoria, tem apenas duas opções: alistar-se no exército ou casar-se. Ela tem, no entanto, outras aspirações e procura libertar-se do seu destino, rebelando-se contra o pai.Num passeio clandestino pela cidade, Kestrel vai parar a um leilão de escravos, onde se depara com um jovem, Arin, que parece querer desafiar o mundo inteiro sozinho. Num impulso, ela acaba por comprá-lo — por um preço tão alto, que a torna alvo de mexericos na sociedade.
Arin pertence ao povo de Herrani, conquistado dez anos antes pelos Valorianos. Além de ser um ferreiro exímio, revela-se também um cantor extraordinário, despertando a curiosidade de Kestrel. Arin, contudo, tem um segredo, e Kestrel não tardará a descobrir que o preço que pagou por ele poderá custar muito mais do que aquilo que alguma vez imaginara.

Opinião:
Bem, para começar devo dizer que estava bastante expectante com este livro, é dos meus géneros preferidos e coloquei a expectativa bem alta.

Para minha tristeza, não foi um livro que estivesse à altura de tão altas expectativas.

Em primeiro porque achei-o bem paradinho, com muito pouca acção, a “guerra” foi curta e mal deu para percebê-la.

Em segundo lugar, a relação de Kestrel e Arin deixa muito a desejar, a interacção entre eles é muito fraca e o crescimento dos sentimentos entre eles pouco convincentes. Nada de “Uma linda história de amor proibido”.

E em terceiro, em muitas partes do livro achei-me perdida na história, alguns capítulos não foram bem desenvolvidos, algumas partes inacabadas, diálogos confusos...

Para compensar um pouco, gostei da personagem de Ronan, o pretendente engraçado e espero encontrar um belo triângulo amoroso no capítulo 2 desta saga.

Sim, apesar de me sentir desiludida e até um pouco frustrada, porque acho sinceramente que a história tinha tudo para um bom desenvolvimento e para ser um belo livro, fiquei também um pouco curiosa com o final deste livro e quero dar uma segunda oportunidade à Kestrel e ao Arin.

sábado, 10 de dezembro de 2016

[Livro] As piores intenções, de Elizabeth Hoyt

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Título em Português:As piores intenções
Série: Maiden Lane #1
Autor(a): Elizabeth Hoyt
Editora: Quinta Essência
Páginas: 392
Data de Publicação: 3 de Maio de 2016

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Sinopse:
Famoso pelos seus desejos selvagem e sensuais, Lazarus Huntington, Lorde Caire, anda à procura de um assassino cruel em St. Giles, o bairro da lata mais famoso de Londres. A viúva Temperance Dews conhece St. Giles como a palma da mão - passou a maior parte da vida a cuidar dos seus habitantes no lar de órfãos que a sua família estabeleceu. Agora essa casa está em risco. Caire faz uma oferta simples: em troca da ajuda de Temperance para navegar os becos perigosos de St. Giles, ele irá apresentá-la à alta sociedade de Londres para que ela possa encontrar um benfeitor para o lar. Mas Temperance pode não ser tão inocente como parece, e o que começa por ser um calculismo frio em breve se transforma numa paixão que nenhum deles pode controlar - e que pode muito bem destruir ambos.


Opinião:
Não sabia bem o que esperar deste livro, mas certamente não foi o que encontrei.

Esta história não me cativou. Não quer dizer que estivesse mal escrita, ou que fosse até uma história má, simplesmente não foi apelativa o suficiente.

Temperance é uma mártir (ou comporta-se como tal) e a tendência da autora para nos relembrar disso ao longo de todo o livro através das interacções com Lazarus chega a um ponto em que é irritante.

Lazarus...nem sei o que dizer dele. É uma personagem interessante mas que não se enquadra propriamente no cenário de época que foi criado pela autora.

Pessoalmente, acho que toda a história teria sido muito interessante se fosse uma história contemporânea. Não quer dizer que o que se o Lazarus gosta (que eu não vou dizer o que é, caso queiram ler o livro) não fosse possível na época, mas toda a sua ligação a Temperance é um demasiado estranha para a época.

No geral, foi uma história que soube a pouco e que acabou por não me atrair minimamente.


terça-feira, 13 de setembro de 2016

[Livro] Nirvana, de J.R. Stewart

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Título em Português: --
Série: Nirvana #1
Autor(a): J.R. Stewart
Editora: Blue Moon
Páginas: 186
Data de Publicação: 10 de Novembro de 2016

Sinopse:
When the real world is emptied of all that you love, how can you keep yourself from dependence on the virtual?

Animal activist and punk rock star Larissa Kenders lives in a dystopian world where the real and the virtual intermingle. After the disappearance of her soulmate, Andrew, Kenders finds solace by escaping to Nirvana, a virtual world controlled by Hexagon. In Nirvana, anyone’s deepest desires may be realized - even visits with Andrew.

Although Kenders knows that this version of Andrew is virtual, when he asks for her assistance revealing Hexagon’s dark secret, she cannot help but comply. Soon after, Kenders and her closest allies find themselves in a battle with Hexagon, the very institution they have been taught to trust. After uncovering much more than she expected, Kenders’ biggest challenge is determining what is real – and what is virtual.

Nirvana is a fast-paced, page-turning young adult novel combining elements of science fiction, mystery, and romance. Part of a trilogy, this book introduces readers to a young woman who refuses to give up on the man she loves, even if it means taking on an entire government to do so.
~ Recebemos este eARC através do NetGalley. Thank You! ~

Opinião:
Eu nem sei ao certo o que estava à espera de Nirvana, apesar do nome apelativo. Primeiro que tudo, eu recebi este livro através do NetGalley, mas não foi um request que tenha feito. Acho que foi uma espécie de “oferta”. Por falta de tempo, a leitura deste livro foi sendo adiada, por que não era nada que me despertasse muito o interesse.

Eu comecei a ler o livro quase sem ter lido, sequer, a sinopse. Eu já a tinha lido há uns meses (quando recebi o eARC), mas acabei por o esquecer e entrei na estória completamente à deriva. E confesso que o início foi terrivelmente confuso porque nunca tinha a certeza quem estava a falar e depois de quem estava a falar. (Confuso? Ya, para mim também foi.) Passando essa fase e conseguindo entrar na estória, comecei a sentir uma leve sensação de devà vu. Em Nirvana temos a criação de uma realidade virtual tão intensa e imersiva que as pessoas começam a usar isso como escape para o mundo real – uma Terra onde tudo desapareceu depois da extinção da abelhas. O que isto me lembra? Elusion, onde a premissa base era a mesma. É certo que rapidamente se distancia deste, mas a sensação ficou lá.

Pelo o que percebi, Nirvana é o primeiro livro de uma série e, de certa forma, ainda bem, porque o final ficou completamente em aberto. No entanto, sinto que o livro andou sempre de volta da mesma coisa (e acaba praticamente como começou) que mais parecia um cão atrás do rabo – ou seja, não vai a lado nenhum. Gostei, mas não me surpreendeu e não consegui ligar com as personagens. Achei pouco realista (independentemente da realidade em questão), personagens sem grande desenvolvimento e estória que não avança. Falta qualquer coisa.


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

[Filme] Lights Out - Terror da Escuridão, de David F. Sandberg

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Título em Português:Lights Outs - Terror da Escuridão
Realização: David F. Sandberg
Argumento: Eric Heisserer (screenplay), David F. Sandberg (based on the short film by)
Elenco Principal: Teresa Palmer, Gabriel Bateman, Maria Bello
Ano: 2016 | Duração: 1h 21mins
Sinopse:
Quando Rebecca saiu de casa, ela julgou que tinha deixado os seus medos de infância para trás. Durante toda a sua vida, nunca teve realmente certeza do que era, ou não, verdadeiro assim que as luzes se apagavam… e agora o seu irmão mais novo, Martin, está a viver os mesmos inexplicáveis e aterradores episódios, que outrora testaram a sua sanidade e ameaçaram a sua segurança. Uma entidade assustadora, com uma misteriosa ligação à mãe dos irmãos, Sophie, reaparece. Assim, à medida que Rebecca aprofunda a investigação e chega mais perto de desvendar a verdade, as suas vidas passam a estar em perigo… assim que as luzes se apagam.

Opinião da Carla:
Eu já disse aqui no blog, mais do que uma vez, que filmes de terror são o meu tipo de filme favorito. Sinceramente, não sei porque o digo, uma vez que consigo contar pelos dedos de UMA mão os que realmente são bons.

Por esse motivo, decidi ir ver o Lights Out - parecia me ter uma premissa interessante e lá fui. Achei aborrecido, ao ponto que cheguei a fechar os olhos uns minutinhos, apesar de não ter adormecido totalmente. O filme é bastante previsível, não tem assim tantos momentos assustadores. Alias, não acho que seja assim tão assustador.

Custa-me fazer uma crítica tão pequena, mas não sei o que dizer do filme que passado poucos dias pouco me lembro dele. Vê-se bem, sem grande alarido, mas aborrecido e fraco, para o género.





Opinião da Joana:
Fomos ver este filme nos anos da Carla....e acho que foi uma desilusão. Eu, ao contrário da Carla, não gosto de filmes de terror, mas acho que sei dizer quando um é minimamente bom. O que não foi o caso.

Correndo o risco de copiar a Carla, é um filme que deixa muito pouco, também já não me lembro bem, e foi algo aborrecido. Deixou muito a desejar, não mexe muito com a nossa cabeça (tirando talvez alguns sons que podiam mexer com pessoal que tenha uma imaginação hiperactiva).

Também será uma crítica pequenina porque não há mais a dizer.



sexta-feira, 29 de julho de 2016

[Livro] O Baile de Máscaras, de Joanna Taylor

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Título em Português: O Baile de Máscaras
Série:--
Autor(a): Joanna Taylor
Editora: Edições Asa
Páginas:352
Data de Publicação: 24 de Março de 2016

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Sinopse:
Em 1786, Londres é uma cidade magnífica, caótica e implacável. Que o diga a jovem Lizzy Ward, cujos sonhos cedo se desvaneceram para dar lugar a uma vida que nunca desejou. Nunca foi sua intenção ser prostituta, mas o destino assim quis. Todavia, a sua sorte parece estar prestes a mudar. Um dia, ao calcorrear as ruelas negras de fuligem de Piccadilly, dá por si a salvar a vida de um homem diferente dos outros. Lord Edward Hays não só é aristocrata como não está minimamente interessado nos seus serviços. Ou melhor, nos seus serviços habituais. Lord Hays quer contratá-la mas não por uma noite. O seu plano é apenas exibi-la na alta sociedade como sua companheira durante toda a semana que vai passar na cidade. Estará Lizzy à altura do papel? À medida que se embrenha nos mais sumptuosos e respeitáveis salões londrinos, os obstáculos parecem suceder-se. Além disso, a jovem apercebe-se de que, naquele mundo, ela não é a única a usar uma máscara. Para piorar as coisas, a sua relação com Edward está a intensificar-se de dia para dia – a charada de ambos ameaça ruir, e Londres está a postos para o grande escândalo...

Opinião:
Comprei este livro e senti-me algo enganada – talvez não devesse, mas a verdade é que fez sentir assim. Na capa diz o seguinte “Um «Pretty Woman» da Regência Inglesa, que as fãs de Julia Quinn vão adorar». Ora isto parece mesmo o meu género de livro, certo? Sim, não fosse ser quase literalmente IGUAL ao Pretty Woman, que até é um filme de que gosto bastane e que vi várias vezes.

Para verem o quanto o livro me começou a irritar logo nas primeiras páginas, cheguei a fazer uma tabela bastante completa com tudo o que era igual no filme no livro, mas nem sequer a vou por aqui pois não quero dedicar mais tempo que o estritamente necessário a este livro. Só para terem alguns exemplos: várias personagens com exactamente os mesmos nome (como o Edward, ou a Kit, aqui tratada mais como Kitty, que outra coisa), os problemas pelos quais as personagens passam são praticamente os mesmos, a maneira como as duas personagens principais se conhecem é igual, com a pequena mudança de um Lexus difícil de conduzir para um garanhão difícil de controlar, entre muitas outras coisas. Não me percebam mal, eu gosto de autores que pegam em contos e outras histórias e dão o seu toque (veja-se a quantidade de livros que são novas versões de contos como a Cinderela – e muitos dos quais eu gostei), mas isto para mim não foi isso, foi praticamente plágio!

Das poucas coisas que posso dizer bem, é que a escrita não é má de todo e acaba por nos prender apenas o suficiente para querermos saber se o resto do livro é todo igual ou filme ou não, o que pelo menos fez com que eu o lesse até ao fim. Acho que o livro poderia ter sido muito mais apelativo se não fosse tão colado ao filme e se a autora se tivesse dado ao trabalho de incluir algum trabalho original. Sei que estou a ser um pouco brusca, mas é para verem o quanto me decepcionou o livro.

Não tendo nada melhor para dizer sobre o livro, acabo aqui esta crítica (e acrescento apenas que a pontuação pensada tem vindo a diminuir cada vez mais).